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3268473 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), com relação ao tema ‘sistema de reprodução de plantas cultivadas’.

( ) Toda espécie autógama, que pratica 95% ou mais de autofecundação, é hermafrodita (flores bissexuadas), mas nem toda espécie hermafrodita é autógama.

( ) Nas espécies portadoras de autotincompatibilidade homomórfica gametofítica, tal como a macieira, os acasalamentos recíprocos entre duas plantas podem resultar em reações (autocompatível/autoincompatível) e descendentes de genótipos distintos.

( ) Nas espécies portadoras de autotincompatibilidade homomórfica esporofítica, em geral, a reação de incompatibilidade ocorre no estigma, enquanto no sistema de autoincompatibilidade gametofítica a reação é predominantemente estilar.

( ) Existe elevada correlação entre a proporção pólen/óvulos (P/O) e a taxa de cruzamento praticada pela espécie vegetal, sendo um atributo útil para ser usado na classificação do sistema reprodutivo.

( ) A produção de sementes a partir de uma planta isolada de outras plantas da mesma espécie é uma garantia de que essa espécie é autógama e, portanto, praticante da autofecundação preferencial.

( ) A macho-esterilidade citoplasmática não deve ser usada para a produção de sementes híbridas de espécies cujo produto comercial de interesse é alguma parte vegetativa da planta. Esse é o caso da cebola, cujas sementes F1 produzem plantas macho-estéreis e bulbos para a comercialização.

( ) Na apomixia, o embrião e a semente são formados sem a fertilização dos gametas masculinos e femininos. Nesse caso, a reprodução é apomítica e não gamética.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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3268472 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Relacione as colunas abaixo.

Coluna 1

1. Capacidade de a planta sustentar os efeitos de uma doença sem morrer ou sem sofrer sérias injúrias qualitativas ou perdas significativas de rendimento.

2. Estado de ausência absoluta de infecção a um patógeno específico ou ausência de doença.

3. O inóculo não atinge o hospedeiro por acaso ou por razões inexplicáveis não associadas diretamente aos mecanismos de resistência da planta ao patógeno.

4. Capacidade de a planta ativar mecanismos latentes de resistência através de tratamentos com agentes bióticos e abióticos.

5. Capacidade de a planta manifestar resistência completa a algumas raças de um patógeno, mas não a outras.

6. Capacidade de a planta manifestar resistência incompleta e efetiva a todas as raças de um patógeno.

7. Capacidade de a planta impedir ou restringir a infecção e as subsequentes atividades do patógeno (desenvolvimento do patógeno), quando exposta a inóculo suficiente e sob condições de ambiente favorável e após íntimo contato do patógeno e hospedeiro. Capacidade de a planta excluir ou superar, completamente ou em algum grau, o efeito de um patógeno.

Coluna 2

( ) Resistência Vertical
( ) Tolerância
( ) Resistência Induzida
( ) Imunidade
( ) Resistência a Doenças
( ) Escape
( ) Resistência Horizontal

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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3268471 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação ao tema conservação de germoplasma e demais temas associados.

( ) O propósito da conservação on farm não é capturar o momento atual da evolução, mas sim conservar um recurso genético vegetal de tal maneira que ele possa continuar a evoluir.

( ) A estratégia de conservação ex situ visa manter em condições controladas estoques de materiais genéticos úteis ao melhoramento de plantas. Nesse sentido, a conservação ex situ pode ser considerada uma estratégia complementar à conservação on farm.

( ) Na conservação ex situ – in vitro, partes das plantas (meristemas, gemas, eixo embrionários, folhas, talos, anteras, etc.) e sementes germinadas são mantidas em ambiente estéril, usando meio nutritivo, em condições de lento crescimento.

( ) A conservação ex situ – on bank pode ser aplicada com eficiência em espécies clonais, estéreis, ortodoxas e com quantidade limitada de sementes.

( ) A conservação ex situ – on bank permite a evolução das populações durante a regeneração do acesso e, por isso, essa estratégia de conservação é dinâmica.

( ) A conservação ex situ – in vivo pode ser aplicada com eficiência em espécies ortodoxas.

( ) Evitar a perda de variedades crioulas, locais e tradicionais não deve ser uma prioridade da comunidade científica, pois as coleções conservadas ex situ visam justamente conservar a diversidade das espécies cultivadas e de seus parentes silvestres, substituindo com maior eficiência a conservação on farm.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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3268470 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Analise as afirmativas abaixo, com relação aos ‘recursos genéticos vegetais’ e demais temas associados.

