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Uma paciente de 45 anos de idade refere que, há três anos, teve prolapso vaginal. Seis meses antes, foi submetida a uma histerectomia vaginal com reparo da flacidez da parede vaginal anterior e posterior. Ela continua com a sensação de períneo caído e, na tentativa de retornar às atividades físicas de corrida, relata incontinência urinária. Em seu histórico prévio, foram constatados três partos vaginais normais. Na avaliação, foi observada pele da genitália externa normal, porém, no introito, existem escoriações posteriores significativas com dor grau 6 pela EAVD e aderência tecidual; força diminuída da musculatura do assoalho pélvico (MAP): 2/5 e coordenação pobre; resistência diminuída da MAP em três segundos por contração; recrutamento lento e precário da MAP; músculos abdominais fracos: 2/5; estabilidade do tronco fraco; usa musculatura adutora da coxa como acessório para contrair a MAP.

Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Deve-se indicar, para essa paciente, frequência de tratamento diário por duas semanas, esperando-se obter os resultados necessários para alta.
 

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Uma paciente de 45 anos de idade refere que, há três anos, teve prolapso vaginal. Seis meses antes, foi submetida a uma histerectomia vaginal com reparo da flacidez da parede vaginal anterior e posterior. Ela continua com a sensação de períneo caído e, na tentativa de retornar às atividades físicas de corrida, relata incontinência urinária. Em seu histórico prévio, foram constatados três partos vaginais normais. Na avaliação, foi observada pele da genitália externa normal, porém, no introito, existem escoriações posteriores significativas com dor grau 6 pela EAVD e aderência tecidual; força diminuída da musculatura do assoalho pélvico (MAP): 2/5 e coordenação pobre; resistência diminuída da MAP em três segundos por contração; recrutamento lento e precário da MAP; músculos abdominais fracos: 2/5; estabilidade do tronco fraco; usa musculatura adutora da coxa como acessório para contrair a MAP.

Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O diagnóstico cinético-funcional aponta apenas para uma disfunção ao nível do tecido conjuntivo intravaginal.
 

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Considere um paciente de 75 anos de idade, viúvo, internado há 10 dias com quadro de dispneia, tosse e crise hipertensiva, sendo diagnosticado com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão arterial (HAS) e edema agudo pulmonar (EAP), encontrado em DD no leito em uso de cateter nasal – O2 (3 L/min), acompanhado pela filha. Apresentava-se ansioso, colaborativo, dispneico, taquipneico (FR = 40 ipm), PA = 130 mmHg x 85 mmHg, FC = 100 bpm, Sat.O2 = 80% e afebril (36,5º). Ao exame, o paciente apresentava Glasgow 15, pupilas fotorreativas e isocóricas, padrão respiratório apical superficial, diminuição da expansibilidade pulmonar, tosse débil e úmida com expectoração rósea, pulso radial fraco e irregular, abdome globoso, uso de sonda vesical, extremidades de membros inferiores edemaciados e cianóticos e pele alterada. ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas em três tempos; à ausculta pulmonar: MV diminuído em ápice e, principalmente, na base pulmonar de AHT, crepitação inspiratória precoce em base e ápice pulmonar de AHT e roncos difusos por todo o tórax. Medicado com digoxina, inibidores da ECA, diurético e anticoagulantes. Exames complementares: raios X de tórax – cardiomegalia e imagem sugestiva de edema agudo pulmonar; ECG – extrassístoles ventriculares, distúrbio da condução intraventricular do estímulo e ondas T.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Em pacientes com EAP, está indicado o uso precoce de ventilação não invasiva com CPAP ou BiPAP, para melhora do desconforto respiratório e das alterações metabólicas.
 

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Considere um paciente de 75 anos de idade, viúvo, internado há 10 dias com quadro de dispneia, tosse e crise hipertensiva, sendo diagnosticado com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão arterial (HAS) e edema agudo pulmonar (EAP), encontrado em DD no leito em uso de cateter nasal – O2 (3 L/min), acompanhado pela filha. Apresentava-se ansioso, colaborativo, dispneico, taquipneico (FR = 40 ipm), PA = 130 mmHg x 85 mmHg, FC = 100 bpm, Sat.O2 = 80% e afebril (36,5º). Ao exame, o paciente apresentava Glasgow 15, pupilas fotorreativas e isocóricas, padrão respiratório apical superficial, diminuição da expansibilidade pulmonar, tosse débil e úmida com expectoração rósea, pulso radial fraco e irregular, abdome globoso, uso de sonda vesical, extremidades de membros inferiores edemaciados e cianóticos e pele alterada. ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas em três tempos; à ausculta pulmonar: MV diminuído em ápice e, principalmente, na base pulmonar de AHT, crepitação inspiratória precoce em base e ápice pulmonar de AHT e roncos difusos por todo o tórax. Medicado com digoxina, inibidores da ECA, diurético e anticoagulantes. Exames complementares: raios X de tórax – cardiomegalia e imagem sugestiva de edema agudo pulmonar; ECG – extrassístoles ventriculares, distúrbio da condução intraventricular do estímulo e ondas T.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Transferência de DD para DL no leito melhora a ventilação em bases pulmonares.
 

