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Homem de 67 anos, com histórico de fibrilação atrial crônica, em uso irregular de anticoagulante, apresenta dor abdominal súbita e intensa há 6 horas, desproporcional ao exame físico, que revela apenas discreta distensão e dor difusa à palpação. Está taquicárdico e com sinais de hipoperfusão. Leucograma com 18.000/mm³, lactato sérico elevado (5,2 mmol/L) e gasometria com acidose metabólica. A tomografia de abdome com contraste mostra pneumatose intestinal e ausência de realce da artéria mesentérica superior. Não há sinais de perfuração ou peritonite evidente. 

A conduta mais adequada nesse caso será
 

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Um homem de 54 anos apresenta disfagia progressiva para sólidos e líquidos, regurgitação de alimentos não digeridos e perda de peso de 8 kg nos últimos seis meses. Nega tabagismo e etilismo. A endoscopia digestiva alta revela esôfago dilatado com acúmulo de resíduos alimentares e resistência na passagem para o estômago, sem lesões mucosas. A esofagografia baritada mostra dilatação esofágica com estreitamento distal em “bico de pássaro”. A manometria esofágica evidencia ausência de peristalse e hipertonia do esfíncter esofágico inferior.

Com base no quadro clínico e nos achados de exames, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica para o caso são, respectivamente,

 

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Um homem de 65 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta disfagia progressiva para sólidos há três meses, perda de peso de 10 kg e episódios de odinofagia. A endoscopia digestiva alta revela lesão ulcerada e estenosante no terço médio do esôfago, com biópsia confirmando carcinoma espinocelular. A tomografia computadorizada de tórax e abdome mostra espessamento da parede esofágica sem evidência de metástases.

Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, o estadiamento clínico mais provável e a melhor conduta terapêutica inicial são

 

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Paciente, homem de 55 anos, com história de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) há mais de 10 anos, apresenta-se com pirose frequente, regurgitação e ocasional disfagia. Nega perda ponderal significativa ou sangramentos. Foi submetido a endoscopia digestiva alta, que revelou mucosa esofágica com coloração salmão, estendendo-se por 3 cm acima da junção esofagogástrica. Biópsias demonstraram metaplasia intestinal com células caliciformes. O exame histológico não evidenciou displasia. Ele está hemodinamicamente estável e com função hepática e renal preservadas. 

Com base nesse quadro, a conduta mais apropriada é
 

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Paciente do sexo masculino, 64 anos, com histórico de dor epigástrica crônica e uso irregular de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), é admitido no pronto-socorro com dor abdominal súbita, intensa, difusa, acompanhada de rigidez abdominal e taquicardia. Ao exame físico, há abdome em tábua, com sinal de Blumberg positivo. Radiografia de tórax em ortostatismo evidencia ar-livre subdiafragmático. O paciente está hemodinamicamente estável após reposição volêmica inicial.

Diante desse quadro, a melhor conduta inicial a ser adotada para esse paciente será

 

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Homem de 68 anos, hipertenso, com antecedente de dispepsia crônica e uso contínuo de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), é admitido na emergência com episódio de melena volumosa e queda do nível de consciência. Ao exame, encontra-se pálido, sudorético, taquicárdico (FC 112 bpm) e hipotenso (PA 85/60 mmHg). Após estabilização com reposição volêmica e transfusão de 2 concentrados de hemácias, é submetido à endoscopia digestiva alta que revela úlcera duodenal com vaso visível sem sangramento ativo (classificação de Forrest IIa).

Das condutas abaixo, a mais adequada nesse momento é
 

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Homem de 63 anos apresenta perda ponderal de 10 kg, saciedade precoce e dor epigástrica nos últimos 3 meses. A endoscopia digestiva alta com biópsia revelou adenocarcinoma gástrico pouco diferenciado na pequena curvatura do antro. A tomografia de abdome e pelve com contraste não evidenciou metástases. A ecoendoscopia mostrou lesão comprometendo a submucosa e parte da muscular própria, com linfonodos regionais positivos. A classificação TNM foi T2N1M0.

A conduta apropriada é
 

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Em sua enfermaria está um paciente de 73 anos, que tem perda ponderal de 15 kg em 4 meses, dor epigástrica persistente e vômitos pós-prandiais frequentes, é submetido à endoscopia digestiva alta, que revela lesão vegetante ulcerada no antro gástrico. A biópsia confirma adenocarcinoma gástrico pouco diferenciado. A tomografia de tórax, abdome e pelve demonstra linfonodomegalia retroperitoneal, ascite e nódulos hepáticos múltiplos. A laparoscopia diagnóstica confirma carcinomatose peritoneal, impossibilitando a ressecção cirúrgica.

Na sessão clínica, a conduta a ser aplicada é discutida e concluiu se que, nesse caso, a melhor conduta será

 

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Um paciente de 60 anos apresenta icterícia progressiva, colúria e prurido há duas semanas. Nega febre ou dor abdominal intensa. Ao exame físico, encontra-se ictérico, eupneico e normotenso. A ultrassonografia mostra dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas. A tomografia computadorizada de abdome evidencia massa de 2,5 cm na região ampular, sem invasão vascular, linfonodos aumentados ou metástases. A colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM) e a ecoendoscopia confirmam lesão localizada na papila de Vater. Biópsia endoscópica sugere adenocarcinoma bem diferenciado. Diante desse quadro clínico, a conduta terapêutica mais apropriada será
 

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Uma mulher de 52 anos apresenta-se com icterícia leve, colúria, prurido e dor em hipocôndrio direito, intermitente, com duração de cerca de 2 horas por episódio, geralmente após refeições gordurosas. Refere episódios semelhantes há mais de um ano, mas sem febre ou sinais de infecção sistêmica. Ao exame físico, há dor à palpação do quadrante superior direito, sem sinal de Murphy positivo. Exames laboratoriais mostram bilirrubina total de 3,5 mg/dL (fração direta 2,8), elevação de GGT, FA e discreto aumento de transaminases. Ultrassonografia abdominal revela vesícula biliar com paredes espessadas, múltiplos cálculos e colédoco com 10 mm.

A melhor conduta para essa paciente, nesse momento, será

 

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