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INSTRUÇÃO:
Leia o texto III para responder à questão.
TEXTO III
Inhotim
O Instituto Inhotim é um museu de arte contemporânea
e Jardim Botânico, localizado em Brumadinho (MG).
Reconhecido como Organização da Sociedade Civil
de Interesse Público (OSCIP) pelo Governo de Minas
Gerais em 2008, o Inhotim é uma entidade privada,
sem fins lucrativos, mantida com recursos de doações
de pessoas físicas e jurídicas – diretas ou por meio
das Leis Federal e Estadual de Incentivo à Cultura –,
pela bilheteria e realização de eventos. Idealizado desde
a década de 1980 pelo empresário mineiro Bernardo de
Mello Paz, do solo ferroso de uma fazenda da região
nasceu, em 2006, um dos maiores museus a céu aberto
do mundo.
Sua localização privilegiada – entre os ricos biomas
da Mata Atlântica e do Cerrado –, e as paisagens
exuberantes ao longo dos 140 hectares de visitação
proporcionam aos visitantes uma experiência única que
mescla arte e natureza. Cerca de 700 obras de mais de
60 artistas, de quase 40 países, são exibidas ao ar livre
e em galerias em meio a um Jardim Botânico com mais
de 4,3 mil espécies botânicas raras, vindas de todos
os continentes.
Disponível em: https://www.inhotim.org.br/institucional/sobre/.
Acesso em: 30 jun. 2023.
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INSTRUÇÃO:
Leia o texto II para responder à questão.
TEXTO II
IA é a grande ferramenta da atualidade, e quem não
se preparar vai ficar para trás, diz especialista
Após o sucesso de ChatGPT, Lensa e outros
programas, ferramentas de inteligência artificial podem
se tornar mais acessíveis para pessoas comuns
lucrarem com isso
A inteligência artificial virou assunto em todo o mundo
em 2023 após programas como ChatGPT e Lensa
provarem que são capazes de realizar tarefas humanas
com extrema eficiência. Demonstrando um avanço
significativo em pouco tempo, a tecnologia chega até
mesmo a preocupar especialistas e pessoas, que temem
perder seus empregos para os programas de IA.
No entanto, estudiosos de inteligência artificial defendem
que o seu uso, se bem aplicado, pode gerar lucros
e benefícios para quem aprender a dominar a nova
tecnologia. Por isso, é importante estar sempre disposto
a aprender.
Vantagens competitivas
Pensando nisso, Gustavo Mee, especialista em
inteligência artificial com mais de 2 milhões de
seguidores e 100 milhões de visualizações nas redes
sociais, diz que IA é a grande ferramenta da atualidade e
quem não se preparar pode ficar “para trás”.
[...]
“A grande ferramenta que temos hoje são as de
inteligência artificial, e quem não tiver isso ao lado
não vai estar pronto para o que vem por aí. Por isso,
eu decidi direcionar todo o meu conteúdo para isso
e levar o conhecimento para todas as pessoas”,
disse Mee, à EXAME.
A inteligência artificial não é uma tecnologia nova, mas o
seu uso antes era muito limitado às grandes empresas,
como as
big techs
. Agora, este cenário está mudando,
segundo Mee.
“Estamos bem no início de uma curva de adoção,
onde as pessoas comuns passam a ter acesso às
ferramentas. Isso é uma grande virada de chave para
que essa tecnologia de fato seja a grande tecnologia do
futuro”, disse.
A tecnologia de inteligência artificial também é explorada
por grandes nomes, como Elon Musk e a Microsoft.
“Pelo que eu tenho estudado, testado ferramentas
e visto das pessoas que geram mais impacto no mundo,
eu vejo que essa é a grande aposta de todos esses
caras. E é algo que faz sentido, tem razoabilidade e é
plausível pensando em futuros cenários de inteligência
artificial”, afirmou Mee à EXAME.
Disponível em: https://exame.com/future-of-money/ia-e-agrande-ferramenta-da-atualidade-e-quem-nao-se-preparar-vaificar-para-tras-diz-especialista/ Acesso em: 26 ago. 2023.
IA é a grande ferramenta da atualidade, e quem não se preparar vai ficar para trás, diz especialista
Em relação à análise sintática de termos e de orações nesse trecho, é incorreto afirmar que
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INSTRUÇÃO:
Leia o texto II para responder à questão.