1. Os recursos genéticos são a parte da biodiversidade composta pelas espécies de valor atual ou potencial, excluindo os parentes selvagens das espécies cultivadas.

2. O desenvolvimento de novas cultivares a partir de poucos materiais melhorados contribui para a vulnerabilidade genética dos cultivos e para a redução da base genética do programa de melhoramento.

3. O grau de vulnerabilidade genética depende da área relativa cultivada com cada cultivar e do grau de uniformidade (parentesco) entre as cultivares recomendadas para cultivo.

4. Erosão genética é a perda de diversidade genética, incluindo a perda de genótipos, alelos, populações e, portanto, dos complexos gênicos representados pelas variedades crioulas localmente adaptadas. Todavia, não inclui as perdas de combinações específicas de genes.

5. Vulnerabilidade genética é a condição que resulta da uniformidade genética e ocorre quando uma cultura largamente plantada é uniformemente suscetível a um inseto, patógeno ou estresse ambiental, criando assim um potencial para perdas na produção.

6. A substituição de diversas variedades crioulas por poucas cultivares modernas homogêneas resulta em erosão genética, mas não é causa de vulnerabilidade genética.

7. O manejo de populações de milho com tamanho genético reduzido pode resultar em oscilação genética, redução de variabilidade e aumento da proporção de plantas homozigóticas acima da proporção do equilíbrio de Hardy-Weimberg. A oscilação genética não ocorre em populações submetidas a processos cíclicos de seleção recorrente, mesmo sob elevadas intensidades de seleção.

8. Se o grau de vulnerabilidade genética está associado à constituição genética da cultivar, então pode-se dizer que as variedades de polinização aberta e os híbridos duplos são mais vulneráveis do que as cultivares clonais, as linhagens e os híbridos simples.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3268469 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Quanto aos métodos de melhoramento de plantas autógamas, é correto afirmar:

1. O método Populacional (Bulk) é recomendado para programas de melhoramento cujo principal caráter de interesse é quantitativo. É um método indicado para explorar o aparecimento de segregantes transgressivos, os quais tendem a aumentar de frequência com o avanço das gerações de endogamia e com a pressão de seleção do ecossistema agrícola favorecendo a sua permanência.

2. No método Genealógico (Pedigree), nas gerações segregantes iniciais, o principal objetivo é avançar gerações e, por isso, as populações podem ser conduzidas em quaisquer época e local, inclusive em vasos e sob condições de cultivo protegido.

3. Nos métodos Populacional (Bulk) e Single Seed Descent (SSD), a pressão de seleção proporcionada pelo ecossistema agrícola sobre as plantas das gerações segregantes iniciais não contribui para a formação da nova cultivar e, portanto, ambos os métodos não favorecem genótipos com maior capacidade competitiva. No método Genealógico (Pedigree), apenas a pressão de seleção aplicada pelo melhorista é responsável pelo desenvolvimento da cultivar.

4. O método Populacional (Bulk) explora menos a variabilidade proveniente da hibridação, enquanto os métodos Single Seed Descent (SSD) e Genealógico (Pedigree) exploram mais.

5. No método Genealógico (Pedigree), o foco principal é combinar na nova cultivar caracteres qualitativos inicialmente presentes em duas linhagens distintas. Por isso, as linhagens genitoras devem ter bom desempenho prévio para um conjunto de caracteres quantitativos.

6. O método do Retrocruzamento é adequado para a introdução de genes procedentes de material exótico, em germoplasma cultivado, seguida de seleção para produtividade e adaptação. Também é adequado para a quebra de blocos gênicos ligados em repulsão, porque propicia maior probabilidade de eliminação do gene indesejável ligado ao gene desejável.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3268468 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Nos métodos de seleção recorrente intrapopulacionais de milho, as etapas de avaliação e seleção de famílias (meios-irmãos - FMI, irmãos-germanos -FIG ou famílias endogâmicas – FES1 ou FES2) podem ou não ser efetuadas no mesmo ano em que é feita a recombinação das melhores famílias. No primeiro caso, a seleção é conduzida sem uso de sementes remanescentes, enquanto, no segundo, é feita com uso de sementes remanescentes. Podem ser usadas diferentes ou as mesmas famílias como unidade de seleção (US) e unidade de recombinação (UR). Pode ainda haver variações quanto ao número de famílias avaliadas, selecionadas (intensidade de seleção) e recombinadas, bem como quanto às técnicas experimentais usadas na etapa de avaliação. Considere ainda que a covariância genética entre gerações corresponde a Cov XY = c . k . VA2, onde c é o controle parental, k é a fração da variância genética aditiva entre famílias disponível para a seleção e VA2 é a variância aditiva.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com base nesse tema.

