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1934213 Ano: 2020
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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MARITIME ACCIDENTS

Accidents on Tugboats

Tugboats are those which help move huge ships to enter docks. They are small in nature but are powerful to ensure that the large vessels are handled safely. But sometimes because of the blockage of the visibility of tugboats by the larger vessels, maritime accidents occur. Also, human error on the part of the pilot of the tugboat can also lead to unwanted and unexpected tugboat mishaps.

Accidents on Oil Tankers

The major cause of accidents on tankers is explosions. Since the very nature of the materiais . these tankers transport is dangerous and highly flammable, even the most minor cif explosions can cause enormous tosses. According to statistics, one of the main reasons for oil tanker accidents occurring is because of workers' negligence - nearly 84-88%.

(Adapted from: https://www.marineinsight.com/marinesafety/ 12-types-of-maritime-accidents/)

ln "Also, human errar on the part of the pilot of the tugboat can also lead to unwanted and unexpected tugboat mishaps.", the word in bold expresses:

 

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1933961 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Seja o circulo maior com centro na origem e raio 10 cm. Os círculos menores têm raio 5 cm.

Enunciado 2789966-1

O valor da área hachurada, em cm2, é

 

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1933899 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Um caso de burro

Machado de Assis

Quinta-feira à tarde, pouco mais de três horas, vi uma coisa tão interessante, que determinei logo de começar por ela esta crônica. Agora, porém, no momento de pegar na pena, receio achar no leitor menor gosto que eu para um espetáculo, que lhe parecerá vulgar, e porventura torpe. Releve a importância; os gostos não são iguais.

Entre a grade do jardim da Praça Quinze de Novembro e o lugar onde era o antigo passadiço, ao pé dos trilhos de bondes, estava um burro deitado. O lugar não era próprio para remanso de burros, donde concluí que não estaria deitado, mas caído. Instantes depois, vimos ( eu ia com um amigo), vimos o burro levantar a cabeça e meio corpo. Os ossos furavan1-lhe a pele, os olhos meio mortos fechavam-se de quando em quando. O infeliz cabeceava, mais tão frouxamente, que parecia estar próximo do fim.

Diante do animal havia algum capim espalhado e uma lata com água. Logo, não foi abandonado inteiramente; alguma piedade houve no dono ou quem quer que seja que o deixou na praça, com essa última refeição à vista. Não foi pequena ação. Se o autor dela é homem que leia crônicas, e acaso ler esta, receba daqui um aperto de mão. O burro não comeu do capim, nem bebeu da água; estava já para outros capins e outras águas, em campos mais largos e eternos. Meia dúzia de curiosos tinha parado ao pé do animal. Um deles, menino de dez anos, empunhava uma vara, e se não sentia o desejo de dar com ela na anca do burro para espertá-lo, então eu não sei conhecer meninos, porque ele não estava do lado do pescoço, mas justamente do lado da anca. Diga se a verdade; não o fez - ao menos enquanto ali estive, que foram poucos minutos. Esses poucos minutos, porém, valeram por uma hora ou duas. Se há justiça na Terra valerão por um século, tal foi a descoberta que me pareceu fazei; e aqui deixo recomendada aos estudiosos.

O que me pareceu, é que o burro fazia exame de consciência. Indiferente aos curiosos, como ao capim e à água, tinha no olhar a expressão dos meditativos. Era um trabalho interior e profundo. Este remoque popular: por pensar morreu um burro mostra que o fenômeno foi mal entendido dos que a princípio o viram; o pensamento não é a causa da morte, a morte é que o toma necessário. Quanto à matéria do pensamento, não há dúvidas que é o exame da consciência. Agora, qual foi o exame da consciência daquele burro, é o que presumo ter lido no escasso tempo que ali gastei. Sou outro Champollion, porventura maior; não decifrei palavras escritas, mas ideias íntimas de criatura que não podia exprimi-las verbalmente.

E diria o burro consigo:

"Por mais que vasculhe a consciência, não acho pecado que mereça remorso. Não furtei, não menti, não matei, não caluniei, não ofendi nenhuma pessoa. Em toda a minha vida, se dei três coices, foi o mais, isso mesmo antes haver aprendido maneiras de cidade e de saber o destino do verdadeiro burro, que é apanhar e calar. Quando ao zurro, usei dele como linguagem. Ultimamente é que percebi que me não entendiam, e continuei a zurrar por ser costume velho, não com ideia de agravar ninguém. Nunca dei com homem no chão. Quando passei do tílburi ao bonde, houve algumas vezes homem morto ou pisado na rua, mas a prova de que a culpa não era minha, é que nunca segui o cocheiro na fuga; deixava-me estar aguardando autoridade."

