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Foram encontradas 60 questões.

1328531 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Leia o texto para responder à questão.

O social na rede

Nome: Rodrigo Rodrigues. Moro em: Facebook. Em relacionamento com: Twitter. Religião: Orkut. Gênero: on-line.

Como fica visível em meus perfis, sou ator, jornalista, cineasta, blogueiro e diretor de arte de uma agência de propaganda. Minha vida, aliás, é um Facebook aberto. Eu uso aplicativos para informar meus seguidores onde estou, quantas colheres de açúcar coloco no café e quanto tempo falta para cortar as unhas novamente. Ontem mesmo abri uma discussão para decidir se colocava roupa branca ou escura na máquina de lavar. Cento e setenta e nove pessoas comentaram.

Toda vez que saio de casa publico fotos. Sem exceção. No bolso, celular com câmera. O celular é o melhor amigo do homem social. É o cachorro que cabe no bolso.

Tenho mais seguidores que Buda. Em uma das vezes que saí às ruas em 2012, notei que um homem me encarava. Escaneei, em vão, minha memória em busca de uma imagem que pudesse associar àquele rosto. Arquivo não encontrado. Resolvi desviar o olhar, mas ele veio em minha direção e, estendendo a mão, perguntou: “Você não é o Rodrigo Rodrigues do Facebook?” Aturdido, fiz sinal positivo com o dedo indicador. Ele sacou o celular para uma foto.

Hoje tenho tantos seguidores e solicitações de amizade que minha vida social prescinde da interface humana. Quando estou on-line, tenho controle total da linha do tempo da minha vida. Nas redes sociais, não envelheço, não titubeio, não tenho cólica ou remela. Meu perfil fica cada vez mais bonito com o passar dos anos.

Um social da rede que pretende causar não pode olhar apenas para seu umbigo. É preciso antever as novidades. A sociedade on-line dá crédito às pessoas que divulgam rapidamente um comercial engraçado, uma notícia a respeito dos benefícios da cerveja ou as expertises de um bebê.

Modéstia à parte, creio que sou reconhecido – quiçá internacionalmente – pela ampla capacidade de mobilização em prol dos temas humanitários. Se a gente não fizer o bem, quem o fará? Os jovens de 1960 quiseram salvar o mundo real. Minha geração, menos ingênua, não foge da luta: está disposta a pegar em armas virtuais para salvar os bichinhos com um clique no mouse. É uma utopia, mas os sonhos não envelhecem.

O bom é que há a possibilidade de se indignar sem ficar zangado: basta compartilhar um texto em tom crítico ou uma imagem de um animal maltratado. Também enviei e-mails para governos de países da África, cobrando atitudes para melhorar o IDH chinfrim. Nem mesmo os líderes contemporâneos fizeram tanto. Aliás, como gostei desse texto, vou postar no meu perfil dando crédito para um cronista renomado, para ver se alguém lê.

(Piauí_66, março de 2012. Adaptado)

O título da crônica – O social na rede – pode ser lido com vários sentidos confirmados no desenvolvimento do texto, salvo pelo tema explicitado na alternativa:

 

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1328455 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Um produto líquido concentrado é a matéria-prima principal para a fabricação de um determinado produto A, que é comercializado. Com 100 litros dessa matéria-prima, faz-se 350 litros do produto A. Sabendo-se que o litro da matéria-prima é adquirido por R$ 10,00 e que o litro do produto A é comercializado por R$ 6,00, para uma receita de R$ 5.040,00 com a venda do produto A, o fabricante desse produto gastará, com a referida matéria-prima, o valor de
 

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1328425 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Em 2 março de 2012, 25 dos 27 membros da União Europeia assinaram um pacto prevendo que “os países que o assinaram introduzam em sua legislação 'regras de ouro' sobre o equilíbrio das contas públicas e sejam punidos mais facilmente se não cumprirem os limites do déficit”.
(Veja, 02.03.2012)
Faz parte dessas regras o compromisso de
 

