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Um adolescente de 15 anos de idade compareceu ao consultório odontológico apresentando cáries extensas e profundas nas faces oclusais dos segundos molares inferiores. Ambos estão vitais e assintomáticos.
Considerando esse caso clínico, no que concerne à remoção da dentina cariada previamente à restauração, julgue os itens a seguir.
A opção pela não remoção de cárie dentária está mais associada às falhas das restaurações e à sintomatologia pulpar, quando comparada à remoção completa da dentina cariada.
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Um adolescente de 15 anos de idade compareceu ao consultório odontológico apresentando cáries extensas e profundas nas faces oclusais dos segundos molares inferiores. Ambos estão vitais e assintomáticos.
Considerando esse caso clínico, no que concerne à remoção da dentina cariada previamente à restauração, julgue os itens a seguir.
Não há diferença quanto à ocorrência de sinais e sintomas de patologia pulpar quando são realizados tratamento expectante ou remoção completa da cárie em única sessão.
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Um adolescente de 15 anos de idade compareceu ao consultório odontológico apresentando cáries extensas e profundas nas faces oclusais dos segundos molares inferiores. Ambos estão vitais e assintomáticos.
Considerando esse caso clínico, no que concerne à remoção da dentina cariada previamente à restauração, julgue os itens a seguir.
A remoção parcial de tecido cariado reduz a ocorrência de exposição pulpar em dentes vitais assintomáticos, quando comparada à remoção completa de cárie.
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Um adolescente de 15 anos de idade compareceu ao consultório odontológico apresentando cáries extensas e profundas nas faces oclusais dos segundos molares inferiores. Ambos estão vitais e assintomáticos.
Considerando esse caso clínico, no que concerne à remoção da dentina cariada previamente à restauração, julgue os itens a seguir.
A remoção de todo o tecido cariado amolecido até que somente a dentina dura ou não estável permaneça é ineficaz no que diz respeito a evitar complicações e à economia de tempo, e não é benéfica com relação à dor ou ao desconforto relatados pelo paciente.
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Em novembro de 2017, ocorreu o World Workshop on the Classification of Periodontal and Peri-implant Diseases and Conditions, que modificou a classificação das doenças periodontais anterior, vigente desde 1999(CATON et al., 2018).
CATON, J.; ARMITAGE, G.; BERGLUNDH, T. e tal. A new classification
scheme for periodontal and peri-implant diseases and conditions: introduction
and key changes from the 1999 classification. J. Clin. Periodontal., 2018.
Jun; 45 Suppl 20:S1-S8. doi:10.1111/jcpe.12935.
No que se refere à reorganização das doenças periodontais e à aplicação da nova classificação, julgue os itens a seguir.
Um paciente deve ser considerado um caso de periodontite no contexto clínico, quando perda de inserção clínica interdental for detectável em ≥ 2 dentes não adjacentes, ou perda de inserção clínica vestibular ou lingual ≥ 3 mm com profundidade de sondagem > 3 mm for detectável em ≥ 2 dentes, e essa perda de inserção não puder ser atribuída a causa não periodontal.
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Em novembro de 2017, ocorreu o World Workshop on the Classification of Periodontal and Peri-implant Diseases and Conditions, que modificou a classificação das doenças periodontais anterior, vigente desde 1999(CATON et al., 2018).
CATON, J.; ARMITAGE, G.; BERGLUNDH, T. e tal. A new classification
scheme for periodontal and peri-implant diseases and conditions: introduction
and key changes from the 1999 classification. J. Clin. Periodontal., 2018.
Jun; 45 Suppl 20:S1-S8. doi:10.1111/jcpe.12935.
No que se refere à reorganização das doenças periodontais e à aplicação da nova classificação, julgue os itens a seguir.
Um paciente anteriormente classificado como portador de “periodontite agressiva localizada”, considerando que tem 18 anos de idade, bolsas periodontais com profundidade de sondagem média de 6 mm na proximal de primeiros molares e incisivos, e rápida taxa de progressão, agora deverá ser classificado como “periodontite estágio IV, grau C, localizada”.
