Foram encontradas 110 questões.
WHAT’S IN A NAME
People from cultures around the globe have always believed names have magical powers, and that just by giving a certain name, you can instill positive qualities in your baby. It is such “magical” or even sub-conscious thinking that may have been behind names such as Faith, Hope, and Charity, which were popular many years ago in the U.S.
Astrological names, for example, are chosen according to the time of birth, in the hopes that such names will be lucky and work with harmony under the stars. A child born under the sign of Leo might be given a name that means lion – the zodiac symbol of Leo. Oriental astrologers believe there must be a balance of the basic elements – earth, fire, metal, water, air and wood – to have a smooth course in life. When a baby’s horoscope is read, if there appears to be too much of one element, metal for example, the baby might be given a name which means “Earth” to balance the elements in his/her life.
Names are chosen for a variety of reasons. Sometimes, names have deep personal meaning for the parents, or they have traditionally been names given to children in their families. Some names have religious significance for the parents, and others are chosen simply because the parents like the sound of the name. Whatever the reason, it is important for parents to remember that, like it or not, others will form opinions about their child according to their name. Research has shown that people are often stereotyped as successful, plain, popular or otherwise all because of their name.
Choose the statement which is supported by the information in the text.
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Analise as alternativas abaixo e, a seguir, marque a alternativa correta.
I. Os vocábulos pé e lê são dois fonemas distintos nos quais foram utilizados os acentos (´) e (^).
II. Em falavam /falávãw/, ouve-se o fonema mas não se encontra registrado na escrita.
III. Em quais, Uruguai e queijo encontram-se três vogais e por isso há tritongo em todas três.
IV. Em mínguam , delinqüem e enxáguem h á três tritongos nasais.
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FORA DA AGENDA
A preservação dos recursos ambientais é um tema que pouco entra nas preocupações dos brasileiros. Talvez por ser novo, talvez pela permanência de um velho ufanismo que os leva a crer em natureza exuberante, inesgotável, renovável por si mesma. Esquecem que não há exuberância capaz de resistir à devastação, e que o deserto talvez os espreita amanhã.
Cenas filmadas nos últimos dias da selva opulenta da região amazônica na área da tragédia com o Boeing da Gol, onde vicejam árvores frondosas de mais de 40 metros de altura, revelam que ainda há muito por preservar no meio dos indícios de agonia: no Pantanal Mato grossense, a extinção gradativa de espécies animais, retirada ilegal de madeiras nobres na Amazônia, que, aos poucos, perde os flancos sob o denteado gume das motosserras. Transformam matas fechadas em capim para o gado.(...)
Sentiu-se a voz presa do ambientalismo, que deveria se fazer ouvir com eloqüência. A ocupação de espaços rurais se faz ao estilo dos solos urbanos – de improviso, tocada pela aventura empresarial do interesse econômico ganancioso. Haveria muito o que discutir na Bahia, a respeito deste capítulo das políticas públicas: a exata demarcação e defesa de reservas indígenas, o amparo aos resíduos da Mata Atlântica, o combate às carvoarias, o socorro urgente ao Rio São Francisco.
( Adapt. A TARDE, Opinião, Editorial – 02/ 10/ 2006)
Há uma antítese em:
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FORA DA AGENDA
A preservação dos recursos ambientais é um tema que pouco entra nas preocupações dos brasileiros. Talvez por ser novo, talvez pela permanência de um velho ufanismo que os leva a crer em natureza exuberante, inesgotável, renovável por si mesma. Esquecem que não há exuberância capaz de resistir à devastação, e que o deserto talvez os espreita amanhã.
Cenas filmadas nos últimos dias da selva opulenta da região amazônica na área da tragédia com o Boeing da Gol, onde vicejam árvores frondosas de mais de 40 metros de altura, revelam que ainda há muito por preservar no meio dos indícios de agonia: no Pantanal Mato grossense, a extinção gradativa de espécies animais, retirada ilegal de madeiras nobres na Amazônia, que, aos poucos, perde os flancos sob o denteado gume das motosserras. Transformam matas fechadas em capim para o gado.(...)
Sentiu-se a voz presa do ambientalismo, que deveria se fazer ouvir com eloqüência. A ocupação de espaços rurais se faz ao estilo dos solos urbanos – de improviso, tocada pela aventura empresarial do interesse econômico ganancioso. Haveria muito o que discutir na Bahia, a respeito deste capítulo das políticas públicas: a exata demarcação e defesa de reservas indígenas, o amparo aos resíduos da Mata Atlântica, o combate às carvoarias, o socorro urgente ao Rio São Francisco.
( Adapt. A TARDE, Opinião, Editorial – 02/ 10/ 2006)
Assinale a proposição na qual o termo destacado tem a mesma função sintática da expressão grifada em “Sentiu-se a voz presa do ambientalismo (...)” .
