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Um paciente de 58 anos de idade, negro, chega à emergência levado pela esposa por estar sonolento, queixando-se de cefaleia de forte intensidade, fadiga e episódios de náuseas seguidos de vômito de forte intensidade. A esposa relata que os sintomas se iniciaram no dia e vêm apresentando piora progressiva. Nega queixas de dor torácica e (ou) precordial, e também nega queixas álgicas abdominais. O paciente refere quadro prévio de hipertensão arterial e está em uso de anti-hipertensivos. A esposa relata que ele se queixa de episódios frequentes de cefaleia no último ano e que tem estado “muito estranho” nos últimos três meses, apresentando ações inconsequentes até nas pequenas decisões diárias. Ao exame, apresenta-se em estado geral regular, acordado e conversando, porém com aspecto sonolento, ventilando espontaneamente em ar ambiente. Apresenta ausculta cardíaca e pulmonar sem particularidades. Sinais vitais: FC = 58 bpm; FR = 22 irpm; PA = 190 mmHg x 125 mmHg; SatO 2 = 97%; e temperatura axilar (Tax) = 38,6 ºC.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Dado o quadro de crise hipertensiva, deve-se investigar a função renal, pois o paciente apresenta risco aumentado para nefroesclerose maligna em relação à média da população.
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Um paciente de 58 anos de idade, negro, chega à emergência levado pela esposa por estar sonolento, queixando-se de cefaleia de forte intensidade, fadiga e episódios de náuseas seguidos de vômito de forte intensidade. A esposa relata que os sintomas se iniciaram no dia e vêm apresentando piora progressiva. Nega queixas de dor torácica e (ou) precordial, e também nega queixas álgicas abdominais. O paciente refere quadro prévio de hipertensão arterial e está em uso de anti-hipertensivos. A esposa relata que ele se queixa de episódios frequentes de cefaleia no último ano e que tem estado “muito estranho” nos últimos três meses, apresentando ações inconsequentes até nas pequenas decisões diárias. Ao exame, apresenta-se em estado geral regular, acordado e conversando, porém com aspecto sonolento, ventilando espontaneamente em ar ambiente. Apresenta ausculta cardíaca e pulmonar sem particularidades. Sinais vitais: FC = 58 bpm; FR = 22 irpm; PA = 190 mmHg x 125 mmHg; SatO 2 = 97%; e temperatura axilar (Tax) = 38,6 ºC.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O quadro se configura em uma urgência hipertensiva e deve ser tratado imediatamente, utilizando-se medicações para reduzir a pressão arterial do paciente para 160 mmHg x 100 mmHg no período de seis horas a doze horas.
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Um paciente de 67 anos de idade demonstra quadro de dificuldade miccional progressiva, há cerca de dois anos, com infecções urinárias recorrentes e episódios de hematúria, e por isso procura o urologista. Ao exame de toque retal, apresenta próstata aumentada de tamanho, de bordos regulares e consistência fibroelástica. O urologista, então, indica o procedimento cirúrgico chamado ressecção transuretral de próstata (RTU).
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
No caso descrito, se o paciente apresentasse distúrbio da coagulação, a raquianestesia (anestesia geralmente empregada nesse tipo de procedimento) estaria contraindicada.
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Um paciente de 67 anos de idade demonstra quadro de dificuldade miccional progressiva, há cerca de dois anos, com infecções urinárias recorrentes e episódios de hematúria, e por isso procura o urologista. Ao exame de toque retal, apresenta próstata aumentada de tamanho, de bordos regulares e consistência fibroelástica. O urologista, então, indica o procedimento cirúrgico chamado ressecção transuretral de próstata (RTU).
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Atualmente a ressecção transuretral de próstata (RTU) está em desuso em razão da alta morbimortalidade, considerando que se trata de um procedimento demasiadamente invasivo.
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Uma paciente de 32 anos de idade, obesa (IMC 38 Kg/m²), diabética tipo II e em uso de hipoglicemiante oral, em tratamento de transtorno depressivo maior (bem controlado), comparece ao consultório médico demonstrando interesse em realizar cirurgia bariátrica para emagrecer, pois gostaria de reduzir o peso por questões estéticas.
A respeito desse caso clínico e da cirurgia bariátrica, e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A estabilização dos níveis de glicemia e a redução do apetite nessa paciente, se submetida a bypass gástrico com Y de Roux, decorrerão do aumento do glucagonlike peptide-1 (GLP-1).
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Uma paciente de 32 anos de idade, obesa (IMC 38 Kg/m²), diabética tipo II e em uso de hipoglicemiante oral, em tratamento de transtorno depressivo maior (bem controlado), comparece ao consultório médico demonstrando interesse em realizar cirurgia bariátrica para emagrecer, pois gostaria de reduzir o peso por questões estéticas.
A respeito desse caso clínico e da cirurgia bariátrica, e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma das opções cirúrgicas para a paciente apresentada é o bypass jejunoileal.
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Uma paciente de 32 anos de idade, obesa (IMC 38 Kg/m²), diabética tipo II e em uso de hipoglicemiante oral, em tratamento de transtorno depressivo maior (bem controlado), comparece ao consultório médico demonstrando interesse em realizar cirurgia bariátrica para emagrecer, pois gostaria de reduzir o peso por questões estéticas.
A respeito desse caso clínico e da cirurgia bariátrica, e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente mencionada não apresenta risco maior de infecção da ferida, formação de hematoma, hérnia incisional e complicações clínicas, em relação a outros pacientes.
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Uma paciente de 32 anos de idade, obesa (IMC 38 Kg/m²), diabética tipo II e em uso de hipoglicemiante oral, em tratamento de transtorno depressivo maior (bem controlado), comparece ao consultório médico demonstrando interesse em realizar cirurgia bariátrica para emagrecer, pois gostaria de reduzir o peso por questões estéticas.
A respeito desse caso clínico e da cirurgia bariátrica, e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O quadro de depressão maior da referida paciente não contraindica a cirurgia bariátrica, pois se encontra em tratamento, com a doença bem controlada.
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Uma paciente de 32 anos de idade, obesa (IMC 38 Kg/m²), diabética tipo II e em uso de hipoglicemiante oral, em tratamento de transtorno depressivo maior (bem controlado), comparece ao consultório médico demonstrando interesse em realizar cirurgia bariátrica para emagrecer, pois gostaria de reduzir o peso por questões estéticas.
A respeito desse caso clínico e da cirurgia bariátrica, e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Essa paciente não apresenta indicação para a cirurgia bariátrica, pois o IMC dela é menor do que 40 Kg/m².
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Uma paciente de 32 anos de idade, obesa (IMC 38 Kg/m²), diabética tipo II e em uso de hipoglicemiante oral, em tratamento de transtorno depressivo maior (bem controlado), comparece ao consultório médico demonstrando interesse em realizar cirurgia bariátrica para emagrecer, pois gostaria de reduzir o peso por questões estéticas.
A respeito desse caso clínico e da cirurgia bariátrica, e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O procedimento ao qual essa paciente será submetida tem como uma das respectivas complicações a estenose da anastomose. O diagnóstico dessa complicação é tipicamente estabelecido por meio de videolaparoscopia exploradora.
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