Foram encontradas 510 questões.
O assunto agora é responsabilidade pelo Código Civil.
I. Aquele que ressarcir o dano causado por outrem pode reaver o que houver pago daquele por quem pagou, salvo se o causador do dano for descendente seu, absoluta ou relativamente incapaz.
II. Para se restituir o equivalente, quando não exista a própria coisa, estimar-se-á ela pelo seu preço ordinário e pelo de afeição, contanto que este não se avantaje àquele.
III. O direito de exigir a reparação e a obrigação de prestá-las não se transmitem com a herança.
IV. Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado; e, se a ofensa tiver mais de um autor, todos responderão separadamente pela reparação.
Estão corretos os incisos:
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A Praça
A praça da Figueira de manhã,
Quando o dia é de sol (como acontece
Sempre em Lisboa), nunca em mim esquece,
Embora seja uma memória vã.
Há tanta coisa mais interessante
Que aquele lugar lógico e plebeu,
Mas amo aquilo, mesmo aqui ... Sei eu
Por que o amo? Não importa. Adiante ...
Isto de sensações só vale a pena
Se a gente se não põe a olhar para elas.
Nenhuma delas em mim serena ...
De resto, nada em mim é certo e está
De acordo comigo próprio. As horas belas
São as dos outros ou as que não há.
(www.dominiopublico.gov.br)
Sobre o texto, analise as afirmações.
I. O eu lírico considera Lisboa uma cidade continuamente ensolarada.
II. A expressão "nunca em mim esquece", no contexto em que aparece, indica que o eu lírico não se esquece da Praça Figueira de manhã.
III. A palavra "vã", no contexto em que aparece, significa "vaga" e poderia ser substituída por esta palavra sem alteração de sentido.
Pode-se afirmar que:
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A sociedade limitada é administrada por uma ou mais pessoas designadas no contrato social ou em ato separado.
A designação de administradores não sócios:
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Manifestantes são obrigados a abandonar o parque Gezi, em Istambul
Em pouco tempo, a polícia turca conseguiu expulsar hoje (15/06) os manifestantes do parque Gezi, em Istambul, com recurso a canhões de água, gás lacrimogêneo e balas de plástico. Às 20h45 (18h45 em Portugal) mais de 500 agentes da polícia de choque começaram a invadir o parque Gezi, perto da praça Taksim, alertando para as mulheres e crianças saírem do parque, que dentro de momentos iriam atuar. O cenário foi de pânico, ouvindo-se vários gritos e depressa os manifestantes fugiram do local, sendo que, segundo a Reuters, há a registar um número indeterminado de feridos. A foto e o texto retratam a onda de protestos na Turquia, que agora chama a atenção da mídia internacional.
Qual, dentre as opções listadas, pode ser apontada como a causa dessas manifestações? (Agência Reuters)
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No exercício de suas funções, o Ouvidor da EBC deverá:
I. Redigir boletim interno diário com críticas à programação do dia anterior, a ser encaminhado à Diretoria Executiva.
II. Conduzir, sob sua inteira responsabilidade editorial, no mínimo 15 (quinze) minutos de programação semanal, a ser veiculada pela EBC no horário compreendido entre 6 (seis) e 24 (vinte e quatro) horas, voltada à divulgação pública de análises sobre a programação da EBC.
III. Elaborar relatórios bimestrais sobre a atuação da EBC, a serem encaminhados aos membros do Conselho Curador até 5 (cinco) dias antes das reuniões ordinárias daquele colegiado.
Sob o prisma da Lei nº 11.652, é correto o que se afirma em:
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Num evento em que se tenha a chegada do sinal por duas rotas diferentes: a principal via satélite e a reserva a partir um enlace de micro-ondas analógico, haverá um problema de atraso (delay) ao cortarmos o master control entre elas. Está correto o que se afirma em:
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A Pintura das Ruas
Há duas coisas no mundo verdadeiramente fatigantes: ouvir um tenor célebre e conversar com pessoas notáveis. Eu tenho medo de pessoas notáveis. Se a notabilidade reside num cavalheiro dado à poesia, ele e Lecomte de Lisle, ele e Baudelaire, ele e Apolonius de Rodes desprezam a crítica e o Sr. José Veríssimo; se o sucesso acompanha o indivíduo dado à crítica, este país é uma cavalariça sem palafreneiros; e se por acaso a fama, que os romanos sábios confundiam com o falso boato, louva os trabalhos de um pintor, ele como Mantegna, ele como Leonardo Da Vinci, ele como todos os grandes, tem uma vida de tormentos, de sacrifícios, de ataque aos seus processos; e jamais se julga recompensado pelo governo, pelo país, pelos contemporâneos, de ter nascido numa terra de bugres e numa época de revoltante mercantilismo. E fatigante e talvez pouco útil. Um homem absoluta, totalmente notável só é aceitável através do cartão-postal
- porque afinal fala de si, mas fala pouco. Foi, pois, com susto que ontem, domingo, recebi a proposta de um amigo:
- Vamos ver as grandes decorações dos pintores da cidade?