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Quanto à concordância verbal, marque a alternativa correta.
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O VÍCIO DOCENTE
As estimativas referentes ao universo laboral na educação brasileira (desde as creches até as universidades) apontam a existência de quase 3 milhões de postos de trabalho docentes — mais da metade concentrada no ensino fundamental. Se a elas fossem somadas as práticas não formais, o número talvez aumentasse em progressão aritmética. Trata-se, pois, de um contingente populacional gigantesco cujas feições comporiam uma figura deveras disforme, caso pretendêssemos esboçar alguma espécie de retrato identitário do segmento.
Dentre tantas descontinuidades que designam o campo pedagógico, uma delas é digna de nota: a rotatividade dos profissionais. A cada ano, uma massa de novos professores adentra as salas de aula pela primeira vez, movidos por um impulso tão difuso quanto imponderável. Nunca se saberá por que o fazem. No entanto, mais intrigante do que aquilo que os atraiu à docência é o que, mais tarde, os fará persistir nesse bravo ofício.
A idéia de bravura não remete apenas aos perigos que espreitam aqueles que ali se embrenham, mas também à coragem de afrontar o lugar comum de que se passa uma fatalidade com quem, hoje, se propõe a ensinar — o que talvez explique o olhar condescendente dos alheios ao campo pedagógico. E eles estão certos. Isso porque a docência é mais cativa do vício do que do arbítrio. Professores de fato são aqueles que não conseguiram evitálo. Nada além.
Eis aqui a anatomia do vício docente: todo início de ano letivo é ocasião de tormento e, ao mesmo tempo, de alguma alegria. Tormento porque a experiência anterior de nada nos serve, já que os mais novos subvertem quase tudo que supúnhamos saber sobre o ofício. Eles são transeuntes dispersos, sempre de passagem, que usurpam sem piedade o que nós levamos um ano inteiro para construir. Daí, estranhamente, a sensação de alegria. Sem sabê-lo, os alunos nos condenam a ter de nos deslocar sempre e sempre. Monotonia aqui não há, tampouco pacificação do espírito.
Não obstante, quanto mais avançamos na idade, menos dispostos nos tornamos a habitar o desterro que esse excêntrico vício decreta. E é aí que desponta seu avesso: o hábito. Pelo fato de que a docência demanda uma vitalidade constante, muitos vão tombando pelo caminho, ludibriados pela promessa de uma existência rotineira e cumulativa em sala de aula, quando tudo que ela requer são extravagâncias. Ideal se fosse uma ocupação intermitente, da qual pudéssemos sair e a ela retornar mais tarde, apenas quando tomados por alguma inspiração criadora. Não o é, entretanto. Seus ditames circunscrevem-se a esse trabalho vigilante e implacável de experimentação de modos de vida inusitados em sala de aula. Um trabalho que principia e, tantas vezes, se encerra em nós mesmos. Nós que, por pura dependência e gratuidade, nos incumbimos de estranhar as coisas do mundo, deste pobre mundo. Nós?
(AQUINO, Júlio Groppa. In: Educação. São Paulo ano 10, n. 118, p. 46, fev. 2007.)
A palavra “laboral” formou-se pelo mesmo processo que:
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“Aquele senhor contou-me que conhece um lugar cujas condições climáticas mumificam os cadáveres enterrados, sem necessidade de qualquer embalsamamento. Ele esteve nesse lugar, como turista, quando se podia já visitar um museu subterrâneo onde os antigos mortos se apresentavam intactos em seus corpos e em seus vestidos.
Sucedeu que, na época das exumações, começaram a encontrar esses corpos assim admiravelmente conservados. Pensaram, a princípio, que fossem casos especiais, quem sabe, mesmo, casos de santidade. Mas à medida que iam sendo feitas as sucessivas exumações, no prazo que a cada uma correspondia, notou-se que o fenômeno era geral. Foi quando alguém, com forte vocação turística, sugeriu, que se organizasse o tal museu subterrâneo."
(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende.)
Assinale a alternativa correta.
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FORA DA AGENDA
A preservação dos recursos ambientais é um tema que pouco entra nas preocupações dos brasileiros. Talvez por ser novo, talvez pela permanência de um velho ufanismo que os leva a crer em natureza exuberante, inesgotável, renovável por si mesma. Esquecem que não há exuberância capaz de resistir à devastação, e que o deserto talvez os espreita amanhã.
Cenas filmadas nos últimos dias da selva opulenta da região amazônica na área da tragédia com o Boeing da Gol, onde vicejam árvores frondosas de mais de 40 metros de altura, revelam que ainda há muito por preservar no meio dos indícios de agonia: no Pantanal Mato grossense, a extinção gradativa de espécies animais, retirada ilegal de madeiras nobres na Amazônia, que, aos poucos, perde os flancos sob o denteado gume das motosserras. Transformam matas fechadas em capim para o gado.(...)
