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Uma mulher de 47 anos foi internada para investigação de vários episódios de palidez e cianose seguidos de hiperemia das mãos. Vinha queixando-se, nos últimos oito meses, de dores nos punhos, tornozelos, joelhos e cotovelos e mãos inchadas. Referia também queimação retroesternal e sensação de “parada do alimento no esôfago”.
Ao exame: paciente hipocorada +/4, eupneica, presença de telangectasias na face e discreta microstomia. Havia edema das mãos e alterações da pigmentação da pele (lesões tipo vitiligo). Uma endoscopia realizada há 3 meses demonstrou erosões confluentes a partir do 1/3 distral do esôfago com discreta redução da luz do órgão. A paciente começou a fazer uso de ranitidina com melhora temporária do seu quadro clínico.

Assinale a opção que seria mais compatível com a manometria esofagena desse paciente.
 

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Uma mulher de 48 anos procurou o ambulatório de gastroenterologia queixando-se de pirose associada a disfagia intermitente para sólidos não progressiva nos últimos 8 meses. Trazia uma endoscopia digestiva alta feita cinco anos antes, a qual revelava múltiplas erosões em mais de uma prega esofageana longitudinal.

Esse exame demonstrou ainda que a junção escamocolunar (JEC) se localizava 30 mm acima do pinçamento diafragmático. Na época, fez uso de ranitidina 300 mg duas vezes ao dia por 60 dias e elevação de cabeceira da cama com melhora sintomática. Uma nova endoscopia alta demonstrou, além dos achados anteriores, a presença de anel esofageano próximo JEC.

Baseado nos dados fornecidos, assinale a afirmativa correta.
 

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Nos portadores de cirrose hepática, independentemente da etiologia, a melhor vigilância para hepatocarcinoma é feita por intermédio dos seguintes exames seriados:
 

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Homem, branco, 43 anos, natural de Goiás, pedreiro, atendido no ambulatório queixando-se de palpitação, dispneia aos esforços e desconforto precordial. Nos últimos seis meses, vinha apresentando dificuldade para deglutir, sintoma que se acompanhava de plenitude pós-prandial, eructações e constipação intestinal (algumas vezes passava toda semana sem evacuar). Emagreceu 10 kg nesse período.
Nas últimas quatro semanas, acordou no meio da noite duas vezes sufocado. HPP- doença febril na infância sendo hospitalizado em sua cidade natal (desconhece o diagnóstico). Pneumonia há quatro anos. HFS- nunca bebeu ou fumou. Morava em casa de madeira em Goiás, sem água encanada. Atualmente mora em São Gonçalo – RJ, em casa de tijolo com água encanada. Exame físico: fácies de doença crônica, emagrecido, hipertrofia da parótida, hipocorado +/4, eupneico, PA 110-80 mm Hg, FC 104 bpm, FC 22 irpm, TAX 37 ºC, pulso irregular, tórax atípico, ictus sétimo EICE, 3 polpas digitais, linha axilar anterior, MV audível universalmente, crepitações inspiratórias iniciais nas bases pulmonares, abdômen atípico, flácido, indolor, fígado 1 dedo do RCD, hepatimetria 10 cm, traube livre, MMIIss- sem alterações.

Baseado nesses dados, o teste mais sensível para o diagnóstico etiológico do caso é
 

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Paciente, 78 anos, natural do Rio de Janeiro, apresenta dificuldade de deglutição. Endoscopia digestiva alta sem alteração estruturais. Exame baritado do esôfago revela ondas terciárias, aperistalse e redução do relaxamento do EEI com as deglutições.

Esse relato indica
 

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Na sala de parto de um hospital de grande porte, um pediatra presta assistência a um recém-nascido a termo com 3.100 kg, 49 cm, Apgar 4 no primeiro minuto e 3 segundos.
O profissional observa que o neonato está cianótico hiperpneico, o abdômen é escafoide, abolição do frêmito toracovocal à esquerda, desvio do ictus cordis para a direita. O RX de tórax revela a presença de alças intestinais no hemitórax esquerdo e desvio da silhueta cardíaca para direita.

Assinale a opção diagnóstica mais provável para o caso.
 

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Uma paciente de 62 anos, com histórico de dores abdominais recorrentes nos últimos 6 meses, é submetida a uma íleocolonoscopia completa.
O exame revela a presença de múltiplos divertículos (mais de 15) no cólon sigmoide, descendente, transverso e ascendente. Além disso, o endoscopista descreve espasticidade em cólon sigmoide, associada a eritema e edema na mucosa adjacente de alguns óstios diverticulares. Também se observam algumas áreas de erosão esparsas. Não há sinais de sangramento ativo, perfuração ou fístulas.
Com base nesses achados e na Classificação DICA (Diverticular Inflammation and Complication Assessment), o estadiamento correto para essa paciente é
 

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Uma paciente de 35 anos com doença de Crohn íleo-cólica moderada/grave foi iniciada em tratamento com adalimumabe. Após 12 meses de tratamento com boa resposta intestinal, ela desenvolve um quadro de psoríase em placas grave e extensa no tronco e membros, que não responde ao tratamento tópico. A paciente não tinha histórico prévio de psoríase. A biópsia de pele confirma o diagnóstico de psoríase.
Diante do caso clínico apresentado, a melhor opção terapêutica para essa paciente, entre as listadas a seguir, é
 

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Paciente de 55 anos, sexo masculino, procura atendimento com queixas de disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 5 anos, regurgitação alimentar noturna e perda de peso significativa.
A manometria esofágica de alta resolução revela aperistalse no corpo do esôfago e relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior (EEI). A radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno evidencia uma grande dilatação esofágica, com calibre superior igual a 8 cm e sem tortuosidades.
Com base no quadro clínico e nos achados radiológicos, a classificação de Rezende para o caso descrito é
 

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Paciente do sexo feminino, 33 anos, portadora de retocolite ulcerativa (RCU) com diagnóstico há 8 anos, encontra-se em terapia imunobiológica com infliximabe guiada por monitorização terapêutica de nível sérico na dose padrão de 5 mg/kg a cada 2 meses. Relata ter feito uso prévio de mesalazina e azatioprina.
No momento, encontra-se assintomática e com exames laboratoriais normais, a se incluir uma dosagem de calprotectina fecal de 25 mcg/g (valor de referência < 50 mcg/g). Ultrassonografia abdominal normal. Nega tabagismo e etilismo. Nega história familiar de câncer colorretal. Realiza colonoscopia a pedido de seu médico assistente, que foi completa, até o íleo distal, com preparo intestinal adequado (Escala de Boston: 9), apresentando remissão endoscópica (subescore endoscópico de Mayo: 0).
Exame histopatológico dos segmentos examinados apresenta apenas atividade inflamatória leve em reto, inespecífica, sem sinais de displasia ou outras informações pertinentes. Demais segmentos com análise histopatológica normal.
Baseado nessas informações, conforme os guidelines da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO), o tempo adequado de repetição do exame para essa paciente é de
 

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