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1609830 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 55 anos de idade, do sexo masculino, apresentou diagnóstico de cirrose havia 2 anos, estando em acompanhamento regular com gastroenterologista. Durante consulta de rotina, o paciente relatou que havia 3 semanas vinha apresentando redução do débito urinário sem motivo aparente. Ao exame físico, o paciente não demonstrou alteração em relação ao exame anterior, mantendo quadro de ascite leve e sinais de hipertensão portal com circulação colateral no abdômen. Em razão da à alteração do débito urinário, o paciente foi encaminhado para consulta com nefrologista e apresentou os exames solicitados havia 1 semana pelo gastroenterologista. Esses exames indicavam hemoglobina = 8,5 g/dL, leucócitos = 12.000/mm3, plaquetas = 140.000/mm3, TGO = 31 UI/L, TGP = 27 UI/L, CPK = 85 UI/L, creatinina = 1,8 mg/dL, ureia = 75 mg/dL, K + = 4,2 mEq/L, Na = 130 mEq/L, cálcio sérico = 9,2 mEq/L, Mg = 2,1 mEq/L, EAS normal e ECG normal. Após checar os resultados anteriores, o nefrologista conseguiu resgatar, no prontuário do paciente, exame da função renal realizado havia 3 meses, que demonstrava: creatinina = 1,3 mg/dL, ureia = 55 mg/dL. Após avaliação clínica e dos exames, o nefrologista aventou a hipótese de síndrome hepatorrenal.

Considerando o diagnóstico do nefrologista e o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

O maior fator de risco responsável pela falência renal em cirrótico é a peritonite bacteriana espontânea (PBE), que corresponde a cerca de 30% dos casos de falência renal.
 

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1609829 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 55 anos de idade, do sexo masculino, apresentou diagnóstico de cirrose havia 2 anos, estando em acompanhamento regular com gastroenterologista. Durante consulta de rotina, o paciente relatou que havia 3 semanas vinha apresentando redução do débito urinário sem motivo aparente. Ao exame físico, o paciente não demonstrou alteração em relação ao exame anterior, mantendo quadro de ascite leve e sinais de hipertensão portal com circulação colateral no abdômen. Em razão da à alteração do débito urinário, o paciente foi encaminhado para consulta com nefrologista e apresentou os exames solicitados havia 1 semana pelo gastroenterologista. Esses exames indicavam hemoglobina = 8,5 g/dL, leucócitos = 12.000/mm3, plaquetas = 140.000/mm3, TGO = 31 UI/L, TGP = 27 UI/L, CPK = 85 UI/L, creatinina = 1,8 mg/dL, ureia = 75 mg/dL, K + = 4,2 mEq/L, Na = 130 mEq/L, cálcio sérico = 9,2 mEq/L, Mg = 2,1 mEq/L, EAS normal e ECG normal. Após checar os resultados anteriores, o nefrologista conseguiu resgatar, no prontuário do paciente, exame da função renal realizado havia 3 meses, que demonstrava: creatinina = 1,3 mg/dL, ureia = 55 mg/dL. Após avaliação clínica e dos exames, o nefrologista aventou a hipótese de síndrome hepatorrenal.

Considerando o diagnóstico do nefrologista e o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

O tratamento de escolha é o uso da terlipressina, droga com melhor performance hemodinâmica, que melhora débito urinário clearance de creatinina e diminui níveis séricos de creatinina.
 

