Foram encontradas 1.207 questões.
Considere uma sequência de números
ímpares consecutivos iniciada pelo número
1. Qual é a soma do quarto termo com o
oitavo termo?
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Seja a reta cuja equação é dada por
y – 2x -10 = 0, é correto afirmar que essa reta
passa por quais dos dois pontos citados a
seguir?
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Sobre análise vetorial, assinale a alternativa correta.
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Um produto que custava R$ 50,00 teve um
acréscimo de 250%, passando a custar
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Uma mulher comprou uma blusa que custava
R$ 200,00. Como ela pagou à vista, recebeu
um desconto de 15% no valor total da blusa.
Então, qual foi o valor pago por essa mulher?
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Guilherme pagou 60% de 2/3 de uma dívida
que era de R$ 5000,00. Quanto falta da dívida
para Guilherme pagar?
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Um jarro que estava cheio de suco foi
esvaziado para 2/7 de sua capacidade,
restando 300 ml de suco nele. Qual era a
capacidade total desse jarro?
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Texto 2

Disponível em: <https://bioeticaemfoco.wordpress.com/humorreflexao/>.
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Zygmunt Bauman: Estamos isolados em rede?
“As relações humanas não são mais espaços de
certeza, tranquilidade e conforto espiritual. Em vez
disso, transformaram-se numa fonte prolífica de
ansiedade. Em lugar de oferecerem o ambicionado
repouso, prometem uma ansiedade perpétua e uma
vida em estado de alerta. Os sinais de aflição nunca
vão parar de piscar, os toques de alarme nunca vão
parar de soar.” - Zygmunt Bauman
Em tempos líquidos, a crise de confiança traz
consequências para os vínculos que são construídos.
Estamos em rede, mas isolados dentro de uma
estrutura que nos protege e, ao mesmo tempo, nos
expõe. É isso mesmo?
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman, em seu
livro Medo líquido, diz que estamos fragilizando
nossas relações e, diante disso, nos contatamos
inúmeras vezes, seja qual for a ferramenta digital que
usamos, acreditando que a quantidade vai superar a
qualidade que gostaríamos de ter.
Bauman diz que, nesses tempos líquidos
modernos, os homens precisam e desejam que seus
vínculos sejam mais sólidos e reais. Por que isso
acontece? Seriam as novas redes de relacionamento
que são formadas em espaços digitais que trazem a
noção de aproximação? Talvez sim, afinal a conexão
com a rede, muitas vezes, se dá em momentos de
isolamento real. O sociólogo, então, aponta que,
quanto mais ampla a nossa rede, mais comprimida
ela está no painel do celular. “Preferimos investir
nossas esperanças em ‘redes’ em vez de parcerias,
esperando que em uma rede sempre haja celulares
disponíveis para enviar e receber mensagens de
lealdade”, aponta ele.
E já que as novas sociabilidades, aumentadas
pelas pequenas telas dos dispositivos móveis, nos
impedem de formar fisicamente as redes de parcerias,
Bauman diz que apelamos, então, para a quantidade
de novas mensagens, novas participações, para as
manifestações efusivas nessas redes sociais digitais.
Tornamo-nos, portanto, seres que se sentem seguros
somente se conectados a essas redes. Fora delas
os relacionamentos são frágeis, superficiais, “um
cemitério de esperanças destruídas e expectativas
frustradas”.
A liquidez do mundo moderno esvai-se pela vida,
parece que participa de tudo, mas os habitantes dessa atual modernidade, na verdade, fogem dos
problemas em vez de enfrentá-los. Quando as
manifestações vão para as ruas, elas chamam a
atenção porque se estranha a formação de redes
de parceria reais. “Para vínculos humanos, a crise
de confiança é má notícia. De clareiras isoladas e
bem protegidas, lugares onde se esperava retirar
(enfim!) a armadura pesada e a máscara rígida que
precisam ser usadas na imensidão do mundo lá fora,
duro e competitivo, as ‘redes’ de vínculos humanos
se transformam em territórios de fronteira em que é
preciso travar, dia após dia, intermináveis conflitos
de reconhecimento.”
(http://www.fronteiras.com/artigos/zygmunt-bauman-estamos-isolados
-em-rede)
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Texto 1
Por que você ainda se lembra das coisas embaraçosas
que fez na infância (e se sente péssimo)?
Acredite, isso serve para que você não faça coisas
bizarras novamente
Você está andando na rua e, de repente, lembrase
de algo bizarro que aconteceu quando você tinha
13 anos! Fique tranquilo, esses flashbacks são
extremamente normais e têm até nome: “memória
involuntária”. A psicóloga Jennifer Wild, do Centro
de Oxford para Transtornos de Ansiedade e Trauma,
disse ao BuzzFeed que esse tipo de comportamento
é extremamente comum. “Depois de um trauma ou
um evento embaraçoso, a maioria das pessoas tem
essas lembranças”.
Já ouviu o termo memória seletiva? Segundo o
professor Chris Brewin, do Instituto de Neurociência
Cognitiva da UCL, nossos cérebros retêm as
informações sobre eventos traumáticos e todos os
sentimentos associados a isso. É uma espécie de
sistema de punição e recompensa. “Seu cérebro
lembra-se de experiências importantes – de perigo
ou humilhação – para impedi-lo de fazer a mesma
coisa novamente”, diz Brewin.
Você aprende associando experiências com
os resultados. Esta é a psicologia clássica. Ivan
Pavlov, famoso psicólogo russo, costumava tocar um
sino antes de alimentar seus cães. Eventualmente,
os cães começaram a salivar na expectativa de
alimentos apenas ao ouvir o som do sino.
A mesma coisa acontece com memórias
traumáticas ou socialmente embaraçosas. Seu
cérebro traz de volta sensações desagradáveis
– medo e/ou vergonha – quando ele se encontra
em uma situação semelhante à do evento original.
“Nessas situações, ficamos cheios de adrenalina e
isso aumenta a nossa consciência”, diz Wild.
É comum que essas memórias involuntárias
ocorram alguns dias após o ocorrido, mas essas
lembranças podem te acompanhar por um bom
tempo.
Para a maioria das pessoas, as memórias
involuntárias são apenas mais um modo de se sentir
envergonhado e constrangido. Mas essas memórias
também podem resultar em doenças cognitivas mais graves, como depressão e fobia social. Segundo
Wild, se você não se sente à vontade para sair de
casa após uma dessas lembranças, procure um
especialista.
Retirado e adaptado de: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/04/por-que-voce-ainda-lembra-das-coisas-embaracosas-que-fez-na-infancia-e-se-sente-pessimo.html>.
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