Magna Concursos

Foram encontradas 100 questões.

3462121 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

Inteligência artificial: entenda por que cientistas estão preocupados com avanço rápido da tecnologia

Centenas de pessoas ligadas à área de tecnologia assinaram, esta semana, uma carta em que pedem uma pausa de seis meses no desenvolvimento da inteligência artificial (IA). A carta diz que estamos em um ponto que pode significar uma mudança profunda na história do planeta. Defende que a inteligência artificial está sendo desenvolvida dentro de empresas, em caixas-pretas, numa corrida tecnológica que nem seus próprios criadores são mais capazes de controlar.

Um dos autores da carta, o professor Max Tegmark, físico do Massachusetts lnstitute of Technology (MIT), falou ao Jornal Nacional. Ele trabalha há décadas com pesquisa de inteligência artificial e explica que o objetivo sempre foi construir algo mais inteligente que humanos e os cientistas pensavam que isso ainda ia demorar.

Só que, nos últimos meses, o crescimento foi tão rápido, que deixou os próprios pesquisadores assustados. E, por isso, resolveram publicar o pedido: que se congele todo o desenvolvimento dessa tecnologia por seis meses.

Assinaram cientistas do mundo todo, incluindo o popular pensador israelense Yuval Harari. Além de chefões de empresas que desenvolvem inteligência artificial como Elon Musk e Steve Wozniak, cofundador da Apple.

O estopim foi o lançamento, há apenas duas semanas, do ChatGPT-4.

Essa versão do robô está disponível apenas para assinantes e se desenvolveu muito desde o lançamento da primeira versão em novembro do ano passado. Você pergunta o' .que quiser para ele e, para responder, ele se alimenta de textos que estão publicados na internet. Já se dá melhor ·em testes do que a maioria dos humanos e parece mesmo que você está falando com uma pessoa. Como, por exemplo, quando perguntam quais são os riscos que o robô mesmo impõe à sociedade.

Primeiro ele lista coisas como desinformação e preconceito. A equipe do Jornal Nacional pediu para explicar o que pode ser ainda pior no futuro. Ele menciona que os governos podem usar a inteligência artificial para vigilância e controle; que o robô pode operar armas de guerra aútomatizadas; promover ataques cibernéticos; que pode se tornar mais inteligente que humanos; se tornar impossível de controlar; e tomar grande parte dos nossos empregos.

O próprio dono da Open AI, empresa que desenvolveu o ChatGPT, ainda se disse assustado com a tecnologia que desenvolveu.

As inteligências artificiais generativas são inteligentes de um modo diferente do ser humano porque processam as informações de maneira puramente racional-estatística, sem consciência, sem corpo ou experiência de vida. A IA é capaz de realizar atividades repetitivas, processar enormes quantidades de dados e reconhecer padrões de maneira muito superior aos seres humanos; por exemplo, são capazes de reconhecer rapidamente quem é a pessoa em uma foto qualquer, ou identificar com precisão anomalias em imagens médicas. Entretanto, a IA não era boa em realizar atividades intelectuais criativas, mas essa distinção da inteligência humana foi abalada com o desenvolvimento de sistemas como o ChatGPT e o MidJourney.

Hoje, estamos vendo as inteligências artificiais imitando bem aquilo que supúnhamos ser o mais típico do humano: nossa capacidade de nos comunicarmos por linguagens, esses complexos sistemas de comunicação usados para expressar e compartilhar informações, pensamentos, conhecimentos, experiências e emoções, que nos possibilitam conversar, interagir e colaborar, que estruturam nossas relações sociais e práticas de cultura.

Disponível em: htlps://g1.globo.com.jomal-nacionaVnolicia'2023/04UWntelgenciaartificial- enterda--por-que-cientisla&€stao-preocupados-com-avanco-rapido-<latea, ologia.ghlml. Acesso em 16 de maio de 2023. Texto adaptado.

Assinale a opção em que o demonstrativo destacado foi empregado para se referir ao que ainda não foi mencionado no texto 1.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462120 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

Inteligência artificial: entenda por que cientistas estão preocupados com avanço rápido da tecnologia

Centenas de pessoas ligadas à área de tecnologia assinaram, esta semana, uma carta em que pedem uma pausa de seis meses no desenvolvimento da inteligência artificial (IA). A carta diz que estamos em um ponto que pode significar uma mudança profunda na história do planeta. Defende que a inteligência artificial está sendo desenvolvida dentro de empresas, em caixas-pretas, numa corrida tecnológica que nem seus próprios criadores são mais capazes de controlar.

