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Roberval pegou R$ 100.000,00 emprestados com Jeremias,
dando, em garantia da dívida, a hipoteca de uma sala comercial
de sua propriedade, devidamente registrada na matrícula do
imóvel. Ocorre que Jeremias cedeu o crédito para Lupicínio, que
se limitou a notificar Roberval da cessão.
A averbação da cessão do crédito no registro do imóvel hipotecado é:
A averbação da cessão do crédito no registro do imóvel hipotecado é:
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Regina foi condenada ao pagamento de indenização a título de
danos materiais no montante equivalente a R$ 10.000,00,
danos morais no valor de R$ 5.000,00 e dano estético no total
de R$ 12.000,00 em favor de Flávia.
Dezesseis dias úteis depois da intimação da sentença, Regina interpôs recurso de apelação, pugnando pela reforma da sentença para reduzir o montante do dano estético para R$ 3.000,00, bem como para excluir a condenação a título de dano moral.
Na sequência, Flávia interpôs recurso de apelação adesivo, requerendo a majoração do valor fixado para a reparação do dano moral.
Ao ser questionado por Regina, seu advogado informou que o protocolo do recurso ocorreu na mencionada data em razão de feriado local, o qual, todavia, não foi comprovado no momento da interposição da apelação, assim como o preparo.
Tomando o caso acima como premissa, é correto afirmar que:
Dezesseis dias úteis depois da intimação da sentença, Regina interpôs recurso de apelação, pugnando pela reforma da sentença para reduzir o montante do dano estético para R$ 3.000,00, bem como para excluir a condenação a título de dano moral.
Na sequência, Flávia interpôs recurso de apelação adesivo, requerendo a majoração do valor fixado para a reparação do dano moral.
Ao ser questionado por Regina, seu advogado informou que o protocolo do recurso ocorreu na mencionada data em razão de feriado local, o qual, todavia, não foi comprovado no momento da interposição da apelação, assim como o preparo.
Tomando o caso acima como premissa, é correto afirmar que:
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Carlos ajuizou ação de cobrança em face de Elias, pleiteando sua condenação ao pagamento de R$ 400.000,00, referente a quatro parcelas inadimplidas de contrato de compra e venda de imóvel.
Regularmente citado, Elias arguiu, como questão preliminar, a existência de cláusula compromissória na escritura de compra e venda celebrada pelas partes, pugnando pela extinção do processo. Outrossim, o réu também arguiu a prescrição da dívida. Ato contínuo, os autos foram conclusos ao juiz para análise.
Tomando o caso acima como premissa, é correto afirmar que:
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O Município Alfa, no Estado do Rio Grande do Sul (RS), pretende
fiscalizar e arrecadar o Imposto sobre Propriedade Territorial
Rural (ITR) no seu território municipal. Jorgina é proprietária de
imóvel rural de 40 hectares, sendo 80% da área do imóvel situada
no território do Município Alfa e apenas 20% de sua área situada
no vizinho Município Beta, onde se localiza a sede do imóvel.
Diante desse cenário e à luz da Constituição Federal de 1988 e da Lei nº 9.393/1996, o Município Alfa:
Diante desse cenário e à luz da Constituição Federal de 1988 e da Lei nº 9.393/1996, o Município Alfa:
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Mateus, titular de serventia extrajudicial de Registro de Imóveis,
tem a sua receita decorrente do exercício da respectiva atividade
registral tributada na condição de pessoa física, e não de pessoa
jurídica.
À luz da Lei nº 8.134/1990, que estabelece os itens que podem ser deduzidos do imposto de renda devido pelo exercício da atividade registral, analise os itens a seguir.
I. encargos previdenciários decorrentes da remuneração paga a terceiros com vínculo empregatício;
II. quotas de depreciação de instalações;
III. despesas de locomoção e transporte.
Mateus pode deduzir os valores presentes em:
À luz da Lei nº 8.134/1990, que estabelece os itens que podem ser deduzidos do imposto de renda devido pelo exercício da atividade registral, analise os itens a seguir.
I. encargos previdenciários decorrentes da remuneração paga a terceiros com vínculo empregatício;
II. quotas de depreciação de instalações;
III. despesas de locomoção e transporte.
Mateus pode deduzir os valores presentes em:
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Maria, sócia de uma sociedade empresária por quotas de
responsabilidade limitada atuante no setor de comércio a varejo
de vestimentas, pretende integralizar as quotas que subscreveu
do capital social por meio da transferência de imóvel de sua
propriedade. As quotas subscritas por Maria têm valor de
R$ 500.000,00, e o imóvel a ser transferido em realização de
capital tem valor de mercado a ser declarado na escritura pública
de transmissão de R$ 600.000,00 (valor com o qual o Fisco
municipal está de acordo).
Acerca desse cenário e à luz da jurisprudência dos Tribunais Superiores e das regras de regência do imposto de transmissão inter vivos a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis (ITBI), sobre tal transmissão:
Acerca desse cenário e à luz da jurisprudência dos Tribunais Superiores e das regras de regência do imposto de transmissão inter vivos a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis (ITBI), sobre tal transmissão:
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Uma lei ordinária do Estado Alfa fixa o momento de ocorrência
do fato gerador do Imposto Estadual sobre Doações (ITD) de bens
imóveis no momento da lavratura da escritura pública de doação,
sendo definido, como contribuinte do imposto, o doador. José,
domiciliado no Estado Alfa, doou um imóvel localizado no mesmo
estado em favor de seu primo Mário, mas não se conforma com
as duas determinações legais acima elencadas, entendendo-as
indevidas.
