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Recém-nascido, sexo masculino, nascido a termo por parto normal, com peso de 3180 g, comprimento 50 cm, tem aumento de bilirrubina medida em 13 mg/dL com 48 horas de vida. Foram afastadas causas hemolíticas para a icterícia. Na continuidade da investigação, identificou- se causa decorrente da deficiência ou inibição de conjugação da bilirrubina.
O diagnóstico é
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A vasculite mais comum na criança, acometendo arteríolas e vênulas, com identificação de IgA no interior das paredes dos capilares cutâneos, é
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Menino, 4 anos de idade, tem dores em membros inferiores 2 a 3 vezes por semana, melhoram com massagens na região da dor, coxas, panturrilhas e região pré-tibial. Quando a dor o acorda à noite, é medicado com paracetamol ou anti-inflamatório não hormonal. Ao acordar, não tem queixas e faz as atividades habituais. O exame físico é normal, com articulações sem limitações ao movimento, sem edema ou alterações de cor ou temperatura, pulsos presentes e simétricos.
O diagnóstico adequado ao quadro é
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Menino, 3 dias de vida, nascido de parto normal, PN = 3 050 g, E = 48 cm, Apgar 7/9, apresenta hipoatividade, pele pálida e fria, ausência de pulsos nos 4 membros, sopro sistólico +/4+ e eletrocardiograma com sobrecarga ventricular esquerda.
A hipótese diagnóstica ao quadro é
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Menino, 10 anos de idade, frequenta escola e joga futebol em campinho de várzea. Há 1 semana, apresentou picos febris medidos entre 38 e 40 °C, cefaleia, calafrios, mialgia generalizada, náuseas e vômitos por 2 dias. Persiste com picos febris, cefaleia intensa bitemporal e frontal, dor muscular mais intensa em membros inferiores, principalmente em panturrilhas. Ao exame, está prostrado, com hemorragias em conjuntivas com pouca secreção purulenta. O fígado é palpável a 2 cm do RCD e baço a 3 cm do RCE. No exame do líquido cefalorraquidiano, há 380 células/mm3, sendo 90% linfócitos, glicose 60 mg/dL, proteínas 70 mg/dL. A hipótese diagnóstica provável é
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O esquema terapêutico antituberculose, para ser mais efetivo, deve atender os objetivos de ter atividade bactericida precoce, prevenir a emergência de bacilos resistentes e ter atividade esterelizante. Os medicamentos com maior atividade bactericida precoce são:
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Menina, 6 anos de idade, ao retornar ao atendimento em Unidade Básica de Saúde, recebeu indicação de vacinação ainda não realizada. Aos 4 anos, com calendário vacinal completo para a idade, recebeu vacina oral para poliomielite e tríplice bacteriana; aos 4 anos e 6 meses, e segunda dose para febre amarela.
A vacina indicada naquele atendimento em UBS é
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Menino, 5 anos de idade, apresenta febre medida em 38,5 e 40 °C há 1 dia. Há 3 dias, tem tosse com estridor e elimina secreção branca ou amarela. Nega disfagia ou sialorreia. Ao exame, está toxemiado, com esforço respiratório, FC = 120 bpm, FR = 36 mrm. Na ausculta pulmonar, há roncos esparsos. O diagnóstico e tratamento indicados ao quadro, respectivamente, são:
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Recém-nascido, parto normal, 35 semanas de gestação, peso de nascimento 2 920 g, foi recebido em campo aquecido, a via aérea está pérvia, FC = 89 bpm, com sensor de oximetria em pulso radial, foi ventilado com pressão positiva e ar ambiente. A frequência cardíaca monitorada subiu para 105 bpm, e a oximetria foi de 82%, com 5 minutos de vida.
A oferta de oxigênio para esta criança deve ser, então:
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Menino, 4 anos de idade, tem crises de broncoespasmo quando tem infecções respiratórias, desde os 9 meses de idade, após quadro de bronquiolite viral aguda. Tem diagnóstico de dermatite atópica e obstrução nasal frequente. Está em uso de corticoide inalatório em dose baixa há 6 meses, com bom controle das crises de broncoespasmo, com nova avaliação prevista em 3 meses. Hoje tem tosse e dificuldade respiratória, sem febre ou outro sintoma. A orientação prescrita, para o controle da crise aguda em casa e procurar atendimento médico se não houver melhora, é
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