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Considere um paciente de 75 anos de idade, viúvo, internado há 10 dias com quadro de dispneia, tosse e crise hipertensiva, sendo diagnosticado com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão arterial (HAS) e edema agudo pulmonar (EAP), encontrado em DD no leito em uso de cateter nasal – O2 (3 L/min), acompanhado pela filha. Apresentava-se ansioso, colaborativo, dispneico, taquipneico (FR = 40 ipm), PA = 130 mmHg x 85 mmHg, FC = 100 bpm, Sat.O2 = 80% e afebril (36,5º). Ao exame, o paciente apresentava Glasgow 15, pupilas fotorreativas e isocóricas, padrão respiratório apical superficial, diminuição da expansibilidade pulmonar, tosse débil e úmida com expectoração rósea, pulso radial fraco e irregular, abdome globoso, uso de sonda vesical, extremidades de membros inferiores edemaciados e cianóticos e pele alterada. ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas em três tempos; à ausculta pulmonar: MV diminuído em ápice e, principalmente, na base pulmonar de AHT, crepitação inspiratória precoce em base e ápice pulmonar de AHT e roncos difusos por todo o tórax. Medicado com digoxina, inibidores da ECA, diurético e anticoagulantes. Exames complementares: raios X de tórax – cardiomegalia e imagem sugestiva de edema agudo pulmonar; ECG – extrassístoles ventriculares, distúrbio da condução intraventricular do estímulo e ondas T.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Deve ser instituída como conduta a inspiração fracionada em dois tempos ou mais juntamente com elevação ativa dos MMSS e expiração prolongada em freno labial.
 

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Considere um paciente de 75 anos de idade, viúvo, internado há 10 dias com quadro de dispneia, tosse e crise hipertensiva, sendo diagnosticado com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão arterial (HAS) e edema agudo pulmonar (EAP), encontrado em DD no leito em uso de cateter nasal – O2 (3 L/min), acompanhado pela filha. Apresentava-se ansioso, colaborativo, dispneico, taquipneico (FR = 40 ipm), PA = 130 mmHg x 85 mmHg, FC = 100 bpm, Sat.O2 = 80% e afebril (36,5º). Ao exame, o paciente apresentava Glasgow 15, pupilas fotorreativas e isocóricas, padrão respiratório apical superficial, diminuição da expansibilidade pulmonar, tosse débil e úmida com expectoração rósea, pulso radial fraco e irregular, abdome globoso, uso de sonda vesical, extremidades de membros inferiores edemaciados e cianóticos e pele alterada. ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas em três tempos; à ausculta pulmonar: MV diminuído em ápice e, principalmente, na base pulmonar de AHT, crepitação inspiratória precoce em base e ápice pulmonar de AHT e roncos difusos por todo o tórax. Medicado com digoxina, inibidores da ECA, diurético e anticoagulantes. Exames complementares: raios X de tórax – cardiomegalia e imagem sugestiva de edema agudo pulmonar; ECG – extrassístoles ventriculares, distúrbio da condução intraventricular do estímulo e ondas T.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O fisioterapeuta deve incentivar o treino da respiração diafragmática com feedback visual e manual.
 

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Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Exercícios passivos de flexoextensão de MMII auxiliam no retorno venoso.
 

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Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Manobras de reexpansão pulmonar devem ser utilizadas, a fim de melhorar as trocas gasosas do ápice pulmonar.
 

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Uma paciente de 32 anos de idade, bancária, sedentária, apresenta histórico de um ano de parestesia nas mãos e dor em região palmar de punhos, que vem piorando progressivamente. Nega episódio traumático. Os sintomas são piores à noite, ao dirigir por tempo prolongado, e está incapacitada para atividades laborais. Relata que sente a mão “adormecer” e que os sintomas aliviam com a mudança de posição ou sacudindo a mão. Ao exame clínico, a avaliação da coluna cervical é normal, a amplitude de movimento cervical e de punhos está preservada, teste de força muscular manual para flexores de punhos e mãos apresenta pequeno déficit (força grau 4), reflexia bicipital e tricipital normais, sensação de “choque” e perda de sensibilidade na extremidade do polegar e dedos (até a região lateral do o 4 dedo) nos testes de Tinel, Phalen e Phalen invertido. Passou em consulta médica com ortopedista, que diagnosticou tendinopatia de flexores de punho e síndrome do túnel do carpo e indicou o uso de esteroides orais e fisioterapia.

Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Mobilização neural do nervo ulnar deve ser instituída com paciente posicionado em decúbito ventral, rotação medial e adução do ombro, extensão do cotovelo, pronação e flexão do punho e, finalmente, flexão lateral cervical ipsilateral.
 

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Uma paciente de 32 anos de idade, bancária, sedentária, apresenta histórico de um ano de parestesia nas mãos e dor em região palmar de punhos, que vem piorando progressivamente. Nega episódio traumático. Os sintomas são piores à noite, ao dirigir por tempo prolongado, e está incapacitada para atividades laborais. Relata que sente a mão “adormecer” e que os sintomas aliviam com a mudança de posição ou sacudindo a mão. Ao exame clínico, a avaliação da coluna cervical é normal, a amplitude de movimento cervical e de punhos está preservada, teste de força muscular manual para flexores de punhos e mãos apresenta pequeno déficit (força grau 4), reflexia bicipital e tricipital normais, sensação de “choque” e perda de sensibilidade na extremidade do polegar e dedos (até a região lateral do o 4 dedo) nos testes de Tinel, Phalen e Phalen invertido. Passou em consulta médica com ortopedista, que diagnosticou tendinopatia de flexores de punho e síndrome do túnel do carpo e indicou o uso de esteroides orais e fisioterapia.

Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Evidências atuais mostram benefício em curto prazo com o uso de ultrassom terapêutico e mobilização dos ossos do carpo.
 

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