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Paciente do sexo feminino, 42 anos, com histórico familiar de câncer colorretal em mãe (aos 45 anos) e tia materna (aos 48 anos), realiza colonoscopia que revela adenoma tubular com 0,8 cm. É levantada a suspeita de síndrome de Lynch.
Dos achados a seguir, assinale o que apoia o diagnóstico dessa síndrome e orienta o rastreamento familiar.
 

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Paciente do sexo masculino, 72 anos, foi submetido a colectomia segmentar por adenocarcinoma de cólon diagnosticado em colonoscopia de rastreamento.
O exame anatomopatológico mostrou tumor restrito à submucosa (T1), sem comprometimento linfonodal (0 de 18 linfonodos ressecados) e sem evidências de metástase à distância.
A conduta mais adequada após o procedimento cirúrgico é
 

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Paciente do sexo masculino, 62 anos, etilista de longa data, apresenta dor epigástrica recorrente, perda de peso e esteatorreia há 6 meses. Tomografia de abdome mostra calcificações pancreáticas difusas. É solicitado teste de elastase fecal, cujo resultado é 75 mcg/g (valor de referência: > 200 mcg/g).
A interpretação mais adequada e a conduta inicial para o caso são:
 

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Paciente do sexo masculino de 52 anos, hipertenso e diabético tipo 2, procura ambulatório de gastroenterologia para avaliação de elevação discreta de ALT e AST detectada em exame de rotina. Ele nega consumo relevante de álcool, medicamentos hepatotóxicos ou história de hepatite viral. Apresenta IMC 31 kg/m2 , circunferência abdominal 105 cm, sem icterícia ou hepatomegalia palpável. Ultrassonografia abdominal demonstra fígado hiperecogênico difusamente, compatível com esteatose.
A melhor conduta para avaliar o estágio de fibrose hepática nesse paciente é
 

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Paciente do sexo feminino, 38 anos, previamente saudável, apresenta astenia, icterícia e elevação persistente de transaminases há 6 meses. Sorologias virais para hepatite A, B e C são negativas. Dosagem de autoanticorpos revela ANA positivo 1:320, anti-SMA positivo e IgG sérica elevada.
Foi iniciada Prednisona 40 mg/dia com resposta parcial: as transaminases reduziram, mas permanecem 2 a 3 vezes acima do normal após 12 semanas de tratamento. O exame histopatológico prévio de biópsia hepática confirma hepatite autoimune tipo 1.
A conduta mais adequada neste momento é
 

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Paciente do sexo masculino, 56 anos, natural do interior da Bahia, portador de hepatite B crônica desde a juventude, é acompanhado no ambulatório de hepatologia. Há 4 anos foi diagnosticado com cirrose hepática compensada (Child-Pugh A, MELD 9). No momento, o paciente está assintomático, em uso de tenofovir, sem sinais de descompensação. Nega alcoolismo. Exames recentes mostram uma alfafetoproteína de 8 ng/mL e ultrassonografia de abdome sem lesões focais.
Considerando o risco para o desenvolvimento de carcinoma hepatocelular (CHC), a conduta adequada para rastreamento desse paciente é
 

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Paciente do sexo masculino, 60 anos, etilista crônico, apresenta aumento do volume abdominal, edema dos membros inferiores e sonolência nas últimas 24 horas. Encontra-se ictérico (++/4+), com abdome globoso com ascite volumosa e circulação colateral. Edema em tornozelos. É realizada paracentese diagnóstica que mostra ascite turva, proteína total 1,0 g/dL e contagem de neutrófilos 320/mm3 .
A conduta mais adequada para esse paciente é
 

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Paciente do sexo feminino, 56 anos, com história de colelitíase conhecida, procura pronto atendimento com icterícia, colúria e dor no quadrante superior direito do abdome há 3 dias. Relata febre nos últimos 2 dias.
Exames laboratoriais mostram aumento de bilirrubinas com predomínio de fração direta, assim como da fosfatase alcalina e gama-glutamiltransferase. Transaminases hepáticas normais. Ultrassonografia abdominal evidencia cálculo impactado no infundíbulo vesicular, dilatação do colédoco proximal e ausência de litíase no colédoco. Colangiorressonância magnética confirma compressão extrínseca do colédoco comum pelo cálculo, compatível com síndrome de Mirizzi tipo I de Csendes.
A conduta mais adequada é realizar
 

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Paciente do sexo masculino, 54 anos, etilista crônico, procura pronto-atendimento com dor epigástrica intensa irradiada para a região dorsal, náuseas e vômitos há 24 horas.
Ao exame, encontra-se com abdome doloroso difusamente, sem sinais de peritonite, PA 90/60 mmHg, FC 120 bpm e febre de 38,3 ºC. Exames laboratoriais com amilase de 1200 U/L (valor de referência < 100), lipase 3500 U/L (valor de referência < 160) e leucocitose (18.000/mm3 ). Tomografia de abdome com contraste realizada 48 horas após o início dos sintomas mostra pancreatite aguda com áreas de necrose pancreática e líquido peripancreático.
A conduta inicial mais adequada é
 

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Paciente do sexo masculino, 34 anos, portador de retocolite ulcerativa (RCU) pancolônica há 6 anos, apresenta quadro de dor abdominal difusa intensa, distensão abdominal progressiva, febre, diarreia mucossanguinolenta e dificuldades respiratórias com início há cerca de 72 horas.
Encontra-se com abdome distendido, doloroso difusamente, hipertimpânico, taquicárdico e com hipotensão, além de taquipneia. Exames laboratoriais mostram leucocitose e PCR elevada. Radiografia de abdome revela diâmetro de cólon transverso de 7,5 cm.
A conduta mais adequada nesse caso é
 

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