Foram encontradas 2.178 questões.
Paciente de 26 anos, G2P2, comparece à consulta no puerpério
imediato (3º dia pós-parto) relatando que seu filho faleceu
durante o parto (natimorto). No momento, queixa-se de
desconforto mamário crescente, sensação de ingurgitamento e
tristeza profunda. Ao exame: mamas ingurgitadas, sensíveis, sem
sinais flogísticos. PA: 118 × 76 mmHg, FC: 82 bpm. Sem febre.
A melhor conduta para esse caso é
A melhor conduta para esse caso é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Gestante de 39 anos, G2P1, com 41 semanas e 5 dias, comparece
ao ambulatório pré-natal para consulta. Relata boa evolução e
ausência de queixas e comorbidades. A ultrassonografia mostra
feto único, em apresentação cefálica, líquido amniótico normal e
Doppler fetal sem alterações. O peso estimado fetal é de 3.750 g.
A gestante tem antecedente de cesariana segmentar transversal
há 3 anos, por parada secundária da dilatação. Deseja tentar
parto vaginal nesta gestação. Ao exame, apresenta colo uterino
com índice de Bishop 4 (2 pontos para dilatação, 1 para
apagamento, 0 para consistência, 0 para posição e 1 para altura
da apresentação).
A melhor conduta para esse caso é
A melhor conduta para esse caso é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Gestante de 32 anos, G2P1, comparece à consulta de rotina no
terceiro trimestre de pré-natal em uma Unidade Básica de Saúde.
Relata que, em sua primeira gestação, teve dificuldade para
amamentar, sentia dor intensa nas mamas e interrompeu o
aleitamento exclusivo com apenas duas semanas de vida do
bebê. Agora demonstra insegurança e ansiedade quanto à
amamentação do segundo filho. Refere desejo de tentar
novamente, mas está preocupada com a “falta de leite” e
comenta que já comprou mamadeiras e fórmula infantil “por
precaução”.
A melhor conduta para essa gestante é
A melhor conduta para essa gestante é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Gestante de 30 anos, G2P1, com 31 semanas e 2 dias, deu
entrada na maternidade há 48 horas com diagnóstico de perda
de líquido amniótico por rotura da bolsa amniótica. Foi internada
e iniciou antibiótico profilático e corticosteroide para maturação
pulmonar fetal. Nas últimas 12 horas, passou a apresentar febre
(pico de 38,9 °C), taquicardia materna (FC 122 bpm), taquicardia
fetal (FC 175 bpm) e queixa de dor à palpação uterina difusa.
Refere também calafrios e liberação de conteúdo vaginal
amarelado. O útero se apresenta discretamente hipertônico à
palpação. Exames laboratoriais: leucócitos: 17.200/mm³ (com
desvio à esquerda), PCR: 9,8 mg/dL. Urina 1: sem alterações.
Cardiotocografia: traçado com linha de base de 175 bpm,
variabilidade diminuída, sem acelerações, sem desacelerações.
A conduta mais apropriada para o caso é
A conduta mais apropriada para o caso é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Mulher de 27 anos, G1P1, comparece à maternidade em fase
ativa de trabalho de parto na 40ª semana de gestação. Evolui
com parto vaginal sem intercorrências e dá à luz recém-nascido
vivo, a termo, com peso adequado.
Durante o pré-natal, realizado em Unidade Básica de Saúde, a paciente assinou, na 24ª semana de gestação, termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), solicitando laqueadura tubária pós-parto, discutida previamente com a equipe multiprofissional, e reafirma o desejo de realizar o procedimento ainda durante a internação na maternidade. Ela está em boas condições clínicas, com sinais vitais estáveis no pós-parto imediato. Seu parceiro não acompanhou o parto, não compareceu às consultas de pré-natal e não assinou o TCLE.
Considerando as normas vigentes sobre planejamento familiar e esterilização cirúrgica no Brasil, é correto afirmar que
Durante o pré-natal, realizado em Unidade Básica de Saúde, a paciente assinou, na 24ª semana de gestação, termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), solicitando laqueadura tubária pós-parto, discutida previamente com a equipe multiprofissional, e reafirma o desejo de realizar o procedimento ainda durante a internação na maternidade. Ela está em boas condições clínicas, com sinais vitais estáveis no pós-parto imediato. Seu parceiro não acompanhou o parto, não compareceu às consultas de pré-natal e não assinou o TCLE.