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Em novembro de 2017, ocorreu o World Workshop on the Classification of Periodontal and Peri-implant Diseases and Conditions, que modificou a classificação das doenças periodontais anterior, vigente desde 1999(CATON et al., 2018).
CATON, J.; ARMITAGE, G.; BERGLUNDH, T. e tal. A new classification
scheme for periodontal and peri-implant diseases and conditions: introduction
and key changes from the 1999 classification. J. Clin. Periodontal., 2018.
Jun; 45 Suppl 20:S1-S8. doi:10.1111/jcpe.12935.
No que se refere à reorganização das doenças periodontais e à aplicação da nova classificação, julgue os itens a seguir.
Uma classificação para implantes dentários foi adicionada, e as condições peri-implantares passam a ser classificadas em saúde peri-implantar, mucosite peri-implantar, peri-implantite e deficiências de tecidos moles e duros peri-implantares.
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Em novembro de 2017, ocorreu o World Workshop on the Classification of Periodontal and Peri-implant Diseases and Conditions, que modificou a classificação das doenças periodontais anterior, vigente desde 1999(CATON et al., 2018).
CATON, J.; ARMITAGE, G.; BERGLUNDH, T. e tal. A new classification
scheme for periodontal and peri-implant diseases and conditions: introduction
and key changes from the 1999 classification. J. Clin. Periodontal., 2018.
Jun; 45 Suppl 20:S1-S8. doi:10.1111/jcpe.12935.
No que se refere à reorganização das doenças periodontais e à aplicação da nova classificação, julgue os itens a seguir.
As doenças periodontais necrosantes (gengivite, periodontite e estomatite necrosante) passaram a configurar, na lista das doenças gengivais não induzidas pela placa, como doença gengival causada por infecções específicas de origem bacteriana, e também na lista das periodontites, em categoria própria.
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Em novembro de 2017, ocorreu o World Workshop on the Classification of Periodontal and Peri-implant Diseases and Conditions, que modificou a classificação das doenças periodontais anterior, vigente desde 1999(CATON et al., 2018).
CATON, J.; ARMITAGE, G.; BERGLUNDH, T. e tal. A new classification
scheme for periodontal and peri-implant diseases and conditions: introduction
and key changes from the 1999 classification. J. Clin. Periodontal., 2018.
Jun; 45 Suppl 20:S1-S8. doi:10.1111/jcpe.12935.
No que se refere à reorganização das doenças periodontais e à aplicação da nova classificação, julgue os itens a seguir.
As periodontites anteriormente denominadas crônica e agressiva foram agrupadas em uma única categoria denominada “periodontite”, devendo, quanto à progressão, receber classificação em um de quatro estágios (I, II, III e IV), quanto à complexidade, em um de três graus (A, B e C), além de, quanto à extensão/distribuição, ser classificada em localizada ou generalizada.
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Em novembro de 2017, ocorreu o World Workshop on the Classification of Periodontal and Peri-implant Diseases and Conditions, que modificou a classificação das doenças periodontais anterior, vigente desde 1999(CATON et al., 2018).
CATON, J.; ARMITAGE, G.; BERGLUNDH, T. e tal. A new classification
scheme for periodontal and peri-implant diseases and conditions: introduction
and key changes from the 1999 classification. J. Clin. Periodontal., 2018.
Jun; 45 Suppl 20:S1-S8. doi:10.1111/jcpe.12935.
No que se refere à reorganização das doenças periodontais e à aplicação da nova classificação, julgue os itens a seguir.
Um paciente que apresentou periodontite no passado, mas foi tratado com sucesso, na ocorrência de sangramento à sondagem em 15% dos sítios, sem profundidade de sondagem > 3mm, deverá ser classificado como “gengivite induzida pela placa em periodonto reduzido por tratamento, localizada”.
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