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Quanto às funções institucionais da Defensoria Pública do
Estado de Roraima, a Lei Complementar n° 164/10 estabelece
que
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- Lei 4.320/1964: Normas Gerais de Direito FinanceiroDecreto Sobre a Programação Orçamentária e Financeira - Lei 4.320 de 1964
- Legislação Complementar
Ao final do exercício financeiro de 2014, determinada entidade do setor público inscreveu em Restos a Pagar o valor de
R$ 98.700,00. Segundo a Lei Federal n° 4.320/1964, consideram-se Restos a Pagar as despesas
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O munícipio de Ladeira Alta, no mês de novembro de 2015, realizou as seguintes transações:
Operações R$
− Arrecadação de receitas de alienação de bens imóveis ............................................... 150.000,00
− Recebimento, em doação, de vinte computadores do governo do Estado ..................... 20.000,00
− Arrecadação de receitas de taxas de limpeza pública .................................................... 90.000,00
− Arrecadação de receitas de concessões e permissões de serviços públicos.................. 50.000,00
− Ganhos com alienação de bens imóveis ...................................................................... 30.000,00
− Depreciação de veículos apurada no mês de novembro de 2015 .................................... 15.000,00
− Arrecadação de receitas de aluguel de imóveis ............................................................ 40.000,00
− Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................... 70.000,00
O valor das receitas orçamentárias não efetivas totaliza, em reais,Operações R$
− Arrecadação de receitas de alienação de bens imóveis ............................................... 150.000,00
− Recebimento, em doação, de vinte computadores do governo do Estado ..................... 20.000,00
− Arrecadação de receitas de taxas de limpeza pública .................................................... 90.000,00
− Arrecadação de receitas de concessões e permissões de serviços públicos.................. 50.000,00
− Ganhos com alienação de bens imóveis ...................................................................... 30.000,00
− Depreciação de veículos apurada no mês de novembro de 2015 .................................... 15.000,00
− Arrecadação de receitas de aluguel de imóveis ............................................................ 40.000,00
− Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................... 70.000,00
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- Lei 4.320/1964: Normas Gerais de Direito FinanceiroDecreto Sobre a Programação Orçamentária e Financeira - Lei 4.320 de 1964
- Legislação Complementar
No mês de novembro de 2015, determinado ente público abriu créditos adicionais, no valor de R$ 287.500.000,00. De acordo
com a Lei Federal n° 4.320/1964, NÃO é considerado recurso para abertura de créditos adicionais suplementares e especiais,
desde que não comprometidos, o
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643488
Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: DPE-RR
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: DPE-RR
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No terceiro trimestre de 2015, determinado ente público empenhou despesas no valor de R$ 19.780.150,00. Do total empenhado,
65% referem-se a despesas não efetivas. São consideradas despesas não efetivas, entre outras, aquelas decorrentes de
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643483
Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: DPE-RR
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: DPE-RR
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O munícipio de Ladeira Alta, no mês de novembro de 2015, realizou as seguintes transações:
Operações R$
− Arrecadação de receitas de alienação de bens imóveis ............................................... 150.000,00
− Recebimento, em doação, de vinte computadores do governo do Estado ..................... 20.000,00
− Arrecadação de receitas de taxas de limpeza pública .................................................... 90.000,00
− Arrecadação de receitas de concessões e permissões de serviços públicos.................. 50.000,00
− Ganhos com alienação de bens imóveis ...................................................................... 30.000,00
− Depreciação de veículos apurada no mês de novembro de 2015 .................................... 15.000,00
− Arrecadação de receitas de aluguel de imóveis ............................................................ 40.000,00
− Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................... 70.000,00
O montante da arrecadação das receitas orçamentárias correntes soma, em reais,Operações R$
− Arrecadação de receitas de alienação de bens imóveis ............................................... 150.000,00
− Recebimento, em doação, de vinte computadores do governo do Estado ..................... 20.000,00
− Arrecadação de receitas de taxas de limpeza pública .................................................... 90.000,00
− Arrecadação de receitas de concessões e permissões de serviços públicos.................. 50.000,00
− Ganhos com alienação de bens imóveis ...................................................................... 30.000,00
− Depreciação de veículos apurada no mês de novembro de 2015 .................................... 15.000,00
− Arrecadação de receitas de aluguel de imóveis ............................................................ 40.000,00
− Arrecadação de receitas de operações de crédito de longo prazo ................................... 70.000,00
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643480
Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: DPE-RR
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: DPE-RR
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Acerca dos Instrumentos de Planejamento previstos na Constituição Federal, as metas e prioridades da administração, incluindo
as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, serão estabelecidas
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643479
Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: DPE-RR
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: DPE-RR
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A aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras, sob o aspecto orçamentário, é classificado no grupo de
natureza de despesa como
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- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoPonto e Vírgula
- OrtografiaPontuaçãoReticências
- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de
bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei
que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um
deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi,
só um boi.
Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?
Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.
Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.
(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015)
Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no
asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria...
(3° parágrafo)
Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?
Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.
Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.
(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015)
Mantendo-se a correção, uma pontuação alternativa para o trecho acima encontra-se em:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de
bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei
que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um
deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi,
só um boi.
Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?
Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.
Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.
(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015)
Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz,
transformado em minha própria estrela. (último parágrafo)
Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?
Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.
Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.
(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015)
Atribuindo-se caráter hipotético ao trecho acima, os verbos sublinhados devem assumir a seguinte forma:
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