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1609828 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 55 anos de idade, do sexo masculino, apresentou diagnóstico de cirrose havia 2 anos, estando em acompanhamento regular com gastroenterologista. Durante consulta de rotina, o paciente relatou que havia 3 semanas vinha apresentando redução do débito urinário sem motivo aparente. Ao exame físico, o paciente não demonstrou alteração em relação ao exame anterior, mantendo quadro de ascite leve e sinais de hipertensão portal com circulação colateral no abdômen. Em razão da à alteração do débito urinário, o paciente foi encaminhado para consulta com nefrologista e apresentou os exames solicitados havia 1 semana pelo gastroenterologista. Esses exames indicavam hemoglobina = 8,5 g/dL, leucócitos = 12.000/mm3, plaquetas = 140.000/mm3, TGO = 31 UI/L, TGP = 27 UI/L, CPK = 85 UI/L, creatinina = 1,8 mg/dL, ureia = 75 mg/dL, K + = 4,2 mEq/L, Na = 130 mEq/L, cálcio sérico = 9,2 mEq/L, Mg = 2,1 mEq/L, EAS normal e ECG normal. Após checar os resultados anteriores, o nefrologista conseguiu resgatar, no prontuário do paciente, exame da função renal realizado havia 3 meses, que demonstrava: creatinina = 1,3 mg/dL, ureia = 55 mg/dL. Após avaliação clínica e dos exames, o nefrologista aventou a hipótese de síndrome hepatorrenal.

Considerando o diagnóstico do nefrologista e o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

A melhora da função renal com reposição volêmica, utilizando-se albumina por 2 dias consecutivos, corrobora o diagnóstico de síndrome hepatorrenal.
 

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1609827 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 55 anos de idade, do sexo masculino, apresentou diagnóstico de cirrose havia 2 anos, estando em acompanhamento regular com gastroenterologista. Durante consulta de rotina, o paciente relatou que havia 3 semanas vinha apresentando redução do débito urinário sem motivo aparente. Ao exame físico, o paciente não demonstrou alteração em relação ao exame anterior, mantendo quadro de ascite leve e sinais de hipertensão portal com circulação colateral no abdômen. Em razão da à alteração do débito urinário, o paciente foi encaminhado para consulta com nefrologista e apresentou os exames solicitados havia 1 semana pelo gastroenterologista. Esses exames indicavam hemoglobina = 8,5 g/dL, leucócitos = 12.000/mm3, plaquetas = 140.000/mm3, TGO = 31 UI/L, TGP = 27 UI/L, CPK = 85 UI/L, creatinina = 1,8 mg/dL, ureia = 75 mg/dL, K + = 4,2 mEq/L, Na = 130 mEq/L, cálcio sérico = 9,2 mEq/L, Mg = 2,1 mEq/L, EAS normal e ECG normal. Após checar os resultados anteriores, o nefrologista conseguiu resgatar, no prontuário do paciente, exame da função renal realizado havia 3 meses, que demonstrava: creatinina = 1,3 mg/dL, ureia = 55 mg/dL. Após avaliação clínica e dos exames, o nefrologista aventou a hipótese de síndrome hepatorrenal.

Considerando o diagnóstico do nefrologista e o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

O paciente apresenta síndrome hepatorrenal tipo 1, que pode ser constatada em virtude da falência renal de instalação mais lenta e a creatinina sérica superior a 1,5 mg/dL, condição clínica cujo diagnóstico é pior.
 

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1609826 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 55 anos de idade, do sexo masculino, apresentou diagnóstico de cirrose havia 2 anos, estando em acompanhamento regular com gastroenterologista. Durante consulta de rotina, o paciente relatou que havia 3 semanas vinha apresentando redução do débito urinário sem motivo aparente. Ao exame físico, o paciente não demonstrou alteração em relação ao exame anterior, mantendo quadro de ascite leve e sinais de hipertensão portal com circulação colateral no abdômen. Em razão da à alteração do débito urinário, o paciente foi encaminhado para consulta com nefrologista e apresentou os exames solicitados havia 1 semana pelo gastroenterologista. Esses exames indicavam hemoglobina = 8,5 g/dL, leucócitos = 12.000/mm3, plaquetas = 140.000/mm3, TGO = 31 UI/L, TGP = 27 UI/L, CPK = 85 UI/L, creatinina = 1,8 mg/dL, ureia = 75 mg/dL, K + = 4,2 mEq/L, Na = 130 mEq/L, cálcio sérico = 9,2 mEq/L, Mg = 2,1 mEq/L, EAS normal e ECG normal. Após checar os resultados anteriores, o nefrologista conseguiu resgatar, no prontuário do paciente, exame da função renal realizado havia 3 meses, que demonstrava: creatinina = 1,3 mg/dL, ureia = 55 mg/dL. Após avaliação clínica e dos exames, o nefrologista aventou a hipótese de síndrome hepatorrenal.