Um dos autores da carta, o professor Max Tegmark, físico do Massachusetts lnstitute of Technology (MIT), falou ao Jornal Nacional. Ele trabalha há décadas com pesquisa de inteligência artificial e explica que o objetivo sempre foi construir algo mais inteligente que humanos e os cientistas pensavam que isso ainda ia demorar.

Só que, nos últimos meses, o crescimento foi tão rápido, que deixou os próprios pesquisadores assustados. E, por isso, resolveram publicar o pedido: que se congele todo o desenvolvimento dessa tecnologia por seis meses.

Assinaram cientistas do mundo todo, incluindo o popular pensador israelense Yuval Harari. Além de chefões de empresas que desenvolvem inteligência artificial como Elon Musk e Steve Wozniak, cofundador da Apple.

O estopim foi o lançamento, há apenas duas semanas, do ChatGPT-4.

Essa versão do robô está disponível apenas para assinantes e se desenvolveu muito desde o lançamento da primeira versão em novembro do ano passado. Você pergunta o' .que quiser para ele e, para responder, ele se alimenta de textos que estão publicados na internet. Já se dá melhor ·em testes do que a maioria dos humanos e parece mesmo que você está falando com uma pessoa. Como, por exemplo, quando perguntam quais são os riscos que o robô mesmo impõe à sociedade.

Primeiro ele lista coisas como desinformação e preconceito. A equipe do Jornal Nacional pediu para explicar o que pode ser ainda pior no futuro. Ele menciona que os governos podem usar a inteligência artificial para vigilância e controle; que o robô pode operar armas de guerra aútomatizadas; promover ataques cibernéticos; que pode se tornar mais inteligente que humanos; se tornar impossível de controlar; e tomar grande parte dos nossos empregos.

O próprio dono da Open AI, empresa que desenvolveu o ChatGPT, ainda se disse assustado com a tecnologia que desenvolveu.

As inteligências artificiais generativas são inteligentes de um modo diferente do ser humano porque processam as informações de maneira puramente racional-estatística, sem consciência, sem corpo ou experiência de vida. A IA é capaz de realizar atividades repetitivas, processar enormes quantidades de dados e reconhecer padrões de maneira muito superior aos seres humanos; por exemplo, são capazes de reconhecer rapidamente quem é a pessoa em uma foto qualquer, ou identificar com precisão anomalias em imagens médicas. Entretanto, a IA não era boa em realizar atividades intelectuais criativas, mas essa distinção da inteligência humana foi abalada com o desenvolvimento de sistemas como o ChatGPT e o MidJourney.

Hoje, estamos vendo as inteligências artificiais imitando bem aquilo que supúnhamos ser o mais típico do humano: nossa capacidade de nos comunicarmos por linguagens, esses complexos sistemas de comunicação usados para expressar e compartilhar informações, pensamentos, conhecimentos, experiências e emoções, que nos possibilitam conversar, interagir e colaborar, que estruturam nossas relações sociais e práticas de cultura.

Disponível em: htlps://g1.globo.com.jomal-nacionaVnolicia'2023/04UWntelgenciaartificial- enterda--por-que-cientisla&€stao-preocupados-com-avanco-rapido-<latea, ologia.ghlml. Acesso em 16 de maio de 2023. Texto adaptado.

Assinale a opção que apresenta corretamente a função da linguagem predominante no texto 1 "Inteligência artificial: entenda por que cientistas estão preocupados com avanço rápido da tecnologia".

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462119 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

Inteligência artificial: entenda por que cientistas estão preocupados com avanço rápido da tecnologia

Centenas de pessoas ligadas à área de tecnologia assinaram, esta semana, uma carta em que pedem uma pausa de seis meses no desenvolvimento da inteligência artificial (IA). A carta diz que estamos em um ponto que pode significar uma mudança profunda na história do planeta. Defende que a inteligência artificial está sendo desenvolvida dentro de empresas, em caixas-pretas, numa corrida tecnológica que nem seus próprios criadores são mais capazes de controlar.

Um dos autores da carta, o professor Max Tegmark, físico do Massachusetts lnstitute of Technology (MIT), falou ao Jornal Nacional. Ele trabalha há décadas com pesquisa de inteligência artificial e explica que o objetivo sempre foi construir algo mais inteligente que humanos e os cientistas pensavam que isso ainda ia demorar.

