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Paciente de 29 anos, G2P1, com 18 semanas e 2 dias de gestação, comparece ao serviço de urgência com queixas de dor hipogástrica e discreto sangramento transvaginal, iniciado há 1 dia. Sem comorbidades, apresenta PA 110 × 70 mmHg, encontrando-se afebril. Ao exame ultrassonográfico, confirma-se ausência de batimentos cardíacos fetais, ausência de movimentos e colapso craniano. O útero tem medidas compatíveis com a idade gestacional, sem sinais de infecção ou retenção prolongada. O colo está fechado e longo.
A melhor conduta para esse caso é
 

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Gestante de 35 anos, G3P2, com 31 semanas e 3 dias, previamente hígida, dá entrada na maternidade com queixa súbita de dor abdominal intensa, sangramento transvaginal escuro em pequena quantidade e redução abrupta dos movimentos fetais há 2 horas. Ao exame físico, apresenta: PA: 150 × 100 mmHg, FC: 98 bpm, altura uterina: 36 cm. O útero encontra-se hipertônico, doloroso à palpação, sem intervalos de relaxamento. O exame pélvico mostra colo fechado, sem dilatação. Ausculta fetal: BCF 90 bpm com desacelerações recorrentes. Ultrassonografia à beira-leito evidencia hematoma retroplacentário.
A melhor conduta para esse caso é
 

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Gestante de 32 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, dá entrada no pronto-socorro com febre alta (39,2 °C), mialgia intensa, dispneia progressiva e tosse seca há 48 horas. Apresenta saturação de O₂ de 91% em ar ambiente, taquipneia e estertores finos bibasais. Testagem rápida para influenza A é positiva, e a paciente é admitida com suspeita de síndrome respiratória aguda secundária à infecção viral. O quadro evolui com necessidade de O₂ suplementar e início de antiviral.
A alteração fisiológica pulmonar da gestação que contribui de forma mais direta para a gravidade da infecção viral nesse contexto é
 

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Mulher de 34 anos, G2P1, comparece sozinha para ultrassonografia obstétrica de rotina com 32 semanas de gestação, sem queixas. A gravidez evoluía bem, com pré-natal adequado. Durante o exame, o médico ultrassonografista observa ausência de movimentos fetais, ausência de batimentos cardíacos e hidropsia fetal generalizada. Realiza manobras complementares e confirma o óbito fetal intraútero.
Diante do achado, o profissional se depara com a paciente ansiosa, perguntando se está tudo bem com o bebê. O ultrassonografista é responsável por realizar o exame, redigir o laudo e comunicar os achados ao obstetra assistente, mas não é o profissional responsável pelo pré-natal.
A conduta mais apropriada diante dessa situação é
 

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João, homem trans de 27 anos, comparece à maternidade com 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto ativo. É G1P0, a gestação foi planejada com suspensão prévia do uso de testosterona, e o pré-natal foi acompanhado em Unidade de Saúde da Família com equipe treinada em saúde LGBTQIA+. João manifesta desejo de parto vaginal, com presença de seu companheiro e solicita ser tratado pelo nome social e pronomes masculinos.
Ao exame: altura uterina: 34 cm, ausculta fetal: BCF 142 bpm, dilatação cervical: 6 cm, 90% apagado, apresentação cefálica, bolsa íntegra. Sem fatores de risco para distocia ou contraindicações ao parto vaginal. Durante a admissão, um profissional da equipe registra em prontuário: “Parturiente do sexo feminino com quadro compatível com trabalho de parto ativo. Solicita uso de nome social, apesar de se tratar de mulher biológica.”
Considerando o relato acima, a melhor conduta para o caso é
 

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Gestante de 28 anos, G1P1, deu à luz por cesariana eletiva no termo, sem complicações aparentes. O bebê nasceu saudável, com Apgar 9/10. Após a dequitação, a paciente apresentou sangramento uterino profuso, com útero flácido ao toque uterino. Foram realizados prontamente e em sequência adequada: massagem uterina vigorosa, administração de ocitocina venosa em infusão contínua, metilergometrina intramuscular e misoprostol via retal.
Mesmo após essas medidas, o sangramento transvaginal persiste. A paciente encontra-se com PA 90×60 mmHg, FC 120 bpm, sudoreica, com sinais iniciais de hipoperfusão, mas deseja manter fertilidade.
A melhor conduta para esse caso é
 

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Puérpera de 33 anos, G2P2, no 3º dia após cesariana, queixa-se à enfermeira de dispneia súbita, dor torácica ventilatório-dependente e palpitações. Refere também mal-estar geral e sensação de desmaio iminente. Não apresenta febre ou tosse. História pregressa: sem trombofilias conhecidas, nega tabagismo. Na gestação atual, foi mantida em repouso prolongado por ameaça de trabalho de parto pré-termo. Exame físico: PA: 95×65 mmHg, FC: 128 bpm, FR: 32 irpm, SatO₂: 87% em ar ambiente, MV presente bilateralmente, sem estertores, trombose venosa profunda ausente nos membros inferiores. Exames laboratoriais: ECG: taquicardia sinusal, Gasometria arterial (em O₂ 2L/min): pH 7,48, pCO₂ 30, pO₂ 61. Troponina e BNP discretamente elevadas. Dímero-D: 2400 ng/mL.
A melhor conduta para esse caso é
 

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Mulher de 30 anos, G3P2, com 39 semanas, entra em trabalho de parto espontâneo. Feto único, vivo, em apresentação pélvica incompleta, com estimativa ecográfica de 3.000g. Pré-natal sem intercorrências. Equipe obstétrica opta por tentativa de parto vaginal, com critérios favoráveis e equipe habilitada.
Durante o período expulsivo, após a descida pélvica e nascimento espontâneo até a escápula, observa-se retenção dos membros superiores, com braços elevados e estendidos junto à face torácica. Não há descida da cabeça fetal, mesmo com tração suave. Sinais de sofrimento fetal se instalam.
A melhor conduta para esse caso é realizar manobra de
 

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Primigesta de 25 anos, com 39 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto ativo há 6 horas, sob analgesia peridural. Hipertensa crônica em uso de 2g de metildopa ao dia. A bolsa amniótica rompeu espontaneamente há 2 horas, com saída de líquido amniótico meconial espesso. A monitorização eletrônica fetal mostra os seguintes achados nos últimos 15 minutos: linha de base: 175 bpm, variabilidade: mínima, sem acelerações, presença de desacelerações tardias recorrentes a cada contração uterina.
Ao exame vaginal: dilatação cervical de 5 cm, 80% de apagamento, apresentação cefálica em plano -1 de De Lee, sem sinais de prolapso de cordão. A frequência de contrações é de 5 em 10 minutos, com duração de 60 segundos.
A melhor conduta para esse caso é
 

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Paciente de 22 anos, nulípara, foi submetida a esvaziamento uterino indicado por ultrassonografia compatível com mola hidatiforme. Estava assintomática, com útero aumentado e exame de gonadotrofina coriônica humana (hCG) de 320.000 UI/L no dia do esvaziamento uterino. No seguimento pós-molar ambulatorial, foram obtidas as seguintes dosagens hCG: Semana 1: 42.000 UI/L. Semana 2: 43.100 UI/L. Semana 3: 46.500 UI/L. Semana 4: 51.700 UI/L. Nesse momento, ultrassonografia transvaginal não mostra conteúdo intracavitário, mas exibe vascularização miometrial aumentada. A paciente permanece assintomática e com exame físico normal. RX de tórax normal.
A melhor conduta para esse caso é
 

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