Foram encontradas 50 questões.
Sendo R o resto da divisão do número 2.345 pelo número 20, o valor de (R + 5) x 2 é:
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Um certo trabalhador teve um aumento salarial de 8% e passou a receber R$ 1.404,00. Logo, o valor do seu salário antes do aumento era de:
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Logo abaixo, encontra-se uma equipe de futebol e as respectivas alturas dos jogadores em metros.

Fonte: www.geniodamatematica.com.br
Logo, a moda dessas alturas é:
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Ana saiu de casa às 07h e 35min, caminhando até o trabalho, que fica a 25 minutos de sua casa. Ela chegou na hora e ficará no trabalho durante quatro horas e meia. Assinale a alternativa que indica o horário que Ana chegará em casa.
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Polígonos regulares são polígonos convexos que possuem todos os lados com medidas iguais e todos os ângulos congruentes. Um polígono é uma linha fechada formada apenas por segmentos de reta que não se cruzam e que estão em um mesmo plano. Logo, o polígono que possui nove lados é chamado de:
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Uma certa pessoa acompanha com atenção a movimentação na sua conta bancária. A tabela abaixo mostra a movimentação dessa conta em um determinado mês.
| Depósito | Débito |
| R$ 45,00 | R$ 27,00 |
| R$ 36,00 | R$ 42,00 |
| R$ 54,00 | R$ 38,00 |
| R$ 61,00 | R$ 55,00 |
Se nesse mês o saldo inicial era de R$ 125,00, logo, depois dessas movimentações, o seu novo saldo é de:
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O consumo mensal de energia de uma certa residência no mês de janeiro foi de 240 kWh e passou para 256 kWh em fevereiro. Logo, o percentual desse aumento foi de aproximadamente:
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Na palavra bactéria, encontram-se, nessa ordem:

O MUNDO DAS BACTÉRIAS
- Estou tão sozinha... Vou me duplicar!
- Oi! Você vem sempre aqui?
- Que cara chato!
- Vamos embora!!
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Na tirinha abaixo, o uso da palavra "cara" indica:

O MUNDO DAS BACTÉRIAS
- Estou tão sozinha... Vou me duplicar!
- Oi! Você vem sempre aqui?
- Que cara chato!
- Vamos embora!!
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FICAR CONSIGO
Graças à atual pandemia, estamos à beira de um confinamento estilo Decamerão – com a diferença de que as pessoas não vão se dedicar a contar histórias umas para as outras; a quarentena se dará diante de uma tela de computador ou smartphone: todos passivos, recebendo “conteúdo” sem parar. Entretanto, seria possível tomar este período como uma chance de aprendizado, e não de queixumes? Vamos experimentar.
Quem encara a perspectiva de um isolamento doméstico na forma de um martírio tem aí um sintoma grave. Se você não vive tranquilo em casa, pode achar preferível passar o dia na rua, com estranhos, a suportar o inferno familiar. Mas deveria ser um direito inalienável, a garantia de paz no próprio lar, e embora eu saiba que toda mudança envolve uma logística que ultrapassa a simples vontade, sem um primeiro passo não se avança nada.
Imagine que felicidade, acordar sabendo que entre suas paredes o dia será pacífico e harmonioso! Criar essa zona de conforto e proteção é também uma escolha; nunca vem de modo fácil, mas sempre recompensa. Sobretudo agora, quando todos devemos “viajar para dentro”, no sentido de que as novidades se encontrarão nos espaços internos, na casa e no espírito. É um exercício de atenção mais acurado, descobrir singularidades em local tão conhecido que se tornou opaco – mas as surpresas existem o tempo inteiro, se permitimos. Meditar, por exemplo, é encontrar em si um outro ritmo, um corpo mais denso, vibrante, energético.
Dançar, cozinhar, ouvir música… todas são formas de achar beleza e alegria. Que tal passar uma noite à luz de velas, para descobrir que a casa vira um quadro de Caravaggio ou La Tour? E desenhar, com o prazer que uma criança tem nisso (às vezes com igual qualidade técnica, não importa). Rever antigas fotografias. Arrumar aquela gaveta. Ler, escrever, óbvio!
Mas nem todo mundo está preparado para a própria companhia – e esse dado é o mais espantoso. Como assim, as pessoas preferem ruídos e confusão, para não ouvir a si mesmas? São dependentes da presença alheia, do sentimento de massa – porque, enquanto estiverem integradas num grupo, não correm o risco de olhar o seu abismo solitário. Mas essa epifania, ainda que dolorosa, é uma experiência necessária para que a gente se veja em profundidade. É o passo fundamental para se autoconhecer, contemplar a imagem íntima: o rosto cru da identidade.
Imagino que, para certas criaturas, seja intolerável a feiura do seu caráter, a mesquinhez das suas intenções diante da vida e do mundo. Por isso, depois de uma rápida espiada no monstro, elas voltam a trancá-lo num porão emocional e, para abafar seus rugidos, seguem uma compulsiva rotina de alienação. Podem levar anos nesse comportamento, convencidas de que o seu verdadeiro eu se calou ou morreu, e só restou o eu social, midiático, perfeito. Mas essa naturalmente não será nunca a verdade, conforme já nos ensinava Oscar Wilde, através de Dorian Gray.
Fonte: Blog Literatércia. Data da publicação: 22/03/2020.
De acordo com os propósitos gerais e específicos do enunciador, é possível AFIRMAR que o tema do texto representa os:
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