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Um paciente de 65 anos de idade, aposentado, viúvo, com sobrepeso, caiu descendo as escadas da própria residência. Foi atendido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) e encaminhado para a emergência de um hospital privado de própria escolha, onde se inspecionou aumento de volume moderado, escoriações e incapacidade funcional de realizar extensão ativa do joelho direito. Na palpação, havia dor importante, perda de continuidade entre os polos superior e inferior da patela e sinal de tecla positivo. Nos raios X AP e perfil, foi confirmado o diagnóstico de fratura transversa da patela em joelho direito. Foi submetido a procedimento cruento de cerclagem da patela com bandas de tensão. O paciente é etilista social, nega tabagismo e joga tênis no clube duas vezes por semana.
Quanto a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
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Um paciente de 65 anos de idade, aposentado, viúvo, com sobrepeso, caiu descendo as escadas da própria residência. Foi atendido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) e encaminhado para a emergência de um hospital privado de própria escolha, onde se inspecionou aumento de volume moderado, escoriações e incapacidade funcional de realizar extensão ativa do joelho direito. Na palpação, havia dor importante, perda de continuidade entre os polos superior e inferior da patela e sinal de tecla positivo. Nos raios X AP e perfil, foi confirmado o diagnóstico de fratura transversa da patela em joelho direito. Foi submetido a procedimento cruento de cerclagem da patela com bandas de tensão. O paciente é etilista social, nega tabagismo e joga tênis no clube duas vezes por semana.
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Um paciente de 65 anos de idade, aposentado, viúvo, com sobrepeso, caiu descendo as escadas da própria residência. Foi atendido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) e encaminhado para a emergência de um hospital privado de própria escolha, onde se inspecionou aumento de volume moderado, escoriações e incapacidade funcional de realizar extensão ativa do joelho direito. Na palpação, havia dor importante, perda de continuidade entre os polos superior e inferior da patela e sinal de tecla positivo. Nos raios X AP e perfil, foi confirmado o diagnóstico de fratura transversa da patela em joelho direito. Foi submetido a procedimento cruento de cerclagem da patela com bandas de tensão. O paciente é etilista social, nega tabagismo e joga tênis no clube duas vezes por semana.
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paciente de 76 anos de idade, ex-tabagista há 20 anos e hipertensa, há um mês vem apresentando cansaço aos pequenos esforços, taquicardia, edema em membros inferiores e turgência jugular. Atendida em serviço de urgência e emergência de um hospital geral, relatou intensa dispneia e tosse improdutiva. Foi diagnosticado edema pulmonar por insuficiência cardíaca grau II, segundo a New York Heart Association (NYHA), com fração de ejeção de 43%. Medicada, é realizado acompanhamento na unidade básica de saúde da referência da paciente, mas o quadro clínico ainda se mantém. Encaminhada a um centro de reabilitação, iniciou um programa de reabilitação cardiovascular. No teste ergométrico, a frequência cardíaca máxima da paciente foi de 125 batimentos por minuto.
Com relação a esse caso clínico e de acordo com as Diretrizes de Reabilitação Cardiopulmonar e Metabólica – SBC 2006, julgue os itens a seguir.
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paciente de 76 anos de idade, ex-tabagista há 20 anos e hipertensa, há um mês vem apresentando cansaço aos pequenos esforços, taquicardia, edema em membros inferiores e turgência jugular. Atendida em serviço de urgência e emergência de um hospital geral, relatou intensa dispneia e tosse improdutiva. Foi diagnosticado edema pulmonar por insuficiência cardíaca grau II, segundo a New York Heart Association (NYHA), com fração de ejeção de 43%. Medicada, é realizado acompanhamento na unidade básica de saúde da referência da paciente, mas o quadro clínico ainda se mantém. Encaminhada a um centro de reabilitação, iniciou um programa de reabilitação cardiovascular. No teste ergométrico, a frequência cardíaca máxima da paciente foi de 125 batimentos por minuto.
Com relação a esse caso clínico e de acordo com as Diretrizes de Reabilitação Cardiopulmonar e Metabólica – SBC 2006, julgue os itens a seguir.
