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1747677 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Determinada paciente de 22 anos de idade chega ao posto de saúde da família com histórico de ocorrências de dores musculares e episódios intermitentes de dores em punhos e em mãos bilateralmente e simetricamente no último mês. Relata os episódios de dor como independentes da realização de esforços. Refere ter percebido, no último mês, o surgimento de regiões de hiperemia e lesões de pele escamosas em cotovelos, mãos e no couro cabeludo. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, corada, hidratada, eupneica em ar ambiente, com PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 74 bpm, FR = 21 irpm e SatO2 = 98%.

Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A presença de hemossedimentação aumentada e de um fator reumatoide positivo não têm utilidade na diferenciação entre artrite psoriática e artrite reumatoide, pois ambas são artrites soropositivas.

 

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1747676 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Determinada paciente de 22 anos de idade chega ao posto de saúde da família com histórico de ocorrências de dores musculares e episódios intermitentes de dores em punhos e em mãos bilateralmente e simetricamente no último mês. Relata os episódios de dor como independentes da realização de esforços. Refere ter percebido, no último mês, o surgimento de regiões de hiperemia e lesões de pele escamosas em cotovelos, mãos e no couro cabeludo. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, corada, hidratada, eupneica em ar ambiente, com PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 74 bpm, FR = 21 irpm e SatO2 = 98%.

Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A presença de uma poliartrite periférica simétrica fala mais a favor de quadros como artrite reumatoide e lúpus eritematoso sistêmico, diminuindo a probabilidade diagnóstica de um quadro de artrite psoriática.

 

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1747675 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 56 anos de idade chega à emergência queixando-se de desconforto em andar superior do abdome, com sensação de náuseas, iniciados há cerca de três dias. Relata que hoje apresentou calafrios, náuseas e vômitos e que, no momento, está com mal-estar e tontura. Na avaliação inicial, encontra-se em regular estado geral, com fácies de dor, ictérica, com PA = 90 mmHg x 50 mmHg, temperatura axilar (Tax) = 38,4 ºC, FR = 26 irpm e Sat = 96%. Ao exame, refere dor à palpação de quadrante superior direito do abdome e apresenta vesícula palpável. Durante a anamnese, refere quadro prévio de diabetes mellitus tipo 2 insulinodependente, hipertensão arterial e obesidade (IMC = 32 Kg/m²). Quando questionada a respeito da icterícia, contou que, nos últimos três meses, os respectivos familiares disseram frequentemente que ela precisava de uma dieta melhor, pois “parecia amarelada e estava emagrecendo muito rápido”. Menciona já ter apresentado um episódio com sintomas semelhantes há cerca de dois meses, porém com menor intensidade e sem a presença de febre e tontura. Relata que o episódio teve resolução espontânea e que a coloração amarelada da pele “sumiu por um tempo”.

Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A presença de obesidade e de diabetes mellitus no histórico são fatores de risco para suspeitar de uma neoplasia de cabeça de pâncreas.

 

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1747674 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 56 anos de idade chega à emergência queixando-se de desconforto em andar superior do abdome, com sensação de náuseas, iniciados há cerca de três dias. Relata que hoje apresentou calafrios, náuseas e vômitos e que, no momento, está com mal-estar e tontura. Na avaliação inicial, encontra-se em regular estado geral, com fácies de dor, ictérica, com PA = 90 mmHg x 50 mmHg, temperatura axilar (Tax) = 38,4 ºC, FR = 26 irpm e Sat = 96%. Ao exame, refere dor à palpação de quadrante superior direito do abdome e apresenta vesícula palpável. Durante a anamnese, refere quadro prévio de diabetes mellitus tipo 2 insulinodependente, hipertensão arterial e obesidade (IMC = 32 Kg/m²). Quando questionada a respeito da icterícia, contou que, nos últimos três meses, os respectivos familiares disseram frequentemente que ela precisava de uma dieta melhor, pois “parecia amarelada e estava emagrecendo muito rápido”. Menciona já ter apresentado um episódio com sintomas semelhantes há cerca de dois meses, porém com menor intensidade e sem a presença de febre e tontura. Relata que o episódio teve resolução espontânea e que a coloração amarelada da pele “sumiu por um tempo”.

Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A presença de icterícia de caráter flutuante, no histórico da paciente, exclui a possibilidade de uma neoplasia da papila de Vater.

 

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1747673 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 56 anos de idade chega à emergência queixando-se de desconforto em andar superior do abdome, com sensação de náuseas, iniciados há cerca de três dias. Relata que hoje apresentou calafrios, náuseas e vômitos e que, no momento, está com mal-estar e tontura. Na avaliação inicial, encontra-se em regular estado geral, com fácies de dor, ictérica, com PA = 90 mmHg x 50 mmHg, temperatura axilar (Tax) = 38,4 ºC, FR = 26 irpm e Sat = 96%. Ao exame, refere dor à palpação de quadrante superior direito do abdome e apresenta vesícula palpável. Durante a anamnese, refere quadro prévio de diabetes mellitus tipo 2 insulinodependente, hipertensão arterial e obesidade (IMC = 32 Kg/m²). Quando questionada a respeito da icterícia, contou que, nos últimos três meses, os respectivos familiares disseram frequentemente que ela precisava de uma dieta melhor, pois “parecia amarelada e estava emagrecendo muito rápido”. Menciona já ter apresentado um episódio com sintomas semelhantes há cerca de dois meses, porém com menor intensidade e sem a presença de febre e tontura. Relata que o episódio teve resolução espontânea e que a coloração amarelada da pele “sumiu por um tempo”.

Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A condição mais comumente associada a um quadro de colangite é a obstrução parcial ou completa do trato biliar por lesões neoplásicas.

