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Em uma instabilidade do carpo devido a uma dissociação lunato-piramidal, qual o tipo de instabilidade esperado no raio-X do punho?
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Paciente do sexo feminino, de 58 anos, não tabagista e não etilista, apresenta lesão leucoplásica em soalho bucal com 1,8 cm de diâmetro, com áreas eritematosas e endurecimento à palpação. A paciente relata crescimento progressivo da lesão nos últimos seis meses e dor leve relacionada a alimentação. A biópsia incisional revela carcinoma espinocelular bem diferenciado com invasão superficial do tecido conjuntivo. A ressonância magnética mostra lesão restrita ao assoalho bucal sem invasão de estruturas adjacentes e sem evidência de comprometimento linfonodal. PET-CT não evidencia metástases à distância ou linfonodais. Após ressecção cirúrgica com margens de 1 cm, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular bem diferenciado com 1,5 cm no maior diâmetro, profundidade de invasão de 6 mm, invasão perineural presente em pequenos filetes nervosos, invasão linfovascular presente, margens cirúrgicas livres, porém exíguas.
Qual a conduta mais adequada para essa paciente no pós-operatório?
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Paciente masculino, de 11 anos, vítima de queda de bicicleta com trauma em face. No exame clínico e radiográfico, foi diagnosticada fratura do terço médio da raiz. O tratamento imediato consiste em
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Paciente do sexo masculino, de 62 anos, tabagista há 40 anos (20 cigarros/dia), etilista crônico, apresenta lesão ulcerada na língua há três meses. Ao exame loco-regional, observa-se, em borda direita de língua, uma lesão predominantemente infiltrativa com 3,5 cm de diâmetro, endurecida, que dista 2,0 cm do V lingual e 1,5 cm da linha média, sem acometimento do soalho da boca. Na palpação do pescoço, apresenta linfonodo cervical ipsilateral palpável, fixo, endurecido e indolor, com 1,5 cm de diâmetro em nível IB. A biópsia incisional do tumor primário confirma carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado. A tomografia computadorizada cervical evidencia lesão restrita à língua sem invasão de estruturas adjacentes e presença de linfonodo cervical ipsilateral irregular com necrose central de 1,8 cm. Não há evidência de metástases à distância.
Considerando o estadiamento TNM (8a edição) e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?
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O conhecimento do perfil comportamental da criança no consultório odontológico é fundamental para facilitar a relação profissional e paciente e, consequentemente, para o sucesso do tratamento. De acordo com a classificação de Costa, descrita em Antonio Carlos Guedes-Pinto, Anna Carolina Volpi Mello-Moura – Odontopediatria, 9a edição – Editora Santos, 2016, quais são as características de uma criança assustada?
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Homem de 60 anos, com diagnóstico de carcinoma papilífero da tireoide, sem evidências de metástases linfonodais nem à distância, foi submetido a tireoidectomia total, e o exame anatomopatológico mostrou carcinoma papilífero clássico com 3,0 cm no maior diâmetro e extensão extratireoidiana microscópica aos tecidos extratireoidianos vizinhos.
Qual é a estratificação de risco para esse caso, de acordo com os guidelines da American Thyroid Association?
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De acordo com os princípios de cirurgia oral, o segundo passo para remoção cirúrgica de dentes inclusos impactados, quando o paciente já está anestesiado, é a
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A tabela a seguir apresenta os limites de identificação de produtos de degradação em medicamentos.
| Dose Máxima Diária | Limites |
|---|---|
| < 1 mg | 1,0% ou 5 µg ATD, o que for menor |
| 1 mg – 10 mg | 0,5% ou 20 µg ATD, o que for menor |
| > 10 mg – 2 g | 0,2% ou 2 mg ATD, o que for menor |
| > 2 g | X |
ATD = administração total diária
De acordo com a RDC nº 964/2025, X pode ser substituído por
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Sobre o reimplante do dedo, qual a ordem correta de reparo das estruturas?
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Paciente do sexo feminino, com 22 anos, apresenta nódulo tireoidiano único de 3,2 cm em lobo direito, descoberto em exame de rotina. Nega sintomas compressivos, disfagia ou disfonia. Não há histórico familiar de câncer de tireoide. Ao exame físico, observa-se nódulo palpável, mas não visível, móvel à deglutição, sem linfonodomegalias cervicais. A função tireoidiana está normal (TSH: 1,8 mUI/L; T4 livre: 1,2 ng/dL). A ultrassonografia evidencia nódulo sólido, isoecogênico, com margens regulares, sem microcalcificações, mais largo do que alto, classificado como TIRADS 3. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revela Bethesda II (benigno), compatível com nódulo coloide.
Qual a conduta mais adequada para esse caso?
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