( ) Quando a etapa de avaliação/seleção de famílias é feita parcialmente sobreposta à etapa de recombinação, a covariância entre a geração genitora e a geração descendente (Cov XY) é maior porque a seleção entre famílias é efetuada para ambos os sexos e, assim, o progresso genético esperado com a seleção por ciclo é maior.

( ) A covariância entre a geração genitora e a geração descendente (Cov XY) é maior quando se usa como unidade de recombinação (UR) famílias endogâmicas S1, em relação ao uso de famílias de meio-irmãos como UR, porque existe um maior grau de parentesco entre o genótipo superior da população genitora e a UR usada (FES1) para representá-la na etapa de recombinação.

( ) A covariância entre a geração genitora e a geração descendente (Cov XY) é menor quando se usa como unidade de seleção famílias endogâmicas S1 (FES1), em relação ao uso de famílias de meio-irmãos (FMI), porque as FES1 disponibilizam para a seleção menor fração da variância genética aditiva entre famílias.

( ) Ao concluir um ciclo de seleção recorrente, a quantidade de famílias superiores a ser selecionada para a etapa de recombinação depende do tipo de família usada como unidade de recombinação (UR). Assim, para manter do mesmo tamanho o efetivo populacional (Ne), ao usar famílias endogâmicas S1 como UR, a quantidade de famílias superiores a ser recombinada deve ser quatro vezes maior, em relação ao uso de famílias de meios-irmãos.

( ) A aplicação de intensidades de seleção brandas entre famílias pode ser mais apropriada nos primeiros ciclos de seleção recorrente de populações portadoras de elevada variabilidade genética. Essa estratégia assegura a expressão da variabilidade genética nos próximos ciclos e minimiza as perdas de alelos desejáveis devido à deriva genética.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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3268467 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

O quadro abaixo contém algumas estimativas de parâmetros genéticos de quatro populações F2 de feijão (Phaseolus vulgaris L.), segregando para o caráter teor de ferro em grãos, expresso em mg Fe kg-1 de massa seca. O ensaio foi conduzido em São Miguel D’ Oeste-SC, na safra 2011/2012. As populações F2 foram obtidas a partir do cruzamento entre as linhagens P1 x P2 (C1), P3 x P4 (C2), P5 x P6 (C3) e P7 x P8 (C4).

Teor de ferro (mg Fe kg-1 de MS)
em populações F2

Herdabiliade ampla (Ha)
%
Herdabilidade restrita (Hr)
%
Grau médio de
dominância (GMD)

Médias
P1, P2, F1 e F2

F2 de C1

≈ 69,56% ≈ 33,73 ≈ 1,0

F1 ≈ P1
F1 > F2

F2 de C2

≈ 85,33% ≈ 71,25% ≈ 1,2

F1 > P1
F1 > F2

F2 de C3

≈ 98,11% ≈ 76, 32% ≈ 0,08

F1 ≈ (P1+P2)/2
F1 ≈ F2

F2 de C4

≈ 91,12% ≈ 70, 72% ≈ 1,0

F1 ≈ P1
F1 > F2

P1, P2, P3, P4, P5 e P6 são as linhagens puras genitoras; F1 corresponde à geração F1 obtida do cruzamento entre duas linhagens; F2 corresponde a geração F2 obtida da autofecundação de plantas F1.

Com base nas informações, analise as afirmativas abaixo.

1. A Ha é mais adequada do que a Hr para inferir o quanto da variância fenotípica total de F2 pode ser transferida às progênies F3 pela seleção, uma vez que esta última (Hr) superestima o progresso genético esperado com a seleção.

2. Estimativas distintas de Ha ou de Hr para um mesmo caráter, em diferentes populações de uma mesma espécie, são comuns, pois ambos os parâmetros dependem da população estudada e das circunstâncias ambientais às quais as plantas são submetidas durante o cultivo.

