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Em agosto de 1834, os políticos moderados promoveram uma reformulação constitucional imperial, conhecida como Ato adicional, tendo em vista a adição e alterações em artigos da Constituição de 1824. A mudança mais significativa instituída foi:
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Observe o mapa a seguir que mostra a distribuição dos domínios morfoclimáticos brasileiros. Assinale a alternativa que identifica a correspondência incorreta entre a letra e o respectivo nome do Domínio Morfoclimático.

Fonte: adaptado de Aziz Ab’Saber. In: Terra, Lygia. Conexões: estuidos de geografia do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 196.
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Leia o texto e responda a questão abaixo.
A criação do mundo
Todos os livros sagrados têm uma resposta sobre a natureza e a origem do Universo. Por que isso é tão importante para as religiões?
Texto de Tarso Araújo
No começo, era o nada. Então alguém resolveu contar a origem de tudo. E assim nasceu a tentativa do homem de explicar a origem do Universo. As civilizações mais antigas já tinham essa questão existencial. E as religiões, preocupadas em dar respostas a seus fiéis, não poderiam deixar de formular suas respostas. “Como surgiu tudo? Como é a origem do planeta, das coisas, do homem? Essas são as primeiras perguntas que o homem faz a si mesmo. Sejam indígenas, africanas, orientais, grandes ou pequenas, novas ou antigas, todas as religiões terão respostas para isso”, diz o teólogo da PUC-SP, Rafael Rodrigues, especialista no Antigo Testamento, que começa com a narrativa do livro do Gênese.
Na falta de referências, os homens costumam usar como matéria-prima dos mitos o mundo real para responder essas perguntas transcendentais. Por isso, a cosmologia de cada grupo social é um reflexo da cultura e do momento histórico de quem a inventa. “Os mitos colocam o que é mais importante na cultura local com uma importância proporcional nos mitos de criação”, diz Rodrigues. Logo o sol e a água, essenciais para a produção agrícola e a sobrevivência, sempre ocuparam lugar de destaque na mitologia das civilizações antigas. Muitas histórias sobre a origem do mundo começam contando como esses recursos foram criados ou controlados pelo homem.
Segundo a mitologia iorubá, no início dos tempos havia dois mundos: Orum, espaço sagrado dos orixás, e Aiyê, que seria dos homens, feito apenas de caos e água. Por ordem de Olorum, o deus supremo, o orixá Oduduá veio à Terra trazendo uma cabaça com ingredientes especiais, entre eles a terra escura que jogaria sobre o oceano para garantir morada e sustento aos homens. Para a tradição religiosa chinesa, o caos inicial era como um ovo no qual entraram em equilíbrio os princípios opostos, yin e yang. Desse equilíbrio nasceu Pangu, gigante de cujo corpo se formou a água, a terra e o Sol.
Às vezes os mitos de criação são verdadeiros tratados políticos de sua época. “Só compreendemos o 1º capítulo do Gênese se entendemos a catástrofe dos povos que o escreveram”, diz Rodrigues. A cosmologia judaico-cristã foi escrita por povos dos antigos territórios de Israel e Judá, levados à força para a Babilônia, onde pagavam tributos. “Quando dizem que ‘antes a terra estava vazia e sem forma’, eles não se referem ao planeta, mas ao território deles, que ficou devastado e abandonado após a invasão dos povos assírios.” A ordem de criação das coisas no mito é uma provocação ao poder local. A primeira frase do Gênese diz que Deus fez a luz. Só no 4º dia Ele criaria o Sol, contrariando a cosmologia dos opressores babilônios, para quem Marduk, o Sol, era o deus supremo e criador de todas as coisas, inclusive da luz.
Ainda contando a tragédia dos povos de Israel e Judá, os capítulos 2 e 3 do Gênese mostram o que acontece quando um camponês perde aquilo que é mais primordial para sua sobrevivência: a horta. “O sentido da palavra que traduzimos para jardim, em hebraico, é horta”, diz Rodrigues. Ao ser expulso do Éden e perdê-la, Adão comerá “o pão com o suor do rosto” e Eva sentirá aumentar “as dores do parto” porquê, em vez de ter filhos de 7 em 7 anos, como era o hábito, terá de engravidar mais vezes para o casal ter mais filhos e mão-de-obra. Trabalhando para os babilônios, eles precisavam produzir mais para pagar impostos. “O mito nasce como uma crítica ao sistema produtivo da época. É um texto antitributarista”, afirma Rodrigues.
A versão de quem lê
A cosmologia das religiões geralmente é elaborada a partir de mitos mais antigos. Ao se apropriar deles, elas se alimentam do mito e ao mesmo tempo o fortalecem. Afinal, elas transformam as lendas em algo mais que a realidade: a verdade de Deus. E é nesse processo de assimilação que geralmente os mitos são organizados em livros sagrados, quando também entram em jogo as interpretações e tradições orais e escritas que vão orientar sua leitura pelos fiéis.
