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Paciente chega ao pronto-socorro com quadro de obstrução intestinal alta. Apresenta dor na face anteromedial da coxa direita que alivia com a sua flexão. Ao exame físico, não são palpadas hérnias na região inguinal ou na parede anterior do abdome.

A hipótese diagnóstica mais provável, entre as listadas a seguir, é a de hérnia

 

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Sobre os tumores desmoides de parede abdominal, é correto afirmar que
 

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Paciente de 53 anos, tabagista, apresenta disfagia para sólidos. A endoscopia mostrou lesão estenosante de terço médio de esôfago, de 4 cm de extensão, ocupando 2/3 da luz do órgão. A biópsia confirmou carcinoma escamoso. O estadiamento clínico foi de um tumor T3, N1, M0.

Nesse caso, a próxima medida terapêutica a ser adotada é

 

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Os divertículos de esôfago podem estar associados a diversas condições clínicas.

O divertículo epifrênico está associado, entre outros, à(ao)

 

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A correta síntese da parede abdominal é um fator importante na diminuição de ocorrência de hérnias incisionais de parede abdominal.

O estudo STITCH demonstrou diminuição de hérnias incisionais, com o fechamento da parede abdominal da seguinte forma:

 

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Tumores formados a partir de células G produtoras de gastrina, quando localizados no pâncreas, ocorrem mais comumente
 

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Paciente com diagnóstico de carcinoma papilífero em lobo direito da tireoide, apresentando linfonodo de 1 cm palpável no bordo anterior do músculo esternocleidomastoideo do mesmo lado, abaixo da altura do osso hioide e acima da altura da cartilagem cricoide.

Segundo os compartimentos nodais do pescoço, esse linfonodo se encontra no nível

 

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Paciente masculino, 25 anos de idade, é vítima de queda de grande altura. Apresenta TCE grave com anisocoria à direita. Pressão Arterial de 100 x 60 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm e hipocorado ++/4.

Das alternativas de ressuscitação volêmica elencadas a seguir, a mais indicada é

 

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Mulher de 56 anos, com histórico de histerectomia por via laparotômica há 3 anos, apresenta quadro de dor abdominal em cólica, distensão e episódios de vômitos nos últimos dois dias. Refere eliminação de flatos, mas sem evacuação nas últimas 36 horas. Ao exame físico, o abdome está distendido, com ruídos hidroaéreos aumentados e dor difusa sem sinais de peritonite. Radiografia de abdome em pé revela níveis hidroaéreos em alças delgadas. Tomografia com contraste oral e endovenoso mostra alças distendidas de delgado com ponto de transição único, sem sinais de isquemia ou perfuração. Paciente está hemodinamicamente estável, sem febre.

A conduta mais adequada nesse momento é

 

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Mulher de 74 anos, com antecedente de colecistopatia não tratada, é admitida com quadro de distensão abdominal progressiva, náuseas e vômitos biliosos há 48 horas. Ao exame físico, encontra-se desidratada, com ruídos hidroaéreos aumentados e dor difusa à palpação do abdome. A radiografia de abdome mostra níveis hidroaéreos em alças delgadas e presença de ar nas vias biliares. A tomografia computadorizada revela alça ileal distendida com cálculo de 3 cm em sua luz, presença de pneumobilia e ausência de vesícula biliar. 

A melhor conduta terapêutica para esse caso será
 

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