TEXTO II
IA é a grande ferramenta da atualidade, e quem não
se preparar vai ficar para trás, diz especialista
Após o sucesso de ChatGPT, Lensa e outros
programas, ferramentas de inteligência artificial podem
se tornar mais acessíveis para pessoas comuns
lucrarem com isso
A inteligência artificial virou assunto em todo o mundo
em 2023 após programas como ChatGPT e Lensa
provarem que são capazes de realizar tarefas humanas
com extrema eficiência. Demonstrando um avanço
significativo em pouco tempo, a tecnologia chega até
mesmo a preocupar especialistas e pessoas, que temem
perder seus empregos para os programas de IA.
No entanto, estudiosos de inteligência artificial defendem
que o seu uso, se bem aplicado, pode gerar lucros
e benefícios para quem aprender a dominar a nova
tecnologia. Por isso, é importante estar sempre disposto
a aprender.
Vantagens competitivas
Pensando nisso, Gustavo Mee, especialista em
inteligência artificial com mais de 2 milhões de
seguidores e 100 milhões de visualizações nas redes
sociais, diz que IA é a grande ferramenta da atualidade e
quem não se preparar pode ficar “para trás”.
[...]
“A grande ferramenta que temos hoje são as de
inteligência artificial, e quem não tiver isso ao lado
não vai estar pronto para o que vem por aí. Por isso,
eu decidi direcionar todo o meu conteúdo para isso
e levar o conhecimento para todas as pessoas”,
disse Mee, à EXAME.
A inteligência artificial não é uma tecnologia nova, mas o
seu uso antes era muito limitado às grandes empresas,
como as
big techs
. Agora, este cenário está mudando,
segundo Mee.
“Estamos bem no início de uma curva de adoção,
onde as pessoas comuns passam a ter acesso às
ferramentas. Isso é uma grande virada de chave para
que essa tecnologia de fato seja a grande tecnologia do
futuro”, disse.
A tecnologia de inteligência artificial também é explorada
por grandes nomes, como Elon Musk e a Microsoft.
“Pelo que eu tenho estudado, testado ferramentas
e visto das pessoas que geram mais impacto no mundo,
eu vejo que essa é a grande aposta de todos esses
caras. E é algo que faz sentido, tem razoabilidade e é
plausível pensando em futuros cenários de inteligência
artificial”, afirmou Mee à EXAME.
Disponível em: https://exame.com/future-of-money/ia-e-agrande-ferramenta-da-atualidade-e-quem-nao-se-preparar-vaificar-para-tras-diz-especialista/ Acesso em: 26 ago. 2023.
No entanto , estudiosos de inteligência artificial defendem que o seu uso, se bem aplicado, pode gerar lucros e benefícios para quem aprender a dominar a nova tecnologia. Por isso , é importante estar sempre disposto a aprender.
As expressões destacas sinalizam, respectivamente, as relações semânticas de
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INSTRUÇÃO:
Leia o texto II para responder à questão.
TEXTO II
IA é a grande ferramenta da atualidade, e quem não
se preparar vai ficar para trás, diz especialista
Após o sucesso de ChatGPT, Lensa e outros
programas, ferramentas de inteligência artificial podem
se tornar mais acessíveis para pessoas comuns
lucrarem com isso
A inteligência artificial virou assunto em todo o mundo
em 2023 após programas como ChatGPT e Lensa
provarem que são capazes de realizar tarefas humanas
com extrema eficiência. Demonstrando um avanço
significativo em pouco tempo, a tecnologia chega até
mesmo a preocupar especialistas e pessoas, que temem
perder seus empregos para os programas de IA.
No entanto, estudiosos de inteligência artificial defendem
que o seu uso, se bem aplicado, pode gerar lucros
e benefícios para quem aprender a dominar a nova
tecnologia. Por isso, é importante estar sempre disposto
a aprender.
Vantagens competitivas
Pensando nisso, Gustavo Mee, especialista em
inteligência artificial com mais de 2 milhões de
seguidores e 100 milhões de visualizações nas redes
sociais, diz que IA é a grande ferramenta da atualidade e
quem não se preparar pode ficar “para trás”.
[...]
“A grande ferramenta que temos hoje são as de
inteligência artificial, e quem não tiver isso ao lado
não vai estar pronto para o que vem por aí. Por isso,
eu decidi direcionar todo o meu conteúdo para isso
e levar o conhecimento para todas as pessoas”,
disse Mee, à EXAME.