Os mitos do Gênese, por exemplo, foram escritos entre os séculos 8 e 5 a.C., mas a organização deles numa Torá só começaria no século 2 a.C. Nessa época, é provável que o texto tenha sofrido mudanças e adaptações, segundo os ideais do judaísmo nascente. A própria escolha dos textos também obedece os critérios da religião que o organiza, como aconteceria com o Novo Testamento, no início do cristianismo.
Mesmo fora dos livros sagrados, as tradições e interpretações dos mitos de criação fundamentam valores, regras morais e de comportamento para seus seguidores. “Há textos rabínicos que interpretam cada linha do Gênese para mostrar que a mulher não pode dar testemunho em público. Porque, quando ela tomou alguma decisão, levou o homem ao erro e ao pecado. A partir daí aparece toda a questão da sujeição da mulher”, diz Rodrigues. As tradições construídas a partir do texto às vezes se tornam mais fortes no imaginário do que os originais. Quando lembramos de Adão e Eva no paraíso, é comum pensarmos na maçã, como retratado na imagem da página anterior. Apesar de a palavra maçã não aparecer no texto do Gênese.
A cosmologia do hinduísmo também explica, além da origem do mundo, sua organização social. Segundo os Vedas, 3 divindades são responsáveis pelos ciclos de criação e destruição do Universo: Brahma cria, Vishnu preserva e Shiva o destrói para que o ciclo recomece. Para criar o mundo e os humanos, Brahma fez dois deuses de si: Gayatri e Purusha, o homem cósmico de onde foram feitas todas as coisas. Mas, enquanto alguns homens nasceram da boca de Purusha, e se tornaram sacerdotes, outros nasceram dos pés, e se tornaram os escravos da sociedade indiana.
O exemplo da sociedade hindu é apenas mais um exemplo de como os mitos sobre a criação do Universo fazem bem mais que resolver questões existenciais ao estabelecer relações de poder e detalhar códigos de conduta. O que faz deles ferramentas importantes para a coesão social, como parte indispensável da cultura e da identidade de um povo.
Em: https://super.abril.com.br/historia/a-criacao-do-mundo/. Acesso em 26/03/2020.
Ao escrevermos formalmente, temos que observar a seleção vocabular bem como a concordância e a regência nominal e verbal. Portanto, devemos verificar o emprego de cada palavra e seu significado dentro do contexto em que foi inserida para evitarmos equívocos e interpretações equivocadas. Dos fragmentos retirados do texto acima, o verbo sublinhado que apresenta erro quanto à regência é:
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Segundo o Decreto 10.024, de 20 de setembro de 2019, é responsabilidade da autoridade máxima do órgão ou da entidade, ou a quem possuir a competência, designar agentes públicos para o desempenho das funções de pregoeiro e de membros da equipe de apoio da licitação.
Marque a alternativa que apresenta algumas das atribuições do pregoeiro:
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A penetração para o sertão ainda utilizava as mesmas trilhas dos índios ou os caminhos abertos nos séculos coloniais. Por eles, os tropeiros conduziam a civilização ao interior rude e longínquo. O progresso geográfico do café permitiu a implantação das estradas de ferro.
Nesse processo de modernização dos transportes e industrialização teve um papel de destaque um empresário que atuou nos mais diversos ramos da economia e em algumas pioneiras à época, como a ligação por via marítima, por meio de cabo submarino, coube a (ao):
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- História do BrasilEra VargasO Estado Novo (1937-1945): a Guinada Autoritária e a Constituição de 1937
No transcurso da Era Vargas, principalmente entre os anos de 1934-37, ocorreu um dualismo ideológico entre uma direita inclinada para os ideais fascistas, encabeçada ao redor do Movimento Integralista de Plínio Salgado, e a esquerda Marxista, tendo como partido político o Partido Comunista Brasileiro (PCB), e como liderança o famigerado, Luís Carlos Prestes.
A respeito do Integralismo, qual das características abaixo não fazia parte de seu ideário?
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De acordo com a finalidade e competência da sindicância, é correto afirmar que:
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LEIA O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER A QUESTÃO
A VIDA NA PRÉ-HISTÓRIA: ESQUEÇA O QUE VOCÊ SABE SOBRE OS HOMENS DAS CAVERNAS
Eles não costumavam viver em cavernas, nem puxavam as mulheres pelos cabelos. A rotina dos humanos pré-históricos era muito mais complexa do que parece.
(Fragmentos do texto original e modificado)
Primeiros passos
Lucy exibia um corpinho escultural para quem viveu há 3,2 milhões de anos: 1 metro de altura e ancas largas. Tinha braços longos, pernas curtas e barrigão, como um chimpanzé. Mas o joelho e a pelve indicam que ela andava sobre os dois pés. “Tornar-se bípede foi talvez a primeira e principal característica distintiva dos humanos”, afirma o antropólogo Donald Johanson. Por isso, quando encontrou os restos de Lucy na Etiópia, em 1974, ele teve certeza: era um ancestral hominídeo.