Considerando o diagnóstico do nefrologista e o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

A síndrome hepatorrenal ocorre em pacientes com insuficiência hepática, tanto aguda quanto crônica, que apresentem hipertensão portal e ascite.
 

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1609825 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 12 anos de idade, do sexo masculino, encontrava-se em acompanhamento no ambulatório de nefropediatria. O diagnóstico havia sido de síndrome nefrótica. Após apresentar quadro de anasarca, o paciente havia iniciado tratamento havia 2 semanas, com retorno programado em 1 mês para reavaliação. A mãe do paciente, naquele momento, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de furosemida prescrita pelo nefropediatra com o intuito de diminuir mais rápido o inchaço do filho. Ao retornar à consulta ambulatorial, o paciente relatou melhora importante do edema, mas queixou-se de fraqueza generalizada e obstipação. O médico avaliou os exames realizados pelo paciente havia 2 dias, que indicavam hemoglobina = 13 g/dL, leucócitos = 6.000 / mm3, plaquetas 170.000/mm3, TGO = 39 UI/L, TGP = 25 UI/L, CPK = 55 UI/L, creatinina = 1,1 mg/dL, ureia = 45 mg/dL, K + = 2,2 mEq/L, Na = 140 mEq/L, cálcio sérico = 9,5 mEq/L, Mg = 2 mEq/L, EAS foi normal. O ECG indicou achatamento da onda T. Após o resultado dos exames laboratoriais, o diagnóstico foi de hipocalemia.

Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos correlatos a ele, julgue os itens a seguir.

Deve-se suspeitar de excesso de magnésio quando a reposição de potássio não corrige a hipocalemia, pois a correção de hipermagnesemia, geralmente, reverte a perda de potássio.
 

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1609824 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 12 anos de idade, do sexo masculino, encontrava-se em acompanhamento no ambulatório de nefropediatria. O diagnóstico havia sido de síndrome nefrótica. Após apresentar quadro de anasarca, o paciente havia iniciado tratamento havia 2 semanas, com retorno programado em 1 mês para reavaliação. A mãe do paciente, naquele momento, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de furosemida prescrita pelo nefropediatra com o intuito de diminuir mais rápido o inchaço do filho. Ao retornar à consulta ambulatorial, o paciente relatou melhora importante do edema, mas queixou-se de fraqueza generalizada e obstipação. O médico avaliou os exames realizados pelo paciente havia 2 dias, que indicavam hemoglobina = 13 g/dL, leucócitos = 6.000 / mm3, plaquetas 170.000/mm3, TGO = 39 UI/L, TGP = 25 UI/L, CPK = 55 UI/L, creatinina = 1,1 mg/dL, ureia = 45 mg/dL, K + = 2,2 mEq/L, Na = 140 mEq/L, cálcio sérico = 9,5 mEq/L, Mg = 2 mEq/L, EAS foi normal. O ECG indicou achatamento da onda T. Após o resultado dos exames laboratoriais, o diagnóstico foi de hipocalemia.

Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos correlatos a ele, julgue os itens a seguir.

A reposição oral de potássio é pouco segura, por isso prioriza-se a reposição endovenosa, que deve ser feita em qualquer nível de hipocalemia.
 