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paciente de 76 anos de idade, ex-tabagista há 20 anos e hipertensa, há um mês vem apresentando cansaço aos pequenos esforços, taquicardia, edema em membros inferiores e turgência jugular. Atendida em serviço de urgência e emergência de um hospital geral, relatou intensa dispneia e tosse improdutiva. Foi diagnosticado edema pulmonar por insuficiência cardíaca grau II, segundo a New York Heart Association (NYHA), com fração de ejeção de 43%. Medicada, é realizado acompanhamento na unidade básica de saúde da referência da paciente, mas o quadro clínico ainda se mantém. Encaminhada a um centro de reabilitação, iniciou um programa de reabilitação cardiovascular. No teste ergométrico, a frequência cardíaca máxima da paciente foi de 125 batimentos por minuto.
Com relação a esse caso clínico e de acordo com as Diretrizes de Reabilitação Cardiopulmonar e Metabólica – SBC 2006, julgue os itens a seguir.
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Uma paciente de 50 anos de idade, jornalista, sedentária, após consulta com clínico geral, foi encaminhada à fisioterapia com diagnóstico de dor nas costas. Porém, a paciente refere dor “em todo o corpo”, além de fadiga, insônia, cefaleias frequentes e déficit de memória. Relata que a dor parece nunca melhorar e que piora com atividades prolongadas. Raios X de coluna AP e perfil, além da ressonância nuclear magnética, não apresentam anormalidades compatíveis com os sintomas. A paciente realizou polissonografia, a fim de verificar possíveis distúrbios do sono, mas o exame foi considerado normal, e mais de 30 sessões de fisioterapia com conduta de calor úmido superficial, massoterapia, ultrassom e alongamentos sem sucesso para remissão dos sintomas. Com base no histórico da paciente, suspeita-se que ela possa ter síndrome fibromiálgica (SFM).
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Uma paciente de 50 anos de idade, jornalista, sedentária, após consulta com clínico geral, foi encaminhada à fisioterapia com diagnóstico de dor nas costas. Porém, a paciente refere dor “em todo o corpo”, além de fadiga, insônia, cefaleias frequentes e déficit de memória. Relata que a dor parece nunca melhorar e que piora com atividades prolongadas. Raios X de coluna AP e perfil, além da ressonância nuclear magnética, não apresentam anormalidades compatíveis com os sintomas. A paciente realizou polissonografia, a fim de verificar possíveis distúrbios do sono, mas o exame foi considerado normal, e mais de 30 sessões de fisioterapia com conduta de calor úmido superficial, massoterapia, ultrassom e alongamentos sem sucesso para remissão dos sintomas. Com base no histórico da paciente, suspeita-se que ela possa ter síndrome fibromiálgica (SFM).
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Uma paciente de 50 anos de idade, jornalista, sedentária, após consulta com clínico geral, foi encaminhada à fisioterapia com diagnóstico de dor nas costas. Porém, a paciente refere dor “em todo o corpo”, além de fadiga, insônia, cefaleias frequentes e déficit de memória. Relata que a dor parece nunca melhorar e que piora com atividades prolongadas. Raios X de coluna AP e perfil, além da ressonância nuclear magnética, não apresentam anormalidades compatíveis com os sintomas. A paciente realizou polissonografia, a fim de verificar possíveis distúrbios do sono, mas o exame foi considerado normal, e mais de 30 sessões de fisioterapia com conduta de calor úmido superficial, massoterapia, ultrassom e alongamentos sem sucesso para remissão dos sintomas. Com base no histórico da paciente, suspeita-se que ela possa ter síndrome fibromiálgica (SFM).
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Uma paciente de 50 anos de idade, jornalista, sedentária, após consulta com clínico geral, foi encaminhada à fisioterapia com diagnóstico de dor nas costas. Porém, a paciente refere dor “em todo o corpo”, além de fadiga, insônia, cefaleias frequentes e déficit de memória. Relata que a dor parece nunca melhorar e que piora com atividades prolongadas. Raios X de coluna AP e perfil, além da ressonância nuclear magnética, não apresentam anormalidades compatíveis com os sintomas. A paciente realizou polissonografia, a fim de verificar possíveis distúrbios do sono, mas o exame foi considerado normal, e mais de 30 sessões de fisioterapia com conduta de calor úmido superficial, massoterapia, ultrassom e alongamentos sem sucesso para remissão dos sintomas. Com base no histórico da paciente, suspeita-se que ela possa ter síndrome fibromiálgica (SFM).
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