Só que, nos últimos meses, o crescimento foi tão rápido, que deixou os próprios pesquisadores assustados. E, por isso, resolveram publicar o pedido: que se congele todo o desenvolvimento dessa tecnologia por seis meses.

Assinaram cientistas do mundo todo, incluindo o popular pensador israelense Yuval Harari. Além de chefões de empresas que desenvolvem inteligência artificial como Elon Musk e Steve Wozniak, cofundador da Apple.

O estopim foi o lançamento, há apenas duas semanas, do ChatGPT-4.

Essa versão do robô está disponível apenas para assinantes e se desenvolveu muito desde o lançamento da primeira versão em novembro do ano passado. Você pergunta o' .que quiser para ele e, para responder, ele se alimenta de textos que estão publicados na internet. Já se dá melhor ·em testes do que a maioria dos humanos e parece mesmo que você está falando com uma pessoa. Como, por exemplo, quando perguntam quais são os riscos que o robô mesmo impõe à sociedade.

Primeiro ele lista coisas como desinformação e preconceito. A equipe do Jornal Nacional pediu para explicar o que pode ser ainda pior no futuro. Ele menciona que os governos podem usar a inteligência artificial para vigilância e controle; que o robô pode operar armas de guerra aútomatizadas; promover ataques cibernéticos; que pode se tornar mais inteligente que humanos; se tornar impossível de controlar; e tomar grande parte dos nossos empregos.

O próprio dono da Open AI, empresa que desenvolveu o ChatGPT, ainda se disse assustado com a tecnologia que desenvolveu.

As inteligências artificiais generativas são inteligentes de um modo diferente do ser humano porque processam as informações de maneira puramente racional-estatística, sem consciência, sem corpo ou experiência de vida. A IA é capaz de realizar atividades repetitivas, processar enormes quantidades de dados e reconhecer padrões de maneira muito superior aos seres humanos; por exemplo, são capazes de reconhecer rapidamente quem é a pessoa em uma foto qualquer, ou identificar com precisão anomalias em imagens médicas. Entretanto, a IA não era boa em realizar atividades intelectuais criativas, mas essa distinção da inteligência humana foi abalada com o desenvolvimento de sistemas como o ChatGPT e o MidJourney.

Hoje, estamos vendo as inteligências artificiais imitando bem aquilo que supúnhamos ser o mais típico do humano: nossa capacidade de nos comunicarmos por linguagens, esses complexos sistemas de comunicação usados para expressar e compartilhar informações, pensamentos, conhecimentos, experiências e emoções, que nos possibilitam conversar, interagir e colaborar, que estruturam nossas relações sociais e práticas de cultura.

Disponível em: htlps://g1.globo.com.jomal-nacionaVnolicia'2023/04UWntelgenciaartificial- enterda--por-que-cientisla&€stao-preocupados-com-avanco-rapido-<latea, ologia.ghlml. Acesso em 16 de maio de 2023. Texto adaptado.

No trecho "Além de chefões de empresas que desenvolvem inteligência artificial como Elon Musk e Steve Wozniak, cofundador da Apple.", o termo em destaque está grafado conforme o sistema ortográfico em vigor. Assinale a opção em que o prefixo "co-" também está empregado corretamente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462118 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

Enunciado 3999393-1

Disponível em: br.pinterest.com/pin/377950593723516384. Acesso em: 04 de outubro de 2022.

Assinale a opção em que o termo "mesmo" exerce função igual à desempenhada no trecho "Posso mesmo?" (3º quadrinho).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462117 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

Enunciado 3999392-1

Disponível em: br.pinterest.com/pin/377950593723516384. Acesso em: 04 de outubro de 2022.

No trecho "Vem brincar com a turma!" (1º quadrinho), identifica-se o tipo textual:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462116 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

Enunciado 3999391-1

Disponível em: br.pinterest.com/pin/377950593723516384. Acesso em: 04 de outubro de 2022.

Com base no texto 3, é correto afirmar que o humor da tirinha é gerado:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462115 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

CRIANÇAS, ADOLESCENTES E O EXCESSO DE TELAS

É difícil encontrar uma mãe ou pai que tenha dinheiro para bancar um celular para o filho e que não esteja preocupado com o uso excessivo do aparelho. Reclamações acerca do número de horas diárias que crianças e jovens têm passado diante das telas de smartphones, tablets, computadores e televisão são frequentes nas rodas de conversa, nas escolas e nos consultórios médicos.

