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Em uma maternidade pública certificada como "Hospital Amigo da Criança", uma equipe multiprofissional realiza treinamento periódico sobre boas práticas em aleitamento materno. Durante uma visita à enfermaria pós-parto, um residente observa que uma puérpera, com parto vaginal há 16 horas, está com o recém-nascido em berço separado, usando fórmula láctea. A mãe relata que o bebê "chorava muito" e a equipe de enfermagem orientou o uso de complemento até o leite “descer”. A mãe ainda não foi orientada formalmente sobre amamentação.

A conduta mais alinhada aos princípios e diretrizes dos Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno é
 

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Gestante de 32 anos, G2P1, com 26 semanas de gestação, realiza curva glicêmica (TOTG 75g) com os seguintes resultados: jejum: 96 mg/dL, 1 hora: 190 mg/dL, 2 horas: 160 mg/dL. Após o resultado, iniciou acompanhamento com equipe multiprofissional, incluindo plano alimentar individualizado e orientações sobre atividade física.
Após 10 dias de monitoramento, apresenta os seguintes registros capilares: glicemias de jejum: entre 95 e 99 mg/dL e pós-prandiais de 1 hora: entre 140 e 155 mg/dL. Sua gestação evoluía com feto único, bem desenvolvido, em apresentação cefálica, sem sinais de sofrimento ou macrossomia. Gestante sem comorbidades adicionais.
A conduta mais apropriada para esse caso é
 

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Gestante de 27 anos, G2P1 (parto vaginal pré-termo anterior), com 30 semanas e 4 dias de gestação, procura a maternidade com queixas de contrações uterinas regulares há cerca de 4 horas. No cartão pré-natal há a informação de que ela tem miastenia gravis. Ao exame obstétrico: colo apagado 60%, com 2 cm de dilatação, bolsa íntegra e apresentação cefálica. Não há sinais clínicos de infecção urinária ou corioamnionite. BCF 145 bpm, feto único, bem desenvolvido e com líquido amniótico normal. A gestante está hemodinamicamente estável.
A conduta mais adequada, nesse momento, para o caso apresentado, é
 

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Puérpera de 30 anos, G1P1, foi submetida a cesariana há 3 dias. O recém-nascido encontra-se em aleitamento exclusivo e em alojamento conjunto. A equipe de enfermagem relata que, nas últimas 24 horas, a puérpera vem apresentando insônia persistente, fala desconexa, períodos de agitação psicomotora, além de delírios religiosos e recusa a alimentar-se. Hoje, afirmou que o bebê é um “anjo que precisa ser purificado”. Nega antecedentes psiquiátricos. A família está preocupada e relata que a puérpera está apresentando comportamento “fora da realidade”.

Com base no quadro clínico, a conduta mais apropriada para esse caso é
 

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Gestante de 33 anos, G3P2, com 28 semanas de gestação, previamente hígida, procura emergência obstétrica com febre alta (38,7 °C), tosse seca, mialgia intensa e cefaleia há 36 horas. Refere também dispneia leve em repouso. Nega vacinas recentes. Está em uso de paracetamol, sem melhora. Ao exame: PA 100 × 60 mmHg, FC 100 bpm, FR 22 irpm, SpO₂ 97% em ar ambiente. Pulmões limpos à ausculta, sem sinais de desconforto respiratório. Diante da suspeita de síndrome gripal durante uma epidemia sazonal confirmada de Influenza A, a equipe médica opta por tratamento empírico.
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, a conduta terapêutica mais adequada nesse caso é
 

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Gestante G2P1, 28 anos, com tipo sanguíneo O Rh negativo, comparece ao pré-natal com 26 semanas de gestação. Relata primeiro parto há 2 anos, com recém-nascido internado por icterícia intensa, mas sem investigação detalhada na época.
Não houve uso documentado de imunoglobulina anti-D no puerpério anterior. Na avaliação atual, observa-se tipo sanguíneo do parceiro: A Rh positivo, Coombs indireto: 1:128. Ultrassonografia obstétrica: feto único, bem desenvolvido, batimentos cardíacos presentes, sem hidropisia. Avaliação morfológica normal. Doppler de artéria cerebral média (ACM): 1,6 MoM.
Com base nesse cenário, a conduta mais apropriada para esse caso é
 

