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Paciente do sexo masculino, 39 anos, sem comorbidades, procura
atendimento com queixa de pirose 3 a 4 vezes por semana,
geralmente após refeições gordurosas. Não apresenta
regurgitação noturna ou disfagia. Uso intermitente de antiácido
traz alívio parcial. Endoscopia digestiva alta recente é normal.
pHmetria de 24 horas mostra índice de refluxo (DeMeester) = 12
(normal < 14,7), com correlação sintoma-refluxo positiva
(número de sintomas associados a episódios ácidos = 75%).
Manometria esofágica com esfíncter esofágico inferior (EEI) com
pressão normal, peristaltimo preservado, relaxamento completo
do EEI durante a deglutição.
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
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Paciente do sexo feminino, 27 anos, com quadro de dor
abdominal epigástrica que evoluiu com migração para fossa ilíaca
direita há cerca de 8 horas, associada a náuseas, vômitos e
hiporexia. Nega febre.
Ao exame físico, apresenta dor à descompressão de fossa ilíaca direita, sem dor à compressão ou defesa abdominal. Exames laboratoriais mostram leucocitose sem desvio à esquerda.
Considerando a possibilidade diagnóstica de apendicite aguda, o escore de Alvarado dessa paciente é
Ao exame físico, apresenta dor à descompressão de fossa ilíaca direita, sem dor à compressão ou defesa abdominal. Exames laboratoriais mostram leucocitose sem desvio à esquerda.
Considerando a possibilidade diagnóstica de apendicite aguda, o escore de Alvarado dessa paciente é
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Homem de 62 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta perda
ponderal de 12 kg em 3 meses, anorexia e epigastralgia.
Endoscopia digestiva alta revela lesão ulcerada na pequena
curvatura gástrica, com bordas elevadas e infiltradas. A biópsia
confirma adenocarcinoma gástrico. O paciente é submetido a
gastrectomia subtotal com linfadenectomia D2.
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3);
– metástase em 4 linfonodos regionais (pN2);
– ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3);
– metástase em 4 linfonodos regionais (pN2);
– ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
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Um paciente de 42 anos, com histórico de obesidade e apneia
obstrutiva do sono, apresenta queixas de sonolência diurna
excessiva e dificuldade para controlar a ingestão alimentar,
especialmente à noite. Ele relata que acorda várias vezes durante
a noite e sente fome mesmo após refeições completas.
Exames laboratoriais mostram:
– leptina sérica elevada;
– grelina plasmática aumentada;
– resistência à insulina leve;
– perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.
Exames laboratoriais mostram:
– leptina sérica elevada;
– grelina plasmática aumentada;
– resistência à insulina leve;
– perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.
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Paciente feminina, 26 anos, apresenta fadiga crônica,
desconforto abdominal pós-prandial e episódios esporádicos de
diarreia, sem perda ponderal significativa. Tem histórico de
anemia ferropriva refratária a suplementação oral.
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
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Paciente do sexo masculino, 38 anos, com história de doença de
Crohn ileocecal diagnosticada há 10 anos. Evoluiu com estenoses
cicatriciais e episódios de suboclusão intestinal, sendo submetido
a íleo- colectomia direita com anastomose íleo-transversa há
14 meses. Retorna à consulta com dor abdominal intermitente,
diarreia (> 6 episódios-dia) e perda ponderal. Está em uso de
terapia imunobiológica com anti-TNF associada a
imunossupressor (azatioprina). Seu médico assistente solicita
colonoscopia, que mostra:
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
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Paciente do sexo masculino, 33 anos, previamente assintomático,
relata episódios esporádicos de hematoquezia (“sangue está
pingando no vaso sanitário ao final da evacuação”), sem
proctalgia, sem diarreia, sem muco ou pus nas fezes. Nega perda
ponderal e dores abdominais. Nega comorbidades. Nega
tabagismo e etilismo. Nega história familiar de câncer colorretal.
A conduta inicial mais adequada é
A conduta inicial mais adequada é
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Paciente masculino, 27 anos, previamente hígido, apresenta
disfagia progressiva para sólidos, impactação alimentar
recorrente e episódios de dor torácica não cardíaca.
Endoscopia digestiva alta mostra anéis esofágicos concêntricos e estrias longitudinais. Biópsias revelam infiltração com mais de 15 eosinófilos por campo de grande aumento.
O diagnóstico mais provável é
Endoscopia digestiva alta mostra anéis esofágicos concêntricos e estrias longitudinais. Biópsias revelam infiltração com mais de 15 eosinófilos por campo de grande aumento.
O diagnóstico mais provável é
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Um homem de 43 anos, pedreiro, procurou assistência médica
queixando-se de dor epigástrica em queimação, plenitude pósprandial, fadiga e episódios diarreicos. A dor muitas vezes o
despertava de madrugada melhorando com a alimentação e a
ingestão de alcalinos. Emagreceu cerca de 5 kg desde o início da
dor, há 2 meses. Submetido a endoscopia digestiva alta que
revelou duas úlceras A2 Sakita na parede anterior do bulbo
duodenal de cerca de 10 mm e uma terceira úlcera no antro de
cerca de 8 mm. O teste rápido da urease foi negativo e os seis
fragmentos colhidos das bordas da lesão ulcerada gástrica foram
negativos para malignidade. O paciente não fazia uso de
antinflamatórios não esteroides (AINE’s), não bebia ou fumava.
Tomografia abdominal revela massa de 2 cm na porção cefálica
do pâncreas.
Baseado nos dados fornecidos e na principal hipótese diagnóstica, a melhor abordagem diagnóstica é
Baseado nos dados fornecidos e na principal hipótese diagnóstica, a melhor abordagem diagnóstica é
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Um homem de 58 anos com passado de ingesta de 200 gramas
de álcool há cerca de 30 anos, portador de asma brônquica, foi
admitido na emergência com sangramento digestivo alto
manifestado por hematêmese. Ele já possuía um diagnóstico
anterior histopatológico de cirrose feito há seis anos, época em
que se internou para esclarecimento de hepatomegalia e
elevação de aminotransferases.
Após as medidas iniciais de estabilização cardiorrespiratória, foi submetido a endoscopia digestiva alta que revelou a presença de varizes esofágicas azuladas, com sinal da cor vermelha presente e em grande número, de grosso calibre maior que 1/3 da luz, tortuosas, a partir de terço proximal, sem esofagite e com varizes gástricas em cárdia.
Segundo a Sociedade Japonesa de Pesquisa em hipertensão portal, a classificação mais apropriada para as varizes quanto à cor e forma seria
Após as medidas iniciais de estabilização cardiorrespiratória, foi submetido a endoscopia digestiva alta que revelou a presença de varizes esofágicas azuladas, com sinal da cor vermelha presente e em grande número, de grosso calibre maior que 1/3 da luz, tortuosas, a partir de terço proximal, sem esofagite e com varizes gástricas em cárdia.
Segundo a Sociedade Japonesa de Pesquisa em hipertensão portal, a classificação mais apropriada para as varizes quanto à cor e forma seria
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