"Passando à ordem mais elevada de ações, não acho em mim a menor lembrança de haver pensado sequer na perturbação da paz pública. Além de ser a minha índole contrária a arruaças, a própria reflexão me diz que, não havendo nenhuma revolução declarado os direitos do burro, tais direitos não existem. Nenhum golpe de estado foi dado em favor dele; nenhuma coroa os obrigou. Monarquia, democracia, oligarquia, nenhuma forma de governo, teve em conta os interesses da minha espécie. Qualquer que seja o regime, ronca o pau. O pau é a minha instituição um pouco temperada pela teima que é, em resumo, o meu único defeito. Quando não teimava, mordia o freio dando assim um bonito exemplo de submissão e conformidade. Nunca perguntei por sóis nem chuvas; bastava sentir o freguês no tílburi ou o apito do bonde, para sair logo. Até aqui os males que não fiz; vejamos os bens que pratiquei."

"A mais de uma aventura amorosa terei servido, levando depressa o tílburi e o namorado à casa da namorada - ou simplesmente empacando em lugar onde o moço que ia ao bonde podia mirar a moça que estava na janela. Não poucos devedores terei conduzido para longe de um credor importuno. Ensinei filosofia a muita gente, esta filosofia que consiste na gravidade do porte e na quietação dos sentidos. Quando algum homem, desses que chamam patuscas, queria fazer rir os amigos, fui sempre em auxílio deles, deixando que me dessem tapas e punhadas na cara. Em fim ...

" Não percebi o resto, e fui andando, não menos alvoroçado que pesaroso. Contente da descoberta, não podia furtar-me à tristeza de ver que um burro tão bom pensador ia morrer. A consideração, porém, de que todos os burros devem ter os mesmos dotes principais, fez-me ver que os que ficavam não seriam menos exemplares do que esse. Por que se não investigará mais profundamente o moral do burro? Da abelha já se escreveu que é superior ao homem, e da formiga também, coletivamente falando, isto é, que as suas instituições políticas são superiores às nossas, mais racionais. Por que não sucederá o mesmo ao burro, que é maior?

Sexta-feira, passando pela Praça Quinze de Novembro, achei o animal já morto.

Dois meninos, parados, contemplavam o cadáver, espetáculo repugnante; mas a infância, como a ciência, é curiosa sem asco. De tarde já não havia cadáver nem nada. Assim passam os trabalhos deste mundo. Sem exagerar o mérito do finado, força é dizer que, se ele não inventou a pólvora, também não inventou a dinamite. Já é alguma coisa neste final de século. Requiescat in pace.

Assinale a opção em que o pronome pessoal sublinhado é o sujeito da oração.

 

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1933782 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Um caso de burro

Machado de Assis

Quinta-feira à tarde, pouco mais de três horas, vi uma coisa tão interessante, que determinei logo de começar por ela esta crônica. Agora, porém, no momento de pegar na pena, receio achar no leitor menor gosto que eu para um espetáculo, que lhe parecerá vulgar, e porventura torpe. Releve a importância; os gostos não são iguais.

Entre a grade do jardim da Praça Quinze de Novembro e o lugar onde era o antigo passadiço, ao pé dos trilhos de bondes, estava um burro deitado. O lugar não era próprio para remanso de burros, donde concluí que não estaria deitado, mas caído. Instantes depois, vimos ( eu ia com um amigo), vimos o burro levantar a cabeça e meio corpo. Os ossos furavan1-lhe a pele, os olhos meio mortos fechavam-se de quando em quando. O infeliz cabeceava, mais tão frouxamente, que parecia estar próximo do fim.