3. Baixas estimativas de Hr associadas a elevadas estimativas de GMD (F2 de C1, por exemplo) sugerem que as estratégias de melhoramento que avaliam o genótipo da planta genitora F2, por meio da análise da segregação e do comportamento médio de sua progênie F3, são mais eficientes e necessárias do que aquelas que se baseiam na avaliação do fenótipo da planta F2 individual. Nesses casos, as progênies devem ser avaliadas em condições experimentais.

4. Baixas estimativas de Hr (F2 de C1, por exemplo) sugerem que as estratégias de melhoramento que avaliam o genótipo da planta genitora F2 por meio do comportamento médio de sua progênie, em condições experimentais (repetições, tamanho e forma de parcela, delineamento experimental, experimentos em vários locais), são sempre mais eficientes, desde que também estejam associadas a elevadas estimativas do GMD.

5. Elevadas estimativas Hr sugerem que as estratégias de melhoramento que avaliam o genótipo da planta genitora F2 por meio do seu fenótipo individual não são eficientes para a obtenção de progresso genético, independentemente de estarem (F2 de C4, por exemplo) ou não estarem (F2 de C3, por exemplo) associadas a elevadas estimativas de GMD.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3268466 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

A macho-esterilidade genética sensível ao fotoperíodo (MEGSF) é uma característica importante para a produção de cultivares híbridas de arroz (Oryza sativa L. ssp. indica). Duas linhagens (P1 e P2) com elevado nível de polimorfismo para marcadores de microssatélites foram combinadas, gerando a progênie F1 e uma população RC1F1 [(P1xP2)xP2], constituída por 138 plantas. A MSGSF foi medida com base na fertilidade das plantas, a partir da taxa de produção de sementes de uma panícula (não ensacada) por planta. A linhagem P1 é uma cultivar normalmente fértil, enquanto a linhagem P2 apresenta MSGSF. A geração F1 apresenta fenótipo mais próximo à linhagem P1 e a população RC1F1 apresenta distribuição bimodal, contendo uma proporção observada de 106 plantas com diferentes graus de fertilidade : 32 plantas com menor grau de fertilidade/esterilidade. O teste de qui-quadrado não detectou diferenças significativas para a proporção esperada de 3 F:1 S, ou seja, 103,5 Maior Fertilidade:34,5 Menor Fertilidade/Esterilidade. Dois bulks de DNA foram constituídos pela seleção de plantas RC1F1 extremas quanto ao grau de fertilidade e esterilidade, visando a aplicação da ‘bulked Segregant Analysis (BSA). O primeiro ‘bulk’ foi feito a partir das 36 plantas com maior grau de fertilidade e o segundo bulk, a partir das 32 plantas com menor grau de fertilidade/esterilidade. Os ‘bulks’ extremos foram polimórficos para os locos marcadores de microssatélites, localizados nos cromossomos 3 (loco M) e 7 (loco N). O loco marcador M foi usado para genotipar as 32 plantas do extremo com menor grau de fertilidade/esterilidade, resultando em 7 genótipos marcadores M1M2 : 25 genótipos marcadores M2M2. O alelo marcador M1 é derivado da linhagem P1 e o alelo marcador M2 é derivado da linhagem P2. O teste de qui-quadrado detectou diferença significativa para a proporção esperada de 1:1 (P < 0,01), ou seja, 16 genótipos marcadores M1M2 : 16 genótipos marcadores M2M2. O loco marcador N foi também foi usado para genotipar as 32 plantas com menor grau de fertilidade/esterilidade, resultando em 3 genótipos marcadores N3N4 : 29 genótipos marcadores N4N4. O alelo marcador N3 é derivado da linhagem P1 e o alelo marcador N4 é derivado da linhagem P2. O teste de qui-quadrado detectou diferença significativa para a proporção esperada de 1:1 (P < 0,01), ou seja, 16 genótipos marcadores N3N4 : 16 genótipos marcadores N4N4.

Com base no exposto, analise as afirmativas abaixo.

1. O polimorfismo encontrado entre ‘bulks’ de DNA extremos e a proporção 7 M1M2 : 25 M2M2 de genótipos marcadores das 32 plantas com menor grau de fertilidade indicam que o loco marcador M, localizado no cromossomo 3, está ligado a um dos locos que controla o caráter MSGSF, em arroz.