A inteligência artificial não é uma tecnologia nova, mas o
seu uso antes era muito limitado às grandes empresas,
como as
big techs
. Agora, este cenário está mudando,
segundo Mee.
“Estamos bem no início de uma curva de adoção,
onde as pessoas comuns passam a ter acesso às
ferramentas. Isso é uma grande virada de chave para
que essa tecnologia de fato seja a grande tecnologia do
futuro”, disse.
A tecnologia de inteligência artificial também é explorada
por grandes nomes, como Elon Musk e a Microsoft.
“Pelo que eu tenho estudado, testado ferramentas
e visto das pessoas que geram mais impacto no mundo,
eu vejo que essa é a grande aposta de todos esses
caras. E é algo que faz sentido, tem razoabilidade e é
plausível pensando em futuros cenários de inteligência
artificial”, afirmou Mee à EXAME.
Disponível em: https://exame.com/future-of-money/ia-e-agrande-ferramenta-da-atualidade-e-quem-nao-se-preparar-vaificar-para-tras-diz-especialista/ Acesso em: 26 ago. 2023.
I. As ferramentas de inteligência artificial da atualidade podem ser acessadas pelas pessoas comuns.
II. O uso bem aplicado da nova tecnologia pode gerar lucros e benefícios, segundo defendem estudiosos de inteligência artificial.
III. A inteligência artificial não é uma tecnologia nova, mas o seu uso antes era muito restrito às grandes empresas.
IV. Grandes nomes do mundo digital desenvolvem pesquisas sobre benefícios das ferramentas de inteligência artificial.
São corretas as afirmativas
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INSTRUÇÃO:
Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A identidade adolescente e a variação linguística
A constituição de identidade é bem complexa,
pois nesse processo interferem diversos fatores:
sociológicos, psicológicos, cognitivos e culturais.
Na formação identitária, o papel da língua é primordial,
visto que os sujeitos são constituídos na e pela
linguagem. Além disso, Scherre (2005, p. 10) lembra que
“um povo se individualiza, se afirma e é identificado em
função de sua língua”.
Interagindo com o outro, por meio da fala, o sujeito se
compõe, estabelecendo as diversas relações sociais e
retratando o conhecimento de si próprio e do mundo,
ou seja, seus valores ideológicos e visões de mundo.
Não obstante, conforme relata Castilho (2010, p. 31),
“é na língua que se manifestam os traços mais profundos
do que somos, de como pensamos o mundo, de como
nos dirigimos ao outro”.
A importância da língua é fortalecida ao se constatar
que, por meio dela, é possível reconhecer os sujeitos
dos diferentes agrupamentos, sua idade, os estratos
sociais a que pertencem, o grau de escolaridade,
entre outros aspectos, já que, no ato da fala,
são expressas aos ouvintes indicações sobre nossas
origens e o tipo de pessoas que somos. Nossa escolha
lexical mostra se somos jovens, conservadores ou
urbanos. Também por meio da escolha dos vocábulos
podemos dar mostras de nossa profissão, e é pelo
sotaque que podemos indicar o lugar de onde viemos ou
em que vivemos. Além da origem, nosso comportamento
linguístico é frequentemente submetido a diversas
influências relacionadas à nossa identidade social,
como sexo, idade, inserção no sistema de produção e
pertencimento a grupos.
Aguilera (2008, p. 105) corrobora tal afirmação ao
mencionar que “a atitude linguística assumida pelo
falante implica a noção de identidade, que se pode definir
como a característica ou o conjunto de características
que permitem diferenciar um grupo de outro, uma etnia
de outra, um povo de outro”.
Dentro desse entendimento, e cientes de que as línguas
variam no espaço, no tempo, de um grupo social para
outro, de uma situação comunicacional a outra e de
acordo com a faixa etária, neste trabalho discutimos
o uso da linguagem como marca de identidade em
um grupo especial de indivíduos – os adolescentes
– observando como a variedade linguística por eles
utilizada lhes confere singularidade.
OLIVEIRA, Eliane Vitorino de Moura; BARONAS,
Joyce Elaine de Almeida. A identidade adolescente e a
variação linguística.
Polifonia
, Cuiabá, MT, v. 18, n. 23,
p. 193-208, jan./jun., 2011 (adaptado).
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INSTRUÇÃO:
Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A identidade adolescente e a variação linguística
A constituição de identidade é bem complexa,
pois nesse processo interferem diversos fatores:
sociológicos, psicológicos, cognitivos e culturais.
