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Uma abordagem amplamente aceita para a motivação é o modelo da expectativa, também conhecido como teoria da expectativa, desenvolvido por Victor H. Vroom e expandido e refinado por Porter, Lawler e colaboradores. Vroom explica que a motivação é o resultado de três fatores, conforme numerados de 1 a 3. Em seguida, são apresentados alguns aspectos de cada um destes fatores. Relacione os fatores com os aspectos respectivos e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. Valência.
2. Expectativa.
3. Instrumentalidade.
( ) É o quanto uma pessoa deseja uma recompensa.
( ) A estimativa de um indivíduo em torno da probabilidade de que seu esforço resultará em um desempenho bem sucedido.
( ) A estimativa de uma pessoa de que seu desempenho terá como consequência o recebimento de uma recompensa.
( ) O funcionário realiza outro julgamento subjetivo sobre a probabilidade de que a organização valoriza seu desempenho e que administrará as recompensas em uma base contingencial.
( ) São descritas como probabilidades de que o desempenho será determinado pela quantidade de esforço realizado.
( ) É uma expressão da quantidade do desejo de um indivíduo para alcançar determinada meta.
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Assinale a alternativa que apresenta somente técnicas de seleção que são recomendadas no processo de seleção para a admissão no setor público que ocorre por meio de concurso público.
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Entre as escolhas do projeto gráfico, estão as cores: se a publicação será em tons de cinza, duotone ou quadricromia. A respeito disso, o sistema de cores com pontos em preto, ciano, magenta e amarelo, que juntos conseguem imprimir todas as outras cores, é conhecido como
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Na CLT, os artigos de 163 a 165 orientam os aspectos gerais da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e servem de base jurídica para a NR-05. Nesta Norma Regulamentadora (NR- 05) existem parâmetros voltados à organização correta da CIPA . Dentre eles, é correto afirmar que
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Afinal, por que sonhamos?
A resposta mais honesta seria: ninguém sabe ainda. Mas há várias pistas. E uma delas é a relação mais que comprovada entre os sonhos e a memória. Nos últimos anos, vários artigos têm batido na tecla de que o sono REM – durante o qual, sabe-se agora, ocorrem mais de 90% dos sonhos, mas não todos – é importantíssimo no processo de aprendizado. Fazem parte desse time cientistas como Robert Stickgold, de Harvard, e o brasileiro Sidarta Ribeiro, da Universidade Duke, também nos EUA. Este último vem desenvolvendo uma pesquisa que relaciona a expressão de alguns genes ao processo de formação de memórias. Os resultados do estudo indicam que a fase REM ajuda a consolidar memórias recém-adquiridas – sem os sonhos, as informações do dia-a-dia entram por um ouvido e saem pelo outro.
Todos parecem concordar que o sonho é essencial para o bom funcionamento do nosso cérebro. “Sonhar é uma ferramenta cognitiva importantíssima”, diz o neurologista Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo. Mas alguns pesquisadores vão além e afirmam que o sonho é fundamental à nossa sobrevivência. Em um artigo que tem o título sugestivo de A Reinterpretação dos Sonhos, o psicólogo Antti Revonsuo, da Universidade de Turku, na Finlândia, afirma que os sonhos parecem simular ameaças reais que ocorrem no nosso cotidiano. E isso, segundo ele, foi vital para a sobrevivência da nossa espécie – ao sonhar com ameaças, o homem primitivo tinha muito mais chances de se defender em um ambiente hostil. A proposta de Revonsuo faz sentido, mas já foi alvo de críticas. Um time de psicólogos da Universidade de Montreal liderado pela psicóloga Anne Germain afirmou, por exemplo, que um dos furos da teoria é a baixa incidência de sonhos com temática negativa.
