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Entende-se por Domínio Morfoclimático e Fitogeográfico um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial, de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área, onde haja um esquema coerente de feições de relevo, tipos de solo, formas de vegetação e condições climato-hidrológicas. Tais domínios espaciais, de feições paisagísticas e ecológicas integradas, ocorrem em uma espécie de área principal, de certa dimensão e arranjo, em que condições fisiográficas e biogeográficas formam um complexo relativamente homogêneo e extensivo.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)
A essa área mais típica e contínua, denomina-se
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Levantamentos topográficos ou com o uso de GPS trazem dados em planilhas ou em um banco de dados específico. Em alguns casos, podem ser agregados dados com atributos gráficos vetoriais.
(FITZ, P. R. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. p. 100. Adaptado)
A alternativa que apresenta a definição de estrutura vetorial é:
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Em um mapa ou uma carta é possível observar possíveis indicações de norte: o Norte Geográfico (NG), aquele indicado por qualquer meridiano geográfico, ou seja, na direção do eixo de rotação do Planeta; o Norte Magnético (NM), que apresenta a direção do polo norte magnético, o mesmo indicado pela agulha imantada de uma bussola; e o Norte da Quadrícula, que é aquele representado nas cartas topográficas, seguindo-se, no sentindo sul-norte, à direção das quadrículas.
(FITZ, P. R. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. p. 37. Adaptado)
O ângulo formado entre o NM e o NG é denominado de
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Ao analisar os pesos relativos dos grandes setores econômicos em termos de valor adicionado ou de PIB, mede-se como o país mudou em relação à época em que sua principal base era exportadora de produtos agrícolas e minérios e também em relação à época de sua decolagem industrial.

(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil –
Disparidades e dinâmicas do território. 3a ed. São Paulo: EDUSP, 2018.p. 191 e 192. Adaptado)
Considerando a figura, o setor de maior importância para a economia brasileira é
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Considere o mapa para responder à questão.
Brasil recursos minerais

(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
As áreas indicadas pelos números 1 e 2 correspondem, respectivamente,
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A rápida expansão da agricultura tecnificada de grãos e fibras no cerrado brasileiro se deve a um conjunto de fatores, sendo um deles
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Considere a pirâmide etária do Brasil para responder à questão.
Pirâmide etária (2010)

(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
A pirâmide etária de 2010 reflete
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Considere o mapa e os textos para responder à questão.
Brasil: domínios morfoclimáticos

(Ab’Sáber, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.)
I. Este domínio tem mostrado ser o meio físico, ecológico e paisagístico mais complexo e difícil em relação às ações antrópicas. É uma área sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos em todo o território brasileiro. Área de mamelonização extensiva, afetando todos os níveis da topografia (de 10-20 m a 1100-1300 m) de altitude.
II. Este domínio com aproximadamente 400 mil quilômetros quadrados é sujeito a climas subtropicais úmidos de planaltos com invernos relativamente brandos. O domínio comporta as paisagens menos “tropicais” do país. Ainda que a pedração dos solos não tenha sido muito grande na maior parte dos planaltos, é digno de nota que restem apenas 15% a 20% da biomassa original do domínio.
Os textos I e II referem-se, respectivamente, aos domínios indicados no mapa pelos números
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Nas últimas décadas tem-se observado um crescente processo de desconcentração industrial no Brasil. Dentre os argumentos utilizados para explicar o processo destaca-se
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Considere o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) das seguintes regiões metropolitanas:
|
Região Metropolitana |
IDHM 2000 |
IDHM 2010 |
|
Belém |
0,621 |
0,729 |
|
Belo Horizonte |
0,682 |
0,729 |
|
Curitiba |
0,698 |
0,783 |
|
Fortaleza |
0,622 |
0,732 |
|
Manaus |
0,585 |
0,720 |
|
Rio de Janeiro |
0,686 |
0,771 |
|
São Paulo |
0,714 |
0,794 |
(https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&id=24037)
O aumento dos índices das regiões metropolitanas entre 2000 e 2010 deveu-se, principalmente,
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