Na formação identitária, o papel da língua é primordial,
visto que os sujeitos são constituídos na e pela
linguagem. Além disso, Scherre (2005, p. 10) lembra que
“um povo se individualiza, se afirma e é identificado em
função de sua língua”.
Interagindo com o outro, por meio da fala, o sujeito se
compõe, estabelecendo as diversas relações sociais e
retratando o conhecimento de si próprio e do mundo,
ou seja, seus valores ideológicos e visões de mundo.
Não obstante, conforme relata Castilho (2010, p. 31),
“é na língua que se manifestam os traços mais profundos
do que somos, de como pensamos o mundo, de como
nos dirigimos ao outro”.
A importância da língua é fortalecida ao se constatar
que, por meio dela, é possível reconhecer os sujeitos
dos diferentes agrupamentos, sua idade, os estratos
sociais a que pertencem, o grau de escolaridade,
entre outros aspectos, já que, no ato da fala,
são expressas aos ouvintes indicações sobre nossas
origens e o tipo de pessoas que somos. Nossa escolha
lexical mostra se somos jovens, conservadores ou
urbanos. Também por meio da escolha dos vocábulos
podemos dar mostras de nossa profissão, e é pelo
sotaque que podemos indicar o lugar de onde viemos ou
em que vivemos. Além da origem, nosso comportamento
linguístico é frequentemente submetido a diversas
influências relacionadas à nossa identidade social,
como sexo, idade, inserção no sistema de produção e
pertencimento a grupos.
Aguilera (2008, p. 105) corrobora tal afirmação ao
mencionar que “a atitude linguística assumida pelo
falante implica a noção de identidade, que se pode definir
como a característica ou o conjunto de características
que permitem diferenciar um grupo de outro, uma etnia
de outra, um povo de outro”.
Dentro desse entendimento, e cientes de que as línguas
variam no espaço, no tempo, de um grupo social para
outro, de uma situação comunicacional a outra e de
acordo com a faixa etária, neste trabalho discutimos
o uso da linguagem como marca de identidade em
um grupo especial de indivíduos – os adolescentes
– observando como a variedade linguística por eles
utilizada lhes confere singularidade.
OLIVEIRA, Eliane Vitorino de Moura; BARONAS,
Joyce Elaine de Almeida. A identidade adolescente e a
variação linguística.
Polifonia
, Cuiabá, MT, v. 18, n. 23,
p. 193-208, jan./jun., 2011 (adaptado).
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Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A identidade adolescente e a variação linguística
A constituição de identidade é bem complexa,
pois nesse processo interferem diversos fatores:
sociológicos, psicológicos, cognitivos e culturais.
Na formação identitária, o papel da língua é primordial,
visto que os sujeitos são constituídos na e pela
linguagem. Além disso, Scherre (2005, p. 10) lembra que
“um povo se individualiza, se afirma e é identificado em
função de sua língua”.
Interagindo com o outro, por meio da fala, o sujeito se
compõe, estabelecendo as diversas relações sociais e
retratando o conhecimento de si próprio e do mundo,
ou seja, seus valores ideológicos e visões de mundo.
Não obstante, conforme relata Castilho (2010, p. 31),
“é na língua que se manifestam os traços mais profundos
do que somos, de como pensamos o mundo, de como
nos dirigimos ao outro”.
A importância da língua é fortalecida ao se constatar
que, por meio dela, é possível reconhecer os sujeitos
dos diferentes agrupamentos, sua idade, os estratos
sociais a que pertencem, o grau de escolaridade,
entre outros aspectos, já que, no ato da fala,
são expressas aos ouvintes indicações sobre nossas
origens e o tipo de pessoas que somos. Nossa escolha
lexical mostra se somos jovens, conservadores ou
urbanos. Também por meio da escolha dos vocábulos
podemos dar mostras de nossa profissão, e é pelo
sotaque que podemos indicar o lugar de onde viemos ou
em que vivemos. Além da origem, nosso comportamento
linguístico é frequentemente submetido a diversas
influências relacionadas à nossa identidade social,
como sexo, idade, inserção no sistema de produção e
pertencimento a grupos.
Aguilera (2008, p. 105) corrobora tal afirmação ao
mencionar que “a atitude linguística assumida pelo
falante implica a noção de identidade, que se pode definir
como a característica ou o conjunto de características
que permitem diferenciar um grupo de outro, uma etnia
de outra, um povo de outro”.