Embora os pais se preocupem, muitos não sabem como mudar a situação. Como privar os filhos do uso de aparelhos digitais nos dias de hoje sem causar conflitos familiares de difícil solução? É preciso ser radical e proibir o uso? Em que momentos? Não estaríamos, assim, colaborando para que crianças e jovens deixassem de desenvolver habilidades fundamentais para a atualidade? É possível chegarmos a um meio-termo?

"A ideia mais importante é a conscientização. Sinto que pais já chegam ao consultório um pouco armados, afirmando que o mundo atual é assim, que há pouca condição de mudança. O uso parcimonioso [dessas tecnologias) pode trazer benefícios, mas os aparelhos não podem servir de babás eletrônicas", explica o dr. Paulo Telles, pediatra e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Também é comum que pais experimentem sentimentos contraditórios diante da situação, como alívio e culpa. Se por um lado os adultos intuem que passar o dia trancado no quarto diante de uma tela não pode ser saudável, por outro os pais se sentem aliviados de terem umas horas tranquilas para dedicarem ao trabalho ou aos afazeres que se acumulam com frequência cada vez maior. Outra dificuldade dos pais e responsáveis é em separar o que é afirmado com base em evidências científicas e o que é fruto de boatos, crenças e, pior, julgamento moral.

A Sociedade Americana de Psicologia (APA, em inglês) afirma que cada vez mais especialistas têm estudado os potenciais benefícios e malefícios dos dispositivos eletrônicos para crianças e adolescentes. Crianças pequenas parecem não se beneficiar do uso de telas para o aprendizado. Já crianças mais velhas podem obter informações relevantes dos dispositivos digitais, mas isso cria outro problema: o excesso de uso, que leva ao sedentarismo, a comportamentos compulsivos e à substituição de interações sociais presenciais.

Assim, é importante criar hábitos mais saudáveis, que incluam o controle do uso desses aparelhos de acordo com a faixa etária e privilegiem interações sociais presenciais e atividades físicas, de preferência ao ar livre. Com crianças mais velhas e adolescentes, é possível estabelecer acordos, mas com os mais novos é preciso impor limites.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também estabeleceu diretrizes para pais controlarem o uso de aparelhos digitais. Assim como a SBP, a OMS não recomenda que crianças com menos de 2 anos usem aparelhos eletrônicos e digitais. Se é verdade que os tempos atuais exigem habilidades para o uso de tecnologias, também é fato que estamos apenas começando a observar os problemas que o excesso desses aparelhos e da própria internet pode trazer para crianças e jovens.

Tirar os jovens das telas não é fácil, mas os dados deixam cada vez menos dúvidas de que é tarefa essencial. Criar regras e condições para isso deve ser função dos adultos.

Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/coluna-2/criancas-adolescentes-eo- excesso-de-telas-coluna. Acesso em: 04 de outubro de 2022. Texto adaptado.

No trecho "Embora muitos pais se preocupem, muitos não sabem como mudar a situação." (2º§), o emprego da vírgula se justifica por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462114 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

CRIANÇAS, ADOLESCENTES E O EXCESSO DE TELAS

É difícil encontrar uma mãe ou pai que tenha dinheiro para bancar um celular para o filho e que não esteja preocupado com o uso excessivo do aparelho. Reclamações acerca do número de horas diárias que crianças e jovens têm passado diante das telas de smartphones, tablets, computadores e televisão são frequentes nas rodas de conversa, nas escolas e nos consultórios médicos.

Embora os pais se preocupem, muitos não sabem como mudar a situação. Como privar os filhos do uso de aparelhos digitais nos dias de hoje sem causar conflitos familiares de difícil solução? É preciso ser radical e proibir o uso? Em que momentos? Não estaríamos, assim, colaborando para que crianças e jovens deixassem de desenvolver habilidades fundamentais para a atualidade? É possível chegarmos a um meio-termo?

"A ideia mais importante é a conscientização. Sinto que pais já chegam ao consultório um pouco armados, afirmando que o mundo atual é assim, que há pouca condição de mudança. O uso parcimonioso [dessas tecnologias) pode trazer benefícios, mas os aparelhos não podem servir de babás eletrônicas", explica o dr. Paulo Telles, pediatra e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Também é comum que pais experimentem sentimentos contraditórios diante da situação, como alívio e culpa. Se por um lado os adultos intuem que passar o dia trancado no quarto diante de uma tela não pode ser saudável, por outro os pais se sentem aliviados de terem umas horas tranquilas para dedicarem ao trabalho ou aos afazeres que se acumulam com frequência cada vez maior. Outra dificuldade dos pais e responsáveis é em separar o que é afirmado com base em evidências científicas e o que é fruto de boatos, crenças e, pior, julgamento moral.

