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Foram encontradas 36 questões.

São exemplos de verbos da 2ª conjugação:
 

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Funções bijetoras possuem função inversa porque elas são invertíveis, mas devemos tomar cuidado com o domínio da nova função obtida. Identifique a alternativa que apresenta a função inversa de !$ f(x) = x + 3 !$.

 

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Sejam as funções reais dadas por !$ f(x)=5x+1 !$ e !$ g(x)=3x-2 !$. Se !$ m=f(n) !$ , então !$ g(m) !$ vale:

 

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Os ventos alísios são correntes de ar que sopram constantemente das proximidades dos trópicos para o Equador. Em razão do movimento da Terra, os ventos, que se deslocam em linha reta, sofrem um desvio aparente na sua trajetória, chamado:

 

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A equação da circunferência de centro !$ (1,2) !$ e raio 3 é:

 

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Utilizando os valores aproximados !$ \log2=0,30 !$ e !$ \log3=0,48 !$, encontramos para !$ \log \sqrt[3]{12} !$ o valor de:

 

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2350907 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: DECEx
Orgão: EsSA
Os tons que têm a mesma armadura de clave, uma alteração a mais na armadura e uma alteração a menos na armadura, são chamados de:
 

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2350904 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: DECEx
Orgão: EsSA
O acorde de 5ª Aumentada é encontrado no grau ou graus da escala:
 

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2350903 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: DECEx
Orgão: EsSA
O efeito de acentuações de uma nota executada em tempo fraco ou parte fraca de tempo e prolongada ao tempo forte ou parte forte do tempo seguinte é chamado de:
 

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Vício em celular atrapalha vida afetiva e gera nomofobia
Celulares supermodernos estão presentes no dia-a-dia de muitas pessoas e acabaram gerando uma nova doença: a nomofobia.
A palavra é uma abreviação de “no mobile phobia” que, literalmente, significa o medo de ficar sem celular.
Pesquisa recente revelou que 18% dos brasileiros admitem ser viciados nos seus aparelhos. Em outro levantamento, feito pela revista ‘Time’ e pela empresa Qualcomm, 35% dos brasileiros afirmaram consultar o celular a cada dez minutos ou menos.
Para a neuropsicóloga e sexóloga Sônia Eustáquia Fonseca a linha que separa o normal do patológico pode ser tênue e imperceptível à primeira vista, porque a pessoa dá desculpas que o excesso de uso do celular faz parte do trabalho. No entanto, ela não consegue desligar o celular em nenhum momento – nem durante o cinema, teatro, trabalho, consultas médicas, igrejas, salas de aula, dentre outros locais onde ele é inconveniente.
“No início a pessoa só precisa manter o celular ao alcance, depois ele tem que estar junto, mesmo em um bolso ou na mão. A partir daí tudo que ela resolvia com o computador, que de certa forma lhe exigia um ritual, como ligar, sentar em uma mesa etc, deixa de ser necessário; a pessoa passa a resolver tudo pelo celular ou a consultá-lo a todo o momento. Dessa forma, se ela abria o computador uma ou duas vezes ao dia para olhar e-mails e facebook, ela passa a fazer isso tempo todo, pelo celular. Eu tenho pacientes que levantam a noite para olhar, ficam com ele na cama, debaixo do cobertor. Temos que lembrar que são os mesmos sintomas de uma adicção ou vício”, diz Sônia.
E as consequências desse uso excessivo do celular são inúmeras. Como ninguém gosta da desatenção do outro, os demais passam a exigir que a pessoa escute ou pelo menos ouça; por isso, o uso abusivo, tem gerado brigas entre os casais e descontentamento de familiares e amigos.
Quem convive perto da pessoa é quem primeiro percebe o vício ao reparar que caiu a produtividade de seu trabalho, estudos ou até mesmo a diminuição do interesse sexual.
Entre os casais, o uso abusivo do celular pode gerar ciúmes e desconfianças. Também gera afastamento. Está cada vez mais comum que mesmo durante um jantar a dois, o casal use os aplicativos do aparelho.
O acompanhamento psicológico será sempre a melhor solução para essas pessoas porque na verdade o abuso do celular é sintoma de algo que tem raízes mais profundas. Geralmente a pessoa com nomofobia à predisposição a vícios e a medos de ficar só. “Por isso tratamos como se fosse um medo de ficar sem o seu aparelho de comunicação móvel. Nesses casos o celular é o objeto de afeto que consegue tirar a pessoa do sentimento de medo de ficar só”, afirma a neuropsicóloga.
No final do texto “Vício em celular atrapalha vida afetiva e gera nomofobia”, conclui-se que:
 

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