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Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, solteiro, procurou o pronto-socorro com queixa de dor em aperto no epigástrio, que não melhorava com uso de remédios ou alimentação. Além disso, tinha diarreia não mucosanguinolenta com frequência de cinco vezes por dia, principalmente pela manhã e à noite. Hemograma normal. Foi submetido posteriormente a uma endoscopia digestiva alta que demonstrou laringe, esôfago, estômago e piloro normais, mas presença, na segunda porção duodenal, de várias erosões com fibrina em seu centro e acentuado enantema, intercalado com mucosa íntegra. Perda da nitidez dos pregueamentos. Foi realizado biópsia para anatomopatológico que indicou duodenite crônica, moderada, com infiltrado linfoplasmocitário. Há áreas de exulceração. Foi então diagnosticado com doença de Crhon (DC).
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Homens são ligeiramente mais acometidos que mulheres.
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Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, solteiro, procurou o pronto-socorro com queixa de dor em aperto no epigástrio, que não melhorava com uso de remédios ou alimentação. Além disso, tinha diarreia não mucosanguinolenta com frequência de cinco vezes por dia, principalmente pela manhã e à noite. Hemograma normal. Foi submetido posteriormente a uma endoscopia digestiva alta que demonstrou laringe, esôfago, estômago e piloro normais, mas presença, na segunda porção duodenal, de várias erosões com fibrina em seu centro e acentuado enantema, intercalado com mucosa íntegra. Perda da nitidez dos pregueamentos. Foi realizado biópsia para anatomopatológico que indicou duodenite crônica, moderada, com infiltrado linfoplasmocitário. Há áreas de exulceração. Foi então diagnosticado com doença de Crhon (DC).
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A doença ocorre geralmente entre as terceiras e quartas décadas de vida.
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Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, solteiro, procurou o pronto-socorro com queixa de dor em aperto no epigástrio, que não melhorava com uso de remédios ou alimentação. Além disso, tinha diarreia não mucosanguinolenta com frequência de cinco vezes por dia, principalmente pela manhã e à noite. Hemograma normal. Foi submetido posteriormente a uma endoscopia digestiva alta que demonstrou laringe, esôfago, estômago e piloro normais, mas presença, na segunda porção duodenal, de várias erosões com fibrina em seu centro e acentuado enantema, intercalado com mucosa íntegra. Perda da nitidez dos pregueamentos. Foi realizado biópsia para anatomopatológico que indicou duodenite crônica, moderada, com infiltrado linfoplasmocitário. Há áreas de exulceração. Foi então diagnosticado com doença de Crhon (DC).
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
É uma doença que acomete pessoas com nível socioeconômico baixo.
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Mulher de 51 anos de idade, solteira, HIV positivo, sem tratamento, foi admitida no hospital em estado de mal convulsivo. A paciente era previamente hígida, exceto por herpes-zóster ocorrido há dois anos. Há seis meses, estava em investigação de doença neurológica que iniciou como disfasia súbita, com lenta progressão para monoparesia (membro superior direito), hemiparesia e hemiplegia à direita. Houve perda ponderal de 10 kg no período. Ressonância nuclear magnética (RNM) de crânio, realizada cinco meses antes da internação, mostrou hipersinal na substância branca do hemisfério cerebral esquerdo. Na admissão hospitalar, encontrava-se em mau estado geral, gemente, afásica e hemiplégica à direita. Apresentava hiper-reflexia à direita, com sinal de Babinski nesse lado. Reflexos oculares normais. Após o controle das crises, manteve-se clinicamente estável, afebril, orientada no tempo e no espaço, com disfasia de expressão. Nova RNM mostrou, em relação ao exame anterior, aumento na extensão das áreas de hipersinal, comprometendo a substância branca nos lobos frontal e parietal esquerdos, sem impregnação anômala do gadolínio. Observaram-se lesões envolvendo o tálamo à esquerda e a substância branca frontoparietal direita (áreas de gliose e (ou) desmielinização). Foi solicitado CD 4 de 34/mm³ e carga viral de 217 mil cópias/mL.
Com base nesse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
A maioria dos casos de infecção pelo vírus JC é com CD 4 < 100/mm³.