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Gestante de 29 anos, G2P1, com 39 semanas, deu entrada em uma maternidade em trabalho de parto. Por discinesia uterina, o obstetra prescreveu ocitocina venosa em bomba infusora.
Durante o preparo, a técnica de enfermagem retira da bandeja o frasco de ocitocina, mas, por engano, conecta uma ampola de cloreto de potássio na bomba de infusão.
A infusão é iniciada, mas o erro é percebido por uma enfermeira cerca de 3 minutos após o início, antes de qualquer sintoma. A bomba é imediatamente desligada e o medicamento é descartado. A paciente permaneceu assintomática durante toda a internação e o parto evoluiu sem intercorrências.

Com base na Classificação Nacional de Segurança do Paciente (MS/ANVISA) e nas definições da Organização Mundial da Saúde, o evento descrito é mais bem caracterizado como
 

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Paciente de 26 anos, G1P0, com história de ciclos regulares e sem uso de contraceptivo, procura atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento com dor pélvica leve e discreto sangramento transvaginal há 4 dias. Relata atraso menstrual de 6 semanas.
Ao exame físico: encontra-se hemodinamicamente estável, sem dor à palpação profunda e sem sinais de irritação peritoneal. O toque vaginal evidencia útero de tamanho normal e ausência de dor em sua mobilização. A ultrassonografia pélvica-transvaginal mostra endométrio fino, ausência de saco gestacional intrauterino e imagem anexial à direita de 18 mm, sem líquido livre em fundo de saco.
Exames laboratoriais: gonadotrofina coriônica humana (hCG) inicial: 870 UI/L, hemograma: normal, tipagem sanguínea: O Rh positivo, função hepática e renal: normais. A paciente foi internada para observação e repetiu o hCG em 48 h, cujo resultado foi 690 UI/L.
Diante desse cenário, a melhor conduta para essa paciente é
 

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Gestante de 28 anos, G2P1, com 30 semanas de gestação e diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 desde a infância, dá entrada no pronto atendimento com queixa de náuseas, vômitos, fraqueza intensa e redução da movimentação fetal nas últimas 24 horas. Relata infecção urinária em tratamento com antibiótico há 2 dias. Ao exame: PA 100 × 70 mmHg, FC 122 bpm, FR 26 irpm, temperatura 37,8 ºC, desidratada, soporosa e taquipneica (respiração de Kussmaul). A palpação obstétrica revelou ausência de atividade uterina. Ausculta fetal com BCF 160 bpm. Exames laboratoriais: glicemia capilar: 260 mg/dL, gasometria venosa: pH 7,18; HCO₃⁻: 11 mEq/L; pCO₂: 28 mmHg, cetonemia positiva (+++), potássio sérico: 4,5 mEq/L, creatinina: 1,3 mg/dL, EAS: piúria (++), nitrito positivo. Ultrassonografia obstétrica mostrava feto único, BCF presente, movimento fetal discreto, líquido amniótico normal.
A conduta adequada para essa gestante é
 

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Gestante de 35 anos, G4P2A1, com 38 semanas de gestação, dá entrada em fase ativa de trabalho de parto com 6 cm de dilatação, bolsa íntegra, e feto único em apresentação pélvica. Durante o exame vaginal, ocorre ruptura acidental da bolsa amniótica com saída de líquido claro.
Imediatamente após o exame, a paciente refere sensação súbita de pressão perineal intensa. Ao toque, o obstetra identifica uma estrutura pulsátil no canal vaginal, e a cardiotocografia mostra bradicardia fetal sustentada (FCF 80 bpm) por mais de 5 minutos.
A conduta adequada nesse momento é
 

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