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Foram encontradas 80 questões.

2318539 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Considerando-se o software Writer 7.1 do LibreOffice, para se criar um índice analítico padrão rapidamente é necessário o uso de

 

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2318538 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Considerando-se o software Writer 7.1 do LibreOffice o que é um contêiner que reúne documentos de texto separados em um documento maior e unifica a formatação, índice analítico ou sumário, bibliografia, índice e outros materiais, e que é normalmente usado como modelo para o usuário desenvolver documentos longos, como um livro, uma tese ou um relatório?

 

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2318537 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Tomando como base o software Calc 7.0 do LibreOffice, é possível utilizar o assistente de gráfico para criar um gráfico a partir de um intervalo de dados selecionados. Neste contexto, considere a seguinte tabela:

Enunciado 3549287-1

Qual o intervalo de dados que deverá ser selecionado para se gerar exatamente o gráfico a seguir?

Enunciado 3549287-2

 

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2318536 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Considerando-se o software Calc 7.0 do LibreOffice qual é uma ferramenta que permite combinar, comparar e analisar grandes quantidades de dados e que, usando-a, podem-se visualizar diferentes resumos dos dados de origem, exibir os detalhes de áreas de interesse e criar relatórios?

 

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2318535 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Tomando como base o software Calc 7.0 do LibreOffice, a seguinte planilha tem o objetivo de converter os valores que estão em dólares para euros, usando a taxa de câmbio da célula D1.

Como deverá ser a fórmula da célula E2 para garantir que o preenchimento automático com arraste das células abaixo dela não dê erro?

Enunciado 3549285-1

 

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2318534 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: FAMES

A propósito da Lixeira do Sistema Operacional Windows, é correto afirmar que

 

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2318533 Ano: 2022
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Um sistema operacional que possui licença para ser usado, copiado, modificado e redistribuído de acordo com as necessidades de cada usuário está corretamente indicado em

 

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2318532 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Derivada do conceito das quatro liberdades, associada a um software, implica diversos deveres como: qualquer alteração no código também tem que ser livre e devem ser publicadas, o código não poderá ser fechado, entre outras. Considerando-se os conceitos relacionados a software , qual é a principal licença da Fundação do Software Livre?

 

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2318531 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Entenda como o coronavírus pode mudar até nosso

jeito de falar português

Walter Porto

O novo coronavírus veio provocar abalos na nossa relação com quase tudo em volta, inclusive com uma ferramenta de importância que nem sempre levamos em conta – as palavras. Termos que usávamos raramente, como quarentena e pandemia, se tornaram correntes - já que pela primeira vez a nossa geração as vive na pele - e outras expressões entraram com o pé na porta no léxico do dia a dia, caso de “distanciamento social”, “achatar a curva” e, claro, o próprio “coronavírus”.

Já outras palavras renovaram sua relevância, ganhando novos significados. “Vacina” é um anseio coletivo para o futuro, “gripe” se tornou um termo quase politizado, “peste” veio trotando de tempos antigos para se tornar assombrosamente atual.

O jornal britânico The Guardian conta que o dicionário Oxford teve uma atualização extraordinária no mês passado para adicionar palavras que tomaram o discurso global e entraram de supetão na língua inglesa, como “Covid-19”.

Tudo isso planta sementes de mudança no idioma - essa entidade inquieta. Como disse o linguista português Vergílio Ferreira, “a própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar”, cuspindo alguns arranjos novos, engolindo outros. Me resta imaginar como será o português depois dessas reviravoltas todas.

“Suponho que o que vai pegar mesmo é o que já pegou, o corona”, diz Deonísio da Silva, escritor e professor. “O futuro a Deus pertence, mas é difícil alguém se referir, lembra a Covid? Lembra o Sars, o coronavírus? A gente lembrará como os tempos do corona”. O próprio modo de chamar o vírus já é objeto de rinha política e, como lembra Sheila Grillo, “as palavras nunca são neutras, sempre trazem um recorte da realidade”.

Segundo o professor Deonísio da Silva, o desconhecido total, como uma situação de pandemia, faz com que aceitemos passivamente a entrada de siglas e procedimentos científicos nas falas cotidianas “como um valor absoluto” assim como a invasão dos neologismos, “que chegam à nossa casa mudando tudo”. “Não é possível que não tenhamos outro modo de entregar coisas em casa que não seja o 'delivery'”, afirma ele. “Outra palavra que de repente ficou indispensável é o ‘home office’, quando os portugueses, que adaptam muito, já usam o ‘teletrabalho.’”

Grillo lembra que, no esforço de tentar explicar fenômenos novos como este, é comum fazer empréstimos de outras línguas e atualizar termos antigos. “Alguns desses termos são impostos meio na marra”, diz o professor Pasquale Cipro Neto. “Isso é muito chato, quando o gerente do banco fala comigo que tem um ‘call’, que ‘call’?” E nesses tempos em que a testagem em massa tem sido um ponto focal de discussão, outro anglicismo tem dominado as notícias, o de que fulano “testou positivo”. “É traduzido diretamente do inglês”, diz Pasquale. “Não dá para dizer que é errado, porque o uso legitima a expressão, apesar de não ser a sintaxe portuguesa padrão. É uma tradução literal que vigora.”

Enquanto estamos no nosso "lockdown" particular, pedindo delivery pelo app, assistindo a lives e fazendo binge-watching no streaming, as palavras que usamos ganham vida, amadurecem, apodrecem. Sem que notemos, transformam-se.

