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O paracetamol inibe a síntese das prostaglandinas no SNC. Isso explica suas propriedades antipiréticas e analgésicas. Ele exerce menor efeito sobre a ciclooxigenase nos tecidos periféricos, o que contribui para sua fraca atividade anti-inflamatória. O paracetamol não afeta a função plaquetária ou aumenta o tempo de coagulação.
CLARK, M. et al. Farmacologia ilustrada. 5. ed. Porto Alegre:
Artimed, 2013, com adaptações.
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O efeito antinociceptivo parece estar relacionado com os respectivos metabólitos, como N-acetil-p-benzoquinona imina e p-benzoquinona, e não pelo paracetamol em si.
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O paracetamol inibe a síntese das prostaglandinas no SNC. Isso explica suas propriedades antipiréticas e analgésicas. Ele exerce menor efeito sobre a ciclooxigenase nos tecidos periféricos, o que contribui para sua fraca atividade anti-inflamatória. O paracetamol não afeta a função plaquetária ou aumenta o tempo de coagulação.
CLARK, M. et al. Farmacologia ilustrada. 5. ed. Porto Alegre:
Artimed, 2013, com adaptações.
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O paracetamol é o fármaco de escolha nos casos de enxaqueca após a ingestão de bebidas alcoólicas.
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O paracetamol inibe a síntese das prostaglandinas no SNC. Isso explica suas propriedades antipiréticas e analgésicas. Ele exerce menor efeito sobre a ciclooxigenase nos tecidos periféricos, o que contribui para sua fraca atividade anti-inflamatória. O paracetamol não afeta a função plaquetária ou aumenta o tempo de coagulação.
CLARK, M. et al. Farmacologia ilustrada. 5. ed. Porto Alegre:
Artimed, 2013, com adaptações.
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Exames bioquímicos mostraram que o paracetamol é o único inibidor fraco da cicloxigenase (COX), com certa seletividade para a COX cerebral.
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O paracetamol inibe a síntese das prostaglandinas no SNC. Isso explica suas propriedades antipiréticas e analgésicas. Ele exerce menor efeito sobre a ciclooxigenase nos tecidos periféricos, o que contribui para sua fraca atividade anti-inflamatória. O paracetamol não afeta a função plaquetária ou aumenta o tempo de coagulação.
CLARK, M. et al. Farmacologia ilustrada. 5. ed. Porto Alegre:
Artimed, 2013, com adaptações.
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O paracetamol é um substituto do ácido acetilsalicílico, contudo não evita os eventos adversos no trato gastrointestinal.
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O paracetamol inibe a síntese das prostaglandinas no SNC. Isso explica suas propriedades antipiréticas e analgésicas. Ele exerce menor efeito sobre a ciclooxigenase nos tecidos periféricos, o que contribui para sua fraca atividade anti-inflamatória. O paracetamol não afeta a função plaquetária ou aumenta o tempo de coagulação.
CLARK, M. et al. Farmacologia ilustrada. 5. ed. Porto Alegre:
Artimed, 2013, com adaptações.
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O paracetamol é considerado um anti-inflamatório não esteroidal (AINE).
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A ideia de expandir para outros profissionais, entre os quais o farmacêutico, maior responsabilidade no manejo clínico dos pacientes, intensificando o processo de cuidado, tem propiciado alterações nos marcos de regulação em vários países. Com base nessas mudanças, foi estabelecida, entre outras, a autorização para que distintos profissionais possam selecionar, iniciar, adicionar, substituir, ajustar, repetir ou interromper a terapia farmacológica. Essa tendência surgiu pela necessidade de ampliar a cobertura dos serviços de saúde e incrementar a capacidade de resolução desses serviços.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF). Resolução no 586/2013. Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências. Disponível em:
< http: www.cff.org.br="" >. Acesso em: 15 set. 2018.
O farmacêutico poderá prescrever medicamentos isentos de prescrição médica, em estabelecimentos farmacêuticos, consultórios, serviços e níveis de atenção à saúde, desde que respeitada a privacidade do paciente.
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A ideia de expandir para outros profissionais, entre os quais o farmacêutico, maior responsabilidade no manejo clínico dos pacientes, intensificando o processo de cuidado, tem propiciado alterações nos marcos de regulação em vários países. Com base nessas mudanças, foi estabelecida, entre outras, a autorização para que distintos profissionais possam selecionar, iniciar, adicionar, substituir, ajustar, repetir ou interromper a terapia farmacológica. Essa tendência surgiu pela necessidade de ampliar a cobertura dos serviços de saúde e incrementar a capacidade de resolução desses serviços.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF). Resolução no 586/2013. Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências. Disponível em:
< http: www.cff.org.br="" >. Acesso em: 15 set. 2018.
É permitida aos farmacêuticos a prescrição de medicamentos dinamizados.
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A ideia de expandir para outros profissionais, entre os quais o farmacêutico, maior responsabilidade no manejo clínico dos pacientes, intensificando o processo de cuidado, tem propiciado alterações nos marcos de regulação em vários países. Com base nessas mudanças, foi estabelecida, entre outras, a autorização para que distintos profissionais possam selecionar, iniciar, adicionar, substituir, ajustar, repetir ou interromper a terapia farmacológica. Essa tendência surgiu pela necessidade de ampliar a cobertura dos serviços de saúde e incrementar a capacidade de resolução desses serviços.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF). Resolução no 586/2013. Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências. Disponível em:
< http: www.cff.org.br="" >. Acesso em: 15 set. 2018.
A literatura internacional demonstra benefícios da prescrição por farmacêuticos segundo diferentes modelos, realizada tanto de forma independente quanto em colaboração com outros profissionais da equipe de saúde.
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A ideia de expandir para outros profissionais, entre os quais o farmacêutico, maior responsabilidade no manejo clínico dos pacientes, intensificando o processo de cuidado, tem propiciado alterações nos marcos de regulação em vários países. Com base nessas mudanças, foi estabelecida, entre outras, a autorização para que distintos profissionais possam selecionar, iniciar, adicionar, substituir, ajustar, repetir ou interromper a terapia farmacológica. Essa tendência surgiu pela necessidade de ampliar a cobertura dos serviços de saúde e incrementar a capacidade de resolução desses serviços.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF). Resolução no 586/2013. Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências. Disponível em:
< http: www.cff.org.br="" >. Acesso em: 15 set. 2018.
A consulta farmacêutica foi regulamentada para suprir uma demanda do Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que faltam médicos nas equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF).
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A ideia de expandir para outros profissionais, entre os quais o farmacêutico, maior responsabilidade no manejo clínico dos pacientes, intensificando o processo de cuidado, tem propiciado alterações nos marcos de regulação em vários países. Com base nessas mudanças, foi estabelecida, entre outras, a autorização para que distintos profissionais possam selecionar, iniciar, adicionar, substituir, ajustar, repetir ou interromper a terapia farmacológica. Essa tendência surgiu pela necessidade de ampliar a cobertura dos serviços de saúde e incrementar a capacidade de resolução desses serviços.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF). Resolução no 586/2013. Regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências. Disponível em:
< http: www.cff.org.br="" >. Acesso em: 15 set. 2018.
Para o exercício desse ato, o Conselho Regional de Farmácia da jurisdição do farmacêutico exige o reconhecimento de título de especialista na área clínica, com comprovação de formação que inclua conhecimentos e habilidades em boas práticas de prescrição.
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