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S.V.C., de 28 anos de idade, GII P0 AI, com idade gestacional de 31 semanas, deu entrada no pronto-socorro
obstétrico, encaminhada do pré-natal, por pressão arterial:
150 x 100 mmHg e assintomática. Constataram-se nos exames laboratoriais: relação proteína na urina/creatinina na urina: 0,3, TGO: 15, TGP: 20, plaquetas: 150.000. Ao ultrassom
obstétrico, foram verificados peso fetal no percentil 3, MBV:
3,5 cm, diástole zero na artéria umbilical, ducto venoso: 0,6.
A paciente nega comorbidades.
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Primigesta, com 39 anos de idade, apresenta ultrassom
morfológico de primeiro trimestre com TN no p < 95 e
hipoplasia de osso nasal. Submetida a ultrassom morfológico de segundo trimestre, identificaram-se os seguintes
achados: micrognatia, cisto de plexo coroide, megabexiga, possível válvula de uretra posterior, pé torto congênito, sobreposição do dedo indicador da mão e bradicardia.
A cromossomopatia mais provável nesse caso é
A cromossomopatia mais provável nesse caso é
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S.B.N., de 34 anos de idade, GII PI 1N A0, com gestação
única e idade gestacional de 21 semanas, vai à medicina
fetal para ultrassom morfológico de segundo trimestre.
Como antecedentes, a paciente refere trabalho de parto
prematuro anterior, com idade gestacional de 30 semanas. Após avaliação do colo uterino, identifica-se comprimento do colo de 23 mm, além da presença de sludge.
Considerando o caso apresentado e os estudos atuais em relação à prematuridade, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada a ser adotada.
Considerando o caso apresentado e os estudos atuais em relação à prematuridade, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada a ser adotada.
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P.E.F., de 28 anos de idade, GII PI 1N A0, com idade
gestacional (USG precoce) de 34 semanas, HIV positivo,
carga viral 1.500 cópias/mL, CD4 190 cels/mL, em uso de
TARV há cerca de 10 dias, deu entrada no pronto-socorro
obstétrico com queixa de perda de líquido há cerca de 30
minutos e dor lombar e em hipogástrio. Ao exame obstétrico, constatou-se colo: 4 cm, esvaecido em 50%, posterior, bolsa rota, com saída de líquido claro sem grumos
pelo orifício externo do colo uterino e BCF: 155 bpm.
Em relação ao caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Em relação ao caso apresentado, assinale a alternativa correta.
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D.F.T., de 39 anos de idade, GIII PII2C A0, com idade
gestacional de 37 semanas e 5 dias, com diabetes gestacional, em uso de insulina NPH 16 UI pela manhã, vai à medicina fetal para avaliação da vitalidade fetal. Durante o exame,
são identificados tônus fetal normal, movimentos fetais presentes, maior bolsão vertical de 1,9 cm, movimentos respiratórios presentes e cardiotocografia com padrão traquilizador.
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D.F.T., de 39 anos de idade, GIII PII2C A0, com idade
gestacional de 37 semanas e 5 dias, com diabetes gestacional, em uso de insulina NPH 16 UI pela manhã, vai à medicina fetal para avaliação da vitalidade fetal. Durante o exame,
são identificados tônus fetal normal, movimentos fetais presentes, maior bolsão vertical de 1,9 cm, movimentos respiratórios presentes e cardiotocografia com padrão traquilizador.
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A moléstia trofoblástica gestacional, do ponto de vista
genético, divide-se em mola hidatiforme completa e incompleta, com diferentes características clínicas e histopatológicas.
Assinale a alternativa que apresenta característica da mola hidatiforme completa.
Assinale a alternativa que apresenta característica da mola hidatiforme completa.
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F.B.C., de 39 anos, GIV PII (2C) AI, com idade gestacional de 30 semanas, deu entrada no pronto-socorro obstétrico queixando-se de dor em hipogástrio de início súbito.
Ao exame físico, verifica-se paciente em regular estado
geral, FC: 101 bpm, pressão arterial: 80 x 60 mmHg,
especular: mínima quantidade de sangue vermelho vivo
coletado. Toque vaginal: colo impérvio, grosso e posterior. Abdome: dor à descompressão brusca positiva. BCF:
110 bpm. Dinâmica uterina difícil de ser avaliada.
No caso apresentado, o diagnóstico mais provável é de
No caso apresentado, o diagnóstico mais provável é de
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T.B.N., de 30 anos de idade, GV PII 2C AII, com idade
gestacional cronológica de 9 semanas, deu entrada no
pronto-socorro obstétrico com queixa de dor abdominal
de início súbito, referindo sangramento vaginal escuro há
cerca de 1 semana. Ao exame físico, constata-se paciente em BEG, corada, pressão arterial: 100 x 70 mmHg,
FC: 90 bpm, abdome: dor à descompressão brusca positiva. Especular: colo impérvio, com pequena quantidade de sangue em dedo de luva. Os exames laboratoriais
apresentam hb: 12, htco: 36%, beta HCG quantitativo:
1.600 mUI/mL. Submetida a ultrassom transvaginal, verificou-se útero em anteversão, EE de 16 mm, região anexial esquerda com massa heterogênea de 5 cm, pequena
quantidade de sangue em cavidade pélvica, ovário direito
parauterino sem alterações.
Nesse caso, o diagnóstico e a conduta a ser adotada corretos são, respectivamente,
Nesse caso, o diagnóstico e a conduta a ser adotada corretos são, respectivamente,
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R.T.G., de 29 anos de idade, GII PI 1C A0, com idade
gestacional cronológica de 8 semanas, chega ao pronto-socorro obstétrico com queixa de sangramento vaginal vermelho vivo em pequena quantidade. Ao exame físico, especular: colo uterino sem lesões aparentes, pequena quantidade
de sangue coletado em fórnice posterior. Sem sangramento
ativo. Toque vaginal bimanual: colo impérvio, indolor à mobilização, fundo uterino intrapélvico, anexos não palpáveis.
Submetida a ultrassom transvaginal, CCN: 3 mm, batimentos cardíacos ausentes, vesícula vitelínica: 2,7 mm, diâmetro
médio do saco gestacional (DMSG) de 19 mm.
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