Foram encontradas 40 questões.
Analise as afirmativas seguintes e classifique-as em V (verdadeiro) ou F (falsa).
( ) Se p é um número inteiro, ímpar e p > 2, então o maior valor de x que satisfaz a inequação −p(x − p) ≥ 2(2 − x) é sempre um número ímpar.
( ) Para todo m ∈ IR, o conjunto solução da equação 2mx −m(x +1) = 0 é S = {1}
( ) Se a menor raiz da equação (I) x² + (m−1)x − 3m = 0 e a menor raiz da equação (II) 2x² + 5x − 3 = 0 são iguais, então m é a outra raiz de (I)
Tem-se a sequência correta em
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Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito: precisa-se de alguém homem ou mulher que ajude uma pessoa a ficar contente porque esta está tão contente que não pode ficar sozinha com a alegria, e precisa reparti-la. Paga-se extraordinariamente bem: minuto por minuto paga-se com a própria alegria. É urgente, pois a alegria dessa pessoa é fugaz como estrelas cadentes, que até parece que só se as viu depois que tombaram; precisa-se urgente antes da noite cair porque a noite é muito perigosa e nenhuma ajuda é possível e fica tarde demais. Essa pessoa que atenda ao anúncio só tem folga depois que passa o horror do domingo que fere. Não faz mal que venha uma pessoa triste porque a alegria que se dá é tão grande que se tem que a repartir antes que se transforme em drama. Implora-se também que venha, implora-se com a humildade da alegria-sem-motivo. Em troca oferece-se também uma casa com todas as luzes acesas como numa festa de bailarinos. Dá-se o direito de dispor da copa e da cozinha, e da sala de estar. P.S. Não se precisa de prática. E se pede desculpa por estar num anúncio a dilacerar os outros. Mas juro que há em meu rosto sério uma alegria até mesmo divina para dar.
Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito: precisa-se de alguém homem ou mulher que ajude uma pessoa a ficar contente porque esta está tão contente que não pode ficar sozinha com a alegria, e precisa reparti-la. Paga-se extraordinariamente bem: minuto por minuto paga-se com a própria alegria. É urgente, pois a alegria dessa pessoa é fugaz como estrelas cadentes, que até parece que só se as viu depois que tombaram; precisa-se urgente antes da noite cair porque a noite é muito perigosa e nenhuma ajuda é possível e fica tarde demais. Essa pessoa que atenda ao anúncio só tem folga depois que passa o horror do domingo que fere. Não faz mal que venha uma pessoa triste porque a alegria que se dá é tão grande que se tem que a repartir antes que se transforme em drama. Implora-se também que venha, implora-se com a humildade da alegria-sem-motivo. Em troca oferece-se também uma casa com todas as luzes acesas como numa festa de bailarinos. Dá-se o direito de dispor da copa e da cozinha, e da sala de estar. P.S. Não se precisa de prática. E se pede desculpa por estar num anúncio a dilacerar os outros. Mas juro que há em meu rosto sério uma alegria até mesmo divina para dar.
Clarice Lispector
(http://pensador.uol.com.br/frase
Acesso dia 30/05/2012, 17h 03 min)
(http://pensador.uol.com.br/frase
Acesso dia 30/05/2012, 17h 03 min)
A leitura global do texto permite inferir que
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Seja ABCD um paralelogramo cujos lados !$ \overline {AB} !$ e !$ \overline {BC} !$ medem, respectivamente, 5 e !$ \sqrt {10} !$
Prolongando o lado !$ \overline {AB} !$ até o ponto P, obtém-se o triângulo APD, cujo ângulo !$ A \hat PD !$ é congruente ao ângulo !$ A \hat CB !$, conforme a figura.
Então, a medida !$ \overline {AP} !$ é
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A Felicidade
Tristeza não tem fim felicidade sim.
A felicidade é como a pluma
que o vento vai levando pelo ar,
voa tão leve, mas tem a vida breve
precisa que haja vento sem parar.
A felicidade do pobre
parece a grande ilusão do carnaval
a gente trabalha o ano inteiro
por um momento de sonho
pra fazer a fantasia
de rei ou de pirata ou jardineira
pra tudo se acabar na quarta-feira.
A felicidade é como a pluma
que o vento vai levando pelo ar,
voa tão leve, mas tem a vida breve
precisa que haja vento sem parar.
A felicidade do pobre
parece a grande ilusão do carnaval
a gente trabalha o ano inteiro
por um momento de sonho
pra fazer a fantasia
de rei ou de pirata ou jardineira
pra tudo se acabar na quarta-feira.
A felicidade é como a gota de orvalho
numa pétala de flor,
brilha tranquila
depois de leve oscila
e cai como uma lágrima de amor.
numa pétala de flor,
brilha tranquila
depois de leve oscila
e cai como uma lágrima de amor.