Lucy mostra como as adaptações na biologia repercutiram em nossa cultura desde cedo. Quando ela veio ao mundo, as florestas etíopes estavam encolhendo devido a mudanças climáticas. Os hominídeos, então, desceram das árvores atrás de alimento. E desenvolveram um novo jeito de andar, deixando as mãos livres. Não tinham garras nem dentes afiados. Sua vantagem era outra e essencial: o cérebro.
Para obter pistas sobre os hábitos de Lucy e de seus pares, os cientistas estudam primatas não-humanos. “Orangotangos são solitários, gibões são monogâmicos, gorilas machos geralmente dominam haréns femininos e os chimpanzés vivem em comunidades promíscuas de machos e fêmeas”, diz o biólogo Jared Diamond, da Universidade da Califórnia. Como os chimpanzés são nossos primos mais próximos, é possível que a sociedade de Lucy fosse, digamos, bem “liberal”.
Há 2,5 milhões de anos, nossos ancestrais já talhavam a pedra sílex (lintstone, em inglês) para obter ferramentas toscas usadas para quebrar ossos e nozes. Também saberiam usar plantas medicinais, já que os chimpanzés comem certas folhas para combater parasitas do intestino. Mas, diferentemente dos Flintstones, eles não comiam bifes de dinossauros (extintos muito antes), e sim ovos, frutas, carcaças abandonadas e até insetos.
O Homo erectus teria sido o primeiro a controlar o fogo, entre 1 milhão e 500 mil anos atrás. Conseguia acender chamas batendo o sílex contra um cristal de pirita e usava as fogueiras para se aquecer, afugentar animais, endurecer as pontas de lanças. Foi o início da conquista da natureza.
Desde os tempos de Lucy, a seleção natural prevaleceu e muitas espécies desapareceram. Há 200 mil anos, porém, os homens se tornaram anatomicamente parecidos conosco: Homo sapiens. Ficaram mais inteligentes e solidários. “Com o crescimento do cérebro, as fêmeas sapiens precisaram comer mais proteínas para alimentar o feto. Já os machos podiam ter uma dieta mais simples.
Essa complementação teria feito surgir a noção de solidariedade própria da família”, afirma o arqueólogo Jean Clottes, autor de La Prehistoria Explicada a los Jovenes. Os casais se tornaram mais estáveis e passaram a cuidar juntos dos filhos – que deixariam de ser meras crias.
Eles provavelmente viviam em grupos que compartilhavam costumes e laços familiares. “Cada grupo seria formado por 20 ou 30 pessoas. Se fossem maiores, teriam problemas de abastecimento, e os muito pequenos dificilmente conseguiriam caçar e enfrentar ataques de animais”, diz Clottes. “Não viviam muito. A maioria não passava dos 25 anos, mas alguns chegavam aos 60.”
Havia intercâmbio entre os grupos: objetos similares foram encontrados em lugares distantes. Essa troca teria sido feita por aventureiros solitários ou por mais pessoas, até porque eles sempre se moviam em busca de recursos naturais. E, diferentemente do que muitos pensam, os humanos pré-históricos não costumavam viver em cavernas – identificadas com o sobrenatural. Eles moravam em cabanas feitas de peles, ossos e pedras.
Algumas cavernas, sim, eram habitadas, principalmente na Europa, mas sempre mais perto da superfície que do subterrâneo. A comida era assada em fogueiras ou cozida no que seria a primeira panela: um caldeirão feito de pele animal. Os homens, aqueciam pedras na chama e as jogavam no caldeirão.
Em casos raros, eles poderiam se alimentar da própria espécie. Evidências indicam que essa prática ocorreu em várias épocas, fosse por fome, fosse para tentar adquirir o espírito do adversário. Na hora de se limpar, cutucavam os dentes com tocos de madeira e se banhavam nos rios. E para fazer as necessidades? Sem problema: eles eram poucos e a natureza... acolhedora.
Em: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-como-vivia-homem-na-pre-historia.phtml. Acesso em 21/05/2020
Leia atentamente os fragmentos abaixo e identifique a oração cujo termo sublinhado apresenta adjunto adverbial de lugar:
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Suponha que você tenha sido nomeado para exercer a função de fiscal de contrato do serviço de readequação das instalações dos alojamentos da sua Organização Militar.
De acordo com a Lei 8.666/93, é correto afirmar que uma das suas atribuições seria:
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Tendo como amparo o Art. 27, da Lei N° 6.880, de 09 de dezembro de 1980, e suas alterações, analise as assertivas abaixo e assinale a única alternativa que não denota uma manifestação essencial do valor militar:
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