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Paciente de 47 anos de idade é internado para investigação diagnóstica, por apresentar quadro de apatia, alteração na fala, incoordenação motora, emagrecimento e prejuízo de memória, há cerca de 6 meses, com piora nos últimos dias antes da internação, quando passou a apresentar confusão mental. Durante esses dias, pediu demissão do trabalho e fez algumas compras desnecessárias com elevado valor monetário pela internet. Após exames solicitados pela equipe médica, o paciente é diagnosticado com síndrome da imunodeficiência adquirida.
Com relação ao caso clínico descrito e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um psiquiatra foi chamado para atender um homem de 53 anos de idade que começou a gritar que havia intrusos no respectivo quarto de hospital. O paciente havia sido internado há 3 dias para tratamento de quadro de pneumonia intersticial. Parecia estar se recuperando bem com a antibioticoterapia, sem complicações. Afirmou ter visto, na noite anterior, vários duendes parados perto do banheiro do quarto e que eles não falavam nada, mas que "tinha certeza de que iriam fazer uma magia contra ele". Nunca havia enxergado nada de incomum antes e não apresentava história prévia psiquiátrica. Os técnicos de enfermagem do turno da noite relatavam que ele estava agitado e irrequieto, embora em alguns momentos durante a noite também estivesse confuso e estuporoso, condição que não havia sido observada nas noites anteriores. Ao exame, o paciente estava alerta e orientado para pessoa e lugar, mas achava que a data era vários anos antes da data real. Sem outras alterações no exame do estado mental.
Quanto ao caso clínico descrito e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um psiquiatra foi chamado para atender um homem de 53 anos de idade que começou a gritar que havia intrusos no respectivo quarto de hospital. O paciente havia sido internado há 3 dias para tratamento de quadro de pneumonia intersticial. Parecia estar se recuperando bem com a antibioticoterapia, sem complicações. Afirmou ter visto, na noite anterior, vários duendes parados perto do banheiro do quarto e que eles não falavam nada, mas que "tinha certeza de que iriam fazer uma magia contra ele". Nunca havia enxergado nada de incomum antes e não apresentava história prévia psiquiátrica. Os técnicos de enfermagem do turno da noite relatavam que ele estava agitado e irrequieto, embora em alguns momentos durante a noite também estivesse confuso e estuporoso, condição que não havia sido observada nas noites anteriores. Ao exame, o paciente estava alerta e orientado para pessoa e lugar, mas achava que a data era vários anos antes da data real. Sem outras alterações no exame do estado mental.
Quanto ao caso clínico descrito e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um psiquiatra foi chamado para atender um homem de 53 anos de idade que começou a gritar que havia intrusos no respectivo quarto de hospital. O paciente havia sido internado há 3 dias para tratamento de quadro de pneumonia intersticial. Parecia estar se recuperando bem com a antibioticoterapia, sem complicações. Afirmou ter visto, na noite anterior, vários duendes parados perto do banheiro do quarto e que eles não falavam nada, mas que "tinha certeza de que iriam fazer uma magia contra ele". Nunca havia enxergado nada de incomum antes e não apresentava história prévia psiquiátrica. Os técnicos de enfermagem do turno da noite relatavam que ele estava agitado e irrequieto, embora em alguns momentos durante a noite também estivesse confuso e estuporoso, condição que não havia sido observada nas noites anteriores. Ao exame, o paciente estava alerta e orientado para pessoa e lugar, mas achava que a data era vários anos antes da data real. Sem outras alterações no exame do estado mental.