- Heim? Estás decididamente desvairando. As grandes decorações? Uma visita aos ateliers?
- Não; a outros locais.
- E havemos de encontrar celebridades?
- Pois está claro. Não há cidade no mundo onde haja mais gente célebre que a cidade de S. Sebastião. Mas não penses que te arrasto a ver algum Vítor Meireles, alguns Castagnetto apócrifos ou os trabalhos aclamados pelos jornais. Não! Não é isso. Vamos ver, levemente e sem custo, os pintores anônimos, os pintores da rua, os heróis da tabuleta, os artistas da arte prática. E curiosíssimo. Há lições de filosofia nos borrões sem perspectiva e nas "botas" sem desenho. Encontrarás a confusão da populaça, os germes de todos os gêneros, todas as escolas e, por fim, muito menos vaidade que na arte privilegiada.
Era domingo, dia em que o trabalho é castigar o corpo com as diversões menos divertidas. Saí, devagar e a pé, a visitar bodegas reles, lugares bizarros, botequins inconcebíveis, e vim arrasado de confusão cerebral e de encanto. Quantos pintores pensa a cidade que possui? A estatística da Escola é falsíssima. Em cada canto de rua depara a gente com a obra de um pintor, cuja existência é ignorada por toda a gente.
O meu amigo começou por pequenas amostras da arte popular, que eu vira sempre sem prestar atenção: os macacos trepados em pipas de parati, homens de olho esbugalhado mostrando, sob o verde das parreiras, a excelência de um quinto de vinho, umas mulheres com molhos de trigo na mão apainelando interiores de padarias e talvez recordando Ceres, a fecunda. Depois iniciou a parte segunda:
- Vamos entrar agora nas composições das marinhas. Os pintores populares afirmam a sua individualidade pintando a Guanabara e a praia de Icaraí. Por essas pinturas é que se vê quanto o "ponto de vista" influi. Há o Pão de Açúcar redondo como uma bola, no Estácio; há o Pão de Açúcar do feitio de uma valise no Andaraí; e encontras o mesmo Pão, comprido e fino, em S. Cristóvão. O povo tem uma alta noção dos nossos destinos navais; a sua opinião é exatamente a mesma que a do ministro da marinha - rumo ao mar! Por isso, não há Guanabara pintada pelos cenógrafos da calçada que não tenha à entrada da barra um vaso de guerra. A parreira como o bêbado tem uma conclusão fatal: carga ao mar! [...]
(João do Rio. A alma encantadora das ruas. www.dominiopublico.gov.br-acesso em 10/07/13)
Em "Ceres, a fecunda" , o termo em destaque exerce a função de aposto:
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualRoteiro, Produção e Edição de Conteúdo Audiovisual e Cinematográfico
Considerando a necessidade da mixagem de áudio de uma reportagem ao ar livre onde o som ambiente ficou muito presente, o que se pode fazer para melhorar a clareza da voz do repórter e a compreensão do texto?
I. Aplicação de filtro de ruídos disponíveis nos softwares de tratamento de áudio, muitas vezes incorporados no próprio software de edição.
II. Utilização de Equalizador, principalmente nas frequências das vozes, masculina e feminina, tomando o cuidado de não causar distorção no áudio final.
III. O aumento do volume simples deve resolver, pois aumenta a presença da voz. Deve-se observar apenas o nível de modulação adotado, normalmente -12 DB para áudio digital e O DB para áudio analógico.
Está correto o que se afirma em:
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O nível 3 da CSS trouxe novas pseudo classes de controle e incrementou o uso de outros pouco usadas no nível 2.
Assinale a alternativa que não exibe uma dessas novas classes.
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Tabuletas
Foi um poeta que considerou as tabuletas - os brasões da rua. As tabuletas não eram para a sua visão apurada um encanto, uma faceirice, que a necessidade e o reclamo incrustaram na via pública; eram os escudos de uma complicada heráldica urbana, do armorial da democracia e do agudo arrivismo dos séculos. Desde que um homem realiza a sua obra - a terminação de uma epopeia ou a abertura de uma casa comercial - imediatamente o homem batiza-a. No começo da vida, por instinto, guiado pelos deuses, a sua ideia foi logo a tabuleta. Quem inventou a tabuleta? Ninguém sabe.
