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Certa paciente com 36 semanas de gestação sofreu queda sobre a região abdominal, tendo em seguida se dirigido ao pronto atendimento obstétrico para avaliação. Foi realizada avaliação complementar para sofrimento fetal agudo com cardiotocografia. A cardiotocografia apresentava frequência cardíaca fetal média de 130 bpm, com variabilidade em relação à linha basal de, no máximo, 5 bpm.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A variabilidade encontrada nessa cardiografia é denominada lisa, enquanto a variabilidade normal esperada seria entre 25 bpm e 50 bpm em relação à linha de base, denominada padrão ondulatório.
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Certa paciente com 36 semanas de gestação sofreu queda sobre a região abdominal, tendo em seguida se dirigido ao pronto atendimento obstétrico para avaliação. Foi realizada avaliação complementar para sofrimento fetal agudo com cardiotocografia. A cardiotocografia apresentava frequência cardíaca fetal média de 130 bpm, com variabilidade em relação à linha basal de, no máximo, 5 bpm.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Na ausência de uso de drogas depressoras, os achados da cardiotocografia realizada sugerem hipóxia acentua.
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Certa paciente com 36 semanas de gestação sofreu queda sobre a região abdominal, tendo em seguida se dirigido ao pronto atendimento obstétrico para avaliação. Foi realizada avaliação complementar para sofrimento fetal agudo com cardiotocografia. A cardiotocografia apresentava frequência cardíaca fetal média de 130 bpm, com variabilidade em relação à linha basal de, no máximo, 5 bpm.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico de sofrimento fetal agudo não foi realizado mediante exame padrão-ouro.
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Certa paciente com 36 semanas de gestação sofreu queda sobre a região abdominal, tendo em seguida se dirigido ao pronto atendimento obstétrico para avaliação. Foi realizada avaliação complementar para sofrimento fetal agudo com cardiotocografia. A cardiotocografia apresentava frequência cardíaca fetal média de 130 bpm, com variabilidade em relação à linha basal de, no máximo, 5 bpm.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico provável é de descolamento prematuro de placenta secundário ao trauma abdominal.
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Uma paciente de 38 anos de idade está vivenciando a primeira gestação dela e seguiu o acompanhamento gestacional com a respectiva obstetra, realizando regularmente os exames laboratoriais conforme preconizados pelo Ministério da Saúde. Segue a lista de alguns dos exames realizados ao longo da gestação, transcritos não necessariamente na ordem cronológica de realização: cultura para Streptococcus do grupo B por meio de swab retovaginal: positiva; teste oral de tolerância à glicose: jejum: 80 mg/dL – após uma hora: 172 mg/dL – após duas horas: 156 mg/dL; sorologias para toxoplasmose: IgG negativo e IgM positivo; VDRL: negativo; anti-HIV: negativo; ultrassonografia morfológica fetal: circunferência cefálica com -3,2 desvios-padrões em relação à média para a idade gestacional. Sem outras alterações.
Acerca da avaliação laboratorial gestacional rotineira e dos possíveis impactos dos respectivos achados, e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em razão do achado de microcefalia na ultrassonografia morfológica fetal, é correto orientar a paciente acerca do direito de realizar interrupção da gestação, conforme resolução do Supremo Tribunal Federal.
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Uma paciente de 38 anos de idade está vivenciando a primeira gestação dela e seguiu o acompanhamento gestacional com a respectiva obstetra, realizando regularmente os exames laboratoriais conforme preconizados pelo Ministério da Saúde. Segue a lista de alguns dos exames realizados ao longo da gestação, transcritos não necessariamente na ordem cronológica de realização: cultura para Streptococcus do grupo B por meio de swab retovaginal: positiva; teste oral de tolerância à glicose: jejum: 80 mg/dL – após uma hora: 172 mg/dL – após duas horas: 156 mg/dL; sorologias para toxoplasmose: IgG negativo e IgM positivo; VDRL: negativo; anti-HIV: negativo; ultrassonografia morfológica fetal: circunferência cefálica com -3,2 desvios-padrões em relação à média para a idade gestacional. Sem outras alterações.