 

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1747672 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 56 anos de idade chega à emergência queixando-se de desconforto em andar superior do abdome, com sensação de náuseas, iniciados há cerca de três dias. Relata que hoje apresentou calafrios, náuseas e vômitos e que, no momento, está com mal-estar e tontura. Na avaliação inicial, encontra-se em regular estado geral, com fácies de dor, ictérica, com PA = 90 mmHg x 50 mmHg, temperatura axilar (Tax) = 38,4 ºC, FR = 26 irpm e Sat = 96%. Ao exame, refere dor à palpação de quadrante superior direito do abdome e apresenta vesícula palpável. Durante a anamnese, refere quadro prévio de diabetes mellitus tipo 2 insulinodependente, hipertensão arterial e obesidade (IMC = 32 Kg/m²). Quando questionada a respeito da icterícia, contou que, nos últimos três meses, os respectivos familiares disseram frequentemente que ela precisava de uma dieta melhor, pois “parecia amarelada e estava emagrecendo muito rápido”. Menciona já ter apresentado um episódio com sintomas semelhantes há cerca de dois meses, porém com menor intensidade e sem a presença de febre e tontura. Relata que o episódio teve resolução espontânea e que a coloração amarelada da pele “sumiu por um tempo”.

Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

É correto suspeitar de um quadro de colangite, pois a paciente apresenta os sinais que compõem a tríade de Charcot: dor abdominal, icterícia e hipotensão arterial.

 

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1747671 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 83 anos de idade, tabagista (consumiu 1 maço/dia durante 50 anos), já diagnosticado previamente com quadro de DPOC, chegou à emergência levado pela filha. Refere queixa de tosse produtiva, com aumento da frequência de tosse e escarro, apresentando fadiga e sensação de mal-estar. A filha relata que o paciente já apresentou dois episódios semelhantes durante o ano, sendo tratado com antibioticoterapia. Leva consigo uma espirometria recente, com VEF1 = 47% do previsto e VEF1/CVF < 70%. O paciente apresenta-se em regular estado geral, dispneico, sonolento e confuso, com presença de roncos e estertores difusos à ausculta pulmonar. Observam-se temperatura axilar (Tax) = 38,1 ºC, FR = 32 irpm, Sat = 92% e PA = 110 mmHg x 65 mmHg, FC = 110 bpm.

No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Em relação a exacerbações de quadros de DPOC, os micro-organismos mais comumente envolvidos nas infecções bacterianas são H. influenza, S. pneumoniae e M. catarrhalis.

 

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1747670 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 83 anos de idade, tabagista (consumiu 1 maço/dia durante 50 anos), já diagnosticado previamente com quadro de DPOC, chegou à emergência levado pela filha. Refere queixa de tosse produtiva, com aumento da frequência de tosse e escarro, apresentando fadiga e sensação de mal-estar. A filha relata que o paciente já apresentou dois episódios semelhantes durante o ano, sendo tratado com antibioticoterapia. Leva consigo uma espirometria recente, com VEF1 = 47% do previsto e VEF1/CVF < 70%. O paciente apresenta-se em regular estado geral, dispneico, sonolento e confuso, com presença de roncos e estertores difusos à ausculta pulmonar. Observam-se temperatura axilar (Tax) = 38,1 ºC, FR = 32 irpm, Sat = 92% e PA = 110 mmHg x 65 mmHg, FC = 110 bpm.

No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Caso o paciente apresente um escore mMRC de 1 e um escore CAT de 8, levando-se em consideração a classificação integrada proposta pelo GOLD, ele pertenceria ao grupo C (alto risco de exacerbações e pouco sintomático).

 

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1747669 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 83 anos de idade, tabagista (consumiu 1 maço/dia durante 50 anos), já diagnosticado previamente com quadro de DPOC, chegou à emergência levado pela filha. Refere queixa de tosse produtiva, com aumento da frequência de tosse e escarro, apresentando fadiga e sensação de mal-estar. A filha relata que o paciente já apresentou dois episódios semelhantes durante o ano, sendo tratado com antibioticoterapia. Leva consigo uma espirometria recente, com VEF1 = 47% do previsto e VEF1/CVF < 70%. O paciente apresenta-se em regular estado geral, dispneico, sonolento e confuso, com presença de roncos e estertores difusos à ausculta pulmonar. Observam-se temperatura axilar (Tax) = 38,1 ºC, FR = 32 irpm, Sat = 92% e PA = 110 mmHg x 65 mmHg, FC = 110 bpm.

No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Quanto à estratificação de gravidade do DPOC proposta pelo guideline Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD), a espirometria do paciente o encaixa no estadiamento GOLD II.

 

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1747668 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 83 anos de idade, tabagista (consumiu 1 maço/dia durante 50 anos), já diagnosticado previamente com quadro de DPOC, chegou à emergência levado pela filha. Refere queixa de tosse produtiva, com aumento da frequência de tosse e escarro, apresentando fadiga e sensação de mal-estar. A filha relata que o paciente já apresentou dois episódios semelhantes durante o ano, sendo tratado com antibioticoterapia. Leva consigo uma espirometria recente, com VEF1 = 47% do previsto e VEF1/CVF < 70%. O paciente apresenta-se em regular estado geral, dispneico, sonolento e confuso, com presença de roncos e estertores difusos à ausculta pulmonar. Observam-se temperatura axilar (Tax) = 38,1 ºC, FR = 32 irpm, Sat = 92% e PA = 110 mmHg x 65 mmHg, FC = 110 bpm.

No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Esse paciente pontua 2 pontos no escore de gravidade CRB-65, devendo-se avaliar a necessidade de internação hospitalar para tratamento no momento.

 

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