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Foram encontradas 60 questões.

1337282 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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O Programa Ciência Sem Fronteiras, lançado, no dia 26 de julho de 2011 pelo Governo Federal, previa, inicialmente, a concessão de até 75 mil bolsas de estudo em quatro anos. O programa pretende promover, de maneira acelerada, o desenvolvimento tecnológico e estimular processos de inovação no Brasil.
(www.capes.gov.br. Adaptado)
É correto afirmar que o Programa
 

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1336811 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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No dia 16 de fevereiro de 2012, o portal UOL noticiava que o STF (Supremo Tribunal Federal) havia decidido que a Lei da Ficha Limpa é constitucional e valerá a partir das eleições municipais deste ano. Em decorrência da sua aprovação,
 

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1336758 Ano: 2012
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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A fim de contribuir com a aquisição do primeiro veículo do seu filho, um pai emprestou a ele um capital de R$ 10.000,00 a juro simples. O tratado foi que o filho devolveria todo o valor emprestado, de uma só vez, após 8 meses, com taxa de juros anual de 18%. O montante que o filho deverá devolver no final do prazo tratado será de
 

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1336609 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Com relação ao atendimento mensal a usuários externos de uma determinada fundação, observou-se que em abril, deste ano, houve um acréscimo de 25% em relação ao mês anterior. Se em abril foram atendidos 600 usuários externos, então no mês de março o número de atendimentos como esse (com usuários externos) foi
 

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1336488 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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O volume relativo à capacidade total de um reservatório no formato de um paralelepípedo retângulo, de arestas internas medindo 3, 3 e 2 metros, precisa ser distribuído igualmente em reservatórios idênticos com formato cúbico de arestas internas medindo 10 centímetros, sem desperdício.
O número mínimo de reservatórios menores para essa distribuição é
 

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1336282 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Leia o texto para responder à questão.

O social na rede

Nome: Rodrigo Rodrigues. Moro em: Facebook. Em relacionamento com: Twitter. Religião: Orkut. Gênero: on-line.

Como fica visível em meus perfis, sou ator, jornalista, cineasta, blogueiro e diretor de arte de uma agência de propaganda. Minha vida, aliás, é um Facebook aberto. Eu uso aplicativos para informar meus seguidores onde estou, quantas colheres de açúcar coloco no café e quanto tempo falta para cortar as unhas novamente. Ontem mesmo abri uma discussão para decidir se colocava roupa branca ou escura na máquina de lavar. Cento e setenta e nove pessoas comentaram.

Toda vez que saio de casa publico fotos. Sem exceção. No bolso, celular com câmera. O celular é o melhor amigo do homem social. É o cachorro que cabe no bolso.

Tenho mais seguidores que Buda. Em uma das vezes que saí às ruas em 2012, notei que um homem me encarava. Escaneei, em vão, minha memória em busca de uma imagem que pudesse associar àquele rosto. Arquivo não encontrado. Resolvi desviar o olhar, mas ele veio em minha direção e, estendendo a mão, perguntou: “Você não é o Rodrigo Rodrigues do Facebook?” Aturdido, fiz sinal positivo com o dedo indicador. Ele sacou o celular para uma foto.

Hoje tenho tantos seguidores e solicitações de amizade que minha vida social prescinde da interface humana. Quando estou on-line, tenho controle total da linha do tempo da minha vida. Nas redes sociais, não envelheço, não titubeio, não tenho cólica ou remela. Meu perfil fica cada vez mais bonito com o passar dos anos.

Um social da rede que pretende causar não pode olhar apenas para seu umbigo. É preciso antever as novidades. A sociedade on-line dá crédito às pessoas que divulgam rapidamente um comercial engraçado, uma notícia a respeito dos benefícios da cerveja ou as expertises de um bebê.

Modéstia à parte, creio que sou reconhecido – quiçá internacionalmente – pela ampla capacidade de mobilização em prol dos temas humanitários. Se a gente não fizer o bem, quem o fará? Os jovens de 1960 quiseram salvar o mundo real. Minha geração, menos ingênua, não foge da luta: está disposta a pegar em armas virtuais para salvar os bichinhos com um clique no mouse. É uma utopia, mas os sonhos não envelhecem.

O bom é que há a possibilidade de se indignar sem ficar zangado: basta compartilhar um texto em tom crítico ou uma imagem de um animal maltratado. Também enviei e-mails para governos de países da África, cobrando atitudes para melhorar o IDH chinfrim. Nem mesmo os líderes contemporâneos fizeram tanto. Aliás, como gostei desse texto, vou postar no meu perfil dando crédito para um cronista renomado, para ver se alguém lê.

