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Um homem de 23 anos de idade é hospitalizado na unidade psiquiátrica de hospital escola, em razão de ideação suicida. Exigente, inicia o primeiro contato com o psiquiatra relatando estar desesperado e apoquentado. Relata uma história de mais de 3 anos de rápidas crises episódicas de ansiedade e de depressão, além de várias tentativas suicidas, comportamento impulsivo, parar a faculdade diversas vezes e ter várias parceiras sexuais, com as quais mantém relações sexuais sem preservativo. Pergunta ao médico se poderia ser homossexual, embora a maior parte das respectivas experiências sexuais tenha sido com mulheres. Após alguns dias internado, reclama para o psiquiatra que todos os estudantes de psiquiatria não sabem o que estão fazendo e que são mal-educados. Mais tarde, diz ao estudante que o acompanha que este é o melhor em toda a unidade e que gostaria que o psiquiatra se importasse com seu bem-estar tanto quanto o estudante.
Quanto ao caso clínico descrito e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um estudante de comunicação social, de 19 anos de idade, é levado ao psiquiatra pelo pai após sentir-se mal durante a apresentação de um seminário na faculdade. Realizou, a pedido de médico da família, exames laboratoriais e eletrocardiograma, que apresentavam resultados normais. O paciente, que está no 2 o ano do curso, afirma que não foi a primeira vez que sentiu esse mal-estar e que esses episódios já ocorrem há anos, sempre que ele tem que falar em público ou escrever na frente de outra pessoa. Nega outras queixas.
Com relação ao caso clínico apresentado e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um estudante de comunicação social, de 19 anos de idade, é levado ao psiquiatra pelo pai após sentir-se mal durante a apresentação de um seminário na faculdade. Realizou, a pedido de médico da família, exames laboratoriais e eletrocardiograma, que apresentavam resultados normais. O paciente, que está no 2 o ano do curso, afirma que não foi a primeira vez que sentiu esse mal-estar e que esses episódios já ocorrem há anos, sempre que ele tem que falar em público ou escrever na frente de outra pessoa. Nega outras queixas.
Com relação ao caso clínico apresentado e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um estudante de comunicação social, de 19 anos de idade, é levado ao psiquiatra pelo pai após sentir-se mal durante a apresentação de um seminário na faculdade. Realizou, a pedido de médico da família, exames laboratoriais e eletrocardiograma, que apresentavam resultados normais. O paciente, que está no 2 o ano do curso, afirma que não foi a primeira vez que sentiu esse mal-estar e que esses episódios já ocorrem há anos, sempre que ele tem que falar em público ou escrever na frente de outra pessoa. Nega outras queixas.
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Um estudante de comunicação social, de 19 anos de idade, é levado ao psiquiatra pelo pai após sentir-se mal durante a apresentação de um seminário na faculdade. Realizou, a pedido de médico da família, exames laboratoriais e eletrocardiograma, que apresentavam resultados normais. O paciente, que está no 2 o ano do curso, afirma que não foi a primeira vez que sentiu esse mal-estar e que esses episódios já ocorrem há anos, sempre que ele tem que falar em público ou escrever na frente de outra pessoa. Nega outras queixas.
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Uma senhora de 65 anos de idade procura o respectivo clínico e apresenta a queixa principal de fadiga nos últimos 9 meses. Ela afirma que dorme com facilidade, mas que acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando ela sofreu uma queda em casa há 9 meses. Ao ser investigada, relata desgosto e abatimento, sobretudo no que se refere a ser incapaz de exercer suas funções cotidianas de casa, como fazia antes. Afirma fazer consumo de 6 a 12 doses de cachaça por dia, misturadas com refrigerante, assim como de algumas “latinhas de cerveja para curar a dor” antes de deitar. Revela que agora carece de mais doses do que antes e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Nega outras queixas.
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Uma senhora de 65 anos de idade procura o respectivo clínico e apresenta a queixa principal de fadiga nos últimos 9 meses. Ela afirma que dorme com facilidade, mas que acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando ela sofreu uma queda em casa há 9 meses. Ao ser investigada, relata desgosto e abatimento, sobretudo no que se refere a ser incapaz de exercer suas funções cotidianas de casa, como fazia antes. Afirma fazer consumo de 6 a 12 doses de cachaça por dia, misturadas com refrigerante, assim como de algumas “latinhas de cerveja para curar a dor” antes de deitar. Revela que agora carece de mais doses do que antes e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Nega outras queixas.
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Uma senhora de 65 anos de idade procura o respectivo clínico e apresenta a queixa principal de fadiga nos últimos 9 meses. Ela afirma que dorme com facilidade, mas que acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando ela sofreu uma queda em casa há 9 meses. Ao ser investigada, relata desgosto e abatimento, sobretudo no que se refere a ser incapaz de exercer suas funções cotidianas de casa, como fazia antes. Afirma fazer consumo de 6 a 12 doses de cachaça por dia, misturadas com refrigerante, assim como de algumas “latinhas de cerveja para curar a dor” antes de deitar. Revela que agora carece de mais doses do que antes e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Nega outras queixas.
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Uma senhora de 65 anos de idade procura o respectivo clínico e apresenta a queixa principal de fadiga nos últimos 9 meses. Ela afirma que dorme com facilidade, mas que acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando ela sofreu uma queda em casa há 9 meses. Ao ser investigada, relata desgosto e abatimento, sobretudo no que se refere a ser incapaz de exercer suas funções cotidianas de casa, como fazia antes. Afirma fazer consumo de 6 a 12 doses de cachaça por dia, misturadas com refrigerante, assim como de algumas “latinhas de cerveja para curar a dor” antes de deitar. Revela que agora carece de mais doses do que antes e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Nega outras queixas.
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Uma professora de 36 anos vai ao ginecologista e relata dores musculares, impaciência, desatenção e insônia. Conta que, durante toda respectiva vida, sempre sentiu considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos 8 meses. Diz que se preocupa muito e que desde que teve o primeiro filho, no ano anterior, sua apreensão ampliou, e ela não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se pleiteia ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de coisas: o recente atentado na Somália; as discussões a respeito “do que seria erotização e arte” nas mídias; a greve dos professores do ensino público; se ela e o marido conseguirão cuidar bem do filho; e a “atual crise econômica e política” no País. Nega outros sintomas e uso de substâncias.
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