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Mulher de 51 anos de idade, solteira, HIV positivo, sem tratamento, foi admitida no hospital em estado de mal convulsivo. A paciente era previamente hígida, exceto por herpes-zóster ocorrido há dois anos. Há seis meses, estava em investigação de doença neurológica que iniciou como disfasia súbita, com lenta progressão para monoparesia (membro superior direito), hemiparesia e hemiplegia à direita. Houve perda ponderal de 10 kg no período. Ressonância nuclear magnética (RNM) de crânio, realizada cinco meses antes da internação, mostrou hipersinal na substância branca do hemisfério cerebral esquerdo. Na admissão hospitalar, encontrava-se em mau estado geral, gemente, afásica e hemiplégica à direita. Apresentava hiper-reflexia à direita, com sinal de Babinski nesse lado. Reflexos oculares normais. Após o controle das crises, manteve-se clinicamente estável, afebril, orientada no tempo e no espaço, com disfasia de expressão. Nova RNM mostrou, em relação ao exame anterior, aumento na extensão das áreas de hipersinal, comprometendo a substância branca nos lobos frontal e parietal esquerdos, sem impregnação anômala do gadolínio. Observaram-se lesões envolvendo o tálamo à esquerda e a substância branca frontoparietal direita (áreas de gliose e (ou) desmielinização). Foi solicitado CD 4 de 34/mm³ e carga viral de 217 mil cópias/mL.
Com base nesse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
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Mulher de 51 anos de idade, solteira, HIV positivo, sem tratamento, foi admitida no hospital em estado de mal convulsivo. A paciente era previamente hígida, exceto por herpes-zóster ocorrido há dois anos. Há seis meses, estava em investigação de doença neurológica que iniciou como disfasia súbita, com lenta progressão para monoparesia (membro superior direito), hemiparesia e hemiplegia à direita. Houve perda ponderal de 10 kg no período. Ressonância nuclear magnética (RNM) de crânio, realizada cinco meses antes da internação, mostrou hipersinal na substância branca do hemisfério cerebral esquerdo. Na admissão hospitalar, encontrava-se em mau estado geral, gemente, afásica e hemiplégica à direita. Apresentava hiper-reflexia à direita, com sinal de Babinski nesse lado. Reflexos oculares normais. Após o controle das crises, manteve-se clinicamente estável, afebril, orientada no tempo e no espaço, com disfasia de expressão. Nova RNM mostrou, em relação ao exame anterior, aumento na extensão das áreas de hipersinal, comprometendo a substância branca nos lobos frontal e parietal esquerdos, sem impregnação anômala do gadolínio. Observaram-se lesões envolvendo o tálamo à esquerda e a substância branca frontoparietal direita (áreas de gliose e (ou) desmielinização). Foi solicitado CD 4 de 34/mm³ e carga viral de 217 mil cópias/mL.
Com base nesse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Zidovudina (AZT) parece ter um efeito antiviral sobre o vírus JC.
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Mulher de 51 anos de idade, solteira, HIV positivo, sem tratamento, foi admitida no hospital em estado de mal convulsivo. A paciente era previamente hígida, exceto por herpes-zóster ocorrido há dois anos. Há seis meses, estava em investigação de doença neurológica que iniciou como disfasia súbita, com lenta progressão para monoparesia (membro superior direito), hemiparesia e hemiplegia à direita. Houve perda ponderal de 10 kg no período. Ressonância nuclear magnética (RNM) de crânio, realizada cinco meses antes da internação, mostrou hipersinal na substância branca do hemisfério cerebral esquerdo. Na admissão hospitalar, encontrava-se em mau estado geral, gemente, afásica e hemiplégica à direita. Apresentava hiper-reflexia à direita, com sinal de Babinski nesse lado. Reflexos oculares normais. Após o controle das crises, manteve-se clinicamente estável, afebril, orientada no tempo e no espaço, com disfasia de expressão. Nova RNM mostrou, em relação ao exame anterior, aumento na extensão das áreas de hipersinal, comprometendo a substância branca nos lobos frontal e parietal esquerdos, sem impregnação anômala do gadolínio. Observaram-se lesões envolvendo o tálamo à esquerda e a substância branca frontoparietal direita (áreas de gliose e (ou) desmielinização). Foi solicitado CD 4 de 34/mm³ e carga viral de 217 mil cópias/mL.