Folha de São Paulo, Ilustrada, 1º mai. 2020. Adaptado.

Segundo Sarmento (2013, p. 238) “A intertextualidade é o diálogo entre textos. Em outras palavras, é a criação de um novo texto a partir de outros já existentes”.

Texto I

“Suponho que o que vai pegar mesmo é o que já pegou, o corona”, diz Deonísio da Silva, escritor e professor.

Texto II

Enunciado 3549281-1

Estado de Minas, Juventude/Chantal, Caderno Cultura, 07 fev. 2022, p. 2. Adaptado.

Considerando-se os dois textos, é correto afirmar que neles a intertextualidade ocorre por meio da

 

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2318530 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: FAMES

Entenda como o coronavírus pode mudar até nosso

jeito de falar português

Walter Porto

O novo coronavírus veio provocar abalos na nossa relação com quase tudo em volta, inclusive com uma ferramenta de importância que nem sempre levamos em conta – as palavras. Termos que usávamos raramente, como quarentena e pandemia, se tornaram correntes - já que pela primeira vez a nossa geração as vive na pele - e outras expressões entraram com o pé na porta no léxico do dia a dia, caso de “distanciamento social”, “achatar a curva” e, claro, o próprio “coronavírus”.

Já outras palavras renovaram sua relevância, ganhando novos significados. “Vacina” é um anseio coletivo para o futuro, “gripe” se tornou um termo quase politizado, “peste” veio trotando de tempos antigos para se tornar assombrosamente atual.

O jornal britânico The Guardian conta que o dicionário Oxford teve uma atualização extraordinária no mês passado para adicionar palavras que tomaram o discurso global e entraram de supetão na língua inglesa, como “Covid-19”.

Tudo isso planta sementes de mudança no idioma - essa entidade inquieta. Como disse o linguista português Vergílio Ferreira, “a própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar”, cuspindo alguns arranjos novos, engolindo outros. Me resta imaginar como será o português depois dessas reviravoltas todas.

“Suponho que o que vai pegar mesmo é o que já pegou, o corona”, diz Deonísio da Silva, escritor e professor. “O futuro a Deus pertence, mas é difícil alguém se referir, lembra a Covid? Lembra o Sars, o coronavírus? A gente lembrará como os tempos do corona”. O próprio modo de chamar o vírus já é objeto de rinha política e, como lembra Sheila Grillo, “as palavras nunca são neutras, sempre trazem um recorte da realidade”.

Segundo o professor Deonísio da Silva, o desconhecido total, como uma situação de pandemia, faz com que aceitemos passivamente a entrada de siglas e procedimentos científicos nas falas cotidianas “como um valor absoluto” assim como a invasão dos neologismos, “que chegam à nossa casa mudando tudo”. “Não é possível que não tenhamos outro modo de entregar coisas em casa que não seja o 'delivery'”, afirma ele. “Outra palavra que de repente ficou indispensável é o ‘home office’, quando os portugueses, que adaptam muito, já usam o ‘teletrabalho.’”

Grillo lembra que, no esforço de tentar explicar fenômenos novos como este, é comum fazer empréstimos de outras línguas e atualizar termos antigos. “Alguns desses termos são impostos meio na marra”, diz o professor Pasquale Cipro Neto. “Isso é muito chato, quando o gerente do banco fala comigo que tem um ‘call’, que ‘call’?” E nesses tempos em que a testagem em massa tem sido um ponto focal de discussão, outro anglicismo tem dominado as notícias, o de que fulano “testou positivo”. “É traduzido diretamente do inglês”, diz Pasquale. “Não dá para dizer que é errado, porque o uso legitima a expressão, apesar de não ser a sintaxe portuguesa padrão. É uma tradução literal que vigora.”

Enquanto estamos no nosso "lockdown" particular, pedindo delivery pelo app, assistindo a lives e fazendo binge-watching no streaming, as palavras que usamos ganham vida, amadurecem, apodrecem. Sem que notemos, transformam-se.

Folha de São Paulo, Ilustrada, 1º mai. 2020. Adaptado.

A morfossintaxe é a análise feita às orações em termos morfológicos (ou seja, analisa as palavras de uma oração individualmente, independentemente da sua ligação com as outras palavras) e em termos sintáticos (analisa conjuntamente a relação das palavras de uma oração, ou seja, a função que as palavras desempenham na sua formação).

Baseando-se nesse postulado, avalie as afirmações sobre a seguinte passagem transcrita do texto.

“... fulano 'testou positivo'. 'É traduzido diretamente do inglês', diz Pasquale. 'Não dá para dizer que é errado, porque o uso legitima a expressão, apesar de não ser a sintaxe portuguesa padrão. É uma tradução literal que vigora. [...] as palavras que usamos ganham vida, amadurecem, apodrecem. Sem que notemos, transformam-se'."

I - Quanto aos aspectos semânticos e estilísticos, há palavras usadas no sentido denotativo e no sentido figurado.

II - Há uma frase no texto empregada em desacordo com a norma-padrão da língua portuguesa quanto às regras de concordância e de regência.

III - O último período é composto por subordinação e introduzido por uma locução conjuntiva; na segunda oração, o sujeito está elíptico e o verbo exprime ação.

IV - Do ponto de vista da norma-padrão, há dois desvios: a ausência do emprego do sinal indicativo de crase em “à expressão” e a grafia incorreta da palavra “legitima”, que se classifica como proparoxítona e, por isso, deve receber acento gráfico obrigatório: “legítima”.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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