2. A distribuição bimodal da população RC1F1 e o polimorfismo identificado entre bulks extremos para os locos marcadores M e N indicam que, pelo menos, dois genes (locos) de grande efeito fenotípico controlam o caráter MSGSF, em arroz.

3. A distribuição bimodal da população RC1F1 (3 F : 1 S) indica que um único gene de grande efeito fenotípico controla o caráter MSGSF, em arroz, e que os locos marcadores M e N não estão ligados a esse gene.

4. O loco marcador M está a cerca de 21,875 unidades de recombinação do loco MSGSF, localizado no cromossomo 3, assim como o loco marcador N está a cerca de 9,375 unidades de recombinação do loco MSGSF, localizado no cromossomo 7.

5. O loco marcador M (cromossomo 3) está a cerca de 5,072 unidades de recombinação de um loco MSGSF, assim como o loco marcador N (cromossomo 7) está a cerca de 2,173 unidades de recombinação do outro loco MSGSF.

6. Os fenótipos P1, P2, F1, a distribuição bimodal da população RC1F1, o polimorfismo identificado entre bulks extremos para os locos marcadores M e N e a segregação dos locos marcadores M e N observada nas 32 plantas do extremo de menor grau de fertilidade indicam que pelo menos dois genes recessivos de grande efeito fenotípico podem estar controlando o caráter MSGSF, em arroz.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3268465 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Analise as alternativas abaixo, quanto ao modelo genético-molecular proposto por Staskawiscs et al (1995), para as interações do tipo gene-a-gene.

1. O modelo genético-molecular para as interações do tipo gene-a-gene considera que as moléculas elicitoras (Avr) produzidas pelos genes de avirulência (avrA) do patógeno podem elicitar a morte celular programada (reação de hipersensibilidade), quando são reconhecidas pelos receptores específicos produzidos pelos genes de resistência do hospedeiro (R). Nesse caso, a reação é do tipo compatível e a planta é suscetível, pois ocorre o desenvolvimento da infecção.

2. Quanto às interações genéticas patógeno-hospediero, é correto afirmar que a função de elicitar a morte celular programada (reação de hipersensibilidade) é proporcionada pela molécula produzida pelo gene de avirulência do patógeno, interagindo com o gene de resistência específico do hospedeiro, e não pelo gene de virulência.

3. A luz do modelo genético-molecular proposto por Staskawiscs et al (1995), é mais correto afirmar que ‘para cada gene que condiciona a reação de resistência no hospedeiro, há um gene correspondente no parasita que condiciona a avirulência’.

4. O modelo genético-molecular para as interações do tipo gene-a-gene prevê quatro combinações entre moléculas receptoras e elicitoras e tipos de reações, em sistemas patógeno-hospedeiro. Apenas a combinação entre molécula elicitora, produzida pelo gene de virulência, e molécula receptora, produzida pelo gene de resistência correspondente, possibilita reações do tipo incompatível (reação de hipersensibilidade). Nesse caso, a planta é suscetível, pois ocorre a infecção e subseqüente desenvolvimento da doença.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3268464 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).

( ) Na Teoria Gene-a-Gene de Flor (1946), elaborada com base em estudos realizados para o patossitema Melampsora lini – Linum usitatissimum L., a condição de virulência do patógeno é dominante e de avirulência recessiva, assim como a condição de resistência do hospedeiro é dominante e de suscetibilidade é recessiva.

( ) Pela Teoria Gene-a-Gene de Flor, a reação de resistência ocorre somente quando os genes complementares no hospedeiro e no parasita forem recessivos.

( ) Pela Teoria de Flor, a variedade que não possui nenhum gene dominante de resistência específico ao patógeno será suscetível a qualquer raça.

( ) Pela Teoria Gene-a-Gene de Flor, a variedade portadora de um gene dominante será resistente a todas as raças portadoras do gene recessivo correspondente para a virulência.

( ) Quanto às interações genéticas patógeno-hospediero, os estudos de Flor (1946) levaram-no a concluir que ‘para cada gene que condiciona a reação de resistência no hospedeiro, há um gene correspondente no parasita que condiciona a patogenicidade’.

( ) As interações gene-a-gene preveem quatro combinações gênicas e tipos de reações, em sistemas patógeno-hospedeiro, sendo que apenas a combinação entre gene de avirulência e gene de resistência possibilita reações do tipo compatível e o hospedeiro suscetível.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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