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1328385 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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No dia 17 de abril de 2012, os jornais de todo o mundo noticiavam que a Espanha adotaria medidas diplomáticas, comerciais, industriais e energéticas contra um país sul-americano, em represália à estatização de uma empresa que tinha 57% de seu capital pertencente a Repsol, grupo petroleiro com sede naquele país.
Os protestos do país ibérico foram dirigidos
 

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1328352 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Suponha que de dois em dois anos uma fundação publique edital para bolsas em uma área A, de três em três anos para uma área B e, de 18 em 18 meses, para uma área C. Se em janeiro de 2012, essa fundação publicou, ao mesmo tempo, edital para essas três áreas, então o próximo ano previsto para que ela novamente publique edital para essas três áreas, ao mesmo tempo, será em
 

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1328235 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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No Internet Explorer 8, a partir da sua configuração padrão, assinale a alternativa que contém o endereço eletrônico correto.
 

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1328136 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Desde o dia 4 de maio de 2012, a caderneta de poupança brasileira tem novas regras. A respeito das mudanças, é correto afirmar que
 

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1327167 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Leia o texto para responder à questão.

O social na rede

Nome: Rodrigo Rodrigues. Moro em: Facebook. Em relacionamento com: Twitter. Religião: Orkut. Gênero: on-line.

Como fica visível em meus perfis, sou ator, jornalista, cineasta, blogueiro e diretor de arte de uma agência de propaganda. Minha vida, aliás, é um Facebook aberto. Eu uso aplicativos para informar meus seguidores onde estou, quantas colheres de açúcar coloco no café e quanto tempo falta para cortar as unhas novamente. Ontem mesmo abri uma discussão para decidir se colocava roupa branca ou escura na máquina de lavar. Cento e setenta e nove pessoas comentaram.

Toda vez que saio de casa publico fotos. Sem exceção. No bolso, celular com câmera. O celular é o melhor amigo do homem social. É o cachorro que cabe no bolso.

Tenho mais seguidores que Buda. Em uma das vezes que saí às ruas em 2012, notei que um homem me encarava. Escaneei, em vão, minha memória em busca de uma imagem que pudesse associar àquele rosto. Arquivo não encontrado. Resolvi desviar o olhar, mas ele veio em minha direção e, estendendo a mão, perguntou: “Você não é o Rodrigo Rodrigues do Facebook?” Aturdido, fiz sinal positivo com o dedo indicador. Ele sacou o celular para uma foto.

Hoje tenho tantos seguidores e solicitações de amizade que minha vida social prescinde da interface humana. Quando estou on-line, tenho controle total da linha do tempo da minha vida. Nas redes sociais, não envelheço, não titubeio, não tenho cólica ou remela. Meu perfil fica cada vez mais bonito com o passar dos anos.

Um social da rede que pretende causar não pode olhar apenas para seu umbigo. É preciso antever as novidades. A sociedade on-line dá crédito às pessoas que divulgam rapidamente um comercial engraçado, uma notícia a respeito dos benefícios da cerveja ou as expertises de um bebê.

Modéstia à parte, creio que sou reconhecido – quiçá internacionalmente – pela ampla capacidade de mobilização em prol dos temas humanitários. Se a gente não fizer o bem, quem o fará? Os jovens de 1960 quiseram salvar o mundo real. Minha geração, menos ingênua, não foge da luta: está disposta a pegar em armas virtuais para salvar os bichinhos com um clique no mouse. É uma utopia, mas os sonhos não envelhecem.

O bom é que há a possibilidade de se indignar sem ficar zangado: basta compartilhar um texto em tom crítico ou uma imagem de um animal maltratado. Também enviei e-mails para governos de países da África, cobrando atitudes para melhorar o IDH chinfrim. Nem mesmo os líderes contemporâneos fizeram tanto. Aliás, como gostei desse texto, vou postar no meu perfil dando crédito para um cronista renomado, para ver se alguém lê.