(Piauí_66, março de 2012. Adaptado)

Na frase – Se a gente não fizer o bem, quem o fará? – a palavra destacada Se introduz a ideia de

 

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1335605 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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No Excel 2010, a partir da sua configuração padrão, uma agência de turismo criou uma planilha de clientes, conforme figura. Na coluna A, contém o nome do cliente, na coluna B, contém o destino da viagem, na coluna C, contém o valor total do pacote comprado pelo cliente, na coluna D, contém a forma de pagamento, e, na E, informa se o cliente ganha um brinde da agência. O cliente só irá ganhar o brinde se o valor do pacote for igual ou superior a R$ 12.000,00, e se a forma de pagamento for A VISTA.
A B C D E
1 Agência de Turismo K-Roubo
2 Nome Cliente Destino Valor do Pacote em R$ Forma de Pagamento Ganha Brinde
3 Alexandre Leal Madri R$ 15.000,00 A VISTA SIM
4 André Pato Paris R$ 12.000,00 A PRAZO NÃO
5 Bianca Saldanha Lisboa R$ 10.500,00 A VISTA NÃO
6 Catarina da Paixão Roma R$ 13.000,00 A VISTA SIM
7
A fórmula a ser aplicada na célula E3 para verificar se o cliente irá receber o brinde (SIM ou NÃO) é:
 

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1335492 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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A tabela a seguir, publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresenta as porcentagens dos docentes com ensino superior, por nível de ensino da rede pública do Estado de São Paulo.
enunciado 2148274-1
(http://seriesestatisticas.ibge.gov.br. Adaptado)
Com base apenas nas informações da tabela, pode-se afirmar que
 

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1335416 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Em uma fundação, verificou-se que a razão entre o número de atendimentos a usuários internos e o número de atendimento total aos usuários (internos e externos), em um determinado dia, nessa ordem, foi de !$ 3 \over 5 !$. Sabendo que o número de usuários externos atendidos foi 140, pode-se concluir que, no total, o número de usuários atendidos foi
 

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1335224 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Leia o texto para responder à questão.

O social na rede

Nome: Rodrigo Rodrigues. Moro em: Facebook. Em relacionamento com: Twitter. Religião: Orkut. Gênero: on-line.

Como fica visível em meus perfis, sou ator, jornalista, cineasta, blogueiro e diretor de arte de uma agência de propaganda. Minha vida, aliás, é um Facebook aberto. Eu uso aplicativos para informar meus seguidores onde estou, quantas colheres de açúcar coloco no café e quanto tempo falta para cortar as unhas novamente. Ontem mesmo abri uma discussão para decidir se colocava roupa branca ou escura na máquina de lavar. Cento e setenta e nove pessoas comentaram.

Toda vez que saio de casa publico fotos. Sem exceção. No bolso, celular com câmera. O celular é o melhor amigo do homem social. É o cachorro que cabe no bolso.

Tenho mais seguidores que Buda. Em uma das vezes que saí às ruas em 2012, notei que um homem me encarava. Escaneei, em vão, minha memória em busca de uma imagem que pudesse associar àquele rosto. Arquivo não encontrado. Resolvi desviar o olhar, mas ele veio em minha direção e, estendendo a mão, perguntou: “Você não é o Rodrigo Rodrigues do Facebook?” Aturdido, fiz sinal positivo com o dedo indicador. Ele sacou o celular para uma foto.

Hoje tenho tantos seguidores e solicitações de amizade que minha vida social prescinde da interface humana. Quando estou on-line, tenho controle total da linha do tempo da minha vida. Nas redes sociais, não envelheço, não titubeio, não tenho cólica ou remela. Meu perfil fica cada vez mais bonito com o passar dos anos.

Um social da rede que pretende causar não pode olhar apenas para seu umbigo. É preciso antever as novidades. A sociedade on-line dá crédito às pessoas que divulgam rapidamente um comercial engraçado, uma notícia a respeito dos benefícios da cerveja ou as expertises de um bebê.

Modéstia à parte, creio que sou reconhecido – quiçá internacionalmente – pela ampla capacidade de mobilização em prol dos temas humanitários. Se a gente não fizer o bem, quem o fará? Os jovens de 1960 quiseram salvar o mundo real. Minha geração, menos ingênua, não foge da luta: está disposta a pegar em armas virtuais para salvar os bichinhos com um clique no mouse. É uma utopia, mas os sonhos não envelhecem.

O bom é que há a possibilidade de se indignar sem ficar zangado: basta compartilhar um texto em tom crítico ou uma imagem de um animal maltratado. Também enviei e-mails para governos de países da África, cobrando atitudes para melhorar o IDH chinfrim. Nem mesmo os líderes contemporâneos fizeram tanto. Aliás, como gostei desse texto, vou postar no meu perfil dando crédito para um cronista renomado, para ver se alguém lê.

(Piauí_66, março de 2012. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta os corretos e respectivos sinônimos para as palavras destacadas nas frases.

I. Um social da rede que pretende causar não pode olhar apenas para seu umbigo.

II. Modéstia à parte, creio que sou reconhecido – quiçá internacionalmente – pela ampla capacidade de mobilização em prol dos temas humanitários.

 

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