Considerando as normas vigentes sobre planejamento familiar e esterilização cirúrgica no Brasil, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Mulher de 34 anos, G3P2, com 27 semanas de gestação,
comparece ao pronto-socorro com queixa de tosse, febre alta e
dispneia progressiva há 4 dias. Apresenta histórico prévio de
cardiopatia reumática com valvopatia mitral moderada, sem
acompanhamento regular. Evolui rapidamente com insuficiência
respiratória grave, necessitando de intubação orotraqueal e
internação em UTI. Mesmo com suporte ventilatório e
antibioticoterapia, evolui com choque refratário e óbito em 48
horas.
A análise do caso permite concluir que
A análise do caso permite concluir que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Primigesta de 26 anos procura atendimento no pronto-socorro
trazendo ultrassonografia feita naquele dia, mostrando gestação
normal no transcurso da 10ª semana. Queixava-se de náuseas e
vômitos persistentes há 7 dias, que se agravaram nas últimas 48
horas. Refere incapacidade de manter alimentos e líquidos. Nega
sangramentos, febre ou dor abdominal. Refere perda de 5 kg
desde o início dos sintomas. Ao exame: PA: 90×60 mmHg,
FC: 112 bpm, temperatura: 36,7 °C. Mucosas secas, turgor
diminuído, hálito cetônico. Abdome sem dor, útero palpável no
hipogástrio, sem sangramento genital. Exames laboratoriais: Na+:
131 mEq/L, K+: 3,2 mEq/L, HCO₃⁻: 18 mEq/L, glicemia: 68 mg/dL.
Urina 1: cetonúria 3+, leucócitos ausentes. hCG sérico:
150.000 UI/L.
Considerando a história clínica, a conduta apropriada para o caso é
Considerando a história clínica, a conduta apropriada para o caso é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Gestante de 34 anos, G2P0A1, moradora da cidade de São Paulo,
comparece à primeira consulta pré-natal com 9 semanas de
gestação. Nega hipertensão crônica e outras comorbidades.
Exame físico atual sem alterações: PA 112 × 68 mmHg, IMC 23.
A fim de reduzir o risco de pré-eclampsia na gestação atual, o procedimento correto será
A fim de reduzir o risco de pré-eclampsia na gestação atual, o procedimento correto será
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Gestante de 35 semanas, G2P1, sem histórico prévio de herpes,
procura atendimento com queixa de febre, ardência vulvar
intensa e múltiplas lesões ulceradas e dolorosas em vulva e
períneo, com início há 3 dias.
Ao exame físico, observam-se múltiplas úlceras com base eritematosa, bordas bem definidas e exsudato claro. Linfonodomegalia inguinal bilateral dolorosa está presente. A paciente encontra-se afebril no momento, mas bastante ansiosa e com dor intensa à micção. Foi coletado PCR de secreção da lesão e sorologia para herpes-vírus simples. A gestação evolui normalmente até o momento, com feto único, em apresentação cefálica e crescimento adequado para a idade gestacional.
A conduta mais adequada para o caso é
Ao exame físico, observam-se múltiplas úlceras com base eritematosa, bordas bem definidas e exsudato claro. Linfonodomegalia inguinal bilateral dolorosa está presente. A paciente encontra-se afebril no momento, mas bastante ansiosa e com dor intensa à micção. Foi coletado PCR de secreção da lesão e sorologia para herpes-vírus simples. A gestação evolui normalmente até o momento, com feto único, em apresentação cefálica e crescimento adequado para a idade gestacional.
A conduta mais adequada para o caso é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Puérpera de 24 anos, G1P1, deu à luz há 2 dias por parto vaginal,
sem complicações aparentes. Não havia história prévia de
hipertensão durante o pré-natal e o parto transcorreu sem
intercorrências. No alojamento conjunto, evolui com episódio
tônico-clônico generalizado, de cerca de 90 segundos,
presenciado pela equipe. No pós-crise, apresenta rebaixamento
do nível de consciência. Exame físico revela PA 150 × 110 mmHg,
reflexos tendinosos vivos, sem rigidez de nuca. Temperatura
36,8 ºC, sem queixas respiratórias ou sinais de infecção.
Diante do quadro clínico apresentado, a conduta inicial mais apropriada é
Diante do quadro clínico apresentado, a conduta inicial mais apropriada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container