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Texto 2
O problema do êxodo rural
(D. Aranzadi, Uma Escola Social, p. 368)
O sinal do subdesenvolvimento agrário é o êxodo rural. É o fato que se verifica em quase todos os países e algumas vezes atinge proporções enormes e cria problemas humanos complexos, difíceis de resolver.
O êxodo devido amiúde às seguintes razões:vontade de fugir dum ambiente considerado estreito e sem futuro; a sede de novidades e aventuras, que domina a geração presente; a esperança de enriquecimento rápido; a miragem duma vida mais livre, com meios e facilidades que oferecem os aglomerados urbanos.
Há ainda razões mais fortes. O êxodo é também provocado pelo fato de ser o setor agrícola, quase em toda a parte, um setor deprimido, tanto no que se refere ao índice de produtividade da mão-de-obra, como pelo que se refere ao nível das populações rurais.
A idéia principal do texto 2 é:
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Leia o texto abaixo:
Temos conhecimento de que alguns dos problemas da falta de comida na mesa dos brasileiros dá-se devido ao não incentivo à agricultura e ao pequeno investidor que , por falta de apoio institucional, vê-se na condição precária de abandono e, conseqüentemente, de pouca estrutura para incrementar o progresso financeiro e social do país.
Após a leitura do texto acima, conclui-se que se fez uso de língua:
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Texto 1
(Rachel de Queiroz, Herois do nosso tempo. apud Melo Mesquita, Roberto. Para Aprender Português. Saraiva)
A gente costuma falar mal da televisão e, na verdade, temos muito para isso. Ao mesmo tempo há que reconhecer os méritos óbvios desse insuperável veículo de comunicação, há o milagre eletrônico que ele representa.
Mas há outros méritos de que se fala pouco e, no entanto, estão sempre visíveis e diários. Por exemplo, o acesso à informação e à comunicação, aberto a qualquer tipo de pessoa, por mais humilde que seja, por mais distante que viva. Note-se, especialmente depois que se inauguraram esses programas de consulta popular, em que o repórter sai pela rua, interpelando o transeunte a respeito de qualquer problema da comunidade. Chega a haver muita gente que, não apenas se esquiva, mas até sai ansiosa à procura da moça do microfone, para dar o seu recado a respeito do que ela quer ou teme, do que sofre, do que precisa, do que a atormenta ou revolta. O liberador desabafo. Isso só a TV pode fazer.
É a comunicação direta e imediata – ao vivo – entre a pessoa da rua ou da favela, ou da enchente, ou da seca, ou selva amazônica e o resto da população. Gente até então sepultada num anonimato, que se diria inviolável, e de repente aparece à luz do sol , para dezenas de milhões de brasileiros seus irmãos, e mostra a sua face, diz que está viva, que tem um coração no peito batendo igual ao teu, que da sua boca ( a que muitas vezes faltam dentes) podem sair palavras de sabedoria, importantes pedidos de socorro e – por que não? – até brados de revolta.
Segundo o texto 1, de Rachel de Queiroz, aponte, nos períodos que seguem, a ocorrência da linguagem conotativa:
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Texto 1
(Rachel de Queiroz, Herois do nosso tempo. apud Melo Mesquita, Roberto. Para Aprender Português. Saraiva)
A gente costuma falar mal da televisão e, na verdade, temos muito para isso. Ao mesmo tempo há que reconhecer os méritos óbvios desse insuperável veículo de comunicação, há o milagre eletrônico que ele representa.
Mas há outros méritos de que se fala pouco e, no entanto, estão sempre visíveis e diários. Por exemplo, o acesso à informação e à comunicação, aberto a qualquer tipo de pessoa, por mais humilde que seja, por mais distante que viva. Note-se, especialmente depois que se inauguraram esses programas de consulta popular, em que o repórter sai pela rua, interpelando o transeunte a respeito de qualquer problema da comunidade. Chega a haver muita gente que, não apenas se esquiva, mas até sai ansiosa à procura da moça do microfone, para dar o seu recado a respeito do que ela quer ou teme, do que sofre, do que precisa, do que a atormenta ou revolta. O liberador desabafo. Isso só a TV pode fazer.
É a comunicação direta e imediata – ao vivo – entre a pessoa da rua ou da favela, ou da enchente, ou da seca, ou selva amazônica e o resto da população. Gente até então sepultada num anonimato, que se diria inviolável, e de repente aparece à luz do sol , para dezenas de milhões de brasileiros seus irmãos, e mostra a sua face, diz que está viva, que tem um coração no peito batendo igual ao teu, que da sua boca ( a que muitas vezes faltam dentes) podem sair palavras de sabedoria, importantes pedidos de socorro e – por que não? – até brados de revolta.
De acordo com o pensamento da autora do texto 1, com base no segundo parágrafo, qual a importância da televisão?
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Texto 1
(Rachel de Queiroz, Herois do nosso tempo. apud Melo Mesquita, Roberto. Para Aprender Português. Saraiva)
A gente costuma falar mal da televisão e, na verdade, temos muito para isso. Ao mesmo tempo há que reconhecer os méritos óbvios desse insuperável veículo de comunicação, há o milagre eletrônico que ele representa.
Mas há outros méritos de que se fala pouco e, no entanto, estão sempre visíveis e diários. Por exemplo, o acesso à informação e à comunicação, aberto a qualquer tipo de pessoa, por mais humilde que seja, por mais distante que viva. Note-se, especialmente depois que se inauguraram esses programas de consulta popular, em que o repórter sai pela rua, interpelando o transeunte a respeito de qualquer problema da comunidade. Chega a haver muita gente que, não apenas se esquiva, mas até sai ansiosa à procura da moça do microfone, para dar o seu recado a respeito do que ela quer ou teme, do que sofre, do que precisa, do que a atormenta ou revolta. O liberador desabafo. Isso só a TV pode fazer.
É a comunicação direta e imediata – ao vivo – entre a pessoa da rua ou da favela, ou da enchente, ou da seca, ou selva amazônica e o resto da população. Gente até então sepultada num anonimato, que se diria inviolável, e de repente aparece à luz do sol , para dezenas de milhões de brasileiros seus irmãos, e mostra a sua face, diz que está viva, que tem um coração no peito batendo igual ao teu, que da sua boca ( a que muitas vezes faltam dentes) podem sair palavras de sabedoria, importantes pedidos de socorro e – por que não? – até brados de revolta.
Observe o que segue:
Sr. Agricultor, senta-te, por favor e expõe os teus problemas.
No período acima, a linguagem foi usada na função:
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Sobre a transparência da água nos viveiros de camarão, medida pelo disco de Sechi, assinale a alternativa que representa uma condição favorável ao equilíbrio do viveiro:
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No cultivo de camarão, o controle da biomassa é essencial para orientar o produtor na previsibilidade da despesca. Qual das alternativas melhor quantifica a biomassa do viveiro:
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No ciclo biológico dos camarões penaeídeos, a seqüência correta da metamorfose é:
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As enfermidades dos camarões no Brasil são principalmente causadas por:
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É correto afirmar que:
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