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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
As modalidades individual ou em grupo da abordagem intensiva apresentam eficácias semelhantes para a cessação do tabagismo.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
A abordagem intensiva (também denominada específica) apresenta as maiores taxas de sucesso para cessação definitiva do tabagismo, devendo ser a opção sempre que possível.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
A abordagem intensiva, ao contrário das anteriores, exige treinamento mais extensivo e atuação mais intensiva, devendo ser realizada pelo médico, e não por outros profissionais de saúde.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
A abordagem básica é mais recomendada que a mínima porque prevê o retorno do usuário para acompanhamento na fase crítica da abstinência.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
Em geral, aconselhamentos dados por médicos apresentam maior efetividade na cessação do tabagismo do que os concedidos por outros profissionais, como dentistas, enfermeiros e psicólogos.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
A abordagem mínima é especialmente interessante para profissionais de saúde que apresentam dificuldades no acompanhamento do indivíduo durante a tentativa de cessação, caso dos cirurgiões-dentistas durante as consultas odontológicas de rotina.
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Dos tabagistas que tentam parar de fumar (aproximadamente 50%), apenas a minoria recebe aconselhamento de um profissional de saúde a respeito de como parar, e uma parte ainda menor recebe acompanhamento adequado. O tratamento para a cessação do tabagismo, em particular o cigarro comum, apresenta elevado custo-efetividade e aumenta significativamente as chances de o usuário obter abstinência definitiva. Logo, todos os profissionais de saúde devem estar preparados (e sensibilizados) para estimular e apoiar os respectivos pacientes a pararem de fumar. As abordagens para cessação do tabagismo são classificadas como (1) mínima (ou breve), (2) básica ou (3) intensiva, a partir do tempo investido no contato entre a pessoa e o profissional de saúde – respectivamente, menor que 3 minutos, entre 3 e 10 minutos, e maior que 10 minutos.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: o cuidado da pessoa tabagista. (Caderno de Atenção Básica, n. 40).
Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
A abordagem mínima é considerada a forma ideal de atendimento e apresenta o maior impacto em saúde pública, embora não tenha grande aceitação por parte dos profissionais de saúde.
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Um adolescente de 15 anos de idade compareceu ao consultório odontológico apresentando cáries extensas e profundas nas faces oclusais dos segundos molares inferiores. Ambos estão vitais e assintomáticos.
Considerando esse caso clínico, no que concerne à remoção da dentina cariada previamente à restauração, julgue os itens a seguir.
Não há diferença entre o uso de instrumentos rotatórios em baixa rotação e a utilização de instrumentos manuais na remoção parcial de cárie em cavidades profundas.
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Um adolescente de 15 anos de idade compareceu ao consultório odontológico apresentando cáries extensas e profundas nas faces oclusais dos segundos molares inferiores. Ambos estão vitais e assintomáticos.
Considerando esse caso clínico, no que concerne à remoção da dentina cariada previamente à restauração, julgue os itens a seguir.
Durante a remoção de cárie, é mais importante deixar as bordas da cavidade livres de cárie, favorecendo um selamento adequado da restauração, do que retirar toda a dentina infectada do fundo da cavidade.
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Um adolescente de 15 anos de idade compareceu ao consultório odontológico apresentando cáries extensas e profundas nas faces oclusais dos segundos molares inferiores. Ambos estão vitais e assintomáticos.
Considerando esse caso clínico, no que concerne à remoção da dentina cariada previamente à restauração, julgue os itens a seguir.
Remoção parcial da dentina cariada somente é aceitável para a adequação de cavidades, devendo, para a restauração definitiva, haver a remoção completa da dentina cariada, sob o risco de progressão da lesão.
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