Durante o processo evolutivo, o sonho foi incorporado a algumas espécies, mesmo representando um risco real. “Ao desligar-se do mundo completamente, o homem e outras espécies podem ser atacados. Mas ainda assim o sono REM se manteve, o que é um sinal de que os benefícios dessa fase do sono superaram bastante os riscos”, diz o neurologista Rubens Reimão, da USP. Há indícios de que o sono REM e os sonhos teriam aparecido há mais ou menos 140 milhões de anos, quando os mamíferos se desenvolveram a partir dos répteis. As aves também têm sono REM, mas com períodos bem mais curtos, de apenas alguns segundos, o que sugere que as espécies de mamíferos – inclusive a nossa – sonham mais do que todas as outras. E para que serve tanto sonho?
“O sono REM mais longo nos mamíferos, em especial nos primatas, pode ter relação com a maior plasticidade das ideias”, diz Sidarta Ribeiro. Portanto, ao sonhar, nos tornamos capazes de fazer novas associações para resolver tarefas simples ou complexas.
Um dos desafios atuais das neurociências é o estudo do conteúdo dos sonhos. Afinal, é relativamente fácil colher depoimentos de pacientes, mas olhar o cérebro com uma lupa para descobrir exatamente o que se passa lá dentro ainda é uma utopia. “Não acredito que, nos próximos anos, teremos instrumentos específicos para a análise dos sonhos ou dos pensamentos que ocorrem durante a vigília”, diz o psiquiatra Jerome Siegel, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
Enquanto isso, dá para arriscar um palpite sobre um futuro em que as pessoas possam controlar o enredo dos próprios sonhos. Há quem creia que isso seja possível agora: o psicólogo americano Stephen LaBerge organiza workshops de indução de sonhos lúcidos por meio da meditação, do relaxamento e da ioga, ante o horror da comunidade científica “séria”. Ainda que a academia torça o nariz para o bicho-grilismo de LaBerge, ela também acredita no potencial do sonho dirigido. “Se as pressões seletivas sobre a nossa espécie diminuírem ainda mais, o fenômeno do sonho lúcido pode ser usado de forma corriqueira como ferramenta de aprendizado”, diz Sidarta Ribeiro. Qualquer pessoa poderia se programar para desenvolver habilidades durante a noite, sem os riscos das experiências reais – se você viu Matrix, sabe que uma simulação de luta pode ensinar quase a mesma coisa que uma pancadaria ao vivo, só que sem os hematomas. Sonhar não custa nada.
Adaptado de http://super.abril.com.br/historia/sonhos-decifrados-446268.shtml
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra na qual ocorre encontro consonantal.
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A elaboração de relatórios gerenciais possui importância vital na administração por objetivos. Assinale a alternativa que apresenta no que se constitui um relatório gerencial.
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A respeito dos objetivos dos relatórios de bibliotecas, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Manter a administração superior ciente dos recursos de que a biblioteca dispõe.
II. Justificar, com base nas projeções estatísticas, as solicitações: aumento do quadro de pessoal, ampliação do espaço físico, aumento de verba.
III. Acompanhamento do encerramento de serviços meio e fins.
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No Microsoft Word 2003, a função de WordArt é utilizada para
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Sobre a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Tem como objetivo apurar o resultado líquido do exercício.
II. A DRE segundo CPC 26 não faz distinção entre operações em continuidade e as operações descontinuadas das empresas, condensando os resultados numa só sequência.
III. A DRE segundo CPC 26 apresenta separadamente as operações continuadas e as operações descontinuadas.
IV. A DRE de acordo com a Lei 6.404/1976 não faz distinção entre operações em continuidade e as operações descontinuadas das empresas, condensando os resultados em uma só sequência.
V. A DRE de acordo com a Lei 6.404/1976 apresenta separadamente as operações continuadas e as operações descontinuadas.
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- Engenharia de SoftwareGerenciamento de Projetos de Software
- Engenharia de SoftwarePrincípios de Engenharia de Software
- Qualidade de SoftwareSQA: Garantia da Qualidade de Software
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um objetivo da Análise de Processos no Ambiente de Engenharia de Software.
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