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1609823 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 12 anos de idade, do sexo masculino, encontrava-se em acompanhamento no ambulatório de nefropediatria. O diagnóstico havia sido de síndrome nefrótica. Após apresentar quadro de anasarca, o paciente havia iniciado tratamento havia 2 semanas, com retorno programado em 1 mês para reavaliação. A mãe do paciente, naquele momento, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de furosemida prescrita pelo nefropediatra com o intuito de diminuir mais rápido o inchaço do filho. Ao retornar à consulta ambulatorial, o paciente relatou melhora importante do edema, mas queixou-se de fraqueza generalizada e obstipação. O médico avaliou os exames realizados pelo paciente havia 2 dias, que indicavam hemoglobina = 13 g/dL, leucócitos = 6.000 / mm3, plaquetas 170.000/mm3, TGO = 39 UI/L, TGP = 25 UI/L, CPK = 55 UI/L, creatinina = 1,1 mg/dL, ureia = 45 mg/dL, K + = 2,2 mEq/L, Na = 140 mEq/L, cálcio sérico = 9,5 mEq/L, Mg = 2 mEq/L, EAS foi normal. O ECG indicou achatamento da onda T. Após o resultado dos exames laboratoriais, o diagnóstico foi de hipocalemia.

Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos correlatos a ele, julgue os itens a seguir.

Para cada 1 mEq/L na redução de potássio sérico, há deficit corporal total de 150 mEq a 400 mEq, assim, mesmo após a correção, é necessária a manutenção da reposição por alguns dias.
 

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1609822 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 12 anos de idade, do sexo masculino, encontrava-se em acompanhamento no ambulatório de nefropediatria. O diagnóstico havia sido de síndrome nefrótica. Após apresentar quadro de anasarca, o paciente havia iniciado tratamento havia 2 semanas, com retorno programado em 1 mês para reavaliação. A mãe do paciente, naquele momento, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de furosemida prescrita pelo nefropediatra com o intuito de diminuir mais rápido o inchaço do filho. Ao retornar à consulta ambulatorial, o paciente relatou melhora importante do edema, mas queixou-se de fraqueza generalizada e obstipação. O médico avaliou os exames realizados pelo paciente havia 2 dias, que indicavam hemoglobina = 13 g/dL, leucócitos = 6.000 / mm3, plaquetas 170.000/mm3, TGO = 39 UI/L, TGP = 25 UI/L, CPK = 55 UI/L, creatinina = 1,1 mg/dL, ureia = 45 mg/dL, K + = 2,2 mEq/L, Na = 140 mEq/L, cálcio sérico = 9,5 mEq/L, Mg = 2 mEq/L, EAS foi normal. O ECG indicou achatamento da onda T. Após o resultado dos exames laboratoriais, o diagnóstico foi de hipocalemia.

Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos correlatos a ele, julgue os itens a seguir.

Para cada 1 mEq/L na redução de potássio sérico, há deficit corporal total de 150 mEq a 400 mEq, assim, mesmo após a correção, é necessária a manutenção da reposição por alguns dias.
 

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1609821 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente de 12 anos de idade, do sexo masculino, encontrava-se em acompanhamento no ambulatório de nefropediatria. O diagnóstico havia sido de síndrome nefrótica. Após apresentar quadro de anasarca, o paciente havia iniciado tratamento havia 2 semanas, com retorno programado em 1 mês para reavaliação. A mãe do paciente, naquele momento, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de furosemida prescrita pelo nefropediatra com o intuito de diminuir mais rápido o inchaço do filho. Ao retornar à consulta ambulatorial, o paciente relatou melhora importante do edema, mas queixou-se de fraqueza generalizada e obstipação. O médico avaliou os exames realizados pelo paciente havia 2 dias, que indicavam hemoglobina = 13 g/dL, leucócitos = 6.000 / mm3, plaquetas 170.000/mm3, TGO = 39 UI/L, TGP = 25 UI/L, CPK = 55 UI/L, creatinina = 1,1 mg/dL, ureia = 45 mg/dL, K + = 2,2 mEq/L, Na = 140 mEq/L, cálcio sérico = 9,5 mEq/L, Mg = 2 mEq/L, EAS foi normal. O ECG indicou achatamento da onda T. Após o resultado dos exames laboratoriais, o diagnóstico foi de hipocalemia.

Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos correlatos a ele, julgue os itens a seguir.

A presença de fraqueza generalizada ocorre mesmo em hipocalemia leve, quando o potássio sérico está menor 3,5 mEq/L.
 

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