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Uma paciente de 25 anos de idade é levada para a emergência pelo SAMU, apresentando ferimento com sangramento ativo em antebraço direito, provocado por arma branca em “briga de garrafada” (sic). A paciente foi admitida taquicárdica, consciente e já com dois acessos em fossas antecubitais, tendo sido realizada reposição volêmica com cristaloides e droga vasoativa pela equipe do atendimento pré-hospitalar. A paciente deu entrada na unidade hospitalar com os seguintes dados vitais: Frequência Cardíaca = 110 bpm; Pressão Arterial = 80 mmHg x 60 mmHg; Frequência Respiratória = 22 irpm; Temperatura = 35,8 ºC; e saturação de oxigênio a 90%.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Ao realizar o protocolo AMPLA de avaliação inicial, no item L, a enfermeira pode indicar se a paciente refere ter ingerido bebida alcoólica.
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Uma puérpera realizou parto normal em centro de parto normal (CPN) há 30 minutos e, após a dequitação da placenta, apresentou perda sanguínea expressiva, segundo estimativa visual da enfermeira obstetra que a encontrou no leito com sangue fluindo para o chão. Não apresenta histórico de doenças crônicas e nem intercorrências gestacionais. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, porém responsiva a estímulo tátil, hipocorada +++/4+, pressão arterial de 70 mmHg x 60 mmHg, saturação de oxigênio de 92%, frequência cardíaca de 120 bpm, pulso periférico filiforme, frequência respiratória de 20 irpm. Ao identificar a perda volêmica, a enfermeira obstetra iniciou as condutas e investigação do caso, para estabilização do quadro antes da transferência.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Diante de um caso clínico como esse, algumas das medidas gerais de controle para o caso seriam: cateterização de dois acessos calibrosos, coleta de sangue, posicionamento da paciente em Trendelenburg e determinação tônus uterino.
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Uma puérpera realizou parto normal em centro de parto normal (CPN) há 30 minutos e, após a dequitação da placenta, apresentou perda sanguínea expressiva, segundo estimativa visual da enfermeira obstetra que a encontrou no leito com sangue fluindo para o chão. Não apresenta histórico de doenças crônicas e nem intercorrências gestacionais. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, porém responsiva a estímulo tátil, hipocorada +++/4+, pressão arterial de 70 mmHg x 60 mmHg, saturação de oxigênio de 92%, frequência cardíaca de 120 bpm, pulso periférico filiforme, frequência respiratória de 20 irpm. Ao identificar a perda volêmica, a enfermeira obstetra iniciou as condutas e investigação do caso, para estabilização do quadro antes da transferência.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O uso de ocitocina após o parto, em todas as mulheres independentemente da via de parto, é conduta importante para a prevenção de hemorragia pós-parto.
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Uma puérpera realizou parto normal em centro de parto normal (CPN) há 30 minutos e, após a dequitação da placenta, apresentou perda sanguínea expressiva, segundo estimativa visual da enfermeira obstetra que a encontrou no leito com sangue fluindo para o chão. Não apresenta histórico de doenças crônicas e nem intercorrências gestacionais. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, porém responsiva a estímulo tátil, hipocorada +++/4+, pressão arterial de 70 mmHg x 60 mmHg, saturação de oxigênio de 92%, frequência cardíaca de 120 bpm, pulso periférico filiforme, frequência respiratória de 20 irpm. Ao identificar a perda volêmica, a enfermeira obstetra iniciou as condutas e investigação do caso, para estabilização do quadro antes da transferência.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O risco de volume de líquidos deficiente é um dos diagnósticos de enfermagem prioritários para esse caso.
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Uma puérpera realizou parto normal em centro de parto normal (CPN) há 30 minutos e, após a dequitação da placenta, apresentou perda sanguínea expressiva, segundo estimativa visual da enfermeira obstetra que a encontrou no leito com sangue fluindo para o chão. Não apresenta histórico de doenças crônicas e nem intercorrências gestacionais. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, porém responsiva a estímulo tátil, hipocorada +++/4+, pressão arterial de 70 mmHg x 60 mmHg, saturação de oxigênio de 92%, frequência cardíaca de 120 bpm, pulso periférico filiforme, frequência respiratória de 20 irpm. Ao identificar a perda volêmica, a enfermeira obstetra iniciou as condutas e investigação do caso, para estabilização do quadro antes da transferência.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
A hemorragia pós-parto é a segunda maior causa de morte materna obstétrica indireta no Brasil.