Diante do animal havia algum capim espalhado e uma lata com água. Logo, não foi abandonado inteiramente; alguma piedade houve no dono ou quem quer que seja que o deixou na praça, com essa última refeição à vista. Não foi pequena ação. Se o autor dela é homem que leia crônicas, e acaso ler esta, receba daqui um aperto de mão. O burro não comeu do capim, nem bebeu da água; estava já para outros capins e outras águas, em campos mais largos e eternos. Meia dúzia de curiosos tinha parado ao pé do animal. Um deles, menino de dez anos, empunhava uma vara, e se não sentia o desejo de dar com ela na anca do burro para espertá-lo, então eu não sei conhecer meninos, porque ele não estava do lado do pescoço, mas justamente do lado da anca. Diga se a verdade; não o fez - ao menos enquanto ali estive, que foram poucos minutos. Esses poucos minutos, porém, valeram por uma hora ou duas. Se há justiça na Terra valerão por um século, tal foi a descoberta que me pareceu fazei; e aqui deixo recomendada aos estudiosos.

O que me pareceu, é que o burro fazia exame de consciência. Indiferente aos curiosos, como ao capim e à água, tinha no olhar a expressão dos meditativos. Era um trabalho interior e profundo. Este remoque popular: por pensar morreu um burro mostra que o fenômeno foi mal entendido dos que a princípio o viram; o pensamento não é a causa da morte, a morte é que o toma necessário. Quanto à matéria do pensamento, não há dúvidas que é o exame da consciência. Agora, qual foi o exame da consciência daquele burro, é o que presumo ter lido no escasso tempo que ali gastei. Sou outro Champollion, porventura maior; não decifrei palavras escritas, mas ideias íntimas de criatura que não podia exprimi-las verbalmente.

E diria o burro consigo:

"Por mais que vasculhe a consciência, não acho pecado que mereça remorso. Não furtei, não menti, não matei, não caluniei, não ofendi nenhuma pessoa. Em toda a minha vida, se dei três coices, foi o mais, isso mesmo antes haver aprendido maneiras de cidade e de saber o destino do verdadeiro burro, que é apanhar e calar. Quando ao zurro, usei dele como linguagem. Ultimamente é que percebi que me não entendiam, e continuei a zurrar por ser costume velho, não com ideia de agravar ninguém. Nunca dei com homem no chão. Quando passei do tílburi ao bonde, houve algumas vezes homem morto ou pisado na rua, mas a prova de que a culpa não era minha, é que nunca segui o cocheiro na fuga; deixava-me estar aguardando autoridade."

"Passando à ordem mais elevada de ações, não acho em mim a menor lembrança de haver pensado sequer na perturbação da paz pública. Além de ser a minha índole contrária a arruaças, a própria reflexão me diz que, não havendo nenhuma revolução declarado os direitos do burro, tais direitos não existem. Nenhum golpe de estado foi dado em favor dele; nenhuma coroa os obrigou. Monarquia, democracia, oligarquia, nenhuma forma de governo, teve em conta os interesses da minha espécie. Qualquer que seja o regime, ronca o pau. O pau é a minha instituição um pouco temperada pela teima que é, em resumo, o meu único defeito. Quando não teimava, mordia o freio dando assim um bonito exemplo de submissão e conformidade. Nunca perguntei por sóis nem chuvas; bastava sentir o freguês no tílburi ou o apito do bonde, para sair logo. Até aqui os males que não fiz; vejamos os bens que pratiquei."

"A mais de uma aventura amorosa terei servido, levando depressa o tílburi e o namorado à casa da namorada - ou simplesmente empacando em lugar onde o moço que ia ao bonde podia mirar a moça que estava na janela. Não poucos devedores terei conduzido para longe de um credor importuno. Ensinei filosofia a muita gente, esta filosofia que consiste na gravidade do porte e na quietação dos sentidos. Quando algum homem, desses que chamam patuscas, queria fazer rir os amigos, fui sempre em auxílio deles, deixando que me dessem tapas e punhadas na cara. Em fim ...

" Não percebi o resto, e fui andando, não menos alvoroçado que pesaroso. Contente da descoberta, não podia furtar-me à tristeza de ver que um burro tão bom pensador ia morrer. A consideração, porém, de que todos os burros devem ter os mesmos dotes principais, fez-me ver que os que ficavam não seriam menos exemplares do que esse. Por que se não investigará mais profundamente o moral do burro? Da abelha já se escreveu que é superior ao homem, e da formiga também, coletivamente falando, isto é, que as suas instituições políticas são superiores às nossas, mais racionais. Por que não sucederá o mesmo ao burro, que é maior?