É o mesmo que perguntar quem ensinou a criança a gritar quando tem fome. Já no Oriente elas existiam, já em Atenas, já em Roma, simples, modestas, mas sempre reclamistas. Depois, como era de prever, evoluíram: evoluíram de acordo com a evolução do homem, e hoje, que se fazem concursos de tabuletas e há tabuletas compostas por artistas célebres, hoje, na época em que o reclamo domina o asfalto, as tabuletas são como reflexos de almas, são todo um tratado de psicologia urbana. Que desejamos todos nós? Aparecer, vender, ganhar.
A doença tomou proporções tremendas, cresceu, alastrou-se, infeccionou todos os meios, como um poder corrosivo e fatal. Os próprios doentes também a exploram numa fúria convulsiva de contaminação. Reparai nos jornais e nas revistas. Andam repletos de fotogravuras e de nomes - nomes e caras, muitos nomes e muitas caras! A geração faz por conta própria a sua identificação antropométrica para o futuro. Mas o curioso é ver como a publicação desses nomes é pedida, é implorada nas salas das redações. Todos os pretextos são plausíveis, desde a festa a que se não foi até à moléstia inconveniente de que foi operada com feliz êxito a esposa. O interessante é observar como se almeja um retrato nas folhas, desde as escuras alamedas do jardim do crime até às garden-parties de caridade, desde os criminosos às almas angélicas que só pensam no bem.
Aparecer! Aparecer!
E na rua, que se vê? O senhor do mundo, o reclamo. Em cada praça onde demoramos os nossos passos, nas janelas do alto dos telhados, em mudos jogos de luz, os cinematógrafos e as lanternas mágicas gritam através do écran de um pano qualquer o reclamo de melhor alfaiate, do melhor livreiro, do melhor revólver. Basta levantar a cabeça.
As tabuletas contam a nossa vida. E nessa babei de apelos à atenção, ressaltam, chocam, vivem estranhamente os reclamos, extravagantes, as tabuletas disparatadas. Quantas haverá no Rio? Mil, duas mil, que nos fazem rir. Vai um homem num bonde e vê de repente, encimando duas portas em grossas letras estas palavras: Armazém Teoria.
Teoria de que, senhor Deus? Há um outro tão bizarro quanto este: Casa Tamoio, Grande Armazém de líquidos comestíveis e miudezas. Como saber que líquidos serão esses comestíveis, de que a falta de uma vírgula fez um assombro? Faltou a esse pintor o esmero da padaria do mesmo nome que fez a sua tabuleta em letras de antigo missal para mostrar como se esmera, ou talvez o descaro deste outro: o maduro cura infalivelmente todas as moléstias nervosas...
Mas as tabuletas extravagantes são as do pequeno comércio, sem a influência de Paris, a importação direta e caixeiros elegantes de lenço no punho: as vendas, esta criação nacional, os botequins baratos, os açougues, os bazares, as hospedarias ... Na Rua do Catete há uma venda que se intitula O Leão na Gruta. Por quê? Que tem a batata com o leão que nem ao menos é conhecido de Daniel? Defronte dessa venda há, entretanto, um café que é apenas Café de Ambos Mundos. E se não vos bastar um café tão completo, aí temos um mais modesto, na Rua da Saúde o Café B.T.Q. E sabem que vem a ser o B.T.Q., segundo o proprietário? Botequim pelas iniciais! Essa nevrose das abreviações não atacou felizmente o dono da casa de pasto da Rua de S. Cristóvão, que encheu a parede com as seguintes palavras: Restaurant dos Dois Irmãos Unidos Por...
Unidos por... Pelo quê? Pelo amor, pelo ódio, pela vitória? Não! Unidos Portugueses. Apenas faltou a parede e ficou só o por - para atestar que havia boa vontade. A questão, às vezes, é de haver muita coisa na parede. Assim é que uma casa da Rua do Senhor dos Passos tem este , anúncio: Depósito de aves de penas. E pouco? Um outro assegura: Depósito de galinhas, ovos e outras aves de penas - o que é, evidentemente, muito mais. Tal excesso chega a prejudicar, e andasse a higiene a olhar tabuletas, ofício de vadiagem incorrigível, mandaria fechar uma casa de frutas da Rua Sete, que pespegou esta inconveniência: Grande sortimento de frutas verdes e secas. [...]
(João do Rio. A alma encantadora das ruas. www.dominiopublica.gov.br-acesso em 10/07/13)
Sobre o texto, analise as afirmações seguintes.
I. Ao final do primeiro parágrafo, seria possível considerar a oração "quem inventou a tabuleta" como sendo o sujeito de "sabe" (em "ninguém sabe").
II. Ao afirmar que o questionamento sobre quem inventou a tabuleta equivale a "perguntar quem ensinou a criança a gritar quando tem fome", o enunciador chama a atenção para o caráter inovador e contemporâneo do uso das tais tabuletas.
III. A palavra "reclamistas" é uma classificação das tabuletas como um espaço para se fazerem exigências de melhorias sociais, culturais e políticas.
Pode-se afirmar que:
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