Quanto ao caso clínico descrito e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um psiquiatra foi chamado para atender um homem de 53 anos de idade que começou a gritar que havia intrusos no respectivo quarto de hospital. O paciente havia sido internado há 3 dias para tratamento de quadro de pneumonia intersticial. Parecia estar se recuperando bem com a antibioticoterapia, sem complicações. Afirmou ter visto, na noite anterior, vários duendes parados perto do banheiro do quarto e que eles não falavam nada, mas que "tinha certeza de que iriam fazer uma magia contra ele". Nunca havia enxergado nada de incomum antes e não apresentava história prévia psiquiátrica. Os técnicos de enfermagem do turno da noite relatavam que ele estava agitado e irrequieto, embora em alguns momentos durante a noite também estivesse confuso e estuporoso, condição que não havia sido observada nas noites anteriores. Ao exame, o paciente estava alerta e orientado para pessoa e lugar, mas achava que a data era vários anos antes da data real. Sem outras alterações no exame do estado mental.
Quanto ao caso clínico descrito e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Considere o seguinte relato feito por um estudante de medicina do primeiro ano em unidade de internação psiquiátrica: “(...) o senhor viu aquilo? Que coisa incrível! Nunca imaginei que um paciente psiquiátrico fosse assim! Viu aquela hora que ele ficava olhando debaixo da cadeira, atrás da porta? Como se tivesse algo. Falava sem parar, contando cada absurdo! O melhor foi a história da Copa do Mundo... Ele tava até bem com a conversa de ter sido policial federal, trabalhando na fronteira do estado – onde realmente nasceu –, no combate ao tráfico de drogas e perseguindo inimigos, mas dizer que, depois que veio morar em Porto Alegre, foi convocado pra Copa do México, que havia 3 kg de cocaína dentro da taça e que, por isso, o Maradona jogou bem e ganhou aquela copa!? Aí, fica difícil acreditar... E o bom foi ele te elogiando sempre que o senhor confrontava algum desses absurdos. Sem falar nos – entre aspas – amigos que sempre o alertam quanto ao perigo e à presença de inimigos disfarçados que, na verdade, eram seus pais, principalmente quando ele fuma baseado! Que conversa mais sem nexo... Tinha hora que não entendia nada com coisa alguma! Me deu pena quando ele disse que ficava muito angustiado e que não conseguia dormir com as tais vozes. Sim, e ele ficar repetindo sempre o que a gente falava, parecendo um papagaio. Triste, essa parte.”.
Acerca do caso clínico hipotético apresentado e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Considere o seguinte relato feito por um estudante de medicina do primeiro ano em unidade de internação psiquiátrica: “(...) o senhor viu aquilo? Que coisa incrível! Nunca imaginei que um paciente psiquiátrico fosse assim! Viu aquela hora que ele ficava olhando debaixo da cadeira, atrás da porta? Como se tivesse algo. Falava sem parar, contando cada absurdo! O melhor foi a história da Copa do Mundo... Ele tava até bem com a conversa de ter sido policial federal, trabalhando na fronteira do estado – onde realmente nasceu –, no combate ao tráfico de drogas e perseguindo inimigos, mas dizer que, depois que veio morar em Porto Alegre, foi convocado pra Copa do México, que havia 3 kg de cocaína dentro da taça e que, por isso, o Maradona jogou bem e ganhou aquela copa!? Aí, fica difícil acreditar... E o bom foi ele te elogiando sempre que o senhor confrontava algum desses absurdos. Sem falar nos – entre aspas – amigos que sempre o alertam quanto ao perigo e à presença de inimigos disfarçados que, na verdade, eram seus pais, principalmente quando ele fuma baseado! Que conversa mais sem nexo... Tinha hora que não entendia nada com coisa alguma! Me deu pena quando ele disse que ficava muito angustiado e que não conseguia dormir com as tais vozes. Sim, e ele ficar repetindo sempre o que a gente falava, parecendo um papagaio. Triste, essa parte.”.