Sexta-feira, passando pela Praça Quinze de Novembro, achei o animal já morto.

Dois meninos, parados, contemplavam o cadáver, espetáculo repugnante; mas a infância, como a ciência, é curiosa sem asco. De tarde já não havia cadáver nem nada. Assim passam os trabalhos deste mundo. Sem exagerar o mérito do finado, força é dizer que, se ele não inventou a pólvora, também não inventou a dinamite. Já é alguma coisa neste final de século. Requiescat in pace.

"Por mais que vasculhe a consciência, não acho pecado que mereça remorso."

Assinale a opção em que a oração reduzida DESFAZ o sentido de oposição do período acima.

 

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1933731 Ano: 2020
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Considere um hexágono regular, de lado r, com partículas carregadas mantidas fixas sobre seus vértices, conforme mostra a figura. Uma sétima carga q é posicionada a um.a distância r/2 das cargas vizinhas. Qual deve ser o módulo da carga q, para que o campo elétrico no ponto P, no centro do hexágono, seja nulo? Considere cos 60°= 1/2.

Enunciado 2776860-1

 

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1933629 Ano: 2020
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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A figura mostra um recipiente que contém gás (porção à esquerda) em equilíbrio com um fluido de densidade 104 kg/m3 (porção à direita). As alturas ocupadas pelo fluido nas colunas do recipiente são h1 = 10 cm e h2 = 30 cm. A coluna da direita está em contato com a atmosfera

Enunciado 2770796-1

Sabendo-se que a aceleração da gravidade é de 10 m/s2 , podemos afirmar que a diferença entre o valor da pressão do gás no compartimento e o valor da pressão atmosférica é de

 

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1933597 Ano: 2020
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Considere um corpo cúbico de lado 20 cm, massa de 20 g e uniformemente carregado, localizado nas proximidades da superfície terrestre. Não despreze o ar, mas considere sua densidade igual a 1,2 kg/m3. Se na região existe um campo elétrico uniforme, voltado para cima, de modulo 52 N/C, qual deve ser a carga para que o corpo fique suspenso em equilíbrio no ar? Dado g = 10,0 m/s2.

 

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1933109 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Seja o polinômio p(x) = x5 + 5x4 + 8x3 +8x2 + 7x +3 com raiz dupla em x =-1. Pode-se afirmar que as demais raízes são compostas por

 

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1933100 Ano: 2020
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Read the poem below and choose the correct answer.

SEA-FEVER

I must down to the seas again, to the lonely sea and the sky,And all I ask is a tall ship and a star to steer her by, And the wheel's kick and the wind's song and the white sail's shaking, Anda grey mist on the sea's face anda grey dawn breaking. I must down to the seas again, for the call of the rum1ing tide Is a wild call and a clear call that may not be denied; And ali I ask is a windy day with the white clouds flying, And the flung spray and the blown spume, and the seagulls crying. I must down to the seas again to the vagrant gypsy life, To the gull's way and the whale's way where the wind's like a whetted knife; And ali I ask is a meny ymn from a laughing fellow-rover, And quiet sleep and a sweet dream when the long trick's over.

By John Masefield(1878-1967)

According to the text:

 

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1932941 Ano: 2020
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Development ofworld's first autouomous, zeroemissiou feeder postponed amid COVID-19 crisis

Due to the COVID-19 pandemic and the changed global outlook, the development of the world's first autonomous and electric container vessel

Yara Birkeland is put on hold, Norwegian company Yara announced. Yara has decided to pause further development of the vessel and will assess next steps together with its patners, the company stated. The hull of the Yara Birkeland vessel was launched to sea in Romania in Februaiy 2020. The ship is expected to arrive at the Norwegian shipyai·d in May where it will be fitted with various contrai and navigation systems and undergo testing before delivery to Yara.

Yara and technology company Kongsberg teamed up in 2017 with the ambition to build the world's first autonomous and zero-emission container vessel. Replacing 40,000 truck journeys a year, Yara Birkeland seeks to reduce NOx and CO2 emissions and improve road safety in a densely populated urban area in Norway.

(Adapted from: https://safety4sea.com)

ln"[ ... ] the world's first autonomous and electric container vessel Yara Birkeland is put on hold [ ... ].", the idiom in bold means:

 

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