A minha felicidade
está sonhando nos olhos
da minha namorada
É como esta noite, passando,
passando em busca da madrugada
Fale baixo por favor
pra que ela acorde
alegre com o dia
oferecendo beijos de amor.
está sonhando nos olhos
da minha namorada
É como esta noite, passando,
passando em busca da madrugada
Fale baixo por favor
pra que ela acorde
alegre com o dia
oferecendo beijos de amor.
MORAES, Vinicius e JOBIM, Tom. As mais belas serestas
brasileiras. 9ª ed. Belo Horizonte: Barvalle Indústria Gráfica
Ltda, 1989.
brasileiras. 9ª ed. Belo Horizonte: Barvalle Indústria Gráfica
Ltda, 1989.
De acordo com a 3ª estrofe, só NÂO se pode afirmar que
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Gabriel aplicou R$ 6 500,00 a juros simples em dois bancos.
No banco A, ele aplicou uma parte a 3% ao mês durante !$ { \large 5 \over 6} !$ de um ano; no banco B, aplicou o restante a 3,5% ao mês, durante !$ { \large 3 \over 4} !$ de um ano.
O total de juros que recebeu nas duas aplicações foi de R$ 2 002,50
Com base nessas informações, é correto afirmar que
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A partir da leitura da charge abaixo, é possível inferir que o/a

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A Felicidade
Tristeza não tem fim felicidade sim.
A felicidade é como a pluma
que o vento vai levando pelo ar,
voa tão leve, mas tem a vida breve
precisa que haja vento sem parar.
A felicidade do pobre
parece a grande ilusão do carnaval
a gente trabalha o ano inteiro
por um momento de sonho
pra fazer a fantasia
de rei ou de pirata ou jardineira
pra tudo se acabar na quarta-feira.
A felicidade é como a pluma
que o vento vai levando pelo ar,
voa tão leve, mas tem a vida breve
precisa que haja vento sem parar.
A felicidade do pobre
parece a grande ilusão do carnaval
a gente trabalha o ano inteiro
por um momento de sonho
pra fazer a fantasia
de rei ou de pirata ou jardineira
pra tudo se acabar na quarta-feira.
A felicidade é como a gota de orvalho
numa pétala de flor,
brilha tranquila
depois de leve oscila
e cai como uma lágrima de amor.
numa pétala de flor,
brilha tranquila
depois de leve oscila
e cai como uma lágrima de amor.
A minha felicidade
está sonhando nos olhos
da minha namorada
É como esta noite, passando,
passando em busca da madrugada
Fale baixo por favor
pra que ela acorde
alegre com o dia
oferecendo beijos de amor.
está sonhando nos olhos
da minha namorada
É como esta noite, passando,
passando em busca da madrugada
Fale baixo por favor
pra que ela acorde
alegre com o dia
oferecendo beijos de amor.
MORAES, Vinicius e JOBIM, Tom. As mais belas serestas
brasileiras. 9ª ed. Belo Horizonte: Barvalle Indústria Gráfica
Ltda, 1989.
brasileiras. 9ª ed. Belo Horizonte: Barvalle Indústria Gráfica
Ltda, 1989.
Nas duas primeiras estrofes, há uma tentativa de se definir a felicidade, para isso o eu-lírico vale-se de
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Você reconhece quando chega a felicidade?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração.
Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da felicidade diria mais ou menos o seguinte: ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela
está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela o faz dormir melhor. E olha, vou lhe contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então... hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz?
Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz - como quatro dias de Carnaval, por exemplo - não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, [...] Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo.
Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela. E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade
do que jamais fui em qualquer tempo.
do que jamais fui em qualquer tempo.
Ana Paula Padrão (adaptado)
Revista ISTOÉ 2206, de 22/02/2012.
Revista ISTOÉ 2206, de 22/02/2012.
O texto é, predominantemente,
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Você reconhece quando chega a felicidade?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração.
Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um pouco antes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da felicidade diria mais ou menos o seguinte: ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela
está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela o faz dormir melhor. E olha, vou lhe contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então... hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz?
Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz - como quatro dias de Carnaval, por exemplo - não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, [...] Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo.
Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela. E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade
do que jamais fui em qualquer tempo.
do que jamais fui em qualquer tempo.
Ana Paula Padrão (adaptado)
Revista ISTOÉ 2206, de 22/02/2012.
Revista ISTOÉ 2206, de 22/02/2012.
Sobre o tema abordado pelo texto, é possível inferir que
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Uma mãe dividiu a quantia de R$ 2 100,00 entre seus três filhos de 3, 5 e 6 anos. A divisão foi feita em partes inversamente proporcionais às idades de cada um.
Dessa forma, é verdade que
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