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The regional accentism that secretly affects life prospects

At age 22, Gav Murphy was living outside his home country Wales for the first time, working in his first job in media production in London. His South Wales Valleys accent was very thick, he recalls. He’d say ‘tha’ rather than ‘that’, for instance. He was perfectly understandable; yet a senior colleague overseeing his work insisted Murphy change his accent so all the broadcasters sounded uniform on air. The effects of adaptation were far-reaching. “It sort of broke my brain a little bit,” says Murphy. “I thought about literally every single thing I was saying, literally every time I was saying it. Moving to standard English was just laborious.”
Foreign-accent discrimination is rampant in professional settings. But discrimination can also extend to certain native speakers of a language, because of the judgements attached to particular accents. While many employers are becoming very sensitive to other types of bias, accent bias remains challenging to root out. But it doesn’t have to be this way.
While the cognitive shortcuts that contribute to accent bias may be universal, the degree of accent awareness and prejudice varies greatly. For instance, “The UK has a very, very fine-tuned system of accent prestige,” says Devyani Sharma, a sociolinguist at QueenMary University of London. “It’s a combination of a very monolingual past, where English developed as a symbol of the nation, and the very acute social class hierarchy historically.” She adds that overt accent bias in the US is based more on race, whereas in the UK, it’s more tied to class.
In some cases, accent bias is directly related to government policy. Since the 1860s, the Japanese government has modernised the country with a focus on Tokyo, says Shigeko Kumagai, a linguist at Shizuoka University, Japan. “Thus, standard Japanese was established based on the speech of educated Tokyoites.” In contrast, the Tohoku dialect spoken in northern Japan became “the most stigmatised dialect in Japan”, says Kumagai. Its image is “rural, rustic, old, stubborn, narrow-minded, backward, poor, uneducated, etc”. Young women from Tohoku are often given discriminatory treatment that makes them feel ashamed of their accents.
Kumagai’s research shows that the strong stereotyping of the Tohoku dialect is perpetuated by the concentration of the media industry in the Japanese capital. Indeed, the world over, the media has an enormous impact on perceptions of accents. So we understand why the preponderance of UK broadcasters in London likely contributed to the marginalisation of Murphy’s Welsh accent.
(Christine Ro. www.bbc.com, 08.05.2022. Adaptado)
Suppose that, while reading the article in greater detail, some students complain they have never been taught the phrasal verb “root out”. As you tell them to try and guess the meaning of the expression from clues in the context, you are helping them develop the coping strategy named
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The regional accentism that secretly affects life prospects

At age 22, Gav Murphy was living outside his home country Wales for the first time, working in his first job in media production in London. His South Wales Valleys accent was very thick, he recalls. He’d say ‘tha’ rather than ‘that’, for instance. He was perfectly understandable; yet a senior colleague overseeing his work insisted Murphy change his accent so all the broadcasters sounded uniform on air. The effects of adaptation were far-reaching. “It sort of broke my brain a little bit,” says Murphy. “I thought about literally every single thing I was saying, literally every time I was saying it. Moving to standard English was just laborious.”
Foreign-accent discrimination is rampant in professional settings. But discrimination can also extend to certain native speakers of a language, because of the judgements attached to particular accents. While many employers are becoming very sensitive to other types of bias, accent bias remains challenging to root out. But it doesn’t have to be this way.
While the cognitive shortcuts that contribute to accent bias may be universal, the degree of accent awareness and prejudice varies greatly. For instance, “The UK has a very, very fine-tuned system of accent prestige,” says Devyani Sharma, a sociolinguist at QueenMary University of London. “It’s a combination of a very monolingual past, where English developed as a symbol of the nation, and the very acute social class hierarchy historically.” She adds that overt accent bias in the US is based more on race, whereas in the UK, it’s more tied to class.
In some cases, accent bias is directly related to government policy. Since the 1860s, the Japanese government has modernised the country with a focus on Tokyo, says Shigeko Kumagai, a linguist at Shizuoka University, Japan. “Thus, standard Japanese was established based on the speech of educated Tokyoites.” In contrast, the Tohoku dialect spoken in northern Japan became “the most stigmatised dialect in Japan”, says Kumagai. Its image is “rural, rustic, old, stubborn, narrow-minded, backward, poor, uneducated, etc”. Young women from Tohoku are often given discriminatory treatment that makes them feel ashamed of their accents.
Kumagai’s research shows that the strong stereotyping of the Tohoku dialect is perpetuated by the concentration of the media industry in the Japanese capital. Indeed, the world over, the media has an enormous impact on perceptions of accents. So we understand why the preponderance of UK broadcasters in London likely contributed to the marginalisation of Murphy’s Welsh accent.
(Christine Ro. www.bbc.com, 08.05.2022. Adaptado)
Teaching reading in English is not simply teaching the vocabulary or structures in a text. It means helping students develop reading skills and abilities, as well as establish a purpose for the readings they make.
One important reading ability is reading to grasp the gist of a text. As a teacher, you would then tell your students to go over the article “The regional accentism that secretly affects life prospects” in order to identify its main idea, which is summarized in alternative:
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Leia o texto para responder à questão.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)
Passando-se as formas verbais em destaque nos versos − no livro que lês / Quando fechas o livro, eles alçam voo – para a primeira pessoa do plural, tem-se, respectivamente:
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Leia o texto para responder à questão.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)
No verso – Os poemas são pássaros que chegam − há
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Leia o texto para responder à questão.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
Assinale a alternativa em que os trechos − Conheço meus sentimentos... – e – ...que movem o comportamento. – foram reescritos de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.
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Leia o texto para responder à questão.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisac. Tendemos a confundi-losa, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuemd. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre elesb. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delase é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
No trecho − Estamos sempre em contato com nossos sentimentos... −, a expressão em destaque tem a mesma função sintática do que se destacou em:
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Leia o texto para responder à questão.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
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Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase.
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Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
De acordo com o texto, é possível afirmar que
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