Foram encontradas 1.580 questões.
A correspondência oficial tem a sua linguagem marcada
pela impessoalidade. Esse princípio está seguido em:
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
Um ofício de um funcionário de nível técnico endereçado
a um deputado deverá conter os seguintes Vocativo e
Fecho, respectivamente:
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Considerando-se a adequação do formato do texto ao
gênero, o documento que segue o padrão ofício é
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Considerando-se a especificidade da correspondência
oficial e a norma-padrão, um enunciado adequado a um
documento oficial é:
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Assinale a alternativa em que ambas as palavras estão
acentuadas em conformidade com a norma-padrão
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Duas pesquisas divulgadas recentemente apontam para
um problema grave: a crescente desconfiança de parcelas da população brasileira em relação vacinas. Tal
resistência elas, alimentada por desinformação,
tem contribuído para a queda dos índices de cobertura
vacinal no País. Nos últimos anos, as principais metas de
imunização do calendário infantil não foram atingidas, um
risco saúde de milhões de crianças − e um alerta
para as autoridades.
(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 24.01.2023.Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 24.01.2023.Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia o texto para responder à questão.
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no
assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo
de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a
escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances
e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui,
ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve
publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo.
Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para
o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo,
e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer,
para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas
queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que
não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque
isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque
o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de
leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente
a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal
apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado.
Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Leia o texto para responder à questão.
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no
assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo
de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a
escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances
e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui,
ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve
publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo.
Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para
o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo,
e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer,
para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas
queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que
não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque
isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque
o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de
leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente
a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal
apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado.
Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Leia o texto para responder à questão.
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no
assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo
de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a
escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances
e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui,
ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve
publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo.
Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para
o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo,
e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer,
para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas
queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que
não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque
isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque
o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de
leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente
a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal
apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado.
Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
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Leia o texto para responder à questão.
Ser cronista
Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no
assunto.
Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo
de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a
escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances
e contos.
E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui,
ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve
publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo.
Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para
o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo,
e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer,
para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas
queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que
não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque
isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque
o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de
leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente
a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal
apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado.
Vou dizer a verdade: não estou contente.
(Clarice Lispector, A descoberta do mundo)
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