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Uma parturiente de risco habitual, primigesta, idade gestacional (IG) de 39 semanas e 2 dias, acompanhada do marido, foi admitida no centro de parto normal pela enfermeira obstetra de plantão, com queixa de “endurecimento da barriga” (contração uterina) frequente e doloroso. Iniciaram-se a avaliação da caderneta pré-natal e o exame físico. Ao exame, apresentava-se consciente, orientada, ansiosa, FC: 95 bpm; FR: 15 irpm; saturação de oxigênio: 99%; pressão arterial: 110 mmHg x 75 mmHg; manobra de Leopold: feto em apresentação cefálica com dorso à esquerda, dinâmica uterina (DU) 3/45”/10’; batimentos cardíacos fetais (BCF) de 155 bpm; ao toque vaginal: dilatação cervical de 6 cm, plano zero de De Lee e bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A avaliação do bem-estar fetal em parturientes de risco habitual é realizada por meio da ausculta intermitente dos batimentos cardíacos fetais.
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Uma parturiente de risco habitual, primigesta, idade gestacional (IG) de 39 semanas e 2 dias, acompanhada do marido, foi admitida no centro de parto normal pela enfermeira obstetra de plantão, com queixa de “endurecimento da barriga” (contração uterina) frequente e doloroso. Iniciaram-se a avaliação da caderneta pré-natal e o exame físico. Ao exame, apresentava-se consciente, orientada, ansiosa, FC: 95 bpm; FR: 15 irpm; saturação de oxigênio: 99%; pressão arterial: 110 mmHg x 75 mmHg; manobra de Leopold: feto em apresentação cefálica com dorso à esquerda, dinâmica uterina (DU) 3/45”/10’; batimentos cardíacos fetais (BCF) de 155 bpm; ao toque vaginal: dilatação cervical de 6 cm, plano zero de De Lee e bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O toque vaginal dessa parturiente poderá ser realizado com luvas não necessariamente estéreis.
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Uma parturiente de risco habitual, primigesta, idade gestacional (IG) de 39 semanas e 2 dias, acompanhada do marido, foi admitida no centro de parto normal pela enfermeira obstetra de plantão, com queixa de “endurecimento da barriga” (contração uterina) frequente e doloroso. Iniciaram-se a avaliação da caderneta pré-natal e o exame físico. Ao exame, apresentava-se consciente, orientada, ansiosa, FC: 95 bpm; FR: 15 irpm; saturação de oxigênio: 99%; pressão arterial: 110 mmHg x 75 mmHg; manobra de Leopold: feto em apresentação cefálica com dorso à esquerda, dinâmica uterina (DU) 3/45”/10’; batimentos cardíacos fetais (BCF) de 155 bpm; ao toque vaginal: dilatação cervical de 6 cm, plano zero de De Lee e bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A parturiente do caso clínico encontra-se na fase ativa do trabalho de parto e deve ser acompanhada com a utilização de um partograma.
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Uma parturiente de risco habitual, primigesta, idade gestacional (IG) de 39 semanas e 2 dias, acompanhada do marido, foi admitida no centro de parto normal pela enfermeira obstetra de plantão, com queixa de “endurecimento da barriga” (contração uterina) frequente e doloroso. Iniciaram-se a avaliação da caderneta pré-natal e o exame físico. Ao exame, apresentava-se consciente, orientada, ansiosa, FC: 95 bpm; FR: 15 irpm; saturação de oxigênio: 99%; pressão arterial: 110 mmHg x 75 mmHg; manobra de Leopold: feto em apresentação cefálica com dorso à esquerda, dinâmica uterina (DU) 3/45”/10’; batimentos cardíacos fetais (BCF) de 155 bpm; ao toque vaginal: dilatação cervical de 6 cm, plano zero de De Lee e bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Os batimentos cardíacos fetais encontram-se fora da faixa de normalidade, podendo indicar sofrimento fetal.
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Uma parturiente de risco habitual, primigesta, idade gestacional (IG) de 39 semanas e 2 dias, acompanhada do marido, foi admitida no centro de parto normal pela enfermeira obstetra de plantão, com queixa de “endurecimento da barriga” (contração uterina) frequente e doloroso. Iniciaram-se a avaliação da caderneta pré-natal e o exame físico. Ao exame, apresentava-se consciente, orientada, ansiosa, FC: 95 bpm; FR: 15 irpm; saturação de oxigênio: 99%; pressão arterial: 110 mmHg x 75 mmHg; manobra de Leopold: feto em apresentação cefálica com dorso à esquerda, dinâmica uterina (DU) 3/45”/10’; batimentos cardíacos fetais (BCF) de 155 bpm; ao toque vaginal: dilatação cervical de 6 cm, plano zero de De Lee e bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A parturiente encontra-se no segundo estágio do trabalho de parto, também chamado de período de dilatação.
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