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Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a condição potencialmente maligna do vermelhão do lábio inferior resultante da exposição crônica à luz ultravioleta (UV).
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Homem com 72 anos, agricultor, apresenta lesão ulcerada com bordas elevadas e peroladas na região temporal direita, com 2,5 cm de diâmetro, evolução de oito meses e crescimento progressivo. Ao exame, observa-se ulceração central com crosta sero-hemática, bordas elevadas, endurecidas e peroladas, com telangiectasias superficiais. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. A biópsia confirma carcinoma basocelular (CBC) nodular infiltrativo.
Qual a melhor conduta terapêutica para esse caso?
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Qual é o microrganismo bastonete Gram-positivo facultativo ou anaeróbio estrito, não ácido-resistente, ramificado e filamentoso, mais frequentemente encontrado na actinomicose, que pode ser encontrado na mucosa bucal, na cárie dentária e em suas cavidades profundas e no biofilme dental?
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Paciente do sexo masculino, com 38 anos, descendente de chineses, apresenta-se com linfonodomegalia cervical bilateral alta (níveis IIA e IIB) de evolução progressiva há três meses. Relata episódios de epistaxe leve, zumbido no ouvido esquerdo e cefaleia occipital. Nega tabagismo ou etilismo. Ao exame físico, observam-se múltiplos linfonodos cervicais bilaterais nos níveis II, III e V, o maior com 4 cm, de consistência endurecida e pouco móveis. A nasofibroscopia evidencia lesão submucosa em parede posterolateral da rinofaringe à esquerda. A biópsia revela carcinoma não queratinizante (tipo II da OMS). O PET-CT não evidencia metástases à distância.
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o principal fator etiológico associado a esse tipo de tumor e o melhor método para avaliar a resposta ao tratamento.
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Paciente apresentando aumento de volume endurecido, apagamento do sulco nasolabial e edema no ângulo medial do olho, associado a histórico prévio de odontalgia severa, febre e inapetência. Frente ao quadro infeccioso descrito, qual espaço facial primário deve ser acessado para realização de drenagem do abscesso dento-alveolar descrito?
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Homem, com 42 anos, relata obstrução nasal unilateral à direita, epistaxe recorrente e hipoacusia à direita com sete meses de evolução. Nas últimas semanas, notou diplopia e dor em região temporal direita. Ao exame físico, observa-se paralisia do VI par craniano à direita e linfonodomegalia cervical alta ipsilateral, com 3,0 cm no maior diâmetro, endurecida e fixa. A nasofibroscopia revela lesão vegetante em rinofaringe com extensão para fossa nasal direita. A ressonância magnética evidencia lesão expansiva em rinofaringe com extensão para base do crânio e invasão do seio cavernoso direito. A biópsia confirma carcinoma indiferenciado do tipo nasofaríngeo (UCNT).
Qual o estadiamento clínico (TNM – AJCC 8ª edição) e a melhor abordagem terapêutica inicial para esse caso?
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A fossa pterigopalatina é um espaço em fenda situado abaixo do crânio, entre a maxila, o processo pterigoide do esfenoide e a lâmina perpendicular do osso palatino. Esse estreito espaço é ocupado por ramificações de qual importante nervo?
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Os músculos lumbricais da mão, laterais e mediais, são inervados respectivamente pelos nervos
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Paciente do sexo masculino, com 65 anos, tabagista (30 maços/ano) e etilista (quatro doses de destilado/dia/20 anos), apresenta-se com odinofagia há cinco meses, seguida por rouquidão persistente, disfagia progressiva e emagrecimento de 8 kg nos últimos três meses. Na nasofibrolaringoscopia, observa-se lesão vegetante em região retrocricoidea com extensão para a parede medial do recesso piriforme esquerdo e fixação da hemilaringe ipsilateral. A tomografia computadorizada cervical mostra lesão infiltrativa com invasão grosseira da cartilagem cricoide e presença de linfonodos cervicais ipsilaterais níveis II e III, o maior medindo 2,5 cm, com necrose central. A biópsia confirma carcinoma epidermoide pouco diferenciado. PET-CT não evidencia metástases à distância. Após discussão multidisciplinar, optou-se por tratamento cirúrgico.
Qual a melhor abordagem cirúrgica e a reconstrução indicada para esse caso?
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Paciente do sexo masculino, com 58 anos, tabagista há quarenta anos (40 maços/ano) e etilista crônico, apresenta disfagia progressiva para sólidos há quatro meses, odinofagia, perda ponderal de 10 kg no período e sensação de “caroço” na garganta. Na videolaringoscopia, observa-se lesão ulceroinfiltrativa em recesso piriforme direito, estendendo-se para parede lateral da hipofaringe, limitada superiormente na prega faringoepiglótica, sem comprometimento da mobilidade das pregas vocais. A tomografia computadorizada evidencia lesão com realce heterogêneo após contraste, medindo 3,8 cm em seu maior diâmetro, restrita à hipofaringe, sem invasão de cartilagens ou estruturas adjacentes. Não há linfonodomegalias cervicais suspeitas. A biópsia confirma carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado.
Qual o estadiamento clínico correto (TNM – AJCC 8ª edição) e a melhor opção terapêutica, respectivamente, para esse caso?
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