Acerca da avaliação laboratorial gestacional rotineira e dos possíveis impactos dos respectivos achados, e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso a referida paciente seja submetida a cesariana eletiva, não é necessário realizar a profilaxia intraparto para Streptococcus do grupo B.
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Uma paciente de 38 anos de idade está vivenciando a primeira gestação dela e seguiu o acompanhamento gestacional com a respectiva obstetra, realizando regularmente os exames laboratoriais conforme preconizados pelo Ministério da Saúde. Segue a lista de alguns dos exames realizados ao longo da gestação, transcritos não necessariamente na ordem cronológica de realização: cultura para Streptococcus do grupo B por meio de swab retovaginal: positiva; teste oral de tolerância à glicose: jejum: 80 mg/dL – após uma hora: 172 mg/dL – após duas horas: 156 mg/dL; sorologias para toxoplasmose: IgG negativo e IgM positivo; VDRL: negativo; anti-HIV: negativo; ultrassonografia morfológica fetal: circunferência cefálica com -3,2 desvios-padrões em relação à média para a idade gestacional. Sem outras alterações.
Acerca da avaliação laboratorial gestacional rotineira e dos possíveis impactos dos respectivos achados, e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A pesquisa de colonização por Streptococcus do grupo B por meio de swab retovaginal deve ser realizada preferencialmente entre 32 e 35 semanas.
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Uma paciente de 38 anos de idade está vivenciando a primeira gestação dela e seguiu o acompanhamento gestacional com a respectiva obstetra, realizando regularmente os exames laboratoriais conforme preconizados pelo Ministério da Saúde. Segue a lista de alguns dos exames realizados ao longo da gestação, transcritos não necessariamente na ordem cronológica de realização: cultura para Streptococcus do grupo B por meio de swab retovaginal: positiva; teste oral de tolerância à glicose: jejum: 80 mg/dL – após uma hora: 172 mg/dL – após duas horas: 156 mg/dL; sorologias para toxoplasmose: IgG negativo e IgM positivo; VDRL: negativo; anti-HIV: negativo; ultrassonografia morfológica fetal: circunferência cefálica com -3,2 desvios-padrões em relação à média para a idade gestacional. Sem outras alterações.
Acerca da avaliação laboratorial gestacional rotineira e dos possíveis impactos dos respectivos achados, e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O tratamento da infecção materna por toxoplasmose consiste em sulfadiazina, pirimetamina e ácido folínico.
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Uma paciente de 38 anos de idade está vivenciando a primeira gestação dela e seguiu o acompanhamento gestacional com a respectiva obstetra, realizando regularmente os exames laboratoriais conforme preconizados pelo Ministério da Saúde. Segue a lista de alguns dos exames realizados ao longo da gestação, transcritos não necessariamente na ordem cronológica de realização: cultura para Streptococcus do grupo B por meio de swab retovaginal: positiva; teste oral de tolerância à glicose: jejum: 80 mg/dL – após uma hora: 172 mg/dL – após duas horas: 156 mg/dL; sorologias para toxoplasmose: IgG negativo e IgM positivo; VDRL: negativo; anti-HIV: negativo; ultrassonografia morfológica fetal: circunferência cefálica com -3,2 desvios-padrões em relação à média para a idade gestacional. Sem outras alterações.
Acerca da avaliação laboratorial gestacional rotineira e dos possíveis impactos dos respectivos achados, e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A avaliação sorológica dessa paciente sugere a presença de infecção materna aguda por toxoplasmose.
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Determinada paciente de 23 anos de idade, G1P1, relatou história de parto extra-hospitalar em ambiente rural, laborioso, com hemorragia maciça, há cerca de três meses. Foi necessária a internação hospitalar com reposição volêmica e de hemoderivados no hospital da cidade vizinha. Após o parto, a paciente evoluiu com agalactia e amenorreia. Relatou ainda ter notado diminuição das mamas, ressecamento da mucosa vaginal, lentidão de raciocínio e diminuição dos pelos axilares e pubianos.
A respeito desse caso clínico e considerando apenas as informações apresentadas, julgue os itens a seguir.
A correta assistência obstétrica ao parto está associada com menor incidência dessa complicação.
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