A Sociedade Americana de Psicologia (APA, em inglês) afirma que cada vez mais especialistas têm estudado os potenciais benefícios e malefícios dos dispositivos eletrônicos para crianças e adolescentes. Crianças pequenas parecem não se beneficiar do uso de telas para o aprendizado. Já crianças mais velhas podem obter informações relevantes dos dispositivos digitais, mas isso cria outro problema: o excesso de uso, que leva ao sedentarismo, a comportamentos compulsivos e à substituição de interações sociais presenciais.

Assim, é importante criar hábitos mais saudáveis, que incluam o controle do uso desses aparelhos de acordo com a faixa etária e privilegiem interações sociais presenciais e atividades físicas, de preferência ao ar livre. Com crianças mais velhas e adolescentes, é possível estabelecer acordos, mas com os mais novos é preciso impor limites.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também estabeleceu diretrizes para pais controlarem o uso de aparelhos digitais. Assim como a SBP, a OMS não recomenda que crianças com menos de 2 anos usem aparelhos eletrônicos e digitais. Se é verdade que os tempos atuais exigem habilidades para o uso de tecnologias, também é fato que estamos apenas começando a observar os problemas que o excesso desses aparelhos e da própria internet pode trazer para crianças e jovens.

Tirar os jovens das telas não é fácil, mas os dados deixam cada vez menos dúvidas de que é tarefa essencial. Criar regras e condições para isso deve ser função dos adultos.

Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/coluna-2/criancas-adolescentes-eo- excesso-de-telas-coluna. Acesso em: 04 de outubro de 2022. Texto adaptado.

Assinale a opção em que a regência do verbo sublinhado está correta, de acordo com a norma padrão da língua.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462113 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

CRIANÇAS, ADOLESCENTES E O EXCESSO DE TELAS

É difícil encontrar uma mãe ou pai que tenha dinheiro para bancar um celular para o filho e que não esteja preocupado com o uso excessivo do aparelho. Reclamações acerca do número de horas diárias que crianças e jovens têm passado diante das telas de smartphones, tablets, computadores e televisão são frequentes nas rodas de conversa, nas escolas e nos consultórios médicos.

Embora os pais se preocupem, muitos não sabem como mudar a situação. Como privar os filhos do uso de aparelhos digitais nos dias de hoje sem causar conflitos familiares de difícil solução? É preciso ser radical e proibir o uso? Em que momentos? Não estaríamos, assim, colaborando para que crianças e jovens deixassem de desenvolver habilidades fundamentais para a atualidade? É possível chegarmos a um meio-termo?

"A ideia mais importante é a conscientização. Sinto que pais já chegam ao consultório um pouco armados, afirmando que o mundo atual é assim, que há pouca condição de mudança. O uso parcimonioso [dessas tecnologias) pode trazer benefícios, mas os aparelhos não podem servir de babás eletrônicas", explica o dr. Paulo Telles, pediatra e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Também é comum que pais experimentem sentimentos contraditórios diante da situação, como alívio e culpa. Se por um lado os adultos intuem que passar o dia trancado no quarto diante de uma tela não pode ser saudável, por outro os pais se sentem aliviados de terem umas horas tranquilas para dedicarem ao trabalho ou aos afazeres que se acumulam com frequência cada vez maior. Outra dificuldade dos pais e responsáveis é em separar o que é afirmado com base em evidências científicas e o que é fruto de boatos, crenças e, pior, julgamento moral.

A Sociedade Americana de Psicologia (APA, em inglês) afirma que cada vez mais especialistas têm estudado os potenciais benefícios e malefícios dos dispositivos eletrônicos para crianças e adolescentes. Crianças pequenas parecem não se beneficiar do uso de telas para o aprendizado. Já crianças mais velhas podem obter informações relevantes dos dispositivos digitais, mas isso cria outro problema: o excesso de uso, que leva ao sedentarismo, a comportamentos compulsivos e à substituição de interações sociais presenciais.

Assim, é importante criar hábitos mais saudáveis, que incluam o controle do uso desses aparelhos de acordo com a faixa etária e privilegiem interações sociais presenciais e atividades físicas, de preferência ao ar livre. Com crianças mais velhas e adolescentes, é possível estabelecer acordos, mas com os mais novos é preciso impor limites.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também estabeleceu diretrizes para pais controlarem o uso de aparelhos digitais. Assim como a SBP, a OMS não recomenda que crianças com menos de 2 anos usem aparelhos eletrônicos e digitais. Se é verdade que os tempos atuais exigem habilidades para o uso de tecnologias, também é fato que estamos apenas começando a observar os problemas que o excesso desses aparelhos e da própria internet pode trazer para crianças e jovens.

