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Homem 68 anos com diabetes tipo 2, hipertensão, doença arterial coronariana e obesidade é internado na UTI por IAM cem elevação de segmento ST em parede anterior. A intervenção coronariana percutânea é realizada e um stent colocado na artéria descendente anterior esquerda. No 4º dia pós IAM, ele evolui com alteração do estado mental e dispneia grave. Sinais vitais: frequência cardíaca: 120 bpm; pressão arterial: 85 x 50 mmHg; frequência respiratória: 28/min; saturação de oxigênio de 90% com máscara nasal de 6 L. Um novo sopro holossistólico alto e áspero é ouvido na borda esternal inferior esquerda. O ECG permanece inalterado em comparação com o realizado no dia anterior. O cateter de Swan-Ganz é colocado e os seguintes dados são obtidos*:
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Variáveis |
Pressão (mmHg) |
Saturação de O2 (%) |
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Átrio direito |
14 | 56 |
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Ventrículo direito |
54 x 12 |
82 |
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Artéria pulmonar |
54 x 33 |
82 |
* A pressão capilar pulmonar é de 25 mmHg com ondas “V” observadas.
A causa mais provável da evolução do paciente é
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Homem de 43 anos apresenta quadro de vômitos recorrentes e alguns episódios de hematêmese nas últimas 48 horas, sem conseguir se alimentar ou ingerir bebidas desde então. O histórico é positivo para uso diário de etanol em grande quantidade há 15 anos e cocaína há 3 anos. Ao chegar no hospital, ele recebe ondansetrona, omeprazol e reposição de fluidos com glicose. Nas próximas horas, ele evolui com turvação visual progressiva e fica cada vez mais desorientado, atáxico e disártrico.
A explicação mais provável para essa evolução é
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Considerando um paciente que apresenta desconforto respiratório agudo (SDRA/ARDS), o aumento da PEEP (pressão expiratória final positiva) para otimização do suporte ventilatório tem qual efeito mais relevante?
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Mulher de 52 anos com esclerodermia é internada na UTI com síncope e dispneia progressiva em repouso. O ecocardiograma transtorácico revela ventrículo direito dilatado com função reduzida e derrame pericárdico moderado sem tamponamento. O cateterismo cardíaco direito mostra: pressão arterial pulmonar média de 50 mmHg, pressão atrial direita média de 24 mmHg, índice cardíaco de 1,4 L/min/m2 e pressão de oclusão capilar pulmonar de 10 mmHg.
Nessa paciente, o próximo passo recomendado é
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Homem de 45 anos envolveu-se em um acidente automobilístico em alta velocidade e apresenta as seguintes lesões: hemorragia intraparenquimatosa, lesão axonal difusa, fratura do corpo vertebral T4, paraplegia T4 e múltiplas fraturas bilaterais de costelas. No 9o dia de internação, o paciente permanece intubado, apresenta febre e secreções espessas do tubo endotraqueal. A lavagem alveolar brônquica subsequente é realizada e a cultura produz enterococo resistente à vancomicina (VRE).
Qual é a escolha de antibiótico a ser usado?
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Mulher de 18 anos sofre acidente de moto sem capacete com fratura em região frontal esquerda do crânio com contusão cortical. A escala de coma de Glasgow é 10. Ela é internada na unidade de terapia intensiva e não teve convulsões.
Nessa paciente, constitui uma afirmação verdadeira em relação à sua convulsão:
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Mulher de 73 anos com histórico de doença vascular periférica, hipertensão e diabete tipo 2 é admitida na UTI com hipotensão após um infarto agudo do miocárdio na sala de recuperação anestésica, em seguida a uma colecistectomia. O ecocardiograma de beira de leito (POC) mostra insuficiência cardíaca direita. A pressão capilar pulmonar em cunha pelo cateter de Swan-Ganz é de 8 mmHg.
A próxima intervenção para condição hemodinâmica dessa paciente é
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Homem de 75 anos com DPOC (VEF1 de 45% do previsto) é intubado na sala de emergência por insuficiência respiratória hipercápnica devido a uma exacerbação aguda da doença. Após a intubação, os sinais vitais estão estáveis. Gasometria arterial à chegada: pH 7,24; PCO2: 78 mmHg; PaO2: 44 mmHg; bicarbonato: 32 mEq/L. Ele está em ventilação assistido-volume-controlada, com volume corrente de 400 mL (6 mL/kg), frequência respiratória de 28/min, FiO2 de 60% e PEEP de 8 cm H2O. Após a transferência para a UTI, a nova gasometria é: pH: 7,18; PCO2: 85 mmHg; PaO2: 115 mmHg. Nesse momento, os sinais vitais são: temperatura: 36,4 ºC; frequência cardíaca: 125 bpm; pressão arterial 85 x 45 mmHg; frequência respiratória: 26/min.
Nesse momento, o próximo passo imediato recomendado é
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Homem de 55 anos apresenta infarto agudo do miocárdio com elevação de ST em derivações II, III e aVF. Os sinais vitais mostram: frequência cardíaca: 56 bpm; pressão arterial: 75 x 55 mmHg; saturação de oxigênio em ar ambiente: 96%. O ecocardiograma revela dilatação e disfunção ventricular direita. O paciente é entubado e colocado em ventilação mecânica. Apesar do aumento das doses de dobutamina e noradrenalina, o paciente apresenta choque cardiogênico contínuo, com aumento dos níveis de lactato e diminuição do débito urinário.
O próximo passo mais adequado no manejo desse paciente é
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Homem de 48 anos apresenta hematêmese de grande volume. Ele tem uma extensa história de abuso de álcool. Ao exame físico: frequência cardíaca: 135 bpm; pressão arterial: 90 x 47 mmHg; abdome com ascite.
Em relação à hemorragia digestiva nesse paciente, é correto afirmar:
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