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Foram encontradas 50 questões.

2095911 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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Um turista, ao chegar a uma determinada cidade, pretende escolher 5 atrações turísticas para visitar. Considere que dentre as 9 atrações disponíveis para visitação, 4 sejam gratuitas e as demais, pagas. De quantas maneiras esse turista poderá fazer a escolha das atrações, sendo que pelo menos 2 delas devam ser gratuitas?
 

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2089118 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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O segundo, o quarto e o sexto termos de uma progressão aritmética são, respectivamente: 2a + 5, 6a + 3 e 9a + 7. Sobre essa sequência, é correto afirmar que
 

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2088937 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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O fumo em lugares fechados

Incrível como esse tema ainda gera discussões acaloradas. Como é possível considerar a proibição de fumar, nos lugares em que outras pessoas respiram, uma afronta à liberdade individual?

As evidências científicas de que o fumante passivo também fuma são tantas e tão contundentes, que os defensores do direito de encher de fumaça bares, restaurantes e demais espaços públicos só podem fazê-lo por duas razões: ignorância ou interesse financeiro. Sinceramente, não consigo imaginar terceira alternativa.

Vamos começar pela ignorância. Num país de baixos níveis de escolaridade como o nosso, nem todos têm acesso a conhecimentos básicos. A fumaça expelida dos pulmões fumantes contém, em média, um sétimo das substâncias voláteis e particuladas do total inalado. Já aquela liberada a partir da ponta acesa contém substâncias tóxicas em concentrações bem maiores: três vezes mais nicotina, três a oito vezes mais monóxido de carbono, 47 vezes mais amônia, quatro vezes mais benzopireno e 52 vezes mais DNPB (estes dois, cancerígenos potentes).

Por serem de tamanho menor, as partículas que se desprendem da ponta acesa, produzidas durante 96% do tempo em que um cigarro é consumido, penetram com mais facilidade nos alvéolos pulmonares.

Depois de uma manhã de trabalho num escritório em que várias pessoas fumam, a concentração de nicotina no sangue de um abstêmio pode atingir os níveis de quem tivesse fumado três a cinco cigarros. Empregados de bares e restaurantes, que passam seis horas em ambientes carregados de fumaça, chegam a ter concentrações sanguíneas de nicotina equivalentes a de quem fumou cinco ou mais cigarros.

Mulheres gestantes expostas à poluição do fumo, em casa ou no trabalho, apresentam nicotina não apenas na corrente sanguínea, mas no líquido amniótico e no cordão umbilical do bebê.

[...]

Agora, vamos ao interesse pessoal dos que entendem que proibir a poluição ambiental causada pelo fumo é uma interferência do Estado na liberdade individual. Se ainda não foi inventado um método de exaustão capaz de impedir que a fumaça se dissemine pelo ambiente inteiro, esses senhores defendem o indefensável. Liberdade para através de uma ação individual causar mal à coletividade? Não sejamos ridículos.

Os sindicatos dos empregados de bares e restaurantes, que sempre se levantaram contra a proibição, alegando risco de desemprego (fato que não ocorreu em nenhuma cidade do mundo), que medidas tomaram até hoje para proteger seus associados da poluição ambiental em que trabalham? Alguma vez lutaram para que eles recebessem adicional de insalubridade? Para que tivessem um plano de saúde decente?

Não é função do Estado proteger o cidadão do mal que ele causa a si mesmo. Mas é dever, sim, defendê-lo do mal que terceiros possam fazer contra ele.

(Dráuzio Varella. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/dependencia-quimica/ tabagismo/o-fumo-em-lugares-fechados-3/. Adaptado.)

De acordo com as ideias apresentadas no texto, é correto afirmar que o autor mostra-se, em relação à liberdade individual,
 

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2088936 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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O fumo em lugares fechados

Incrível como esse tema ainda gera discussões acaloradas. Como é possível considerar a proibição de fumar, noslugares em que outras pessoas respiram, uma afronta à liberdade individual?

As evidências científicas de que o fumante passivo também fuma são tantas e tão contundentes, que os defensoresdo direito de encher de fumaça bares, restaurantes e demais espaços públicos só podem fazê-lo por duas razões:ignorância ou interesse financeiro. Sinceramente, não consigo imaginar terceira alternativa.

Vamos começar pela ignorância. Num país de baixos níveis de escolaridade como o nosso, nem todos têm acesso aconhecimentos básicos. A fumaça expelida dos pulmões fumantes contém, em média, um sétimo das substânciasvoláteis e particuladas do total inalado. Já aquela liberada a partir da ponta acesa contém substâncias tóxicas emconcentrações bem maiores: três vezes mais nicotina, três a oito vezes mais monóxido de carbono, 47 vezes maisamônia, quatro vezes mais benzopireno e 52 vezes mais DNPB (estes dois, cancerígenos potentes).

Por serem de tamanho menor, as partículas que se desprendem da ponta acesa, produzidas durante 96% do tempoem que um cigarro é consumido, penetram com mais facilidade nos alvéolos pulmonares.