Dentro desse entendimento, e cientes de que as línguas
variam no espaço, no tempo, de um grupo social para
outro, de uma situação comunicacional a outra e de
acordo com a faixa etária, neste trabalho discutimos
o uso da linguagem como marca de identidade em
um grupo especial de indivíduos – os adolescentes
– observando como a variedade linguística por eles
utilizada lhes confere singularidade.
OLIVEIRA, Eliane Vitorino de Moura; BARONAS,
Joyce Elaine de Almeida. A identidade adolescente e a
variação linguística.
Polifonia
, Cuiabá, MT, v. 18, n. 23,
p. 193-208, jan./jun., 2011 (adaptado).
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INSTRUÇÃO:
Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A identidade adolescente e a variação linguística
A constituição de identidade é bem complexa,
pois nesse processo interferem diversos fatores:
sociológicos, psicológicos, cognitivos e culturais.
Na formação identitária, o papel da língua é primordial,
visto que os sujeitos são constituídos na e pela
linguagem. Além disso, Scherre (2005, p. 10) lembra que
“um povo se individualiza, se afirma e é identificado em
função de sua língua”.
Interagindo com o outro, por meio da fala, o sujeito se
compõe, estabelecendo as diversas relações sociais e
retratando o conhecimento de si próprio e do mundo,
ou seja, seus valores ideológicos e visões de mundo.
Não obstante, conforme relata Castilho (2010, p. 31),
“é na língua que se manifestam os traços mais profundos
do que somos, de como pensamos o mundo, de como
nos dirigimos ao outro”.
A importância da língua é fortalecida ao se constatar
que, por meio dela, é possível reconhecer os sujeitos
dos diferentes agrupamentos, sua idade, os estratos
sociais a que pertencem, o grau de escolaridade,
entre outros aspectos, já que, no ato da fala,
são expressas aos ouvintes indicações sobre nossas
origens e o tipo de pessoas que somos. Nossa escolha
lexical mostra se somos jovens, conservadores ou
urbanos. Também por meio da escolha dos vocábulos
podemos dar mostras de nossa profissão, e é pelo
sotaque que podemos indicar o lugar de onde viemos ou
em que vivemos. Além da origem, nosso comportamento
linguístico é frequentemente submetido a diversas
influências relacionadas à nossa identidade social,
como sexo, idade, inserção no sistema de produção e
pertencimento a grupos.
Aguilera (2008, p. 105) corrobora tal afirmação ao
mencionar que “a atitude linguística assumida pelo
falante implica a noção de identidade, que se pode definir
como a característica ou o conjunto de características
que permitem diferenciar um grupo de outro, uma etnia
de outra, um povo de outro”.
Dentro desse entendimento, e cientes de que as línguas
variam no espaço, no tempo, de um grupo social para
outro, de uma situação comunicacional a outra e de
acordo com a faixa etária, neste trabalho discutimos
o uso da linguagem como marca de identidade em
um grupo especial de indivíduos – os adolescentes
– observando como a variedade linguística por eles
utilizada lhes confere singularidade.
OLIVEIRA, Eliane Vitorino de Moura; BARONAS,
Joyce Elaine de Almeida. A identidade adolescente e a
variação linguística.
Polifonia
, Cuiabá, MT, v. 18, n. 23,
p. 193-208, jan./jun., 2011 (adaptado).
I. A constituição de identidade é um processo no qual intervêm vários fatores de diferentes campos de saber.
II. A língua tem papel fundamental na constituição identitária e, em função dela, um grupo de indivíduos se distingue, se afirma e é identificado.
III. Por meio da escolha vocabular, podemos expor nosso desempenho comunicativo, bem como nosso sotaque ou nossas diferentes pronúncias.
IV. A identidade pode ser definida como a característica ou o conjunto de características que permitem distinguir um grupo de outro, uma etnia de outra, um povo de outro.
Estão corretas as afirmativas
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Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO:
Leia o texto IV para responder à questão.
TEXTO IV
Em tempos de fome, o desperdício ainda é um vilão
João Ribeiro da Silva trabalha vendendo hortaliças e
legumes na feira de Jaguariúna, interior de São Paulo.