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Considere o seguinte relato feito por um estudante de medicina do primeiro ano em unidade de internação psiquiátrica: “(...) o senhor viu aquilo? Que coisa incrível! Nunca imaginei que um paciente psiquiátrico fosse assim! Viu aquela hora que ele ficava olhando debaixo da cadeira, atrás da porta? Como se tivesse algo. Falava sem parar, contando cada absurdo! O melhor foi a história da Copa do Mundo... Ele tava até bem com a conversa de ter sido policial federal, trabalhando na fronteira do estado – onde realmente nasceu –, no combate ao tráfico de drogas e perseguindo inimigos, mas dizer que, depois que veio morar em Porto Alegre, foi convocado pra Copa do México, que havia 3 kg de cocaína dentro da taça e que, por isso, o Maradona jogou bem e ganhou aquela copa!? Aí, fica difícil acreditar... E o bom foi ele te elogiando sempre que o senhor confrontava algum desses absurdos. Sem falar nos – entre aspas – amigos que sempre o alertam quanto ao perigo e à presença de inimigos disfarçados que, na verdade, eram seus pais, principalmente quando ele fuma baseado! Que conversa mais sem nexo... Tinha hora que não entendia nada com coisa alguma! Me deu pena quando ele disse que ficava muito angustiado e que não conseguia dormir com as tais vozes. Sim, e ele ficar repetindo sempre o que a gente falava, parecendo um papagaio. Triste, essa parte.”.
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Considere o seguinte relato feito por um estudante de medicina do primeiro ano em unidade de internação psiquiátrica: “(...) o senhor viu aquilo? Que coisa incrível! Nunca imaginei que um paciente psiquiátrico fosse assim! Viu aquela hora que ele ficava olhando debaixo da cadeira, atrás da porta? Como se tivesse algo. Falava sem parar, contando cada absurdo! O melhor foi a história da Copa do Mundo... Ele tava até bem com a conversa de ter sido policial federal, trabalhando na fronteira do estado – onde realmente nasceu –, no combate ao tráfico de drogas e perseguindo inimigos, mas dizer que, depois que veio morar em Porto Alegre, foi convocado pra Copa do México, que havia 3 kg de cocaína dentro da taça e que, por isso, o Maradona jogou bem e ganhou aquela copa!? Aí, fica difícil acreditar... E o bom foi ele te elogiando sempre que o senhor confrontava algum desses absurdos. Sem falar nos – entre aspas – amigos que sempre o alertam quanto ao perigo e à presença de inimigos disfarçados que, na verdade, eram seus pais, principalmente quando ele fuma baseado! Que conversa mais sem nexo... Tinha hora que não entendia nada com coisa alguma! Me deu pena quando ele disse que ficava muito angustiado e que não conseguia dormir com as tais vozes. Sim, e ele ficar repetindo sempre o que a gente falava, parecendo um papagaio. Triste, essa parte.”.
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Considere o seguinte relato feito por um estudante de medicina do primeiro ano em unidade de internação psiquiátrica: “(...) o senhor viu aquilo? Que coisa incrível! Nunca imaginei que um paciente psiquiátrico fosse assim! Viu aquela hora que ele ficava olhando debaixo da cadeira, atrás da porta? Como se tivesse algo. Falava sem parar, contando cada absurdo! O melhor foi a história da Copa do Mundo... Ele tava até bem com a conversa de ter sido policial federal, trabalhando na fronteira do estado – onde realmente nasceu –, no combate ao tráfico de drogas e perseguindo inimigos, mas dizer que, depois que veio morar em Porto Alegre, foi convocado pra Copa do México, que havia 3 kg de cocaína dentro da taça e que, por isso, o Maradona jogou bem e ganhou aquela copa!? Aí, fica difícil acreditar... E o bom foi ele te elogiando sempre que o senhor confrontava algum desses absurdos. Sem falar nos – entre aspas – amigos que sempre o alertam quanto ao perigo e à presença de inimigos disfarçados que, na verdade, eram seus pais, principalmente quando ele fuma baseado! Que conversa mais sem nexo... Tinha hora que não entendia nada com coisa alguma! Me deu pena quando ele disse que ficava muito angustiado e que não conseguia dormir com as tais vozes. Sim, e ele ficar repetindo sempre o que a gente falava, parecendo um papagaio. Triste, essa parte.”.
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