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Paciente feminina, diabética e obesa grau 2, portadora de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, paroxismos de fibrilação atrial. Nos últimos 2 meses, observou-se piora da dispneia com ecocardiograma com doppler normal.
O cardiologista solicitou uma tomografia computadorizada de pulmão, que mostrou áreas de vidro fosco bilateral, consolidações nas bases e espessamento pleural.
O seguinte medicamento cardiovascular, em uso pela paciente, pode estar associado a esses achados pulmonares:
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Paciente masculino de 37 anos apresentou dor torácica que piora com decúbito dorsal para um quadro de fadiga e sensação de pré-síncope, após quadro viral de vias aéreas. No exame físico, pressão venosa jugular a 6 cm, posicionado a 45 graus. Pulso arterial com baixa amplitude e com frequência cardíaca de 106 bpm. Pressão arterial pelo método auscultatório verificada, na expiração PA-100 x 70 mmHg e na inspiração PA-84 x 70 mmHg. Na ausculta do precórdio, bulhas hipofonéticas.
Esses achados estão associados à seguinte complicação cardiovascular:
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Paciente masculino, de 55 anos, é portador de cansaço aos esforços e palpitação. No exame físico, um sopro holodiastólico de 4+/6+, encontrado no segundo espaço intercostal direito, se tornou mais intenso com a manobra de apertar os dedos do examinador durante a ausculta cardíaca.
Esse achado propedêutico está associado a
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O paciente obeso foi ao cardiologista e teve uma avaliação de check-up, sendo identificada uma hipertensão resistente associada a marcada hipocalemia e a presença de câimbras.
Entre as causas de hipertensão secundária, a mais frequente observada nesse contexto é a(o)
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Paciente feminina, de 70 anos, natural de Belém do Pará, é portadora de diabetes e hipertensão arterial e apresenta, há 3 meses, quadro de dispneia progressiva aos esforços e palpitação. Nesse período, foi submetida a angiotomografia coronária sem evidência de aterosclerose coronária.
Exame físico: pulso arterial de amplitude irregular 145 bpm; pressão venosa elevada; ictus cordis desviado para a esquerda com sopro sistólico na ponta 3+/6+ e bulha acessória protodiastólica.
ECG: ritmo de fibrilação atrial e sinais de sobrecarga do ventrículo esquerdo. Ecocardiograma evidencia cavidade do ventrículo esquerdo levemente dilatada com fração de ejeção do ventrículo de esquerdo 40%. Átrio esquerdo com aumento leve e anel mitral de tamanho normal, com moderada regurgitação mitral, jato central e presença de tethering dos folhetos da válvula mitral.
O diagnóstico da paciente é de provável
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Homem de 70 anos, hipertenso, apresentou quadro de síncope devido ao bloqueio atrioventricular total. Na ocasião, o seu exame físico era normal e, portanto, foi instalado marcapasso definitivo, há 4 meses. No último mês percebe fadiga, inchaço nas pernas e crescimento do volume abdominal.
No exame físico, nota-se pressão venosa elevada e pulsatilidade sistólica das veias do pescoço. Na ausculta cardíaca foi observado sopro sistólico de 3+/6+ na porção inferior do bordo esternal esquerdo, que se acentua ao se elevar as pernas na posição deitado.
A alteração diagnosticada foi
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O diagnóstico etiológico de derrames pericárdicos é um processo desafiador que muitas vezes permanece sem definição.
A respeito do tema, assinale a afirmativa correta.
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Em pacientes com síndrome coronariana crônica, candidatos à revascularização miocárdica, é fundamental avaliar as vantagens e desvantagens associadas a cada método de revascularização.
Uma vantagem da cirurgia de revascularização miocárdica, em relação à revascularização percutânea, nesse contexto, é o
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O teste ergométrico permanece como o exame funcional não invasivo mais frequentemente utilizado como ferramenta diagnóstica e prognóstica no contexto de doença coronariana e de certas valvulopatias.
Das opões a seguir, assinale a que não representa contraindicação absoluta para realização desse exame.
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Os programas de desenvolvimento de novas drogas e dispositivos precisam respeitar uma sequência de fases de pesquisa antes de serem aprovados para uso terapêutico pelas agências regulatórias. Nesse contexto, o ensaio clínico randomizado constitui o desenho de estudo mais adequado para avaliar a segurança e a eficácica de intervenções medicamentosas e não medicamentosas.
Avalie as seguintes afirmativas em relação às fases de estudos clínicos.
I. Os estudos de fase I visam avaliar a segurança e a tolerabilidade da intervenção geralmente em voluntários saudáveis.
II. Os estudos de fase II são desenhados para fornecer informações suficientes de segurança e eficácia em pacientes com a doença, como a última etapa antes da aprovação final de agências regulatórias.
III. Os estudos de fase III são realizados após a aprovação de agências regulatórias, quando a intervenção já foi disponibilizada no mercado, fornecendo dados adicionais de segurança.
Está correto apenas o que se afirma em
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