Acerca desse cenário e à luz da jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:
Acerca desse cenário e à luz da jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:
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João, registrador do 1º Cartório do Registro Geral de Imóveis da
circunscrição Beta, dolosamente, revelou fato de que tinha
ciência em razão de suas atribuições como titular do citado
cartório extrajudicial e que devia permanecer em segredo,
propiciando beneficiamento por informação privilegiada, com
lesão ao Estado Delta, mas sem prejuízo ao erário. Ao tomar
ciência do ocorrido, o Ministério Público instaurou inquérito civil
e colheu elementos que configuram justa causa para o
ajuizamento de ação de improbidade administrativa. Antes de
propor a ação judicial, o promotor de justiça oportunizou a João a
celebração de acordo de não persecução cível.
Nesse contexto, de acordo com a lei de regência, é correto afirmar que:
Nesse contexto, de acordo com a lei de regência, é correto afirmar que:
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Em tema de regime tarifário de serviço público, especificamente
sobre a forma de cálculo da tarifa progressiva dos serviços de
fornecimento de água e de esgoto sanitário em unidades
compostas por várias economias e hidrômetro único, analise as
afirmativas a seguir.
I. Nos condomínios formados por múltiplas unidades de consumo (economias) e um único hidrômetro, é lícita a adoção de metodologia de cálculo da tarifa devida pela prestação dos serviços de saneamento por meio da exigência de uma parcela fixa ("tarifa mínima"), concebida sob a forma de franquia de consumo devida por cada uma das unidades consumidoras (economias), bem como por meio de uma segunda parcela, variável e eventual, exigida apenas se o consumo real aferido pelo medidor único do condomínio exceder a franquia de consumo de todas as unidades conjuntamente consideradas.
II. Nos condomínios formados por múltiplas unidades de consumo (economias) e um único hidrômetro, é lícita a adoção de metodologia de cálculo da tarifa devida pela prestação dos serviços de saneamento que, utilizando-se apenas do consumo real global, considere o condomínio como uma única unidade de consumo (uma única economia).
III. Nos condomínios formados por múltiplas unidades de consumo (economias) e um único hidrômetro, é ilegal a adoção de metodologia de cálculo da tarifa devida pela prestação dos serviços de saneamento que, a partir de um hibridismo de regras e conceitos, dispense cada unidade de consumo do condomínio da tarifa mínima exigida a título de franquia de consumo.
De acordo com a atual jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, está correto o que se afirma na(s) tese(s):
I. Nos condomínios formados por múltiplas unidades de consumo (economias) e um único hidrômetro, é lícita a adoção de metodologia de cálculo da tarifa devida pela prestação dos serviços de saneamento por meio da exigência de uma parcela fixa ("tarifa mínima"), concebida sob a forma de franquia de consumo devida por cada uma das unidades consumidoras (economias), bem como por meio de uma segunda parcela, variável e eventual, exigida apenas se o consumo real aferido pelo medidor único do condomínio exceder a franquia de consumo de todas as unidades conjuntamente consideradas.
II. Nos condomínios formados por múltiplas unidades de consumo (economias) e um único hidrômetro, é lícita a adoção de metodologia de cálculo da tarifa devida pela prestação dos serviços de saneamento que, utilizando-se apenas do consumo real global, considere o condomínio como uma única unidade de consumo (uma única economia).
III. Nos condomínios formados por múltiplas unidades de consumo (economias) e um único hidrômetro, é ilegal a adoção de metodologia de cálculo da tarifa devida pela prestação dos serviços de saneamento que, a partir de um hibridismo de regras e conceitos, dispense cada unidade de consumo do condomínio da tarifa mínima exigida a título de franquia de consumo.
De acordo com a atual jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, está correto o que se afirma na(s) tese(s):
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José, servidor público federal ocupante de cargo efetivo junto ao
Ministério da Saúde, e sua então esposa Maria se dirigiram ao
Cartório do 1º Registro Civil de Pessoas Naturais da circunscrição Alfa,
onde se divorciaram extrajudicialmente, sendo definido na escritura
pública que José pagaria pensão alimentícia a Maria em determinado
valor, sem prazo determinado, destacando-se a inexistência de filhos
menores.
Dois anos depois, José faleceu e Maria requereu ao órgão competente da União pensão por morte com base na Lei nº 8.112/1990. Contudo, a União indeferiu o pedido, alegando falta de previsão legal.
Inconformada, Maria impetrou mandado de segurança, pleiteando judicialmente a pensão alimentícia a que entende fazer jus.
Consoante jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a Maria:
Dois anos depois, José faleceu e Maria requereu ao órgão competente da União pensão por morte com base na Lei nº 8.112/1990. Contudo, a União indeferiu o pedido, alegando falta de previsão legal.
Inconformada, Maria impetrou mandado de segurança, pleiteando judicialmente a pensão alimentícia a que entende fazer jus.
Consoante jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a Maria:
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