Depois de uma manhã de trabalho num escritório em que várias pessoas fumam, a concentração de nicotina nosangue de um abstêmio pode atingir os níveis de quem tivesse fumado três a cinco cigarros. Empregados de bares erestaurantes, que passam seis horas em ambientes carregados de fumaça, chegam a ter concentrações sanguíneas denicotina equivalentes a de quem fumou cinco ou mais cigarros.

Mulheres gestantes expostas à poluição do fumo, em casa ou no trabalho, apresentam nicotina não apenas nacorrente sanguínea, mas no líquido amniótico e no cordão umbilical do bebê.

[...]

Agora, vamos ao interesse pessoal dos que entendem que proibir a poluição ambiental causada pelo fumo é umainterferência do Estado na liberdade individual. Se ainda não foi inventado um método de exaustão capaz de impedirque a fumaça se dissemine pelo ambiente inteiro, esses senhores defendem o indefensável. Liberdade para através deuma ação individual causar mal à coletividade? Não sejamos ridículos.

Os sindicatos dos empregados de bares e restaurantes, que sempre se levantaram contra a proibição, alegandorisco de desemprego (fato que não ocorreu em nenhuma cidade do mundo), que medidas tomaram até hoje paraproteger seus associados da poluição ambiental em que trabalham? Alguma vez lutaram para que eles recebessemadicional de insalubridade? Para que tivessem um plano de saúde decente?

Não é função do Estado proteger o cidadão do mal que ele causa a si mesmo. Mas é dever, sim, defendê-lo do malque terceiros possam fazer contra ele.

(Dráuzio Varella. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/dependencia-quimica/ tabagismo/o-fumo-em-lugares-fechados-3/. Adaptado.)

Considerando as estratégias discursivas escolhidas pelo autor, é correto afirmar que o texto tem por principal objetivo
 

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172129 Ano: 2014
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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“Caracteriza-se por instabilidade persistente do humor, que comporta numerosos períodos de depressão ou de leve elação, nenhum deles suficientemente grave ou prolongado para responder aos critérios de um transtorno afetivo bipolar (F31) ou de um transtorno depressivo recorrente (F33). O transtorno se encontra, frequentemente, em familiares de pacientes que apresentam um transtorno afetivo bipolar.” Assinale a alternativa que corresponde ao transtorno de humor descrito anteriormente.
 

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172127 Ano: 2014
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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Os antipsicóticos convencionais ou de primeira geração classificam-se como medicações de alta e baixa potências. A dose efetiva de uma medicação antipsicótica de primeira geração está intimamente relacionada à afinidade por receptores de dopamina, particularmente D2, e à tendência de causar efeitos colaterais extrapiramidais. Assinale, a seguir, a alternativa que NÃO corresponde a um antipsicótico de primeira geração.
 

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172125 Ano: 2014
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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“O transtorno delirante persistente caracteriza-se pela presença de delírios, sem outros sintomas que levariam a um diagnóstico de esquizofrenia ou transtorno de humor. Seu tratamento baseia-se no uso de e há uma impressão clínica de que tais casos sejam pouco responsivos.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
 

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172124 Ano: 2014
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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Os opiáceos constituem drogas de escolha na clínica médica, quando se deseja a analgesia, sem ação antipirética, devendo ser utilizados com precaução em pacientes com comprometimento hepático. Entretanto, seu uso deve ser controlado e bem indicado, em virtude das várias complicações clínicas e psiquiátricas advindas da sua utilização. O primeiro e um dos mais dramáticos quadros clínicos decorrentes do uso inadequado de opiáceos é a intoxicação, a qual pode ser acidental ou intencional. Qual a tríade sintomática clássica que sugere superdosagem de opiáceos?
 

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172121 Ano: 2014
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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Nos ataques de pânico, a ansiedade se precipita de forma súbita e intensa. O indivíduo experimenta uma sensação inesperada de perigo ou destruição iminente, acompanhada de vários sintomas de hiperatividade autonômica. No transtorno do pânico (TP), os ataques tornam-se frequentes, o paciente passa a “ter medo de ter medo”, ou seja, de ter novos ataques. No tratamento do transtorno do pânico, os medicamentos mais utilizados são
 

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172120 Ano: 2014
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IDECAN
Orgão: EBSERH
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Existe um rápido desenvolvimento de tolerância aos opiáceos, assim como dependência física. Síndromes de abstinência leves ou moderadas podem ocorrer após uso regular por poucos dias. De uma forma geral, há duas maneiras de se fazer o tratamento da síndrome de dependência de opiáceos: desintoxicação, que pode ser curta (até 30 dias de tratamento farmacológico) ou longa (de 30 a 60 dias de tratamento farmacológico); e, manutenção, cujo tempo de tratamento farmacológico varia de 6 a 24 meses. Qual a droga mais utilizada para a desintoxicação na síndrome de abstinência a opiáceos?
 

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