Uma das coisas que mais incomoda o feirante é o
grande desperdício de alimentos. “A cada dez quilos de
batata vendidos perco em média um quilo. Com tomate,
chego a perder três. Basta a verdura estar um pouquinho
menos bonita, que não adianta. Ninguém leva. Levamos
muitos alimentos para a doação, mas a maior parte
acaba mesmo estragando”, relata o feirante.
A realidade descrita por João Ribeiro da Silva é um grave
problema que contrasta com a estatística da fome. A FAO,
Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a
Agricultura, estima que um terço da produção mundial
de alimentos é desperdiçada. Em 2017, 1,3 bilhão de
toneladas de alimentos em condições para o consumo
foi para o lixo, o que corresponde a U$ 750 bilhões.
Um prejuízo superior ao Produto Interno Bruto de
Argentina, Paraguai e Uruguai, nossos vizinhos do
Mercosul, que juntos produziram pouco mais de
U$ 625 bilhões, segundo o Banco Mundial.
Se os números da economia do estrago de alimentos
são alarmantes, medidas relativamente simples podem
ajudar a amenizar o impacto social ocasionado pelo
desperdício em larga escala. “O combate às perdas
de alimentos deve ser um elemento essencial numa
política de combate à desnutrição. Essas ações podem
ser implementadas tanto pelo governo como por
organizações não governamentais, como mostram várias
experiências de ‘resgate de alimentos’ em andamento
em várias partes do mundo, em que alimentos são
recolhidos em supermercados, restaurantes e outros
pontos em que ocorrem as perdas e destinados a
comunidades carentes”, declara Danilo Rolim Dias
de Aguiar.
Para o especialista, um plano de conscientização e
educação também é essencial para combater o problema
do desperdício. “Junta-se a estas ações a educação do
consumidor para reduzir as perdas dentro do próprio
domicílio. Os programas de merenda escolar poderiam
ter um papel, sendo utilizados como instrumento para
prover às novas gerações uma educação referente ao
combate às perdas de alimentos.”
Disponível em: https://www.comciencia.br/o-enigma-da-fomevamos-conseguir-supera-lo/. Acesso em: 29 jun. 2023.
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INSTRUÇÃO:
Leia o texto IV para responder à questão.
TEXTO IV
Em tempos de fome, o desperdício ainda é um vilão
João Ribeiro da Silva trabalha vendendo hortaliças e
legumes na feira de Jaguariúna, interior de São Paulo.
Uma das coisas que mais incomoda o feirante é o
grande desperdício de alimentos. “A cada dez quilos de
batata vendidos perco em média um quilo. Com tomate,
chego a perder três. Basta a verdura estar um pouquinho
menos bonita, que não adianta. Ninguém leva. Levamos
muitos alimentos para a doação, mas a maior parte
acaba mesmo estragando”, relata o feirante.
A realidade descrita por João Ribeiro da Silva é um grave
problema que contrasta com a estatística da fome. A FAO,
Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a
Agricultura, estima que um terço da produção mundial
de alimentos é desperdiçada. Em 2017, 1,3 bilhão de
toneladas de alimentos em condições para o consumo
foi para o lixo, o que corresponde a U$ 750 bilhões.
Um prejuízo superior ao Produto Interno Bruto de
Argentina, Paraguai e Uruguai, nossos vizinhos do
Mercosul, que juntos produziram pouco mais de
U$ 625 bilhões, segundo o Banco Mundial.
Se os números da economia do estrago de alimentos
são alarmantes, medidas relativamente simples podem
ajudar a amenizar o impacto social ocasionado pelo
desperdício em larga escala. “O combate às perdas
de alimentos deve ser um elemento essencial numa
política de combate à desnutrição. Essas ações podem
ser implementadas tanto pelo governo como por
organizações não governamentais, como mostram várias
experiências de ‘resgate de alimentos’ em andamento
em várias partes do mundo, em que alimentos são
recolhidos em supermercados, restaurantes e outros
pontos em que ocorrem as perdas e destinados a
comunidades carentes”, declara Danilo Rolim Dias
de Aguiar.
Para o especialista, um plano de conscientização e
educação também é essencial para combater o problema
do desperdício. “Junta-se a estas ações a educação do
consumidor para reduzir as perdas dentro do próprio
domicílio. Os programas de merenda escolar poderiam
ter um papel, sendo utilizados como instrumento para
prover às novas gerações uma educação referente ao
combate às perdas de alimentos.”
Disponível em: https://www.comciencia.br/o-enigma-da-fomevamos-conseguir-supera-lo/. Acesso em: 29 jun. 2023.
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