(Piauí_66, março de 2012. Adaptado)

Considere as afirmações.

I. Na frase do último parágrafo – Também enviei e-mails para governos de países da África, cobrando atitudes para melhorar o IDH chinfrim. – a palavra chinfrim denota um sentido pejorativo.

II. A frase do 3.º parágrafo – É o cachorro que cabe no bolso. – atribui ao celular características como fidelidade e companheirismo, próprias do referido animal.

III. No 4.º parágrafo, é narrada uma situação em que, ao se encontrarem de forma não virtual, o autor e um homem mostram-se mais à vontade na utilização de outras formas de comunicação do que a verbal.

Está correto o contido em

 

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1326631 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Leia o texto para responder à questão.

O social na rede

Nome: Rodrigo Rodrigues. Moro em: Facebook. Em relacionamento com: Twitter. Religião: Orkut. Gênero: on-line.

Como fica visível em meus perfis, sou ator, jornalista, cineasta, blogueiro e diretor de arte de uma agência de propaganda. Minha vida, aliás, é um Facebook aberto. Eu uso aplicativos para informar meus seguidores onde estou, quantas colheres de açúcar coloco no café e quanto tempo falta para cortar as unhas novamente. Ontem mesmo abri uma discussão para decidir se colocava roupa branca ou escura na máquina de lavar. Cento e setenta e nove pessoas comentaram.

Toda vez que saio de casa publico fotos. Sem exceção. No bolso, celular com câmera. O celular é o melhor amigo do homem social. É o cachorro que cabe no bolso.

Tenho mais seguidores que Buda. Em uma das vezes que saí às ruas em 2012, notei que um homem me encarava. Escaneei, em vão, minha memória em busca de uma imagem que pudesse associar àquele rosto. Arquivo não encontrado. Resolvi desviar o olhar, mas ele veio em minha direção e, estendendo a mão, perguntou: “Você não é o Rodrigo Rodrigues do Facebook?” Aturdido, fiz sinal positivo com o dedo indicador. Ele sacou o celular para uma foto.

Hoje tenho tantos seguidores e solicitações de amizade que minha vida social prescinde da interface humana. Quando estou on-line, tenho controle total da linha do tempo da minha vida. Nas redes sociais, não envelheço, não titubeio, não tenho cólica ou remela. Meu perfil fica cada vez mais bonito com o passar dos anos.

Um social da rede que pretende causar não pode olhar apenas para seu umbigo. É preciso antever as novidades. A sociedade on-line dá crédito às pessoas que divulgam rapidamente um comercial engraçado, uma notícia a respeito dos benefícios da cerveja ou as expertises de um bebê.

Modéstia à parte, creio que sou reconhecido – quiçá internacionalmente – pela ampla capacidade de mobilização em prol dos temas humanitários. Se a gente não fizer o bem, quem o fará? Os jovens de 1960 quiseram salvar o mundo real. Minha geração, menos ingênua, não foge da luta: está disposta a pegar em armas virtuais para salvar os bichinhos com um clique no mouse. É uma utopia, mas os sonhos não envelhecem.

O bom é que há a possibilidade de se indignar sem ficar zangado: basta compartilhar um texto em tom crítico ou uma imagem de um animal maltratado. Também enviei e-mails para governos de países da África, cobrando atitudes para melhorar o IDH chinfrim. Nem mesmo os líderes contemporâneos fizeram tanto. Aliás, como gostei desse texto, vou postar no meu perfil dando crédito para um cronista renomado, para ver se alguém lê.

(Piauí_66, março de 2012. Adaptado)

No 1.º parágrafo, ao se apropriar da forma usual de identificar um usuário das redes sociais por meio dos componentes de apresentação, o autor antecipa para o leitor um tom

 

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1326473 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Quanto à concordância, a alternativa correta é:

 

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