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Duas pesquisas divulgadas recentemente apontam para um problema grave: a crescente desconfiança de parcelas da população brasileira em relação vacinas. Tal resistência elas, alimentada por desinformação, tem contribuído para a queda dos índices de cobertura vacinal no País. Nos últimos anos, as principais metas de imunização do calendário infantil não foram atingidas, um risco saúde de milhões de crianças − e um alerta para as autoridades.
(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 24.01.2023.Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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Leia o texto para responder à questão.
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui, ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo. Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo, e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer, para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado. Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
No trecho – Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo… –, o sinal de dois-pontos e as vírgulas são empregadas, correta e respectivamente, com a finalidade de
 

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Leia o texto para responder à questão.
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui, ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo. Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo, e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer, para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado. Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
De acordo com a norma-padrão, no trecho – Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. –, se a forma verbal “queria” for substituída por “quero”, as formas verbais destacadas devem ser substituídas, respectivamente, por:
 

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Leia o texto para responder à questão.
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui, ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo. Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo, e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer, para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado. Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
Identifica-se oração subordinada que expressa sentido de tempo em:
 

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Leia o texto para responder à questão.
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui, ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo. Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo, e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer, para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado. Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
Em suas considerações, a autora confirma que
 

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Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui, ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo. Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo, e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer, para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado. Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
No texto, a autora deixa evidente que escrever crônicas é
 

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Leia o texto para responder à questão.
A crônica foi um gênero literário brasileiro por excelência durante décadas, no tempo em que a imprensa reservava espaços generosos para que escritores como Rubem Braga, Fernando Sabino, Clarice Lispector e Otto Lara Resende se debruçassem sobre os mais desimportantes temas para revelar o que de mais sublime há na vida em suas crônicas. Drummond foi um desses autores, conforme ele mesmo escreve em A Visita da Borboleta: “Discorram meus colegas sobre assuntos graúdos, nacionais e internacionais, que hoje eu fico com as borboletas.”
(https://www.estadao.com.br, 26.12.2020. Adaptado)
Com a frase – “Discorram meus colegas sobre assuntos graúdos, nacionais e internacionais, que hoje eu fico com as borboletas.” –, Drummond sugere que
 

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Leia o texto para responder à questão.
A crônica foi um gênero literário brasileiro por excelência durante décadas, no tempo em que a imprensa reservava espaços generosos para que escritores como Rubem Braga, Fernando Sabino, Clarice Lispector e Otto Lara Resende se debruçassem sobre os mais desimportantes temas para revelar o que de mais sublime há na vida em suas crônicas. Drummond foi um desses autores, conforme ele mesmo escreve em A Visita da Borboleta: “Discorram meus colegas sobre assuntos graúdos, nacionais e internacionais, que hoje eu fico com as borboletas.”
(https://www.estadao.com.br, 26.12.2020. Adaptado)
A passagem “se debruçassem sobre os mais desimportantes temas para revelar o que de mais sublime” revela que a crônica
 

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Considere os títulos de matérias online dos veículos de comunicação:
• O combate à corrupção (Estadão, 02.02.2023)
• Surto de H5N1 em mamíferos receio de nova pandemia (Superinteressante, 27.01.2023)
• Cursinho promove aulões para concurso no DF (Correio Braziliense, 02.02.2023)
• Professores municipais de Fortaleza decidem manter (Diário do Nordeste, 02.02.2023)

De acordo com a ortografia oficial, as lacunas dos títulos apresentados devem ser completadas, respectivamente, com:
 

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Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 3422961-1

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 31.01.2023. Adaptado)

Na fala da mãe, os verbos empregados na forma imperativa exprimem sentido de

 

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