Sentiu-se a voz presa do ambientalismo, que deveria se fazer ouvir com eloqüência. A ocupação de espaços rurais se faz ao estilo dos solos urbanos – de improviso, tocada pela aventura empresarial do interesse econômico ganancioso. Haveria muito o que discutir na Bahia, a respeito deste capítulo das políticas públicas: a exata demarcação e defesa de reservas indígenas, o amparo aos resíduos da Mata Atlântica, o combate às carvoarias, o socorro urgente ao Rio São Francisco.
( Adapt. A TARDE, Opinião, Editorial – 02/ 10/ 2006)
Analise as afirmativas abaixo e, a seguir, marque a alternativa correta.
I. Em “Talvez por ser novo (...)”, o vocábulo assinalado pode ser considerado um elemento catafórico, porque remete à seqüência do texto.
II. O pronome oblíquo os funciona como um anafórico, cujo anaforizado é brasileiros.
III. A expressão “Esquecem que (...)” poderia ser substituída corretamente por “Esquecem-se que (...)”.
IV. A expressão “(...) onde vicejam árvores frondosas (...)” poderia ser substituída por “onde vegetam com exuberância árvores com muitas folhagens e ramos”, sem prejuízo para a interpretação.
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O VÍCIO DOCENTE
As estimativas referentes ao universo laboral na educação brasileira (desde as creches até as universidades) apontam a existência de quase 3 milhões de postos de trabalho docentes — mais da metade concentrada no ensino fundamental. Se a elas fossem somadas as práticas não formais, o número talvez aumentasse em progressão aritmética. Trata-se, pois, de um contingente populacional gigantesco cujas feições comporiam uma figura deveras disforme, caso pretendêssemos esboçar alguma espécie de retrato identitário do segmento.
Dentre tantas descontinuidades que designam o campo pedagógico, uma delas é digna de nota: a rotatividade dos profissionais. A cada ano, uma massa de novos professores adentra as salas de aula pela primeira vez, movidos por um impulso tão difuso quanto imponderável. Nunca se saberá por que o fazem. No entanto, mais intrigante do que aquilo que os atraiu à docência é o que, mais tarde, os fará persistir nesse bravo ofício.
A idéia de bravura não remete apenas aos perigos que espreitam aqueles que ali se embrenham, mas também à coragem de afrontar o lugar comum de que se passa uma fatalidade com quem, hoje, se propõe a ensinar — o que talvez explique o olhar condescendente dos alheios ao campo pedagógico. E eles estão certos. Isso porque a docência é mais cativa do vício do que do arbítrio. Professores de fato são aqueles que não conseguiram evitálo. Nada além.
Eis aqui a anatomia do vício docente: todo início de ano letivo é ocasião de tormento e, ao mesmo tempo, de alguma alegria. Tormento porque a experiência anterior de nada nos serve, já que os mais novos subvertem quase tudo que supúnhamos saber sobre o ofício. Eles são transeuntes dispersos, sempre de passagem, que usurpam sem piedade o que nós levamos um ano inteiro para construir. Daí, estranhamente, a sensação de alegria. Sem sabê-lo, os alunos nos condenam a ter de nos deslocar sempre e sempre. Monotonia aqui não há, tampouco pacificação do espírito.
Não obstante, quanto mais avançamos na idade, menos dispostos nos tornamos a habitar o desterro que esse excêntrico vício decreta. E é aí que desponta seu avesso: o hábito. Pelo fato de que a docência demanda uma vitalidade constante, muitos vão tombando pelo caminho, ludibriados pela promessa de uma existência rotineira e cumulativa em sala de aula, quando tudo que ela requer são extravagâncias. Ideal se fosse uma ocupação intermitente, da qual pudéssemos sair e a ela retornar mais tarde, apenas quando tomados por alguma inspiração criadora. Não o é, entretanto. Seus ditames circunscrevem-se a esse trabalho vigilante e implacável de experimentação de modos de vida inusitados em sala de aula. Um trabalho que principia e, tantas vezes, se encerra em nós mesmos. Nós que, por pura dependência e gratuidade, nos incumbimos de estranhar as coisas do mundo, deste pobre mundo. Nós?
(AQUINO, Júlio Groppa. In: Educação. São Paulo ano 10, n. 118, p. 46, fev. 2007.)
As palavras “segmento” , “imponderável” , “usurpam” e “desterro”, considerando o contexto, apresentam como conteúdo semântico, respectivamente:
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase abaixo, respectivamente.
“Em virtude de investigações psicológicas que me referi, nota-se crescente aceitação de que é preciso pôr termo indulgência e inação dos que têm assistido escalada da pornoviolência”.
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