Com base nesse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
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Mulher de 51 anos de idade, solteira, HIV positivo, sem tratamento, foi admitida no hospital em estado de mal convulsivo. A paciente era previamente hígida, exceto por herpes-zóster ocorrido há dois anos. Há seis meses, estava em investigação de doença neurológica que iniciou como disfasia súbita, com lenta progressão para monoparesia (membro superior direito), hemiparesia e hemiplegia à direita. Houve perda ponderal de 10 kg no período. Ressonância nuclear magnética (RNM) de crânio, realizada cinco meses antes da internação, mostrou hipersinal na substância branca do hemisfério cerebral esquerdo. Na admissão hospitalar, encontrava-se em mau estado geral, gemente, afásica e hemiplégica à direita. Apresentava hiper-reflexia à direita, com sinal de Babinski nesse lado. Reflexos oculares normais. Após o controle das crises, manteve-se clinicamente estável, afebril, orientada no tempo e no espaço, com disfasia de expressão. Nova RNM mostrou, em relação ao exame anterior, aumento na extensão das áreas de hipersinal, comprometendo a substância branca nos lobos frontal e parietal esquerdos, sem impregnação anômala do gadolínio. Observaram-se lesões envolvendo o tálamo à esquerda e a substância branca frontoparietal direita (áreas de gliose e (ou) desmielinização). Foi solicitado CD 4 de 34/mm³ e carga viral de 217 mil cópias/mL.
Com base nesse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Toxoplasmose neurológica é comum em pacientes HIV positivos, entretanto, a respectiva evolução é mais aguda. Mesmo assim, pode-se pensar como diagnóstico diferencial.
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Mulher de 51 anos de idade, solteira, HIV positivo, sem tratamento, foi admitida no hospital em estado de mal convulsivo. A paciente era previamente hígida, exceto por herpes-zóster ocorrido há dois anos. Há seis meses, estava em investigação de doença neurológica que iniciou como disfasia súbita, com lenta progressão para monoparesia (membro superior direito), hemiparesia e hemiplegia à direita. Houve perda ponderal de 10 kg no período. Ressonância nuclear magnética (RNM) de crânio, realizada cinco meses antes da internação, mostrou hipersinal na substância branca do hemisfério cerebral esquerdo. Na admissão hospitalar, encontrava-se em mau estado geral, gemente, afásica e hemiplégica à direita. Apresentava hiper-reflexia à direita, com sinal de Babinski nesse lado. Reflexos oculares normais. Após o controle das crises, manteve-se clinicamente estável, afebril, orientada no tempo e no espaço, com disfasia de expressão. Nova RNM mostrou, em relação ao exame anterior, aumento na extensão das áreas de hipersinal, comprometendo a substância branca nos lobos frontal e parietal esquerdos, sem impregnação anômala do gadolínio. Observaram-se lesões envolvendo o tálamo à esquerda e a substância branca frontoparietal direita (áreas de gliose e (ou) desmielinização). Foi solicitado CD 4 de 34/mm³ e carga viral de 217 mil cópias/mL.
Com base nesse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Trata-se de leucoencefalopatia multifocal progressiva, e deve ser iniciado tratamento antiviral específico para o vírus JC.
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Paciente de 70 anos de idade, sexo feminino, previamente hígida, vai com o próprio filho ao hospital, pois encontra-se chorosa, anedônica. Na anamnese, refere que vem apresentando episódios de insônia terminal. O médico geriatra então aplica a escala de depressão geriátrica (GDS), que se encontra em 10. São solicitados exames laboratoriais, que se apresentam todos normais. Inicia-se então citalopram 20 mg e clonazepam 2 mg associado até o retorno. Após dois meses, a paciente retorna sonolenta, porém mais disposta. Realizado nova escala GDS = 6.
Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Se o paciente tivesse ideação suicida, com plano real de suicídio, necessariamente, mesmo com a melhora parcial, teria indicação para internação psiquiátrica.
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