Tirar os jovens das telas não é fácil, mas os dados deixam cada vez menos dúvidas de que é tarefa essencial. Criar regras e condições para isso deve ser função dos adultos.

Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/coluna-2/criancas-adolescentes-eo- excesso-de-telas-coluna. Acesso em: 04 de outubro de 2022. Texto adaptado.

Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da sentença a seguir.

Após palestra sobre conscientização do uso de dispositivos eletrônicos na infância, os pais compareceram reunião semestral destinada assuntos previamente emitidos que se puseram disposição da escola.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3462112 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EAM

CRIANÇAS, ADOLESCENTES E O EXCESSO DE TELAS

É difícil encontrar uma mãe ou pai que tenha dinheiro para bancar um celular para o filho e que não esteja preocupado com o uso excessivo do aparelho. Reclamações acerca do número de horas diárias que crianças e jovens têm passado diante das telas de smartphones, tablets, computadores e televisão são frequentes nas rodas de conversa, nas escolas e nos consultórios médicos.

Embora os pais se preocupem, muitos não sabem como mudar a situação. Como privar os filhos do uso de aparelhos digitais nos dias de hoje sem causar conflitos familiares de difícil solução? É preciso ser radical e proibir o uso? Em que momentos? Não estaríamos, assim, colaborando para que crianças e jovens deixassem de desenvolver habilidades fundamentais para a atualidade? É possível chegarmos a um meio-termo?

"A ideia mais importante é a conscientização. Sinto que pais já chegam ao consultório um pouco armados, afirmando que o mundo atual é assim, que há pouca condição de mudança. O uso parcimonioso [dessas tecnologias) pode trazer benefícios, mas os aparelhos não podem servir de babás eletrônicas", explica o dr. Paulo Telles, pediatra e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Também é comum que pais experimentem sentimentos contraditórios diante da situação, como alívio e culpa. Se por um lado os adultos intuem que passar o dia trancado no quarto diante de uma tela não pode ser saudável, por outro os pais se sentem aliviados de terem umas horas tranquilas para dedicarem ao trabalho ou aos afazeres que se acumulam com frequência cada vez maior. Outra dificuldade dos pais e responsáveis é em separar o que é afirmado com base em evidências científicas e o que é fruto de boatos, crenças e, pior, julgamento moral.

A Sociedade Americana de Psicologia (APA, em inglês) afirma que cada vez mais especialistas têm estudado os potenciais benefícios e malefícios dos dispositivos eletrônicos para crianças e adolescentes. Crianças pequenas parecem não se beneficiar do uso de telas para o aprendizado. Já crianças mais velhas podem obter informações relevantes dos dispositivos digitais, mas isso cria outro problema: o excesso de uso, que leva ao sedentarismo, a comportamentos compulsivos e à substituição de interações sociais presenciais.

Assim, é importante criar hábitos mais saudáveis, que incluam o controle do uso desses aparelhos de acordo com a faixa etária e privilegiem interações sociais presenciais e atividades físicas, de preferência ao ar livre. Com crianças mais velhas e adolescentes, é possível estabelecer acordos, mas com os mais novos é preciso impor limites.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também estabeleceu diretrizes para pais controlarem o uso de aparelhos digitais. Assim como a SBP, a OMS não recomenda que crianças com menos de 2 anos usem aparelhos eletrônicos e digitais. Se é verdade que os tempos atuais exigem habilidades para o uso de tecnologias, também é fato que estamos apenas começando a observar os problemas que o excesso desses aparelhos e da própria internet pode trazer para crianças e jovens.

Tirar os jovens das telas não é fácil, mas os dados deixam cada vez menos dúvidas de que é tarefa essencial. Criar regras e condições para isso deve ser função dos adultos.

Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/coluna-2/criancas-adolescentes-eo- excesso-de-telas-coluna. Acesso em: 04 de outubro de 2022. Texto adaptado.

No período "Se por um lado os adultos intuem que passar o dia trancado no quarto diante de uma tela não pode ser saudável, por outro os pais se sentem aliviados de terem umas horas tranquilas para dedicarem ao trabalho ou aos afazeres que se acumulam com frequência cada vez maior." (2º§), para expressar concomitância de ações que se opõem, predomina a figura de linguagem:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas